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Estado Islâmico volta a atacar cristãos e sequestra mais de 90 fiéis de povoado na Síria

estado-islamico2As ações terroristas do Estado Islâmico mais uma vez tiveram como alvo cristãos. A nova investida contra “o povo da Cruz” aconteceu no nordeste da Síria, onde pelo menos 90 fiéis foram sequestrados na última segunda-feira, 23 de fevereiro.

A informação foi anunciada nesta terça-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Os jihadistas atacaram dois povoados com maioria cristã na província de Hasake. As duas localidades eram controladas por forças militares curdas, segundo informações do G1.

A OSDH, que é sediada na Inglaterra, informou que não há notícias do destino dos reféns: “Na segunda-feira, o EI atacou Tal Shamiran e Tal Hermuz, duas localidades assírias da província de Hasake, e levou 90 moradores”, afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da OSDH, em entrevista à agência France Presse.

Os cristãos assírios sequestrados são fiéis nestorianos, uma corrente do cristianismo condenada pelo concílio de Éfeso no ano 431 por suas divergências sobre a natureza de Cristo. Essa corrente também possui seguidores no Iraque.

A província de Hasake vem sendo atacada pelo Estado Islâmico, que busca tomar o controle da região das mãos dos curdos. Alguns dos povoados já foram tomados pelos terroristas, apesar de as forças militares que apoiam o governo da Síria resistirem ao avanço dos extremistas muçulmanos.

Os curdos se organizaram em milícias, chamadas YPG, com o objetivo de manter a província de Hasake sob o domínio do governo sírio, e também com a intenção de expulsar o Estado Islâmico da cidade de Tal Hamis, que tem sido bombardeada pelos Estados Unidos. Até agora, a YPG já assumiu o controle de 43 povoados em duas províncias diferentes.

Fonte: Gospel +

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Dilma Rousseff discursa na ONU e condena ataques militares contra extremistas muçulmanos que matam cristãos

presidente-dilma-rousseffA presidente Dilma Rousseff (PT) abriu a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York com um discurso que criticou o combate aos extremistas islâmicos em países como Síria e Iraque.

Os militantes muçulmanos nesses países têm sido responsáveis por uma perseguição sem precedentes contra cristãos.

Na Síria, que vive em guerra civil há aproximadamente três anos, os muçulmanos têm cobrado impostos ilegais da minoria cristã, e matado os que se recusam a pagar ou abandonar o país. Já no Iraque, os militantes do Estado Islâmico afirmam que sua meta é erradicar o cristianismo do mundo árabe, e seu plano começou a ser posto em prática com a expulsão ou assassinato de cristãos que viviam em Mosul, principal reduto de cristãos no norte do país.

No discurso feito na ONU, Dilma afirmou que o combate ao terrorismo dos extremistas radicais que reiteradamente perseguem e matam quem não concorda com seus termos deve ser feito a partir do diálogo: “Eu lamento profundamente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU”, afirmou na última terça-feira, 23 de setembro.

Obama

O presidente norte-americano fez um discurso claramente no sentido contrário ao de Dilma Rousseff e prometeu agir para proteger os cristãos que são vítimas dos extremistas nesses países.

De acordo com Barack Obama, é preciso estabelecer parcerias com países da região que têm compromisso com a liberdade religiosa e “promover a estabilidade” social.

“Nosso objetivo é claro: vamos degradar e, finalmente, destruir o Estado Islâmico através de uma estratégia abrangente e sustentada contra o terrorismo… Eu já deixei claro que vamos caçar terroristas que ameaçam o nosso país, onde quer que estejam”, afirmou o presidente.

Recentemente dois jornalistas norte-americanos que haviam sido sequestrados pelo Estado Islâmico foram decapitados e tiveram suas mortes filmadas e publicadas na internet.

Malafaia

O pastor Silas Malafaia também criticou a postura de Dilma Rousseff sobre a perseguição aos cristãos nesses países.

No Twitter, Malafaia classificou como “vergonhoso” o discurso da presidente na ONU: “Atenção cristãos: Dilma condena ataque americano ao terrível grupo terrorista da Síria, que mutila mulheres cristãs e enterra crianças vivas. Em 2013, Dilma defendeu o islamismo na ONU.  Agora, condena ataque de nações contra o pior grupo terrorista da atualidade, o Estado Islâmico”, protestou.

