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Pastores, cantores gospel e milhares de fiéis prestam últimas homenagens a David Miranda

velorio-david-mirandaO velório do corpo do missionário David Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor, atraiu milhares de fiéis à Sede Mundial da denominação em São Paulo.

O líder da Deus é Amor faleceu no final da noite de sábado, 21 de fevereiro, vítima de um infarto. David Martins Miranda, 79 anos, deixou a mulher, Ereni Miranda, e quatro filhos: David, Débora, Leia e Daniel.

A notícia da morte do líder evangélico repercutiu em todos os principais jornais e emissoras de televisão, recebendo destaque nas redes sociais, onde fiéis da denominação e de outras igrejas comentaram o passamento. O velório se estenderá até amanhã, 24 de fevereiro, quando o corpo será sepultado no cemitério Jardim do Horto, na zona norte da capital paulista.

O apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, comentou o falecimento durante um culto que era transmitido ao vivo pela televisão: “Minha alma ficou um pouco triste, porque quem conhece a minha história e história deste ministério sabe que há lideres, não são muitos, mas poucos que me perseguem em vez de apoiar. Esse aí [David Miranda] jamais fez alguma coisa que me pudesse prejudicar, atrapalhar o meu ministério […] Que Deus abençoe a família, as ovelhas do missionário David Miranda, o grande homem de Deus que esse país conheceu. Que Deus abençoe vocês e console vocês”, disse Santiago.

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), usou as redes sociais para lamentar a morte de Miranda: “Fui informado que passou para o Senhor o Missionário Davi Miranda líder da Igreja Pentecostal Deus é Amor. Que Deus o receba em seus braços e conforte toda a sua casa bem como os membros desta santa e abençoada igreja”, escreveu no Twitter.

“Recebi a notícia do falecimento do missionário Davi Miranda. Para mim, sempre foi um santo homem de Deus. Apesar de não conhecer pessoalmente, mas muitas madrugadas acompanhava suas orações e orava em conjunto pelo rádio. Um grande ganhador de almas para Jesus. Apaixonado pela obra missionária. Na sua simplicidade, Deus usou muito para cura divina e dons espirituais. Descanse em paz Guerreiro. Nos veremos no Céu. Hoje a Terra ficou mais pobre. Transmito em nome da AD MADUREIRA nossos sinceros pêsames à família e a Igreja”, disse o pastor Abner Ferreira, em uma postagem no Instagram.

A cantora Fernanda Brum também lamentou a morte do fundador da Deus é Amor e contou que sua conversão ao Evangelho se deu através da denominação: “Hoje Deus chamou o missionário Davi Miranda… Uma geração foi despertada por ele… Conhecemos a maneira durona que ele sempre levou seu ministério… Pioneiro no rádio… nas cruzadas de milagres… Foi a primeira porta que eu entrei quando vim do mundo… No ano de 92 presenciei muitos milagres lá na Rua da Conceição, no Rio de Janeiro… Eu pegava o trem em Rocha Miranda e depois andava sozinha da Central do Brasil até a Igreja… Passava o dia todo lá comendo pastel de queijo com Fanta laranja… Quero glorificar a Deus por essa porta, porque ela estava aberta quando eu mais precisei… Quero glorificar a Deus porque tínhamos o rádio transmitindo oração de dia e de noite… O carinho da família Brum a toda a família Miranda”, escreveu a cantora.

Outros líderes evangélicos também manifestaram o pesar pela morte do missionário, como por exemplo, o pastor Jabes de Alencar, a psicóloga Marisa Lobo, a cantora Célia Sakamoto, os pastores Samuel Ferreira, Josué Brandão, entre outros.

Fonte: Gospel +

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Câmara desarquiva projeto de Marco Feliciano que obriga ensino do criacionismo nas escolas

marco-feliciano-congresso1Um projeto de lei de autoria do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que prevê a obrigatoriedade de ensino da doutrina criacionista nas escolas básicas públicas e privadas foi desarquivado no último dia 11 de fevereiro.

A medida só foi possível devido à eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados. O projeto 8099 foi arquivado ao final de 2014, logo após sua apresentação, por não ter sido apreciado em comissões da Casa.

Reeleito com quase 400 mil votos, Feliciano argumenta que os estudantes não podem ser ensinados apenas a partir da perspectiva da Teoria da Evolução, pois é preciso ter “noções de que a vida tem sua origem em Deus, como criador supremo de todo o Universo”.

Apesar do parecer contrário da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) sobre o projeto e seu pedido de arquivamento, Feliciano espera concluir a tramitação em comissões da Câmara e sua votação no plenário até o fim de 2018, de acordo com informações das agências de notícias.

“Os argumentos criacionistas são baseados em crenças acerca de uma entidade de fora do mundo natural”, afirmou Helena Nader, presidente da SBPC, em crítica ao projeto do pastor Marco Feliciano.

Ela ainda acrescentou que a ciência só investiga fenômenos da natureza, e que Deus, autor da criação segundo as tradições bíblicas, seria uma entidade de “outro mundo”.

A questão da educação no Brasil é um tema de tensão entre os parlamentares das bancadas evangélica e católica, e os parlamentares de partido de esquerda, como PT, PC do B e PSOL, por exemplo. A área é vista como chave para disseminação de ideais e filosofias que representam os objetivos dos esquerdistas, considerados anticristãos pelos deputados das bancadas religiosas.

