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Estado Islâmico volta a atacar cristãos e sequestra mais de 90 fiéis de povoado na Síria

estado-islamico2As ações terroristas do Estado Islâmico mais uma vez tiveram como alvo cristãos. A nova investida contra “o povo da Cruz” aconteceu no nordeste da Síria, onde pelo menos 90 fiéis foram sequestrados na última segunda-feira, 23 de fevereiro.

A informação foi anunciada nesta terça-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Os jihadistas atacaram dois povoados com maioria cristã na província de Hasake. As duas localidades eram controladas por forças militares curdas, segundo informações do G1.

A OSDH, que é sediada na Inglaterra, informou que não há notícias do destino dos reféns: “Na segunda-feira, o EI atacou Tal Shamiran e Tal Hermuz, duas localidades assírias da província de Hasake, e levou 90 moradores”, afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da OSDH, em entrevista à agência France Presse.

Os cristãos assírios sequestrados são fiéis nestorianos, uma corrente do cristianismo condenada pelo concílio de Éfeso no ano 431 por suas divergências sobre a natureza de Cristo. Essa corrente também possui seguidores no Iraque.

A província de Hasake vem sendo atacada pelo Estado Islâmico, que busca tomar o controle da região das mãos dos curdos. Alguns dos povoados já foram tomados pelos terroristas, apesar de as forças militares que apoiam o governo da Síria resistirem ao avanço dos extremistas muçulmanos.

Os curdos se organizaram em milícias, chamadas YPG, com o objetivo de manter a província de Hasake sob o domínio do governo sírio, e também com a intenção de expulsar o Estado Islâmico da cidade de Tal Hamis, que tem sido bombardeada pelos Estados Unidos. Até agora, a YPG já assumiu o controle de 43 povoados em duas províncias diferentes.

Fonte: Gospel +

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Estado Islâmico estaria traficando órgãos de suas vítimas para financiar ataques terroristas

embaixador-iraquiano-mohamed-alhakim-ONU-e1424435675992O financiamento para as atividades terroristas promovidas pelo autodeclarado Estado Islâmico pode vir do tráfico de órgãos, segundo declarações do embaixador do Iraque na Organização das Nações Unidas (ONU).

Mohamed Alhakim afirmou em reunião com o Conselho de Segurança da ONU que o os extremistas fazem tráfico de órgãos para financiar parte de suas ações terroristas.

Segundo o jornal O Globo, o diplomata informou que corpos de pessoas executadas pelo Estado Islâmico foram encontrados recentemente com incisões cirúrgicas e com órgãos faltando.

Alhakim destacou que as informações foram corroboradas por investigações que descobriram a causa da morte de dez médicos iraquianos: sua recusa em participar da barbárie.

“Temos corpos. Venham e examinem. É certo que têm partes faltando”, disse o embaixador durante a reunião.

A ONU mantém um enviado no Iraque, e no seu mais recente relatório, Nikolay Mladenov afirmou que, no mínimo, 790 pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico somente em janeiro, e confirmou que a prática de retirada de órgãos das vítimas está se tornando cada vez mais frequente.

A lista de crimes cometidos pelo Estado Islâmico é extensa, e inclui a morte de cristãos e outras minorias religiosas. Dentre as formas usadas pelos terroristas para executar suas vítimas estão as decapitações, imolações e crucificações. Em alguns casos registrados pelas autoridades, os extremistas jogam pessoas de prédios apenas por diversão.

Recentemente, o grupo matou 45 pessoas queimadas vivas em Kirkuk, no Iraque. Antes desse episódio, na Síria, o Estado Islâmico queimou vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh e filmou o ato bárbaro, divulgando o vídeo em formato de “propaganda”.

A lista de vítimas se acumula, e há poucos dias os terroristas divulgaram outro vídeo, no mesmo formato, com a morte de 21 cristãos coptas egípcios em uma praia da Líbia.

Fonte: Gospel +

Irmão de cristãos coptas mortos pelo Estado Islâmico dá testemunho emocionante; Assista

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasA morte de 21 cristãos coptas egípcios pelas mãos dos terroristas do Estado Islâmico desencadeou uma série de ações militares em retaliação à barbárie, mas também despertou o interesse da mídia por ouvir os parentes dos mártires decapitados em uma praia da Líbia.

