Arquivo da tag: perseguição religiosa

Pastor diz que ebola, casamento gay e Estado Islâmico são “sinais importantes” da volta de Cristo

pastor-robert-jeffressPerseguição a cristãos e judeus pelo Estado Islâmico, legalização do casamento gay e insensibilização pela morte de fiéis a Jesus Cristo são sinais que alertam sobre Sua volta, na opinião do pastor e escritor Robert Jeffress.

Esses “sinais” são abordados por ele no livro Countdown To The Apocalypse (“Contagem regressiva para o Apocalipse”, em tradução para o português), lançado recentemente.

“Eu acredito que a insensibilização [à perseguição] pavimenta o caminho para o futuro anticristo que perseguirá os cristãos e mártires, sem qualquer repercussão em absoluto“, disse Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas (EUA).

O pastor destaca ainda que epidemias como a da doença Ebola, que assola a África e tem assustado países do mundo todo, também são indícios de que o dia se aproxima: “Jesus disse que haveria certos sinais que precederiam Sua vinda, e que estes sinais seriam como asdores de parto de uma mulher“, afirmou Jeffress em entrevistas ao Charisma News e ao canal DoveTV no YouTube.

No livro, o pastor diz que um “sinal importante” de que a volta de Cristo está se aproximando “é a padronização da imoralidade” que vem se formando na sociedade, inclusive de maneira legalizada pelas autoridades: “Isso inclui tudo, desde o casamento gay ao aborto, que chegou a ser aceito pela sociedade e ensinado nas escolas”, lamentou o pastor.

Além desses pontos, as convocações do Estado Islâmico para que todos os muçulmanos persigam os cristãos em todo o mundo e as declarações de ódio a Israel são sinais de que o arrebatamento se aproxima, segundo o pastor.

Países como o Irã admitem que trabalham para a eliminação de Israel como país, e diversos ativistas palestinos também falam abertamente sobre os propósitos de perseguição e morte aos judeus.

Fonte: Gospel +

Anúncios

Estado Islâmico estaria traficando órgãos de suas vítimas para financiar ataques terroristas

embaixador-iraquiano-mohamed-alhakim-ONU-e1424435675992O financiamento para as atividades terroristas promovidas pelo autodeclarado Estado Islâmico pode vir do tráfico de órgãos, segundo declarações do embaixador do Iraque na Organização das Nações Unidas (ONU).

Mohamed Alhakim afirmou em reunião com o Conselho de Segurança da ONU que o os extremistas fazem tráfico de órgãos para financiar parte de suas ações terroristas.

Segundo o jornal O Globo, o diplomata informou que corpos de pessoas executadas pelo Estado Islâmico foram encontrados recentemente com incisões cirúrgicas e com órgãos faltando.

Alhakim destacou que as informações foram corroboradas por investigações que descobriram a causa da morte de dez médicos iraquianos: sua recusa em participar da barbárie.

“Temos corpos. Venham e examinem. É certo que têm partes faltando”, disse o embaixador durante a reunião.

A ONU mantém um enviado no Iraque, e no seu mais recente relatório, Nikolay Mladenov afirmou que, no mínimo, 790 pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico somente em janeiro, e confirmou que a prática de retirada de órgãos das vítimas está se tornando cada vez mais frequente.

A lista de crimes cometidos pelo Estado Islâmico é extensa, e inclui a morte de cristãos e outras minorias religiosas. Dentre as formas usadas pelos terroristas para executar suas vítimas estão as decapitações, imolações e crucificações. Em alguns casos registrados pelas autoridades, os extremistas jogam pessoas de prédios apenas por diversão.

Recentemente, o grupo matou 45 pessoas queimadas vivas em Kirkuk, no Iraque. Antes desse episódio, na Síria, o Estado Islâmico queimou vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh e filmou o ato bárbaro, divulgando o vídeo em formato de “propaganda”.

A lista de vítimas se acumula, e há poucos dias os terroristas divulgaram outro vídeo, no mesmo formato, com a morte de 21 cristãos coptas egípcios em uma praia da Líbia.

Fonte: Gospel +

Irmão de cristãos coptas mortos pelo Estado Islâmico dá testemunho emocionante; Assista

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasA morte de 21 cristãos coptas egípcios pelas mãos dos terroristas do Estado Islâmico desencadeou uma série de ações militares em retaliação à barbárie, mas também despertou o interesse da mídia por ouvir os parentes dos mártires decapitados em uma praia da Líbia.