Fonte: Gospel +

Marco Feliciano comenta provocações de Gregório Duvivier sobre fim de processo: “Espere o próximo round”

800px-Marco_FelicianoApós a Justiça decidir pelo arquivamento do processo movido pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) contra os humoristas do Porta dos Fundos por causa do vídeo “Especial de Natal”, um dos principais integrantes do grupo, o ateu Gregório Duvivier usou seu perfil no Twitter para provocar o líder evangélico.

“Perdeu, Marco Feliciano: perdeu o processo, perdeu a linha e perdeu seu tempo”, escreveu o comediante, que publicou também um link para a matéria que noticiava a decisão da Justiça.


Perdeu, @marcofeliciano: perdeu o processo, perdeu a linha e perdeu seu tempohttp://t.co/nD3LY1lAW5

— Gregorio Duvivier (@gduvivier) 27 janeiro 2015


O pastor Marco Feliciano, no entanto, rebateu a postura de Duvivier com um artigo publicado em seu site, e afirmou que ao contrário do que humorista pensa, não houve perda de tempo.

“Quanto a decisão da Justiça de arquivar o procedimento, não comento, aprendi que decisão judicial se cumpre e não se discute, mas me sinto feliz por ter tido a oportunidade de manifestar meu desagrado com tanto talento ser usado para brincar com sentimentos de milhões de pessoas, e se achar que novamente tenha de acionar a Justiça em outras ocasiões em que me sentir novamente ofendido não titubearei em fazê-lo”, escreveu o pastor deputado.

Feliciano disse ainda que ganhou “a atenção daqueles que se sentiram ofendidos ao verem sua fé Cristã e seu Jesus serem alvos de humor rasteiro”, e por isso, teria saído vitorioso do episódio.

“Minha intenção não é, nem nunca foi mostrar força, nem confrontar, pois meu Jesus foi o primeiro que nos ensinou a mostrar a outra face. Mas esse mesmo doce homem ao encontrar pessoas vilipendiando o Templo teve atitude diametralmente oposta. Fica ai amigo, o paradoxo: somos crentes, mas não somos acéfalos, e causar dúvidas aos adversários  é nossa especialidade. Por isso, pense que a peleja esteja ganha, mas se continuar com as agressões espere o próximo round”, pontuou Feliciano.

Fonte: Gospel +

Pastor Marco Feliciano diz que não casou virgem e lamenta “erotização precoce” de adolescentes

marco-felicianoO pastor Marco Feliciano comentou a “erotização precoce” entre os adolescentes e lamentou que o tema, assim como a prática, faça parte da rotina dos jovens de maneira tão inconsequente.

“O corpo é o templo do Espírito Santo”, diz o pastor e deputado federal pelo PSC. A preocupação com o tema, no caso de Feliciano, é compreensível: além de líder religioso, é pai de três meninas, que têm 12, 13 e 19 anos.

Ele e sua esposa, Edileusa – com quem é casado há 22 anos -, seguiram à risca no namoro a recomendação da doutrina evangélica de que o sexo deve ser feito somente após a troca de alianças.

Todavia, a primeira vez dele com a esposa não foi sua primeira vez. Marco perdeu a virgindade ainda garoto, com uma mulher aproximadamente três décadas mais velha. Depois de adulto, aos 35 anos, reencontrou-se com a senhora que o apresentou aos prazeres da carne: “Ela sorriu para mim, desdentada. Quase saí correndo!”, confessa o pastor, de acordo com informações da jornalista Anna Virginia Baloussier, em seu blog Conversa Suja.

O passado não impede que Feliciano hoje pregue contra a erotização que cerca os adolescentes em “danças do funk”, que mais se parecem uma “simulação do ato sexual”.

 “Hoje até com poste se transa”, lamenta o pastor, que tem saudades do tempo de sua infância, quando “o troféu era a moça casar de branco”, para posteriormente, o noivo estender o lençol manchado de sangue na janela como prova da pureza de sua amada.

A filha mais velha de Feliciano, Karen, chama a atenção pela beleza. A jovem já foi tema de reportagem de veículos de imprensa exatamente por conta de seus atributos físicos. O jornal Extra, do Rio de Janeiro, conhecido por sua irreverência nas manchetes, afirmou que a “filha gata de Marco Feliciano faz sucesso na internet com fotos e frases religiosas”. No entanto, Karen tranquiliza o pai de suas preocupações pois aderiu ao movimento Eu Escolhi Esperar, que prega o sexo somente no casamento.

Fonte: Gospel +

Aécio diz a líderes evangélicos que tem “compromisso com a moralidade” e combaterá a corrupção

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

O candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves, participou de um encontro com lideranças evangélicas em São Paulo e afirmou que, caso seja eleito, seu governo será baseado no combate à corrupção.

Acompanhado do governador reeleito do estado, Geraldo Alckmin (PSDB) e do senador eleito José Serra (PSDB), Aécio se comprometeu com a criação de parcerias com as igrejas evangélicas em projetos sociais.

O evento contou com a presença de aproximadamente 300 representantes das igrejas Renascer em Cristo, Universal do Reino de Deus, Ministério Internacional da Restauração e Assembleia de Deus.

A cerimônia foi conduzida pelo pastor Everaldo Pereira (PSC), quarto colocado no primeiro turno das eleições presidenciais e apoiador declarado da campanha do tucano contra a reeleição de Dilma Rousseff (PT).

Aécio Neves afirmou que tem “compromisso com a moralidade” e que seu objetivo é “governar para todos”, priorizando a educação.

Entre os presentes estava o pastor Marco Feliciano (PSC), líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento e deputado federal reeleito com quase 400 mil votos. Representantes da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) também compareceram ao encontro com o presidenciável.