Fonte: Gospel +

 

“Quando eu morrer, vou contar tudo a Deus”, afirma criança vítima da guerra na Síria

menino-guerra-síria-200x144No último mês a agência EFE informou que mais de 150 mil pessoas morreram desde o início da guerra que assola a Síria a cerca de três anos. Em meio a essa situação desoladora, um menino de 3 anos de idade chamou a atenção do mundo todo quando, pouco antes de morrer, afirmou que “contaria a Deus” sobre a guerra quando morresse.

– Eu vou contar tudo a Deus – teria afirmado a criança, que não foi identificada.

Segundo o Acontecer Cristiano, o menino estava muito ferido quando proferiu essas palavras, vítima dos confrontos no país, e morreu poucos dias depois. Essa afirmação chamou a atenção em todo o mundo, e o site Economy 2.0 comentou afirmando que isso serviu para aumentar a conscientização sobre tudo que está acontecendo no mundo.

– Morrem pessoas inocentes todos os dias por razões que não consigo nem explicar, uma vez que eles não são culpados de nada – afirma o site.

De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG responsável pelos dados da guerra divulgados pela EFE, dados informações recebidas de uma rede de ativistas e fontes médicas militares relatam 150.344 mortos pela guerra, entre os quais estão incluídos 51.212 civis, dos quais 7.985 são crianças.

Fonte: Gospel +

Cristãos voltam a ser crucificados na Síria

cristao-crucificado-320x180Papa Francisco falou sobre o assunto na missa desta sexta.

Enquanto a guerra civil continua arrasando a Síria, multiplicam-se os relatos de ataques de muçulmanos jihadistas a cidades predominantemente cristãs. O país está vendo desde 2011 a tentativa de extermínio do cristianismo ser o alvo principal dos guerrilheiros rebeldes.

Cristãos da cidade de Maaloula contaram como tiveram de fugir de sua cidade no final de 2013 após a chegada de extremistas islâmicos no início do mês passado. “Os jihadistas gritavam: converta-se ao Islã ou vocês serão crucificados como Jesus”, afirmam os sobreviventes.

Além de crucificações, de tempos em tempos surgem relatos de cristãos decapitados. No não passado circularam muitas imagens de cristãos tendo suas cabeças cortadas publicamente na cidade de Keferghan. Os fotógrafos da revista Time trouxeram à tona várias dessas fotos.

Esta semana novamente surgiram imagens fortes do martírio de cristãos na Síria. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma entidade civil com sede em Londres, divulgou imagens de execuções públicas na cidade de Raqqa, ao norte da Síria.

Existem vários relatos contraditórios na imprensa internacional, sem haver consenso se os homens foram mortos antes ou durante a crucificação. Outros afirmam que se tratam de execuções com motivação política e não religiosa.

O fato é que, segundo o Observatório Sírio, os executores pertencem a um grupo radical chamado Estado Islâmico do Iraque e da Síria (abreviados como ISIS em inglês). O mesmo que publicou vídeos terríveis da morte de cristãos no passado. Uma das faixas colocadas sobre os corpos diz apenas “Este homem lutou contra os muçulmanos”. Sabe-se que desde o início deste ano, os cristãos moradores de Raqqa começaram a ser cobrados por uma espécie de “imposto de proteção”. Os cultos não muçulmanos foram proibidos, assim como o uso de símbolos religiosos cristãos.

 cristaos-cruficiados

Hoje, o papa Francisco afirmou durante a homilia da missa que realiza toda manhã em sua residência no Vaticano. “Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão”. Ele citou passagens da Bíblia e lembrou a perseguição dos primeiros cristãos. O pontífice lembrou ainda que “existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. A Rádio Vaticano vem dando espaço às declarações da freira Raghida, que vem denunciando a meses que cristãos são crucificados seguidamente nos povoados tomados por grupos de muçulmanos extremistas.

Fonte: Gospel Prime com informações Catholic Herald  e CNN.

 

Três mil cristãos sírios fogem de aldeia armênia

kessab-siria-320x146Rebeldes islâmicos tentam tomar o controle da cidade, de maioria cristã, forçando a população a fugir.