Um programa de televisão da emissora SAT7Arabic entrevistou o irmão de dois dos homens mortos pelo Estado Islâmico, e as palavras de testemunho desse homem foram surpreendentes.

O vídeo do testemunho foi publicado com legendas em português no canal da Igreja Batista Betel de Mesquita no YouTube, com tradução Martha Christo da Silva.

Na entrevista, Beshir revela que seus irmãos, Bishoy e Samuel, tinham 25 e 23 anos respectivamente, e os trata como mártires. Questionado como se sentia a respeito do triste episódio, Beshir diz que a perseguição aumentou sua fé em Deus.

Em uma demonstração de amor ao próximo, Beshir contou que os familiares dos mártires executados pelos extremistas muçulmanos não estavam de luto, mas sim, celebrando o fato de que seus parentes se mantiveram fiéis a Jesus Cristo até o fim, e que haviam perdoado os executores.

Ele revelou que sua mãe havia dito que, se encontrasse com um dos assassinos de seus filhos, o convidaria para entrar em sua casa, oraria por ele para que Deus o abrisse seus olhos sobre os ensinos equivocados que recebeu e o diria que o Estado Islâmico ajudou aqueles cristãos a entrarem no Reino dos Céus.

O apresentador e a plateia do programa ouviram atentamente as palavras de Beshir, e não esconderam a emoção por estarem em contato com uma das pessoas que mais sofreram com o crime do Estado Islâmico, mas que não deixou que isso jogasse fora a transformação proporcionada pelo Evangelho.

Assista ao testemunho de Beshir:

Fonte: Gospel +

 

 

Gospel +

 

 

Ameaça do Estado Islâmico à Igreja Católica leva Itália e Vaticano a reforçarem segurança do papa

guarda-suica-e1424355042365A ameaça feita pelo Estado Islâmico à Igreja Católica e à Itália durante a execução dos 21 cristãos coptas egípcios na Líbia já mobilizou as autoridades para se prevenirem contra eventuais ações terroristas.

No vídeo divulgado com a decapitação dos egípcios, o homem que se dirige às câmeras diz estar “ao sul de Roma” para mandar “uma mensagem assinada com sangue à nação da cruz”.

Embora os terroristas tenham se dirigido diretamente aos cristãos coptas, a quem acusam de “perseguirem muçulmanos”, a menção à capital italiana foi entendida como um recado ao Vaticano, um país independente, mas situado em Roma.

O local da execução dos cristãos coptas também foi visto como simbólico pelas autoridades, uma vez que a Líbia está ao sul da Itália, e muitos cidadãos do país atravessam o Mar Mediterrâneo em busca de asilo político no país.

Teme-se que os terroristas usem a mesma estratégia para chegar ao território italiano, e a partir daí, perpetrar ataques contra o país e o Vaticano.

Prevenção

O governo italiano adotou medidas extraordinárias de segurança, e o chefe da Guarda Suíça do Vaticano declarou que as forças da cidade-Estado estão em alerta máximo: “O que aconteceu em Paris com a revista Charlie Hebdo também pode ocorrer no Vaticano, e estamos prontos a intervir para defender Francisco”, disse Christoph Graf em entrevista ao jornal Il Giornale.

O comandante conta com 110 homens, além de outros 150 integrantes da gendarmeria vaticana, para proteger o Papa Francisco. “Pedimos a todos os guardas Suíços de estar mais atentos, observar atentamente o movimento de pessoas”, afirmou Graf, que destacou que essa medida não substitui as informações de inteligência, essenciais para a prevenção de ataques.

 “Acho que o Papa não tem medo de nada, você pode ver como ele se move, e como gosta de estar perto das pessoas. E nós temos a difícil tarefa de garantir a sua segurança”, concluiu.

O senador italiano Felice Casson, secretário do Comitê de Segurança do governo italiano, afirmou que aproximadamente 4.800 soldados seriam acrescentados às forças que atuam em locais públicos, como forma de prevenir ataques. “O risco de um ataque realizado por um lobo solitário ou um desequilibrado é concreto”, disse o político, de acordo com informações da agência France Presse.