À Folha de S. Paulo, o pastor Everaldo Pereira afirmou que Aécio Neves “foi bem recebido” pelos líderes evangélicos que estiveram presentes no evento e “participou das orações” realizadas durante o encontro.

Pesquisas

Os institutos de pesquisa Ibope e Datafolha divulgaram novos levantamentos da intenção de voto dos eleitores neste segundo turno, e Aécio Neves permanece numericamente à frente de Dilma Rousseff, mas o cenário caracteriza empate técnico devido à margem de erro. Os índices das pesquisas destes dois institutos diferem significativamente dos cenários mostrados pelo Instituto Sensus e o Paraná Pesquisas.

Segundo o Ibope, Aécio teria 45% das intenções de voto, contra 43% de Dilma. Votos brancos e nulos somam 7%, e os indecisos, 5%. Se levado em conta apenas as intenções de votos válidos, Aécio teria 51%, contra 49% da candidata à reeleição.

O Datafolha mostrou um cenário semelhante ao do Ibope, com diferença que os votos brancos e nulos neste levantamento somam 6%, e os indecisos os mesmos 6%. Considerando apenas os votos válidos, os candidatos repetiram o desempenho apresentado pelo Ibope: Aécio 51%, contra 49% de Dilma.

Fonte: Gospel +

Entre evangélicos, apenas Manoel Ferreira apoia Dilma; Aécio recebe apoio de Robson Rodovalho e Renê Terra Nova

Dilma-Rousseff-Aecio-Neves-BandCom a proximidade do fim da campanha eleitoral, os apoios políticos de lideranças evangélicas aos dois candidatos a presidente da República vão sendo definidos e o atual cenário é que apenas o bispo Manoel Ferreira, da Assembleia de Deus em Madureira, manifestou simpatia a Dilma Rousseff (PT).

Aécio Neves (PSDB) tem recebido apoio de líderes evangélicos desde a definição de que ele seria o adversário de Dilma no segundo turno. No último domingo, 12 de outubro, Marina Silva (PSB), terceira colocada nas eleições, manifestou seu apoio formal à candidatura do senador mineiro.

No primeiro turno, Marina se tornou favorita a receber os apoios dos evangélicos caso chegasse ao segundo turno. Como a ex-senadora foi vencida por Aécio nas urnas, os pastores Silas Malafaia, Marco Feliciano (PSC), Valnice Milhomens e Augustus Nicodemus Lopes manifestaram seus votos no tucano.

O pastor Everaldo Pereira (PSC), que disputou o primeiro turno e ficou em quinto lugar, também declarou seu apoio a Aécio Neves, juntamente com outros partidos que eram concorrentes antes.

Agora, outros líderes evangélicos têm manifestado seu apoio a Aécio, como o bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, e o apóstolo Renê Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração (MIR), segundo informações do jornal Estado de Minas.

Já Dilma Rousseff conta com o apoio declarado de Manoel Ferreira, e nos bastidores, comenta-se que o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, também seja favorável à reeleição da presidente.

No entanto, Macedo ainda não falou abertamente sobre seu voto e chegou a publicar um artigo escrito por uma colaboradora com severas críticas ao atual governo e orientando os fiéis a escolherem o voto com cautela, levando em consideração as propostas para o país.

Debate na Band

Ontem a Band realizou o primeiro debate do segundo turno, e os candidatos Dilma e Aécio estiveram frente a frente, com liberdade de escolha dos temas a serem discutidos.

O formato do programa permitia que Dilma e Aécio escolhessem os temas que queriam perguntar um ao outro, sem intervenção do mediador, o jornalista Ricardo Boechat.

A troca de farpas e críticas entre os dois foi intensa e houve momentos de tensão, porém o debate de ideias a serem implementadas nos próximos anos ficou prejudicado por conta dos ataques de ambos os lados.

A Band registrou média de 11 pontos de audiência no Ibope, contra 14 da Globo. De acordo com o jornalista Lauro Jardim, o número de espectadores do debate foi o dobro do registrado no primeiro turno.

Fonte: Gospel +

PT critica conservadorismo no Congresso e prevê dificuldade para legalização do aborto e maconha

maconha-e1413301595192A nova formatação do Congresso Nacional, descrita como a mais conservadora dos últimos 50 anos, poderá impor sérias dificuldades à aprovação de pautas consideradas “progressistas”, como por exemplo, legalização do aborto e descriminalização da maconha.

Dentro desse cenário, o Partido dos Trabalhadores publicou em seu site oficial um artigo com críticas ao perfil dos parlamentares escolhidos nas urnas. Nestas eleições, o PT teve uma redução no número de deputados federais e senadores.

O artigo tem um título sarcástico – “Novo Congresso será Jurassic Park ideológico” – e afirma que “no domingo passado [05 de outubro], emergiu um Parlamento repleto de religiosos, ruralistas e militares de extrema-direita como há muito não se via no Brasil”.

Sem reconhecer que a escolha dos eleitores foi uma reação aos escândalos de corrupção que levaram parlamentares petistas à prisão, como João Paulo Cunha e José Genoíno (PT-SP), e à forte ideologia de esquerda contida em suas propostas, o partido afirma que a eleição de religiosos e conservadores é “reflexo do clima geral de desqualificação da política”.

No texto, o PT expõe seu temor de que o novo Congresso Nacional seja avesso às suas principais propostas ideológicas: “O novo quadro dificultará o debate sobre pautas como a união homoafetiva, a legalização do aborto e a descriminalização da maconha para fins medicinais e de consumo recreativo”, diz o artigo, em tom de lamento.