Mais de 3 mil cristãos sírios fugiram de Kessab, na Síria, por conta de uma invasão de jihadistas. A primeira invasão aconteceu em 21 de março pelos combatentes da  frente Al-Nusra e ISIS (Islamic State of Iraq – Estado Islâmico do Iraque e Sham – o maior na Síria) que querem tomar o controle da cidade armênia de maioria cristã.

Um pastor chegou a escrever para a agência de notícias World Watch Monitor dizendo que ele e sua família se viram forçados a deixar a cidade que fica a 10 km do Mediterrâneo.

“Ao assumir o controle, os rebeldes profanaram igrejas, pilharam casas e destruíram edifícios do governo”, disseram fontes ouvidas pela agência de notícia.

Os 3 mil cristãos fazem parte de cerca de 650 famílias que formavam a grande maioria da população de Kessab, agora eles estão tentando se refugiar na cidade costeira de Latakia, que fica 50 km ao sul de Kessab.

Muitos tiveram que deixar familiares guardando suas propriedades e desde então não conseguem manter contato.

O exército sírio chegou a confrontar os rebeldes, segundo informações da Comissão de Liberdade Religiosa da Aliança Evangélica Mundial (Religious Liberty Commission of the World Evangelical Alliance – RLC), mas os jihadistas ganharam reforços.

“No domingo, 23 de março, chegaram reforços jihadistas. Os armênios restantes foram feitos reféns, casas foram saqueadas e igrejas profanadas. Naquela tarde, aviões de combate turcos derrubaram um jato Air Force MIG-23 sírio que estava dando suporte às forças terrestres da SAA para repelir os jihadistas”, diz o relatório da RLC.

A Turquia diz que o avião adentrou seu território, mas a Síria nega e acusa o país vizinho de apoiar os jihadistas, fazendo com que os armênios locais se lembrem do genocídio armênio que a Turquia liderou há cem anos.

“Ele não apenas nos traz (esse evento) à memória, como é própria a continuação do último genocídio”, disse o pastor.

O primeiro-ministro turco, Erdogan Tayip, confirmou o combate do avião fazendo ameaças aos sírios. “Um avião sírio violou nosso espaço aéreo. Nosso caça F-16 decolou e colidiu com este avião. Por quê? Porque se você violar o meu espaço aéreo, vai ter de aguentar as consequências”.

Fonte: Gospel Prime

 

Cresce a expectativa pela chegada do Anticristo muçulmano

guerra-na-siria-282x200Guerra na Síria completa três anos contabilizando mais de 140.000 mortos.

A guerra na Síria se arrasta desde março de 2011. Após três anos, já morreram mais de 140.000 pessoas, milhões foram expulsos de suas casas e arrasou a economia do país. Os esforços diplomáticos, não fizeram nenhum progresso. O assunto deixou de ser notícias na maioria das TVs, que hoje voltam suas câmaras para o conflito na Crimeia.

Apesar das ameaças, a ONU não fez nenhum movimento significativo para pôr um fim ao embate. Embora o governo sírio negue, esta é uma guerra religiosa. Mais do que isso, para os radicais de ambos os lados, é o início da última guerra, que trará o final dos tempos sobre a Terra. “Se você acha que todos esses guerreiros mujahideen vieram de todo o mundo para lutar contra o presidente Assad, está enganado”, disse Abu Omar, um jihadista muçulmano sunita que usa faz parte de uma das muitas brigadas anti-Assad da região de Aleppo.

“Eles estão todos aqui, como profetizado pelo Profeta Maomé! Esta é a guerra, que ele prometeu, é a Grande Batalha”, exclamou ele à agência Reuters. Do outro lado do front, muitos muçulmanos xiitas, vindos do Líbano, do Iraque e do Irã são atraídos para a guerra, por acreditarem que ela abrirá o caminho para o retorno do Imã Mahdi. Esse é o nome dado a um descendente de Maomé que “desapareceu” da Terra 1.000 anos atrás e que irá ressurgir em um momento de guerra para estabelecer um governo islâmico global antes do fim do mundo.