Fonte: Gospel +

Pastor Franklin Graham lamenta morte dos 21 cristãos e diz que Estado Islâmico se curvará a Jesus

estado-islamico1As barbáries promovidas pelo Estado Islâmico e as ameaças de perseguir e matar cristãos em todo o mundo tem atraído as atenções de autoridades, jornalistas e lideranças religiosas, que repudiam a violência e tentam encontrar meios de reagir.

O pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, usou sua página no Facebook para lamentar a postura dos líderes muçulmanos, que ficaram em silêncio sobre a decapitação dos 21 cristãos coptas egípcios.

“A tempestade está vindo”, disse Graham, fazendo referência ao aviso do Estado Islâmico sobre a perseguição. “Você pode imaginar o clamor se 21 muçulmanos fossem degolados por cristãos? Onde está a condenação universal por líderes muçulmanos de todo o mundo?”, questionou.

Para o pastor, “é melhor tomar a sério esse aviso de que esses atos de terror irão se espalhar por toda a Europa e os Estados Unidos. Se isso lhe diz respeito, como diz a mim, compartilhe isso”, escreveu.

Segundo Franklin Graham, a violência do extremismo muçulmano não deveria causar espanto: “O mal do Estado Islâmico realmente não deveria chocar-nos, pois está totalmente de acordo com sua agenda de apressar um apocalipse final”.

A referência às revelações de João no Apocalipse não parou nisso, e o pastor disse que uma “batalha final” acontecerá e marcará a “derrota de Satanás e todos os aliados dele”, e acrescentou: “Uma coisa é certa – um dia todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”.

O assassinato dos 21 cristãos egípcios gerou comoção e provocou reações, com as Forças Armadas do Egito bombardeando as instalações do Estado Islâmico na Líbia, em parceria com os militares do país vizinho.

A Itália, que fica ao norte da Líbia, também se manifestou e propôs liderar uma coalizão internacional contra os terroristas. O Exército do país já reuniu tropas para enviar ao território líbio.

Fonte: Gospel +

Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico

presidente-Barack-ObamaA escalada das barbáries promovidas pelo Estado Islâmico no mundo levou o presidente Barack Obama a propor uma coalizão internacional contra ações de extremistas religiosos.

Obama se reunirá ainda nesta semana com representantes da União Europeia, organizações não-governamentais (ONGs) e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para debater sobre quais meios podem ser utilizados na luta contra o terrorismo motivado pelo extremismo religioso.

A necessidade mais urgente é encontrar uma forma de deter o recrutamento de jovens por jihadistas, estratégia muito utilizada pelo Estado Islâmico, e também combater preventivamente os atos radicais, comparados com terrorismo.

De acordo com o portal Terra, o presidente dos Estados Unidos quer que essa coalizão tenha participação dos países onde há empenho na luta pela liberdade religiosa.

“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento. Queremos agir”, explicou um alto funcionário do governo norte-americano.

O evento que acendeu a luz de alerta para a questão foi o atentado contra a sede do jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 17 mortos. Logo depois, em Copenhague, Dinamarca, outras duas pessoas foram mortas por extremistas em nome do profeta Maomé.

Mais recentemente, a divulgação da morte por decapitação de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia, forçou o Egito a agir e bombardear instalações dos extremistas.

Agora, temendo que as ações terroristas do Estado Islâmico cheguem ao ocidente, o governo norte-americano vai reunir empresários, especialistas, governantes e representantes da União Europeia para decidir quais passos serão dados.

“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário da administração Obama, explicando que as iniciativas sugeridas serão aplicadas de forma concentrada na contenção da radicalização, o recrutamento e a incitação à violência por questões de fé.

Fonte: Gospel+

Egito reage ao assassinato de 21 cristãos e bombardeia instalações do Estado Islâmico na Líbia

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasO assassinato de 21 cristãos coptas egípcios pelo Estado Islâmico provocou uma reação imediata do governo do Egito e uma ação militar pontual como resposta à violência dos terroristas.

O presidente do país, general Abdel Fatah al-Sisi, declarou luto oficial de sete dias, e convocou o conselho de defesa para retaliar a execução dos cidadãos egípcios. Após a decisão sobre como reagir, a Força Aérea bombardeou áreas controladas pelos aliados do Estado Islâmico na Líbia.

Al-Sisi afirmou que os ataques aéreos foram uma resposta a “assassinos que não demonstram qualquer sinal de humanidade“, segundo informações do Jornal Nacional.