Um programa de televisão da emissora SAT7Arabic entrevistou o irmão de dois dos homens mortos pelo Estado Islâmico, e as palavras de testemunho desse homem foram surpreendentes.

O vídeo do testemunho foi publicado com legendas em português no canal da Igreja Batista Betel de Mesquita no YouTube, com tradução Martha Christo da Silva.

Na entrevista, Beshir revela que seus irmãos, Bishoy e Samuel, tinham 25 e 23 anos respectivamente, e os trata como mártires. Questionado como se sentia a respeito do triste episódio, Beshir diz que a perseguição aumentou sua fé em Deus.

Em uma demonstração de amor ao próximo, Beshir contou que os familiares dos mártires executados pelos extremistas muçulmanos não estavam de luto, mas sim, celebrando o fato de que seus parentes se mantiveram fiéis a Jesus Cristo até o fim, e que haviam perdoado os executores.

Ele revelou que sua mãe havia dito que, se encontrasse com um dos assassinos de seus filhos, o convidaria para entrar em sua casa, oraria por ele para que Deus o abrisse seus olhos sobre os ensinos equivocados que recebeu e o diria que o Estado Islâmico ajudou aqueles cristãos a entrarem no Reino dos Céus.

O apresentador e a plateia do programa ouviram atentamente as palavras de Beshir, e não esconderam a emoção por estarem em contato com uma das pessoas que mais sofreram com o crime do Estado Islâmico, mas que não deixou que isso jogasse fora a transformação proporcionada pelo Evangelho.

Assista ao testemunho de Beshir:

Fonte: Gospel +

 

 

Gospel +

 

 

Ameaça do Estado Islâmico à Igreja Católica leva Itália e Vaticano a reforçarem segurança do papa

guarda-suica-e1424355042365A ameaça feita pelo Estado Islâmico à Igreja Católica e à Itália durante a execução dos 21 cristãos coptas egípcios na Líbia já mobilizou as autoridades para se prevenirem contra eventuais ações terroristas.

No vídeo divulgado com a decapitação dos egípcios, o homem que se dirige às câmeras diz estar “ao sul de Roma” para mandar “uma mensagem assinada com sangue à nação da cruz”.

Embora os terroristas tenham se dirigido diretamente aos cristãos coptas, a quem acusam de “perseguirem muçulmanos”, a menção à capital italiana foi entendida como um recado ao Vaticano, um país independente, mas situado em Roma.

O local da execução dos cristãos coptas também foi visto como simbólico pelas autoridades, uma vez que a Líbia está ao sul da Itália, e muitos cidadãos do país atravessam o Mar Mediterrâneo em busca de asilo político no país.

Teme-se que os terroristas usem a mesma estratégia para chegar ao território italiano, e a partir daí, perpetrar ataques contra o país e o Vaticano.

Prevenção

O governo italiano adotou medidas extraordinárias de segurança, e o chefe da Guarda Suíça do Vaticano declarou que as forças da cidade-Estado estão em alerta máximo: “O que aconteceu em Paris com a revista Charlie Hebdo também pode ocorrer no Vaticano, e estamos prontos a intervir para defender Francisco”, disse Christoph Graf em entrevista ao jornal Il Giornale.

O comandante conta com 110 homens, além de outros 150 integrantes da gendarmeria vaticana, para proteger o Papa Francisco. “Pedimos a todos os guardas Suíços de estar mais atentos, observar atentamente o movimento de pessoas”, afirmou Graf, que destacou que essa medida não substitui as informações de inteligência, essenciais para a prevenção de ataques.

 “Acho que o Papa não tem medo de nada, você pode ver como ele se move, e como gosta de estar perto das pessoas. E nós temos a difícil tarefa de garantir a sua segurança”, concluiu.