Essa crença que contrapõe sunitas e xiitas espalha inquietação em todo o Oriente Médio, onde a religião majoritária é o islamismo. Existem profecias apocalípticas do século 7 atribuídas a Maomé que falam sobre um Oriente Médio encharcado de sangue. São milhares de provérbios do profeta e seus companheiros, ou hadiths, referindo-se ao confronto de dois enormes exércitos islâmicos na Síria, em uma grande batalha perto da capital Damasco.

Segundo a tradição, os hadiths são as mais importantes fontes de autoridade no Islã depois do  Alcorão. Esses textos históricos tornaram-se uma ferramenta poderosa de recrutamento ao redor do mundo. “Temos aqui mujahideen da Rússia, Estados Unidos, Filipinas, China, Alemanha, Bélgica, Sudão, Índia e Iêmen e em outros lugares”, disse Sami, um rebelde sunita que luta no norte da Síria. “Eles estão aqui porque o Profeta prometeu, a Grande Batalha já está acontecendo.”

Ambos os lados enfatizam que o objetivo final é consolidar um Estado islâmico que irá dominar o mundo, subjugando judeus e cristãos antes do final dos tempos. Um dos argumentos usados para justificar as crucificações e decapitações de cristãos na região.

Embora alguns clérigos sunitas e xiitas acreditem que existam “sinais semelhantes”, essa interpretação não é apoiada pela maioria dos líderes.

Segundo a tradição, toda a região será abalada a partir da Península Arábica e chegando até Jerusalém. Quase todos os países do Oriente Médio enfrentarão tumultos. Algo que os radicais acreditam que começou com a chamada “Primavera Árabe” alguns anos atrás. Uma hadith afirma que “o sangue vai chegar ao nível do joelho” em toda a região.

“Cada dia que passa sabemos que estamos vivendo os dias que o Profeta falou”, disse Mussab, que  luta na Frente Nusra, um grupo radical sunita ligado à Al Qaeda. Murtada, um xiita de 27 anos conta que deixou em casa a esposa e dois filhos quando vai à Síria lutar contra os rebeldes, mas explica que não está lutando por Assad. Ele faz tudo em nome do Mahdi. “Mesmo que eu seja martirizado agora, quando ele aparecer irei renascer para lutar contra o exército inimigo. Eu serei seu soldado”, contou ele à Reuters.

Murtada passa a maior parte do tempo na Síria, indo para casa de tempos em tempos: “Nada é mais precioso do que o Imã, nem mesmo a minha família. É nosso dever”, decreta.

Abbas, um soldado xiita iraquiano de 24 anos afirma que percebeu que estava vivendo na era do retorno do Mahdi, quando os Estados Unidos e a Grã-Bretanha invadiram o Iraque em 2003. Atualmente está em Bagdá, onde prepara-se para ir para a Síria pela quarta vez.

Uma pesquisa de 2012 indicou que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi virá governar o mundo e derrotar de vez os inimigos dos que servem a Alá.

Desde 2009, Joel Richardson, especialista em profecias bíblicas, vem alertando as igrejas sobre o que ele chama de “O Anticristo islâmico”. Com um livro sobre o assunto e várias pregações, ele é parte de um grupo de estudiosos que defendem que o Mahdi dos muçulmanos é o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino antes do final dos tempos.

Fonte: Gospel Prime

 

Israel bombardeia território sírio

exercito-de-israel-305x200O ataque deixou sete pessoas feridas e um morto.

O governo israelense confirmou que nesta quarta-feira (19) seu exército bombardeou alvos na Síria. O ataque seria uma resposta às explosões que atingiram as montanhas de Golán na terça (18).

O governo afirma que quatro soldados israelenses ficaram feridos nesse primeiro ataque da Síria contra Israel e que a agressão foi creditada a terroristas.

Já o contra ataque israelense deixou uma pessoa morta e sete feridas na Síria, segundo confirmou as Forças Armadas do país atacado.

“Advertimos (Israel) contra as tentativas desesperadas que incitam a escalada da tensão. A repetição dos atos agressivos ameaça a segurança da região”, afirma o exército em comunicado oficial.

Israel advertiu as forças militares de Bashar al-Assad para que eles não ajudem os agentes terroristas. “Consideramos o regime de Assad responsável pelo que está acontecendo. Caso continue cooperando com terroristas o faremos pagar um preço muito alto”, disse o ministro de Defesa de Israel, Moshe Yaalon.