Um comunicado das Forças Armadas disse que os bombardeios foram feitos “contra quartéis, posições, lugares de concentração e treinamento, e armazéns de armas” dos jihadistas leais ao Estado Islâmico no território líbio, e a ação militar cumpriu seus objetivos “com exatidão”.

Ainda segundo o mesmo comunicado, os aviões da Força Aérea egípcia “voltaram sãos e salvos para suas bases” no país, e que o bombardeio foi “uma vingança ao sangue egípcio” derramado pelos terroristas, de acordo com a Folha de S. Paulo.

O bombardeio foi realizado com o consentimento dos militares da Líbia, que também participaram da ação militar. “Novos ataques aéreos serão realizados em coordenação com o Egito”, afirmou um representante do governo oficial do país, que está sediado na cidade de Tobruk, pois perdeu o controle da capital, Trípoli, para o Estado Islâmico.

Fonte: Gospel +

Estado Islâmico divulga vídeo da decapitação de cristãos egípcios e diz se tratar de um aviso

estado-islamicoO Estado Islâmico divulgou um vídeo anunciando a decapitação de um grupo de cristãos egípcios que haviam sido capturados semanas atrás.

O grupo de fiéis cristãos coptas aparece vestido com roupa laranja em uma praia de Trípoli, capital da Líbia. Ajoelhados, os reféns aparecem algemados com as mãos para trás e já decapitados pelos terroristas, vestidos de preto.

“Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz”, diz o título do vídeo, que segundo o Estado Islâmico, seria uma mensagem aos “seguidores da hostil Igreja egípcia”.

Os homens que foram mortos pelo Estado Islâmico fariam parte de um grupo de 21 fiéis egípcios capturados há algumas semanas. O anúncio da captura foi feito através de uma publicação online dos terroristas, chamada “Dabiq”.

O episódio foi considerado uma barbárie pela instituição sunita Al-Azhar, renomada entidade teológica do islamismo. Com sede no Cairo, a Al-Azhar goza de amplo respeito no mundo muçulmano.

Para os membros da direção da Al-Azhar, é necessário reagir aos extremismos do grupo radical. No entanto, a fórmula escolhida pelos teólogos muçulmanos foi a mesma do grupo terrorista: de acordo com informações da agência France Presse, a entidade convocou todos os muçulmanos a “matar e crucificar os terroristas do Estado Islâmico”.

No comunicado, a direção da entidade diz os atos de selvageria cometidos pelos terroristas não têm respaldo religioso: “A Al-Azhar insiste em que atos bárbaros como este não têm nada a ver com nenhuma religião, seja ela qual for”, criticou a instituição.

O Estado Islâmico tem crescido numericamente de forma avassaladora, e já se faz presente em diversas áreas do Oriente Médio. O projeto dos terroristas é formar um governo islâmico em toda a região, chamado de califado, com leis baseadas em suas interpretações da sharia, um conjunto de regras da religião muçulmana.

Fonte: Gospel +

Obama declara guerra ao Estado Islâmico e pede autorização para enviar tropas contra os terroristas

barack-obama-guerra-ao-estado-islamicoO presidente Barack Obama pediu ao Congresso dos Estados Unidos a autorização para uma operação militar contra os terroristas do Estado Islâmico, e se aprovado, o pedido deverá significar o início de uma guerra.

O pedido de Obama aconteceu após a confirmação da morte de uma norte-americana voluntária em ações humanitárias que havia sido sequestrada pelos terroristas. Anteriormente, outros cidadãos do país já haviam morrido pelas mãos do Estado Islâmico.

Segundo Obama, a mobilização militar contra os extremistas tornará “os Estados Unidos mais fortes” na luta contra de derrotar a ideologia terrorista. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o Estado Islâmico está na defensiva. O Estado Islâmico vai ser derrotado”, disse o presidente.

Esse é o primeiro pedido de autorização para ir à guerra feito desde que George W. Bush solicitou ao Congresso o aval para invadir o Iraque em 2002, como consequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Se a declaração de guerra ao Estado Islâmico feita por Obama for aceita pelos congressistas, a ação militar poderá durar até três anos, e se necessário, poderia ser renovada. A investida contra os extremistas só seria concluída pelo próximo presidente, que assume em 2017.

De acordo com a revista Veja, Barack Obama afirmou aos congressistas que a concessão de mais poderes para combater o Estado Islâmico “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação” para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”.