O senador italiano Felice Casson, secretário do Comitê de Segurança do governo italiano, afirmou que aproximadamente 4.800 soldados seriam acrescentados às forças que atuam em locais públicos, como forma de prevenir ataques. “O risco de um ataque realizado por um lobo solitário ou um desequilibrado é concreto”, disse o político, de acordo com informações da agência France Presse.

Fonte: Gospel +

Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico

presidente-Barack-ObamaA escalada das barbáries promovidas pelo Estado Islâmico no mundo levou o presidente Barack Obama a propor uma coalizão internacional contra ações de extremistas religiosos.

Obama se reunirá ainda nesta semana com representantes da União Europeia, organizações não-governamentais (ONGs) e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para debater sobre quais meios podem ser utilizados na luta contra o terrorismo motivado pelo extremismo religioso.

A necessidade mais urgente é encontrar uma forma de deter o recrutamento de jovens por jihadistas, estratégia muito utilizada pelo Estado Islâmico, e também combater preventivamente os atos radicais, comparados com terrorismo.

De acordo com o portal Terra, o presidente dos Estados Unidos quer que essa coalizão tenha participação dos países onde há empenho na luta pela liberdade religiosa.

“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento. Queremos agir”, explicou um alto funcionário do governo norte-americano.

O evento que acendeu a luz de alerta para a questão foi o atentado contra a sede do jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 17 mortos. Logo depois, em Copenhague, Dinamarca, outras duas pessoas foram mortas por extremistas em nome do profeta Maomé.

Mais recentemente, a divulgação da morte por decapitação de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia, forçou o Egito a agir e bombardear instalações dos extremistas.

Agora, temendo que as ações terroristas do Estado Islâmico cheguem ao ocidente, o governo norte-americano vai reunir empresários, especialistas, governantes e representantes da União Europeia para decidir quais passos serão dados.

“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário da administração Obama, explicando que as iniciativas sugeridas serão aplicadas de forma concentrada na contenção da radicalização, o recrutamento e a incitação à violência por questões de fé.

Fonte: Gospel+

Egito reage ao assassinato de 21 cristãos e bombardeia instalações do Estado Islâmico na Líbia

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasO assassinato de 21 cristãos coptas egípcios pelo Estado Islâmico provocou uma reação imediata do governo do Egito e uma ação militar pontual como resposta à violência dos terroristas.

O presidente do país, general Abdel Fatah al-Sisi, declarou luto oficial de sete dias, e convocou o conselho de defesa para retaliar a execução dos cidadãos egípcios. Após a decisão sobre como reagir, a Força Aérea bombardeou áreas controladas pelos aliados do Estado Islâmico na Líbia.

Al-Sisi afirmou que os ataques aéreos foram uma resposta a “assassinos que não demonstram qualquer sinal de humanidade“, segundo informações do Jornal Nacional.

Um comunicado das Forças Armadas disse que os bombardeios foram feitos “contra quartéis, posições, lugares de concentração e treinamento, e armazéns de armas” dos jihadistas leais ao Estado Islâmico no território líbio, e a ação militar cumpriu seus objetivos “com exatidão”.

Ainda segundo o mesmo comunicado, os aviões da Força Aérea egípcia “voltaram sãos e salvos para suas bases” no país, e que o bombardeio foi “uma vingança ao sangue egípcio” derramado pelos terroristas, de acordo com a Folha de S. Paulo.

O bombardeio foi realizado com o consentimento dos militares da Líbia, que também participaram da ação militar. “Novos ataques aéreos serão realizados em coordenação com o Egito”, afirmou um representante do governo oficial do país, que está sediado na cidade de Tobruk, pois perdeu o controle da capital, Trípoli, para o Estado Islâmico.

Fonte: Gospel +

Estado Islâmico divulga vídeo da decapitação de cristãos egípcios e diz se tratar de um aviso

estado-islamicoO Estado Islâmico divulgou um vídeo anunciando a decapitação de um grupo de cristãos egípcios que haviam sido capturados semanas atrás.

O grupo de fiéis cristãos coptas aparece vestido com roupa laranja em uma praia de Trípoli, capital da Líbia. Ajoelhados, os reféns aparecem algemados com as mãos para trás e já decapitados pelos terroristas, vestidos de preto.

“Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz”, diz o título do vídeo, que segundo o Estado Islâmico, seria uma mensagem aos “seguidores da hostil Igreja egípcia”.

Os homens que foram mortos pelo Estado Islâmico fariam parte de um grupo de 21 fiéis egípcios capturados há algumas semanas. O anúncio da captura foi feito através de uma publicação online dos terroristas, chamada “Dabiq”.

O episódio foi considerado uma barbárie pela instituição sunita Al-Azhar, renomada entidade teológica do islamismo. Com sede no Cairo, a Al-Azhar goza de amplo respeito no mundo muçulmano.

Para os membros da direção da Al-Azhar, é necessário reagir aos extremismos do grupo radical. No entanto, a fórmula escolhida pelos teólogos muçulmanos foi a mesma do grupo terrorista: de acordo com informações da agência France Presse, a entidade convocou todos os muçulmanos a “matar e crucificar os terroristas do Estado Islâmico”.

No comunicado, a direção da entidade diz os atos de selvageria cometidos pelos terroristas não têm respaldo religioso: “A Al-Azhar insiste em que atos bárbaros como este não têm nada a ver com nenhuma religião, seja ela qual for”, criticou a instituição.

O Estado Islâmico tem crescido numericamente de forma avassaladora, e já se faz presente em diversas áreas do Oriente Médio. O projeto dos terroristas é formar um governo islâmico em toda a região, chamado de califado, com leis baseadas em suas interpretações da sharia, um conjunto de regras da religião muçulmana.

Fonte: Gospel +

Obama declara guerra ao Estado Islâmico e pede autorização para enviar tropas contra os terroristas

barack-obama-guerra-ao-estado-islamicoO presidente Barack Obama pediu ao Congresso dos Estados Unidos a autorização para uma operação militar contra os terroristas do Estado Islâmico, e se aprovado, o pedido deverá significar o início de uma guerra.

O pedido de Obama aconteceu após a confirmação da morte de uma norte-americana voluntária em ações humanitárias que havia sido sequestrada pelos terroristas. Anteriormente, outros cidadãos do país já haviam morrido pelas mãos do Estado Islâmico.

Segundo Obama, a mobilização militar contra os extremistas tornará “os Estados Unidos mais fortes” na luta contra de derrotar a ideologia terrorista. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o Estado Islâmico está na defensiva. O Estado Islâmico vai ser derrotado”, disse o presidente.

Esse é o primeiro pedido de autorização para ir à guerra feito desde que George W. Bush solicitou ao Congresso o aval para invadir o Iraque em 2002, como consequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Se a declaração de guerra ao Estado Islâmico feita por Obama for aceita pelos congressistas, a ação militar poderá durar até três anos, e se necessário, poderia ser renovada. A investida contra os extremistas só seria concluída pelo próximo presidente, que assume em 2017.

De acordo com a revista Veja, Barack Obama afirmou aos congressistas que a concessão de mais poderes para combater o Estado Islâmico “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação” para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”.

Por fim, o presidente afirmou que “se não for controlado, o Estado Islâmico representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo a pátria americana”, concluiu, fazendo menção aos planos dos terroristas de atacar cristãos em todo o mundo.

 Fonte: Gospel +

Antes de morrer, cristã sequestrada pelo Estado Islâmico disse que havia entregado sua vida ao Criador

kayla_jean_muellerA voluntária Kayla Mueller, sequestrada pelo Estado Islâmico em 2013, foi morta durante uma ação militar da Jordânia contra os terroristas que ocupam áreas do Iraque e da Sìria.

Cristã, Kayla Mueller havia enviado uma carta à sua família falando sobre seus dias no cativeiro, e dizendo que apesar de ser tratada com respeito, sua condição havia feito perceber que somente Deus poderia ajuda-la.

“Lembro-me de minha mãe sempre me dizendo que apesar de tudo, no final, o único que você realmente tem é Deus”, escreveu Kayla. Na mesma carta, a jovem voluntária de um trabalho humanitário dizia que havia entregado sua vida ao Criador.