O PT afirma ainda que a esperança de que essas pautas sejam aprovadas reside na possibilidade da atual presidente vencer as eleições: “Se a Dilma for eleita, essas pautas terão mais condições de resistir, porque Aécio [Neves] não tem uma postura clara em relação a elas”.

O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), também lamentou a reeleição dos oposicionistas Jair Bolsonaro (PP-RJ) e pastor Marco Feliciano (PSC-SP): “O primeiro é defensor da ditadura, da tortura, da pena de morte, da redução da maioridade penal e contrário ao casamento homoafetivo. Feliciano também é contra a união entre pessoas do mesmo sexo e chegou a ser denunciado por declarações racistas feitas pelo Twitter”, criticou o parlamentar, segundo informações do Novo Guia.

Fonte: Gospel +

Apoiado por lideranças evangélicas, Aécio Neves não mostrará pastores na TV, diz jornalista

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

 O candidato a presidente da República Aécio Neves (PSDB) decidiu que não usará a imagem de líderes religiosos em sua campanha. A postura do senador mineiro é oposta à do colega tucano José Serra, que em 2010 exibiu vídeos de pastores em sua campanha.

A estratégia do ex-governador de Minas Gerais é evitar que seja acusado de ceder a pressão de religiosos, e contar apenas com a propaganda negativa que estes líderes farão contra Dilma Rousseff (PT).

“O apoio das lideranças evangélicas será tratado por Aécio de modo diferente do que foi por José Serra. Em 2010, Serra usou algumas dessas lideranças em seu programa de TV. Aécio não fará isso. Acha que se os religiosos espalharem propaganda negativa de Dilma Rousseff para os seus fieis já estará de bom tamanho”, informou o jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja.

A postura do candidato tucano tem se mostrado eficiente, pois o pastor Silas Malafaia usou seu canal no YouTube para divulgar um vídeo com “cinco motivos para não votar em Dilma”, tecendo severas críticas à candidata à reeleição e sua política econômica, dentre outros pontos.

Aécio tem o apoio de diversas lideranças evangélicas, como os pastores assembleianos Marco Feliciano (PSC) e Everaldo Pereira (PSC); o apóstolo Valdemiro Santiago; a pastora Valnice Milhomens (que apoiou Marina Silva no primeiro turno); e o reverendo Augustus Nicodemus Lopes.

O respeitado teólogo presbiteriano recentemente declarou seu apoio ao tucano em sua página no Facebook: “De repente começo a ter esperança de que o governo do PT pode acabar mesmo. Como cristão, estou pronto a viver debaixo de qualquer tipo de governante, do imperador romano ao ditador ateu. Mas se houver a possibilidade de um governo menos corrupto e um Estado menos aparelhado, é nessa que eu vou”, escreveu Lopes.

Recentemente, Marina – que é missionária da Assembleia de Deus – também declarou seu apoio à Aécio Neves e afirmou que o país precisa de “mudança”.

Fonte: Gospel +

Apoiando Aécio, Silas Malafaia diz que não influencia voto dos fiéis: “Não tenho essa autoridade”

pastor-silas-malafaia-teste-para-presidenteO apoio do pastor Silas Malafaia ao candidato tucano Aécio Neves na disputa com a presidente Dilma Rousseff (PT) começou a ser destacado pela mídia.

Após publicar um vídeo com “cinco motivos para não votar em Dilma”, Malafaia afirmou que, agora que o pastor Everaldo Pereira (PSC) está fora da disputa, ele é “Aécio desde criancinha”.

O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) justifica essa postura em nome da “alternância de poder”, ressaltando que seu voto não será apenas por discordar de Dilma Rousseff, mas também porque o PSDB foi o partido que iniciou a “estabilidade [econômica] para esse país”.

“Eu não preciso declarar meu voto. Sou um cidadão, não é porque sou pastor que deixei de ser um cidadão. Eu desconfio que não tenho essa autoridade para influenciar o voto evangélico, mas tenho o feeling de que o voto evangélico será despejado no Aécio”, comentou o pastor em uma entrevista ao jornal O Globo.

No mesmo contexto, Malafaia afirmou que embora não se sinta tão influente entre os evangélicos, se valeu dos meios que tem para alertar os que quiserem ouvi-lo sobre os pontos que considera essenciais para o futuro da sociedade brasileira.

“Sou Aécio desde criancinha. Gravei um vídeo com cinco motivos para não votar na Dilma. Motivo um: a alternância de poder, importante para o estado democrático. O Lula meteu o pau nos programas sociais do Fernando Henrique Cardoso. Eles [PT] não conhecem uma coisa: quem deu estabilidade econômica para esse país foi o PSDB”, argumentou o líder assembleiano.

Além de Silas Malafaia, o pastor Everaldo Pereira também declarou apoio ao senador mineiro, assim como o pastor Marco Feliciano, todos eles integrantes de ramificações da Assembleia de Deus.

A denominação pentecostal, como sempre, está dividida no apoio aos candidatos à presidência. O bispo Manoel Ferreira declarou seu apoio a Dilma Rousseff, ainda no primeiro turno, tecendo críticas à missionária Marina Silva (PSB), que também é da denominação.