Os alvos bombardeados foram o quartel-general sírio, um centro de treinamento e baterias de artilharia, conforme o comunicado do Exército israelense.

A Síria já estava sob aviso, pois na terça-feira o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já havia advertido que responderia “com força” às explosões em Golán.

Fonte: Gospel Prime

 

Portas Abertas distribui Bíblias para cristãos da Síria

biblias-na-siria (1)O trabalho é sigiloso e arriscado, diante de um país em guerra.

O ministério Portas Abertas enviou em 2013 não apenas alimentos e ajuda financeira, mas também Bíblias para os cristãos da Síria. No ano passado foram distribuídas mais de 50 mil exemplares do Livro Sagrado e também outros livros cristãos para o fortalecimento espiritual desses irmãos que vivem em um país devastado pela guerra.

Recentemente um carregamento de 15 mil Bíblias em Ação, Bíblia ilustrada voltada para jovens, chegou na Síria e foi distribuído para cristãos de diferentes áreas do país.

“A Bíblia em Ação possui uma alta qualidade de impressão. Gostamos muito! Cerca de 1.500 cópias foram enviadas diretamente para [a cidade de] Homs”, disse cristão da cidade.

Um dos colaboradores da Portas Abertas comentou o entusiasmo desse cristão (os nomes não são revelados por motivos de segurança) dizendo que eles precisam não apenas de respostas para suas necessidades físicas, mas também espirituais.

“Vemos muitos muçulmanos questionando sua religião por causa da violência entre os sunitas e alauítas. E também porque veem que as igrejas os ajudam enquanto as mesquitas não”, disse esse colaborador.

As 16 toneladas de literatura cristã foram divididas entre Damasco, Aleppo e Homs e entre todos os livros a “Bíblia em Ação” foi a mais elogiada pelos pastores.

O carregamento de Bíblias na Síria precisa de muito cuidados, pois do ponto de chegada até as cidades onde os livros foram distribuídos é preciso passar por muitos pontos de inspeção. “Eles fazem muitas perguntas e sempre tomamos cuidado com os sequestradores. Eu ficava muito preocupado por estar na estrada com uma quantidade grande de livros cristãos e ajuda financeira para as famílias”, disse um cristão que trabalha na equipe em Homs.

Esse voluntário percebe a importância desses livros na vida dos cristãos sírios e compartilha uma história que ele vivenciou: “Um homem de 37 anos de Al Qusayr fugiu com a família para um lugar mais seguro na província de Homs. Ele se converteu através de nossas visitas. Em consequência disso, conseguiu levar sua família inteira para o Senhor! O homem agora estuda a Bíblia. Ele expressa gratidão pela literatura que lhe demos, dizendo: ‘Estes livros realmente têm me ajudado a criar melhor meus filhos. Meu entusiasmo com eles me fez compartilhá-los com as pessoas ao meu redor’.”

Fonte: Gospel Prime

Missão Portas Abertas divulga nova lista dos cinco países que mais perseguem cristãos; Assista

paises-perseguicao-religiosa-200x113A Missão Portas Abertas divulgou a versão de 2014 da lista dos cinco países mais hostis ao cristianismo em todo o mundo.

Atualmente, 100 milhões de cristãos em 60 países ao redor do planeta sofrem pela falta de liberdade religiosa e perseguição por conta de sua fé.

A lista da Missão Portas Abertas dos cinco países que mais perseguem cristãos inclui o Afeganistão, Iraque, Síria, Somália e Coreia do Norte, nesta ordem. A perseguição nestas nações é impetrada por autoridades, religiosos e até, parentes dos fiéis.

No Afeganistão e Iraque, países de maioria absoluta muçulmana, seguir a Jesus é atrair a fúria dos extremistas religiosos. No Afeganistão, por exemplo, não há um único templo cristão oficial, e os fiéis se mantém discretos para não sofrerem represálias.

Na Síria, que antes da guerra civil era considerado um país de paz para os cristãos, os fiéis agora são caçados pelos rebeldes que tentam destituir o presidente Bashar Al-Assad. Essa perseguição intensa é recente, e começou junto com a insurgência política, há pouco mais de dois anos.