“Eu vim para um lugar numa experiência em que, em todos os sentidos da palavra, eu me entreguei ao nosso criador […] Literalmente, não havia outra coisa… Mas por Deus [e ainda mais] por conta de suas orações, eu senti ternura embalada em queda livre. Foi-me mostrado em trevas, luz, mas aprendi que mesmo na prisão, se pode ser livre. Sou grata. Eu vim para ver que não é bom em todas as situações, por vezes, só temos de olhar para Ele. Oro para cada que a cada dia que se não houver nada mais, vocês sintam uma certa proximidade, mais entrega a Deus”, diz trechos da carta escrita pela jovem, segundo informações do Huffington Post.

O Estado Islâmico enviou fotos à família para confirmar que a voluntária havia sido morta durante o ataque aéreo da Jordânia, de acordo com a rede de TV CNN. O bombardeio foi uma reação do país vizinho ao Iraque e Síria à execução do piloto Muath al-Kasaesbeh, que foi queimado vivo pelos extremistas.

O governo dos Estados Unidos afirmou que irá atuar de maneira decisiva para levar responsabilizar os sequestradores. O presidente Barack Obama expressou “profundas condolências” aos pais de Kayla, dizendo que ela representava o que o país tem de melhor.

“Não importa quanto tempo vai levar, os Estados Unidos vão encontrar e levar à Justiça os terroristas responsáveis pela captura e morte de Kayla”, disse Obama em um comunicado. NO mesmo texto, o presidente refere-se ao Estado Islâmico como um “grupo terrorista odioso e abominável.”

Os pais de Kayla Mueller lamentaram a perda da filha e disseram que a jovem havia escolhido sua vida para inspirar pessoas: “Estamos de coração partido por compartilhar a confirmação que recebemos de que Kayla Jean Mueller perdeu sua vida. Kayla foi uma humanitária compassiva e dedicada. Ela dedicou toda a sua jovem vida para ajudar aqueles que precisam de liberdade, justiça e paz”, resumiram.

Fonte: Gospel +

Ataque de terroristas ligados ao Estado Islâmico na região do Monte Sinai deixa 26 mortos

Ansar-Beit-al-MaqdisUma milícia muçulmana egípcia ligada ao Estado Islâmico efetuou um ataque terrorista nos arredores do Monte Sinai, em Israel, e causou a morte de um major do Exército do Egito e de outras dezenas de pessoas, além de deixar feridos.

A informação divulgada pelas agências internacionais é que a milícia terrorista Ansar Beit al-Maqdis, que mantém relações com o Estado Islâmico, assumiu a responsabilidade pela explosão de um carro-bomba e o lançamento de foguetes na península do Sinai. A maioria dos 26 mortos eram militares, em uma região que é de fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

Os terroristas afirmaram por meio do Twitter que eram os responsáveis pelo atentado na cidade de El Arish e também em Rafah, na fronteira com Gaza, que é uma estreita faixa de terra onde vivem mais de 1,7 milhão de palestinos na fronteira com Israel.

A intenção dos terroristas era atingir a sede da Polícia da região e um complexo residencial onde vivem militares e policiais, além dos postos de controle na região.

A proximidade de ações terroristas ligadas ao Estado Islâmico com o território israelense preocupa as autoridades do país, que vem enfrentando uma nova onda de ataques feita pelo grupo palestino Hezbollah.

Nessa semana, foguetes foram disparados pelos militantes palestinos contra o território de Israel, o que iniciou um novo conflito, e a resposta do exército do país, que efetuou contra-ataques pesados e causou temor de uma nova guerra entre os dois povos.

O Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação do Estado israelense e a perseguição a judeus e cristãos. O grupo terrorista pretende criar um califado no mundo árabe, e recentemente, prometeu perseguir os cristãos em todo o planeta.

Fonte: Gospel +

Pastor Franklin Graham diz que terrorismo dos radicais muçulmanos é ensinado pelo alcorão

franklin-grahamO pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou recentemente que o livro sagrado do islamismo ensina a prática de atos de terror aos fiéis.