Por fim, o presidente afirmou que “se não for controlado, o Estado Islâmico representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo a pátria americana”, concluiu, fazendo menção aos planos dos terroristas de atacar cristãos em todo o mundo.

 Fonte: Gospel +

Jovem evangélica é demitida por se recusar a usar calça e denuncia preconceito religioso

Saias-e1423575073951Uma jovem evangélica vai acionar a Justiça para denunciar uma prática de preconceito religioso. Ao procurar emprego, descobriu que o fato de usar saias era visto com desdém pelos potenciais contratantes, e chegou à conclusão de que não foi admitida por esse motivo.

A moça de 20 anos, membro de uma igreja pentecostal, não usa calças por conta da doutrina adotada pela denominação que frequenta. Em seu depoimento na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul, ela denunciou o preconceito e afirmou que irá ao Ministério do Trabalho para estudar as medidas cabíveis.

De acordo com o site Campo Grande News, a jovem – que preferiu manter sua identidade preservada e não revelou o nome das empresas que a recusram – procurou pessoalmente sete empresas do comércio da capital do estado para se candidatar às vagas disponíveis.

“As pessoas pegavam meu currículo e me olhavam de cima a baixo e perguntavam: você pode usar calça? Eu respondia que não por conta da minha religião. Então diziam que eu não poderia trabalhar porque não era o padrão”, relatou a jovem.

Durante seu depoimento na Assembleia Legislativa, ela afirmou que em um dos casos ela foi admitida, mas foi dispensada no primeiro dia de serviço: “No final do expediente a gerente me chamou e falou ‘Olha, eu não vou poder ficar com você porque achei que você fosse chegar aqui e colocar calça’”, contou.

De acordo com a jovem, ela tentou alertar a gerente de seus direitos, mas teve seu apelo ignorado: “No dia seguinte, quando fui buscar meu acerto, citei para a mesma gerente a Constituição, onde nela está garantido meu direito no artigo 5º inciso sexto e oitavo, e ela me respondeu da seguinte forma: ‘Eu sou formada em direito e administração e conheço muito bem a Constituição, só que eu não posso fazer nada’, e ainda falou que eu estava faltando com respeito”.

O diálogo com a gerente foi ouvido pelos demais funcionários da empresa e também pelos clientes: “Foi constrangedor. Todos ficaram olhando”, disse a jovem.

Fonte: Gospel +

China se refere a cristãos como “viciados em religião” e proíbe fiéis de atuarem na política

cristaos-chinaA China anunciou que irá proibir o acesso de cristãos à política do país, regida pelo Partido Comunista, o único existente e permitido por lei. A decisão de aplicar uma antiga regra que estava caída no esquecimento é uma tentativa de limitar o crescimento do cristianismo entre os chineses.

O anúncio de que o partido – que tem 84 milhões de filiados – irá restringir a participação de pessoas “viciadas em religião” é uma amostra do temor dos políticos de que os princípios de fé que são combatidos pela legenda, alimentem movimentos por maior liberdade religiosa.

O Partido Comunista da China é regido pelo princípio marxista-leninista que define a fé como uma distração que impede as pessoas de exigir seus direitos e trabalhar por uma sociedade equilibrada. No entanto, a limitação de atuação das igrejas no país não impede a existência de uma grande desigualdade social na China.

Para pôr em prática a decisão, o comitê do partido na província de Zhejiang vai bolar estratégias que possam desmentir a crença religiosa dos filiados.

Além disso, foi anunciado que de agora em diante, todos os candidatos deverão ser rastreados e investigados para descobrir se há vestígios de fé. Caso seja detectada alguma crença, entre elas a cristã, o registro deve ser rejeitado.

De acordo com informações do Huffington Post, o Partido Comunista da China é a maior agremiação política do planeta, porém a maioria dos filiados foi registrada durante o período escolar e, na prática, não se envolve nos rumos políticos do país.

Já o cristianismo, temido pelas autoridades, vem registrando um crescimento ainda maior que a economia do país, com milhões de fiéis. Para muitos estudiosos, a China já é o país com o maior número de cristãos hoje. No entanto, como há dificuldades impostas às igrejas pelo governo, há limitações para a divulgação dos números de pessoas que seguem a fé cristã através das igrejas Católica e protestante.