Na Somália, os cidadãos não tem o direito de professar a fé cristã, e quando um novo convertido assume publicamente que se tornou seguidor de Jesus, passa a viver sob intenso risco de morte.

A Coreia do Norte é o país que ocupa o topo da lista há 12 anos, e é conhecida por condenar os convertidos ao cristianismo a anos de trabalhos forçados em seus campos de concentração, onde alojam também presos políticos.

Assista a um vídeo da Missão Portas Abertas sobre a perseguição a cristãos ao redor do mundo:

Fonte: Gospel +

Escola cristã é atingida por míssil disparado por rebeldes na Síria; Guerra civil já vitimou mais de 100 mil pessoas

escola-crista-siriaUm míssil disparado por rebeldes sírios atingiu uma escola cristã na última semana, num horário em que os estudantes não estavam no local.

A informação foi divulgada pela organização Voz dos Mártires, que atua com missionários na Síria, país que atravessa uma guerra civil há mais de dois anos. Os rebeldes islâmicos pedem a deposição do presidente Bashar Al-Assad, que se recusa a deixar o governo.

O portal cristão Christian Telegraph noticiou que os cristãos do país pedem orações para que a violência no país seja contida. Desde o início da guerra civil, mais de 100 mil pessoas foram mortas em ataques ou embates dos rebeldes com as forças militares do país.

As comunidades cristãs do país se tornaram alvo constante dos rebeldes, que com o passar do tempo, tornaram a perseguição religiosa uma de suas principais causas. O nível de crueldade e bizarrice é tamanho, que passaram a pendurar cristãos capturados em cruzes.

Em outubro de 2013, milhares de cristãos foram obrigados a fugir de suas casas quando um grupo ligado à Al-Qaeda invadiu a cidade Sadad, local com tradição cristã histórica. Na ocasião, rebeldes muçulmanos pilharam a cidade, destruindo edifícios e profanando igrejas. Depois que as forças militares do governo retomaram o controle da cidade, os fiéis foram autorizados a voltar para suas casas e descobriram uma vala comum com cerca de 40 corpos.

Fonte: Gospel +

Número de cristãos assassinados por causa da fé dobrou em 2013

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Relatório da Portas Abertas mostra que extremismo islâmico é o maior perseguidor da igreja.

Os relatos sobre cristãos sendo mortos em todo o mundo por causa de sua fé dobraram em 2013, se comparado com o ano anterior. Somente os casos na Síria superando o total registrado em 2012, de acordo com uma pesquisa anual.

A missão Portas Abertas, que se dedica a prestar apoio a cristãos perseguidos ao redor do mundo, divulgou nesta quarta (8) que documentou 2.123 de “martírios”, comparado com os 1.201 de 2012. Foram 1.213 mortes desse tipo na Síria no ano passado, afirma o documento.

“Este é um levantamento mínimo, baseado naquilo que foi relatado na mídia e que podemos confirmar”, explica Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas. Existem outras estimativas similares, feitas por diferente grupos cristãos que afirmam que a o total de cristãos mortos em 2013 pode chegar a 8 mil.

A missão relata que houve um aumento da violência contra cristãos na África. Afirma ainda que grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de perseguição em 36 dos países do ranking de perseguição publicada pela missão anualmente.

“O extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial”, acusa a entidade. Para o Portas Abertas, a Coreia do Norte continua sendo o maior perseguidor, sendo o país mais perigoso para cristãos, posição que ocupa desde que a pesquisa começou a ser realizada pela missão, há 12 anos.

Embora seja difícil confirmar os dados por causa da censura oficial, o relatório afirma que na Coreia do Norte os cristãos enfrentam “a mais alta pressão imaginável” e que mais de 50 mil vivem em campos para presos políticos.

Também é difícil calcular com exatidão os números de cristãos mortos na Líbia, que vive uma guerra civil há mais de dois anos e onde os cristãos se tornaram os maiores alvos dos rebeldes islâmicos, que os consideram apoiadores do presidente Bashar al Assad.