Fonte: Gospel +

Marco Feliciano usou foto de Alckmin e Serra em panfleto considerado “homofóbico”

800px-Marco_FelicianoDurante a campanha eleitoral, o pastor Marco Feliciano (PSC) enviou cartas a seus eleitores pedindo votos para sua reeleição com um texto que falava sobre as pautas dos ativistas gays e os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e “ferem a igreja de Cristo”.

O panfleto, que trazia a foto de Feliciano e dos candidatos a governador Geraldo Alckmin, e senador José Serra, ambos do PSDB e eleitos, dizia que o assunto que o texto tratava era “muito sério”.

Na carta, Feliciano comenta sobre as propostas da”mais séria lei que passou pelo Congresso, a PL 122, a lei contra a homofobia”, que foi “sepultada” (termo usado pelos parlamentares da bancada evangélica) no Senado, pois teve seu conteúdo apensado ao projeto do novo Código Penal.

O pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento no entanto, ignora esse detalhe no texto e afirma que, caso aprovada, a lei “obrigará líderes religiosos a fazerem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, correndo risco de prisão” caso se neguem.

Um artigo do PL 122 realmente dava margem para interpretações como essa, pois permitia aos homossexuais a manifestação de afeto em qualquer espaço, prevendo punição a quem se manifestasse contra.

O texto dizia ainda que os ativistas gays trabalham para “implantarem o início de seu governo promíscuo” através da oficialização das paradas gays como eventos fixos das cidades.

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Panfleto distribuído via correio pelo candidato Marco Feliciano (PSC) associa imagem de Alckmin e Serra (PSDB) a mensagens homofóbicas; Alckmin aprovou lei anti homofobia em SP em 2001

Panfleto distribuído via correio pelo candidato Marco Feliciano (PSC) associa imagem de Alckmin e Serra (PSDB) a mensagens homofóbicas; Alckmin aprovou lei anti homofobia em SP em 2001

Homofobia

O portal de notícias Bol se referiu ao panfleto de Feliciano como “homofóbico”, e procurou a assessoria de imprensa do PSDB, partido de Alckmin e Serra, para ouvir a postura da legenda a respeito do texto.

 “A propaganda em questão não foi confeccionada pelas campanhas do PSDB, que sequer tinham conhecimento dela. O texto não expressa as opiniões do partido”, disse a assessoria de imprensa dos tucanos.

Já Talma Bauer, chefe de gabinete de Marco Feliciano, afirmou que a iniciativa de inserir a imagem foi apenas para divulgar os candidatos do pastor para os cargos mencionados: “A gente coloca [a foto] até como uma gentileza com eles. Mas não nos preocupamos se eles concordam ou não. É o pastor quem está falando”, observou a assessora.

Fonte: Gospel +

Aécio Neves larga na frente e venceria Dilma Rousseff se eleição fosse hoje, diz pesquisa

aecio-neves-A disputa pela presidência da República no segundo turno das eleições começou com o candidato Aécio Neves (PSDB) à frente de Dilma Rousseff (PT). A primeira pesquisa de intenção de voto foi divulgada ontem, 08 de outubro.

O instituto Paraná Pesquisas, contratado pela revista Época – veículo do Grupo Globo – entrevistou 2.080 eleitores em 152 cidades de 19 estados do país.

Na pesquisa estimulada, onde o entrevistador menciona o nome dos candidatos, Aécio tem 49% das intenções de voto, enquanto que a candidata à reeleição tem 41%. Nesse quadro, o número de eleitores que não sabem ou não responderam foi de 10%. Se excluídos os votos do grupo de indecisos, Aécio teria 54% e Dilma 46%.

A revista Época detalhou o levantamento e informou que o instituto Paraná Pesquisas também fez um levantamento da intenção de voto espontânea dos entrevistados. Nesse cenário, o candidato tucano possui 45%, contra 39% de Dilma.

“Podemos afirmar que Aécio Neves inicia o segundo turno com uma boa vantagem, porque herdou mais votos de Marina Silva [PSB, terceira colocada]. Vamos ver como o eleitor se comportará após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão”, diz o economista Murilo Hidalgo, presidente do instituto de pesquisas.

Aécio Neves recebeu apoio ontem da executiva nacional do PSB e também de outros candidatos à presidência derrotados no segundo turno: Eduardo Jorge, do PV, e pastor Everaldo Pereira, do PSC, declararam voto em Aécio.

O candidato tucano também já recebeu apoio de outras lideranças evangélicas, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC), reeleito deputado federal.

No Twitter, Feliciano afirmou que “precisamos tirar o PT do poder”, enquanto Silas Malafaia divulgou um vídeo com “cinco motivos para não votar em Dilma”, onde critica a corrupção no governo e as escolhas da presidente Dilma Rousseff.

Confira o infográfico da primeira pesquisa do segundo turno:

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Fonte: Gospel +

Sites de humor fazem enquete para sugerir novo nome a Silas Malafaia; Pastor havia prometido mudança se Feliciano tivesse menos de 400 mil votos

silas-malafaiaO pastor Silas Malafaia virou alvo de uma brincadeira nas redes sociais por causa de uma declaração dada em 2013 sobre a possível votação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) nessas eleições.

À época, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comentava a crise que Feliciano enfrentava à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e afirmou que se em 2014 o colega tivesse uma votação inferior a 400 mil votos, ele mudaria de nome.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse Malafaia em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays contra o pastor.

Na ocasião, o polêmico pastor acrescentou outra previsão: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”. Esta também não se confirmou, pois o número de parlamentares eleitos que se declaram evangélicos diminuiu em relação à atual legislatura.