Fonte: Gospel +

Em evento de oração, Barack Obama diz que não se esqueceu do “irmão Saeed” e vai tentar libertar o pastor

obamaO presidente Barack Obama afirmou que os Estados Unidos não se esqueceram do “irmão Saeed [Abedini]” e que sua administração fará o possível para conseguir sua liberação.

A afirmação foi feita durante o Café da Manhã de Oração Anual, em Washington, tradicional evento que o chefe da nação se reúne com líderes religiosos.

“No ano passado, nós oramos juntos pelo pastor Saeed Abedini, detido no Irã desde 2012. E eu estive recentemente em Boise, Idaho, e tive a oportunidade de se reunir com a linda esposa do pastor Abedini e seus filhos maravilhosos para transmitir-lhes que o nosso país não se esqueceu do irmão Saeed e que estamos fazendo tudo que podemos para trazê-lo para casa”, afirmou o presidente.

Obama mencionou também as palavras que Saeed Abedini direcionou a ele em uma carta recente: “Eu recebi uma carta extraordinária do pastor Abedini. E nela, ele descreveu seu cativeiro e expressou sua gratidão pela minha visita à sua família e agradeceu a todos nós por estar em solidariedade com ele durante seu cativeiro. O pastor Abedini escreveu: ‘Nada é mais valioso para o corpo de Cristo do que ver como o Senhor está no controle e se move à frente de países e das lideranças através da oração unida’. E ele fechou a carta, descrevendo-se como ‘prisioneiro de Cristo, orgulhoso de fazer parte desta grande nação, os Estados Unidos da América, e preocupado com a liberdade religiosa em todo o mundo”, disse.

Segundo o presidente dos Estados Unidos, o caso de Abedini e os acontecimentos ligados ao Estado Islâmico despertaram a preocupação em combater a intolerância religiosa ao redor do mundo: “Nós vamos acompanhar este trabalho pelo pastor Abedini e todos aqueles ao redor do mundo que estão injustamente detidos ou perseguidos por causa da sua fé”, concluiu Obama, segundo informações do Charisma News.

Fonte: Gospel +

Empresa de seguros cancela apólice de obreira por causa de adesivo evangelístico no carro

Uma obreira teve o seguro de seu carro cancelado porque colocou um adesivo com alusão à sua fé cristã, e resolveu protestar alegando perseguição religiosa.

As frases evangelísticas “Christ for Me”, “Christ Must Be Saviour”, “Christ is My Lord”, colocadas no capô do carro de Wena Parry, 75, obreira da Igreja Congregacional Independente em South Wales, no Reino Unido tornou-se o centro de uma polêmica com a empresa de seguros com quem a idosa mantinha contrato.

Tudo começou quando a empresa enviou uma notificação a ela dizendo que a apólice de seguro havia sido violada, e por isso, seria cancelada.

“A cada oportunidade, quero dizer às pessoas sobre Jesus. Eu acho que pelo menos um milhão de pessoas já leram os textos no meu carro e ninguém teve problemas com ele antes. Mas, pode haver alguém dentro dessa empresa que odeia o cristianismo”, disse Wena Parry.

A seguradora, no entanto, diz que o cancelamento do seguro não se deu porque a frase era religiosa, e sim, porque houve uma modificação no carro que não havia sido comunicada. “A situação não está relacionada com a natureza cristã de seus adesivos”, pontuou o porta-voz da Insurance Age.

Frases evangelísticas motivaram rescisão do seguro

Frases evangelísticas motivaram rescisão do seguro

No entanto, a empresa destacou que teria rejeitado a solicitação de seguro da obreira caso ela tivesse informado que havia um adesivo no carro: “Apesar de todos os proprietários de carros terem o direito de expressão no lugar que quiserem em seus carros, gostaríamos de alertar a todos os motoristas para fecharem seus seguros cientes de quaisquer adesivos aplicados em seus carros”.

De acordo com informações do Christian Post, a obreira agora pretende contratar um novo seguro para seu automóvel, porém não irá deixar de perguntar se o adesivo em seu carro será um empecilho para a contratação do serviço. Se a resposta for positiva, precisará procurar outra empresa.

Fonte: Gospel +

Ex-paquito da Xuxa atua como missionário e luta para reconstruir ONG cristã destruída por muçulmanos

alexandre-canhoniAlexandre Canhoni, o ex-paquito Xand, sobreviveu aos protestos feitos por extremistas muçulmanos contra o jornal francês Charlie Hebdo no Níger, país onde vive há 14 anos como voluntário de uma missão cristã.