“Na Síria, uma outra guerra está crescendo à sombra da guerra civil – a guerra contra a igreja”, afirma Michel Varton, líder do Portas Abertas na França. Embora a lista do Portas Abertas analise apenas 50 nações, acredita-se que os cristãos enfrentam restrições e ameaças em 111 países. No levantamento do número de assassinatos, a Síria foi seguido pela Nigéria com 612 casos no ano passado (foram 791 em 2012). Paquistão ficou em terceiro com 88 (foram 15 em 2012). O Egito ocupa o quarto lugar com 83 mortes (foram 19 em 2012).

Os 10 países que mais perseguem cristãos
1º Coreia do Norte
2º Somália
3º Síria
4º Iraque
5º Afeganistão
6º Arábia Saudita
7º Maldivas
8º Paquistão
9º Irã
10º Iêmen

Fonte: Gospel Prime com informações de Reuters e Yahoo

Para muçulmanos da Síria, Bíblias são “mais perigosas que armas químicas”

biblias-confiscadas-na-siria-320x180Combatentes jihadistas fazem vídeo de materiais cristãos confiscados.

Nos últimos dias um vídeo feito por soldados islâmicos que travam uma guerra civil na Síria foi amplamente divulgado no mundo árabe. Em um local não identificado, na cidade de Jarablus, todo o material cristão encontrado pelos soldados foi reunido e, sobre ele, um aviso: “Nação de Maomé, acorde, pois há coisas mais perigosas que armas químicas. Cuidado com a campanha de cristianização!”.

Nos últimos meses tem sido amplamente divulgado que milhares de sírios tem se convertido a Jesus após ouvirem o evangelho nos campos de refugiados.

Um narrador mostra todo tipo de literatura, incluindo folhetos, cópias do Evangelho de João, do Novo Testamento e da Bíblia, além de material para evangelização de crianças, que vem junto com uma espécie de bolinho. A voz do vídeo, explica: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”. Chama ainda os saquinhos com bolos de “derivado da carne de porco”, fornecido “para enganar as crianças ingênuas”. O porco é considerado pelos árabes um animal imundo.

A maioria dos membros do exército rebelde sírio estão ligados ao grupo terrorista islâmico Al-Qaeda. Os jihadistas defendem o fim da “tolerância” histórica do governo sírio com os cristãos, que são menos de 10% da população. Há soldados que foram recrutados em diversos países árabes para lutar contra as forças leais ao presidente Bashar al-Assad. Desde que foram divulgadas na semana passada imagens de pessoas mortas por armas químicas, os Estados Unidos e outros países falam em intervenção militar na Síria.

Neste final de semana, a aldeia cristã de Maaloula foi dominada por centenas de rebeldes que gritavam “Alá é grande”, enquanto atacavam casas de cristãos e igrejas durante a noite, executando pessoas no meio da rua. Segundo o jornal inglês Daily Mail, cristãos relataram que esses soldados rebeldes agarraram moradores e os levaram a locais públicos gritando: “Ou você se converte ao islamismo ou será decapitado”.

As imagens dos últimos dias no país enviam duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

O presidente Obama aguarda apenas uma autorização do Congresso, que pode ser emitida ainda esta semana. Curiosamente, entre os evangélicos americanos cresce o número de estudiosos que veem essa guerra como um dos sinais do iminente retorno de Cristo. A maioria aponta para profecias envolvendo a Síria que seriam um prenúncio do Armagedom, a batalha final.

O professor e teólogo Joel C. Rosenberg, assevera: “O contexto de Isaías 17 e Jeremias 49 são uma série de profecias do fim dos tempos que lidam com os juízos de Deus sobre os vizinhos e inimigos de Israel que antecedem – e ocorrem durante a – Grande Tribulação”. Estudiosos alertam que o conflito na Síria pode ser o prenuncio de uma Terceira Guerra Mundial, pois o Oriente Médio está repleto de alianças e tensões que ampliam drasticamente o significado de um ataque à Síria. A Rússia e o Irã já disseram que fariam retaliações caso os EUA iniciem um ataque.

Fonte: Gospel com informações WND.

 

Pastor afirma que ficará Síria mesmo com iminência de guerra, para “levar a mensagem de Jesus aos sem esperança”

conflitos-síria1A recente decisão dos Estados Unidos de promover uma intervenção armada na Síria agravou a tensão já existente no país, que vive em clima de guerra há dois anos e meio, desde que integrantes da oposição e do governo disputam o poder.