A fala de Graham, um dos mais respeitados líderes cristãos dos Estados Unidos, chama a atenção em um momento que muitos muçulmanos se esforçam para desassociar a imagem da religião do Estado Islâmico, grupo terrorista que dominou áreas do Iraque e Síria, e promete formar um califado no mundo árabe.

Para o pastor Franklin Graham, os adeptos do islamismo se esforçam em destruir o cristianismo, a fé sobre a que os Estados Unidos foram fundados. A declaração foi feita após a Universidade de Duke decidir cancelar um evento de oração islâmica em seu campus.

“Eu concordo com a diversidade, mas o que está acontecendo neste país é que todas essas religiões cada vez mais são considerados mais importantes e os cristãos estão sendo desprezados – mesmo sendo maioria – estão sendo jogados de volta para trás”, disse o presidente da Associação Evangelística Billy Graham em uma entrevista recente à WNCN News.

Questionado se os Estados Unidos abandonaram suas raízes cristãs para abraçar o islamismo, Graham afirmou que não entende como o país abriu espaço para uma religião que enxerga no cristianismo seu grande inimigo: “Este país foi construído com os princípios cristãos – foram os homens e mulheres que acreditavam em Deus e criam em seu Filho, Jesus Cristo, que construíram este país. Nós somos a maior nação do mundo em toda história. Essa nação não foi construída pelo Islã, e não foi construída por qualquer outro grupo, mas sim por aqueles que apoiaram e acreditaram no Senhor Jesus Cristo”, observou.

Perguntado sobre os motivos de existirem tantos extremistas muçulmanos, o pastor foi direto: “A razão é porque o alcorão ensina isso. E assim, se [os líderes muçulmanos] condenassem [os atos de terror], eles estaria condenando o alcorão – e eles não vão condenar o alcorão”, disse Graham, segundo informações do One News Now.

Fonte: Gospel +

Terroristas do Estado Islâmico estariam prestes a invadir o território de Israel, dizem especialistas

estado-islamicoO grupo terrorista formado por radicais muçulmanos autointitulado Estado Islâmico, conhecido por perseguir e matar cristãos, estaria planejando uma ofensiva contra Israel. A invasão do território israelense faz parte das ações divulgadas pelo grupo para a formação de um califado, uma nação regida pelos princípios do islamismo.

O ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, disse que o país tem a intenção de responder com força qualquer ameaça externa, e que o exército está preparado para um confronto se necessário.

Especialistas no “mundo árabe” afirmam que há vários indícios de que o Estado Islâmico planeja por em prática a promessa de tomar o território do Estado judeu e tomar Jerusalém, a terceira cidade sagrada mais importante para os muçulmanos.

Na última semana, os radicais muçulmanos emitiram uma declaração assumindo a autoria do atentado à bomba no Centro Cultural Francês na Cidade de Gaza, segundo informações do WND. O Hamas – grupo de radicais islâmicos que controla a região – negou que o Estado Islâmico esteja agindo na área e disse que a explosão foi um acidente, e ressaltou que não houve vítimas.

O jornal israelense Yedioth Aaronot disse que o incidente foi “a estreia operacional do Estado islâmico em Gaza”, e informou que o objetivo dos terroristas era “sabotar o centro de imoralidade e heresia conhecido como Centro Cultural Francês”.

A imprensa do país também tem relatado que soldados do Estado Islâmico foram vistos Líbano, mais especificamente nas Colinas de Golã, região que já foi parte do território de Israel. Abbas Anan, vice-comandante da Brigada Golã, disse a um canal de TV isralense que “todo mundo na região sabe que a intenção do Estado Islâmico é invadir Israel”.

 “As ações [do Estado Islâmico] falam mais alto que palavras. É apenas uma questão de tempo e paciência para chegarem à Palestina e combaterem os judeus como bárbaros”, dizia trecho de um editorial publicado pela revista digital Dabiq.

A inteligência israelense acredita que os guerrilheiros podem querer conquistar novos territórios, incluindo Israel, por conta dos ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos. Já os terroristas do Estado Islâmico afirmam possuir armas nucleares e prometem usá-las para “libertar a Palestina de Israel” como parte de sua “Primavera Islâmica”.

Fonte: Gospel +