Marco Feliciano obteve 398.087 votos e se reelegeu com muito mais votos do que em 2010, porém, a quantidade abaixo da prevista pelo pastor Malafaia virou motivo de zombaria.

Diversos sites de humor promovem enquetes para descobrir qual a sugestão de nome para o pastor vai ser mais recorrente. A brincadeira, é claro, atrai muitos ativistas gays, que sugerem termos ofensivos para que Malafaia substitua seu nome de batismo.

“Não fica bem para um pastor mentir, né? Como somos muito atentos a performance midiática do Malafaia queremos oferecer sugestões criativas para facilitar a escolha do codinome que estrelará o Vitória em Cristo. Deixe nos comentários sua sugestão”, diz trecho do texto publicado pelo humorístico Bobagento, um dos que querem propor um novo nome para Silas Malafaia.

Fonte: Gospel +

Pastor Marco Feliciano critica Tiririca, apoia Fidelix e declara voto em Aécio: “Precisamos tirar o PT”

marco-feliciano2O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), reeleito ao mandato de deputado federal com quase 400 mil votos, concedeu uma entrevista e comentou episódios da campanha eleitoral, além de falar de suas expectativas para o segundo turno e para a próxima legislatura.

Feliciano defendeu o candidato Levy Fidelix (PRTB), que durante um debate, afirmou que “dois iguais não fazem filho” e “aparelho excretor não reproduz”. Para o pastor, houve intolerância dos que não concordaram com a opinião do presidenciável.

“Sou contra qualquer tipo de pessoa que tenha preconceito com outro por causa da cor da sua pele, da sua religião, da sua orientação sexual. Mas veja o Levy Fidelix. Ele falou o que ele pensa, não cometeu crime nenhum, falou o que ele pensa, mas veio a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] e o movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros] e disse que ele tinha que sair algemado só porque ele expressou uma opinião”, disse Feliciano ao G1.

O parlamentar comentou a reeleição com mais de 1 milhão de votos do palhaço Tiririca, que durante a campanha, zombou da classe política. Para Marco Feliciano, o colega é “bem limitado”, apesar de ser assíduo às sessões da Câmara dos Deputados.

“Tiririca é um grande amigo nosso lá em Brasília. Ele é o homem que onde chega traz alegria para nós […] É difícil dizer, eu não gosto de falar dos meus amigos, né? Mas é só olhar o trabalho. Tiririca é o deputado que mais frequenta Brasília, mas veja a atuação dele, os discursos e ele defendendo os projetos, ele é bem limitado, né? O [Celso] Russomano (PRB) é mais preparado”, comentou, comparando com candidato a deputado eleito campeão de votos no Brasil.

Para 2015, o pastor afirmou que continuará trabalhando contra os cerca de “900 projetos que ferem a liberdade de expressão e a família tradicional”, e destacou que uma característica comum a todos é que “[os projetos] tentam rotular o cristianismo como se fosse uma praga ou uma maldição”.

 “Precisamos de uma estratégia para ver como vai ser [o debate]. Esse crime contra a homofobia é tão genérico que você não consegue entender o que é homofobia”, opinou o pastor.

Sobre o segundo turno, Feliciano afirmou que “precisamos tirar o PT do poder”, e por isso apoiará Aécio Neves. O pastor admitiu que fez uma campanha “humilde” pela reeleição, e que contou com o apoio do partido de Aécio: “Recebi R$ 80 mil do meu partido e a ajuda do PSDB para confeccionar os santinhos”, afirmou.

Fonte: Gospel +

Com 400 mil votos, pastor Marco Feliciano é reeleito deputado federal e desabafa: “Não foi fácil”

marco feliciano camisa da seleçãoO pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi reeleito deputado federal com quase 400 mil votos e ficou entre os cinco parlamentares mais votados de todo o Brasil.

Em seu perfil no Twitter, o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento comemorou a expressiva votação, agradeceu a confiança dos eleitores e desabafou contra os adversários políticos no meio evangélico, que teriam feito campanha para tirar votos dele em cima da suposição de que ele “já estaria eleito”.


3) Não foi facil. Lutei contra a falta de recursos, a perseguição dos grandes ministérios q me impediram de me aproximar de suas igrejas.

— Marco Feliciano (@marcofeliciano) 6 outubro 2014


“Agradeço a todas as pessoas, irmãos e amigos q me deram seu voto de confiança me reconduzindo à Câmara Federal. Quase 400 mil votos! Fui o 3º dep. federal mais votado em SP e o 4º do Brasil. 400 mil votos conscientes, honrados e de família. Farei bom uso desta procuração! Não foi fácil. Lutei contra a falta de recursos, a perseguição dos grandes ministérios que me impediram de me aproximar de suas igrejas. Esperei a ajuda de pessoas por quem lutei e na última hora me deixaram sozinho. Faltou estrutura financeira, foi uma campanha humilde. Lutei ainda contra a mensagem covarde ‘já está eleito’ mais um monte de candidatos evangélicos usados por partidos pra dividirem nosso voto. Todavia o Senhor levantou guerreiros anônimos que se propuseram a ajudar. Obrigado a todos! De coração, esta vitoria não é só minha, é nossa!”, publicou Feliciano em seu perfil no Twitter.

A votação obtida pelo pastor esse ano foi superior à de 2010, quando disputou sua primeira eleição e foi eleito com pouco mais de 212 mil votos. No entanto, os 398 mil votos foram aquém do projeto pelo PSC, que previa uma votação na casa dos 600 mil votos para Feliciano, o que permitiria eleger mais um ou dois candidatos do partido pelo estado de São Paulo.