Desde o início do conflito, mais de 100 mil pessoas morreram no país em uma crise que, segundo o ministério Portas Abertas, se agravou com a denúncia de uso de armas químicas contra civis, inclusive mulheres e crianças. Essa situação tem levado milhões de pessoas aos campos de refugiados nos países vizinhos, como Turquia, Iraque, Líbano e Jordânia.

Mesmo diante dessa situação, um pastor batista que atua na Síria como missionário, afirma que não deixará o país por estar lá para realizar sua missão como cristão. Outros cristãos se organizam em países vizinhos para ajudar os refugiados, e discutir a situação da Síria.

Segundo o Baptist Press, o pastor escreveu uma carta à sua agência missionária explicando seus motivos para permanecer no país.

– Eu vou ficar. Eles me dizem para ir, para migrar, mas insisto e lhes digo que vou ficar – afirma o pastor, que teve sua identidade protegida por motivos de segurança.

– Eu estou na Igreja para levar a mensagem de Jesus como uma luz para os perdidos e sem esperança. Eu fico porque a colheita é abundante. Estou aqui para servir os mais necessitados – ressalta o líder cristão, que em sua carta ressalta que, apesar de estarem vivendo tempos difíceis, não devem “deixar de ser fiel ao Senhor”.

Em um campo de refugiados no Líbano, cristãos também revelaram o ambiente de terror e guerra que estão vivendo, e ressaltam a importância da ajuda oferecida aos refugiados.

– Nós estamos falando de crianças que viram assassinatos horríveis ouviram histórias de estupro e tortura. Estão tragicamente perdidas, mas ainda lhes restam um pingo de esperança. A maioria dessas crianças só quer ficar vivas, mas algumas delas nem ficar vivas querem – afirmou um voluntário cristão, em relato publicado pelo Baptist Press.

Don Alan, chefe de uma agência de missão no Oriente Médio, também comentou a situação dos refugiados, afirmando que, naquele lugar, “toda família tem uma história trágica para contar”.

– Podemos aprender a chorar com os que choram e ouvir com atenção e obediência ao chamado de Deus para fazermos missão – completou Alan.

Na Jordânia, o conflito sírio motivou o rei Abdullah II a convocar uma série de reuniões para discutir a situação entre líderes de 70 comunidades cristãs na capital do país. Iniciadas nessa terça-feira (03), as reuniões serão coordenadas pelo príncipe Ghazi Bin Mohammad, conselheiro do rei para Assuntos Culturais, segundo a Rádio Vaticano.

Autoridades da Jordânia informaram que patriarcas, delegados patriarcais, bispos e sacerdotes de todas as igrejas cristãs da região participarão das discussões, que terão como temas as situações no Egito, Síria, Líbano e Iraque, que enfrentam momentos de tensão em decorrência de ataques contínuos, e as negociações de paz entre palestinos e israelenses.

Fonte: Gospel +

Jovens evangélicos participam da Jornada Mundial da Juventude coletando assinaturas contra a perseguição de cristãos na Síria

portas-abertas-jmjJovens evangélicos do grupo Underground, órgão ligado à Missão Portas Abertas, participaram da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) coletando assinaturas dos participantes do evento católico para lutar contra a perseguição a cristãos na Síria.

Para atrair a atenção dos participantes da JMJ, os jovens evangélicos portavam cartazes e alto-falantes com mensagens a respeito do tema, que atinge protestantes e católicos da mesma forma.

“Essa galera reunida quase toda é evangélica. Temos batistas, assembleianos, presbiterianos, congregacionais, mas também temos católicos envolvidos conosco na Portas Abertas”, explicou Alyne Romeiro, coordenadora do grupo Underground.

Os que se identificavam com a causa eram convidados a assinar o documento e participar da mobilização: “Os católicos estão se interessando muito pelo assunto, preenchem, assinam o documento e falam: quero apoiar os meus irmãos, também”, comemorou Alyne, que afirmou à TV IG que se surpreendeu positivamente com a JMJ e com a receptividade dos jovens católicos com a iniciativa da Portas Abertas.

Fonte: Gospel+