Canhoni trabalha na cidade de Niamey com a entidade evangélica Guerreiros de Deus, desenvolvendo trabalhos humanitários com crianças. Na ocasião dos protestos, sua casa foi parcialmente destruída, pois os muçulmanos quiseram se vingar das charges do Charlie Hebdo atacando cristãos.

Agora, a missão do antigo integrante do Xou da Xuxa é reconstruir a casa e a estrutura da ONG que atendia 250 crianças diariamente oferecendo refeições.

“Conseguimos um pouco de ajuda, mas está tudo detonado. Literalmente, nós perdemos tudo: geladeira, fogão, panelas, mesa, cadeira, coisas de escritório, cama, roupas. A casa está vazia. Abalaram as estruturas, como paredes, grades, portões, cercas de segurança. Entraram com picareta rasgando tudo”, relata Canhoni.

Além de sua casa, os muçulmanos saquearam e destruíram uma escola cristã, 45 igrejas – duas delas mantidas por denominações brasileiras – e um orfanato, além de estabelecimentos comerciais, como hotéis e bares, de acordo com informações do G1.

Com a ajuda de moradores locais, Canhoni aos poucos limpa os destroços do terreno e refaz parte da estrutura da casa: “A gente está em mutirão retirando os restos das coisas”, conta, antes de revelar que, com a guarda de 17 jovens que o acompanham, já conseguiu refazer algumas das colunas do imóvel.

“A gente está aguardando ajuda, ofertas, pessoas que podem contribuir”, afirma o missionário. O site da Guerreiros de Deus está pedindo auxílio e doações para custear a reconstrução da sede e a reestruturação do local, para poder voltar a atender as crianças nigerenses.

“A gente está num momento bem delicado. Mas uma coisa é certa, o que que nós temos a ver com a charge que aconteceu lá em Paris? Quer dizer, isso é independente de religião, é a questão do bom senso do ser humano, de a gente continuar a dar comida para essas crianças que são subnutridas. Essa é a nossa vontade”, resume.

Ao final, diz que não foi com sua esposa, Giovana, ao país que ocupa a última posição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para se aventurar ou ficar rico: “Nós estamos aqui há muitos anos. Todo mundo me conhece, sabe que somos cristãos. Aqui eles me conhecem não por ser ex-paquito da Xuxa, pelos filmes, de cantar e dançar. Aqui eles nos conhecem como um casal de brancos que chegou em 2001 e começou a ajudar as pessoas”.

Para saber mais sobre o trabalho da ONG Guerreiros de Deus e contribuir para a reconstrução da sede no Níger, acesse o site guerreirosdedeus.org.

Fonte: Gospel +

Da prisão, pastor Saeed Abedini escreve carta de agradecimento a Barack Obama: “Deus o abençoe”

(Courtesy of ACLJ)

(Courtesy of ACLJ)

Em uma carta escrita na prisão, o pastor Saeed Abedini agradeceu o presidente Barack Obama por ter visitado sua esposa e filhos e se comprometer em ampliar os esforços para libertá-lo.

Abedini está preso desde 2012 e seu estado de saúde é delicado, após as várias sessões de tortura pelas quais passou assim que foi preso. As autoridades iranianas o acusaram de fazer espionagem internacional, pois o pastor fazia viagens constantes entre os dois países após ter se naturalizado norte-americano.

De acordo com o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ), o pastor destacou que a visita do presidente Obama renovou as forças de sua família: “Pessoalmente me senti encorajado quando você esteve em minha cidade, Boise, em Idaho, e que tomou um tempo para visitar a minha esposa e filhos. Eles têm levado um fardo muito pesado em minha ausência. E sua presença os ajudou a aliviar pouco desse fardo”, disse Abedini na carta.

“Obrigado novamente por defender a minha família, a mim e a milhares de cristãos em todo o mundo que são perseguidos por sua fé em Jesus Cristo. Presidente Obama, você tem as minhas orações de dentro destas paredes. Eu oro para que Deus lhe guie, dê sabedoria e o abençoe, assim como a sua liderança nesta grande nação”, acrescentou o pastor.