A bancada paulista do PSC na Câmara dos Deputados agora será formada por Feliciano, Gilberto Nascimento – que retorna após seis anos afastado -, e Eduardo Bolsonaro, filho do polêmico Jair Bolsonaro (PP-RJ), terceiro parlamentar mais votado do Brasil, com 464 mil votos.

Fonte: Gospel +

Eleições 2014: confira o desempenho dos principais candidatos evangélicos

eleicoes-2014O desempenho dos candidatos evangélicos nas eleições deste ano ficou marcado por reeleições estrondosas, como a do pastor Marco Feliciano, e derrotas significativas, como as de Marcelo Aguiar e do ex-boxeador Popó.

O pastor Marco Feliciano (PSC) foi quarto candidato mais votado, com 398 mil votos, 186 mil votos a mais do que em 2010, quando recebeu 212 mil. Alvo de muitas críticas por parte dos ativistas gays, Feliciano conseguiu projeção nacional defendendo o direito de se manifestar contra a homossexualidade e as tentativas da militância LGBT de impor uma “mordaça” aos cristãos através do polêmico PLC 122.

Em São Paulo, outros nomes de expressão no meio evangélico que se candidataram tiveram sucesso em suas tentativas de se manter como deputados federais.

O pastor Paulo Freire (PR), filho do pastor José Wellington Bezerra da Costa, foi reeleito com mais de 111 mil votos. Outro pastor reeleito foi Roberto de Lucena (PV), da Igreja O Brasil Para Cristo, com pouco mais de 67 mil votos, assim como a jovem Bruna Furlan (PSDB), ligada à Congregação Crista no Brasil, que teve 178 mil votos, mais de 70 mil a menos do que em 2010, quando teve em torno de 250 mil. Já o missionário José Olímpio (PP), apoiado pelo apóstolo Valdemiro Santiago, foi reeleito com mais de 154 mil votos.

O assembleiano Gilberto Nascimento (PSC) teve 120 mil votos, e volta a ocupar um cargo na Câmara dos Deputados após seis anos. Uma aposta do PSC para conquistar votos era o cirurgião plástico doutor Robert Rey, conhecido como Dr. Hollywood. Ele recebeu 21,3 mil votos e não foi eleito.

No Rio de Janeiro, os candidatos evangélicos Clarissa Garotinho (PR), Eduardo Cunha (PMDB), Arolde de Oliveira (PSD), Benedita da Silva (PT), Marcos Soares (PR), apóstolo Ezequiel Teixeira (SD) foram eleitos para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados nos próximos quatro anos.

O deputado federal João Campos (PSDB-GO), foi reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados. Campos ficou conhecido por ser o autor do projeto de lei que pretendia derrubar um artigo do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de prestarem atendimento a homossexuais que os procurem pedindo orientação para abandonar a prática. O projeto foi apelidado de “cura gay” pela mídia, e arquivado posteriormente.

O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), que optou por não concorrer à reeleição e tentar um mandato à frente do governo do Rio de Janeiro, liderou boa parte das pesquisas no estado, mas na reta final, perdeu espaço e acabou fora do segundo turno das eleições, cedendo lugar ao atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e ao bispo Marcelo Crivella (PRB), senador licenciado.

A filha de Garotinho, Clarissa, conquistou 335 mil votos e ficou atrás apenas do polêmico Jair Bolsonaro (PP), aliado da bancada evangélica e detentor de 464 mil votos. Bolsonaro terá a companhia do filho, Eduardo, na Câmara dos Deputados, pois ele foi eleito para seu primeiro mandato como deputado federal por São Paulo, com mais de 82 mil votos.

Outro integrante da bancada evangélica que não foi reeleito é o cantor Marcelo Aguiar (DEM), pastor da Igreja Renascer que teve 65 mil votos mas não alcançou um índice suficiente para voltar à Câmara. A psicóloga cristã Marisa Lobo (PSC-PR) obteve 14,9 mil votos e não conseguiu ser eleita deputada federal por seu estado.

No Distrito Federal (DF), o advogado e pregador assembleiano Matheus Sathler (PSDB), autor da proposta de criação do “kit macho” como forma forma de “prevenir o homossexualismo”, não foi eleito deputado federal. Sathler obteve apenas 1.415 votos, ficando na 66ª posição. O parlamentar eleito com a menor votação no DF foi Laerte Bessa (PR), com 32,8 mil votos.

Marina Silva

A candidata do PSB à presidência novamente ficou em terceiro lugar nas eleições, quebrando seu próprio recorde de votos obtido em 2010, quando havia sido a terceira colocada mais bem votada da história do país. Desta vez, Marina obteve 22,1 milhões de votos (21,3% do total de votos válidos), superando os 19,6 milhões de votos recebidos há quatro anos.

Marina assumiu a cabeça de chapa da coligação Unidos Pelo Brasil após a morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto. Como era candidata a vice, a indicação de Marina pelo PSB foi vista como natural pelos analistas políticos, levando em consideração seu histórico político e seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto no primeiro semestre deste ano.

Após a indicação, Marina subiu nas pesquisas e chegou a obter, numa simulação de segundo turno, 10 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT), marcando 50% das intenções de voto, contra 40% da presidente que tenta a reeleição. Com pouco tempo de TV e alvo de um “marketing selvagem” do PT contra sua candidatura, Marina aos poucos foi caindo nas intenções de voto e terminou fora do segundo turno, cedendo lugar a Aécio Neves.