Jay Sekulow, presidente do ACLJ, tem acompanhado de perto o caso do pastor Saeed Abedini, e afirmou que os esforços para sua libertação são ininterruptos: “Vamos continuar a trabalhar com a administração de Obama, o Departamento de Estado, as Nações Unidas e os líderes mundiais em direção à liberdade do pastor Saeed”, disse.

Mesmo com o estado de saúde bastante delicado, as autoridades do Irã muitas vezes negam o atendimento médico adequado ao pastor. Na visita a Naghmeh Abedini e seus filhos, Obama disse que o caso agora era uma “prioridade” e que fará o possível para libertar Saeed até o aniversário de seu filho mais novo, Jacob, que acontece em março.

Fonte: Gospel +

Professor proíbe aluno cristão de ler a Bíblia durante intervalos de aulas e causa polêmica

Loyal Grandstaff. From FOX 4KC.

Loyal Grandstaff. From FOX 4KC.

A perseguição religiosa a cristãos nos Estados Unidos, motivada por um movimento secular/ateísta, ganha novos capítulos diariamente. Dessa vez, o episódio de intolerância envolveu um aluno de apenas 12 anos.

Leal Grandstaff levou sua Bíblia para a escola, e durante um tempo livre entre duas aulas, aproveitou para ler as Escrituras, em silêncio, mas foi proibido por um professor.

“Eu estava lendo porque eu tinha tempo livre. Eu tive tempo para fazer o que eu queria, então eu li. Eu gosto de ler minha Bíblia, porque é um bom livro”, disse o aluno em entrevista a um telejornal da emissora WDAF.

O caso, registrado na cidade de Marshall, estado do Missouri, chamou a atenção pela arbitrariedade do educador, que teve sua identidade preservada. “O professor não queria que eu lesse a Bíblia porque não acredita nela“, disse o jovem Grandstaff.

O pai do estudante considerou injusta a proibição de leitura e afirmou que outros alunos agem de forma inadequada e desrespeitosa, porém não são confrontados.

 “Eu sinto que foi uma violação de sua liberdade de religião, liberdade de expressão, também. Há crianças que permanecem na escola, apesar de serem desrespeitosas com seus professores, crianças que falam palavrões e não lhe dizem nada, praticamente não tem nenhum problema em tudo”, desabafou Justin Grandstaff , o pai do menino.

A direção da Bueker Middle School não se posicionou sobre o assunto. O caso curioso não é inédito nos Estados Unidos. No último mês de abril, funcionários de uma escola primária no Texas iniciaram uma investigação depois que uma professora resolveu proibir que uma aluna do segundo grau a lesse a Bíblia durante os intervalos.

Fonte: Gospel +

Ataque de terroristas ligados ao Estado Islâmico na região do Monte Sinai deixa 26 mortos

Ansar-Beit-al-MaqdisUma milícia muçulmana egípcia ligada ao Estado Islâmico efetuou um ataque terrorista nos arredores do Monte Sinai, em Israel, e causou a morte de um major do Exército do Egito e de outras dezenas de pessoas, além de deixar feridos.

A informação divulgada pelas agências internacionais é que a milícia terrorista Ansar Beit al-Maqdis, que mantém relações com o Estado Islâmico, assumiu a responsabilidade pela explosão de um carro-bomba e o lançamento de foguetes na península do Sinai. A maioria dos 26 mortos eram militares, em uma região que é de fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

Os terroristas afirmaram por meio do Twitter que eram os responsáveis pelo atentado na cidade de El Arish e também em Rafah, na fronteira com Gaza, que é uma estreita faixa de terra onde vivem mais de 1,7 milhão de palestinos na fronteira com Israel.

A intenção dos terroristas era atingir a sede da Polícia da região e um complexo residencial onde vivem militares e policiais, além dos postos de controle na região.

A proximidade de ações terroristas ligadas ao Estado Islâmico com o território israelense preocupa as autoridades do país, que vem enfrentando uma nova onda de ataques feita pelo grupo palestino Hezbollah.

Nessa semana, foguetes foram disparados pelos militantes palestinos contra o território de Israel, o que iniciou um novo conflito, e a resposta do exército do país, que efetuou contra-ataques pesados e causou temor de uma nova guerra entre os dois povos.

O Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação do Estado israelense e a perseguição a judeus e cristãos. O grupo terrorista pretende criar um califado no mundo árabe, e recentemente, prometeu perseguir os cristãos em todo o planeta.

Fonte: Gospel +