Pastor Everaldo

O candidato do PSC à presidência, apoiado por líderes evangélicos como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano, além do senador Magno Malta (PR-ES), chegou a atingir 4% das intenções de voto nas pesquisas no começo da campanha.

No entanto, a ascensão de Marina Silva à disputa levou boa parte do eleitorado evangélico a optar por votar na missionária assembleiana, que demonstrava ter mais chances de vencer o pleito. Ao final da apuração, Everaldo Dias Pereira teve pouco mais de 780 mil votos em todo o país, somando 0,75% dos votos válidos, e ficando atrás inclusive da candidata Luciana Genro (PSOL-RS), que somou 1,6 milhão de votos, 1,55% do total.

Fonte: Gospel +

Pesquisa Ibope aponta candidatos à reeleição da bancada evangélica entre os cinco mais bem colocados

pastor-marco-felicianoUma pesquisa do Ibope mostrou que a candidatura de figuras da bancada evangélica à reeleição vem sendo bem aceita por parte da sociedade. Em São Paulo e Rio de Janeiro, líderes evangélicos despontam entre os mais mencionados pelos eleitores sobre a intenção de voto para deputado federal.

O pastor Marco Feliciano (PSC) está entre os cinco primeiros candidatos a deputado mais mencionados pelos entrevistados. Em 2010, o líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento obteve pouco mais de 212 mil votos e ficou em 12º lugar entre os mais votados.

“Feliciano, 12º mais votado há quatro anos, foi alçado ao top 5 após ficar famoso por declarações de tom homofóbico”, escreveu o jornalista Bernardo Mello Franco, na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.

À frente de Feliciano aparecem apenas Tiririca (PR) – eleito em 2010 com o recorde de 1,3 milhão de votos -; Celso Russomano (PRB); Paulo Maluf (PP) e Baleia Rossi (PMDB). “Maluf e Russomanno são velhos conhecidos do eleitor. Baleia Rossi é filho de Wagner Rossi, o ex-ministro da Agricultura ‘faxinado’ no início do governo Dilma sob suspeita de irregularidades”, relembrou o jornalista.

Já no Rio de Janeiro, a filha do candidato a governador Anthony Garotinho (PR), Clarissa Garotinho é a primeira colocada nas intenções de voto dos eleitores para o cargo de deputado federal

O parlamentar evangélico Eduardo Cunha, líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, aparece em terceiro lugar nas pesquisas, atrás do católico Jair Bolsonaro (PP), que é conhecido por declarações polêmicas contra a homossexualidade e os ativistas gays.

Bolsonaro se popularizou entre o eleitorado evangélico quando manifestou apoio a Marco Feliciano durante a crise política na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) provocada por protestos dos ativistas gays, que pediam a saída do pastor da presidência da pasta.

Fonte: Gospel +

Cinco deputados da bancada evangélica são listados entre os 50 mais atuantes por analistas políticos

camara-dos-deputados-votacao-pec-37Alguns dos integrantes da bancada evangélica na Câmara dos Deputados entraram para uma lista dos parlamentares mais atuantes na legislatura atual, que está em seu último ano.

Nomes como Roberto de Lucena (PV-SP), Anthony Garotinho (PR-RJ), pastor Marco Feliciano (PSC-SP), João Campos (PSDB-GO) e pastor Eurico (PSB-PE) foram listados entre os 50 “mais competentes independente da orientação ideológica”, de um total de 513 parlamentares, segundo o site Atlas Político.

O critério do site Atlas Político avalia a representatividade, campanha responsável, ativismo legislativo, debate parlamentar e fidelidade partidária. “Em contraste com outras classificações, o Ranking 5D não pontua o conteúdo da plataforma ou do discurso político. Não se trata de uma classificação dos políticos de direita ou de esquerda, dos evangélicos ou dos ambientalistas. O propósito do Ranking 5D é de mostrar a competência dos congressistas de defender uma agenda política independente do conteúdo ideológico dela”, explicam os criadores do portal.

Lucena é pastor da igreja O Brasil Para Cristo de Arujá, na Região Metropolitana de São Paulo, e é o primeiro evangélico da lista, na 5ª colocação geral. Na sequência dos evangélicos mais bem colocados aparece Anthony Garotinho, com o 15º lugar na lista. Garotinho não concorre à reeleição porque disputa o governo do Rio de Janeiro.

Já o pastor Marco Feliciano surge na 17ª colocação geral, em terceiro lugar se considerados apenas os parlamentares da bancada evangélica. O ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) concorre a um novo mandato e de acordo com analistas políticos, deverá superar o desempenho de 2010, quando teve mais de 212 mil votos.

O quarto nome da lista é o pastor assembleiano João Campos, que foi apontado pelo Atlas Político como o 34º parlamentar mais atuante na Câmara. Campos ficou nacionalmente conhecido por ser autor do projeto que pretendia derrubar uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os psicólogos de prestarem atendimento a homossexuais que procurem ajuda profissional para mudar sua orientação sexual. No auge da polêmica, a mídia apelidou a proposta de “cura gay”.

O quinto nome evangélico entre os 50 mais bem avaliados é o do pastor Francisco Eurico da Silva, popularmente conhecido como Eurico e protagonista de uma polêmica com a apresentadora Xuxa durante uma sessão na Câmara. O pastor, contrário à aprovação da lei da palmada, disse que a maior violência contra uma criança havia sido protagonizada pela apresentadora, quando gravou um filme pornográfico nos anos 1980 contracenando com um menino.

Fonte: Gospel +