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Conhecimento e Responsabilidade

“Pedro e os outros apóstolos responderam: ‘É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!'” (Atos 5:29)

Há um movimento na sociedade para redefinir casamento e família. A mídia e a sociedade moderna estão empurrando goela abaixo o casamento de pessoas do mesmo sexo. A normalização da homossexualidade está ganhando força, ilustrada inclusive por programas de TV.
Com a ênfase no casamento gay e homossexualidade em geral, você poderia pensar que uma grande parte da população atual deve ser gay. Alguns dizem que chega a 25%. Muitos aceitam a premissa que são ao menos 10%. Mas uma pesquisa grande, a maior da sua categoria, foi completada em 2013 pela agência de pesquisa americana Gallup. A pesquisa, que entrevistou 120 mil americanos, revelou que 3.4% da população do país é homossexual. Isso inclui gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. Mesmo que represente uma pequena parte da população, tornou-se um enorme tópico e está chegando cada vez mais perto da igreja.
Pessoas gostam de dizer que os cristãos odeiam os gays. Mas, definitivamente isso não é verdade. Não vemos isso como o pior dos pecados, ou como um pecado pior do que outro. De fato a Bíblia fala sobre pecados maiores e menores, mas no caso o maior dos pecados é pecar contra o Espírito Santo.
Deixe-me ilustrar: Jesus disse a Pôncio Pilatos, um Romano endurecido e pagão: “aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior” (João 19:11). Qual seria um pecado maior do que enviar Jesus para ser executado depois de ser torturado e flagelado, como Pilatos fez? Um pecado maior foi cometido pelo alto sacerdote Caifás, que tinha um enorme conhecimento. Ele foi quem enviou Jesus a Pilatos. Isso foi um pecado maior.
Conhecimento traz responsabilidade. E se a Bíblia diz que algo é pecado, então é pecado.

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Fonte: Devocionais Diários

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Uma Mensagem Agridoce

“Porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida. Mas, quem está capacitado para tanto?” (2 Coríntios 2:15-16)
Você já comeu algo que era doce ao se engolir mas o deixou enjoado depois? Deixe-me recolocar a pergunta: Já comeu seis sonhos recheados de uma vez? Eu já. Passei muito da conta. Foram ótimos na hora, mas menos de dez minutos depois eu estava me perguntando: O que é que fui fazer?
Em Apocalipse 10, o apóstolo João pediu a um anjo um livrinho. Quando o anjo lhe deu o livrinho, disse a João: “Pegue-o e coma-o! Ele será amargo em seu estômago, mas em sua boca será doce como mel” (versículo 9).
João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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Fonte: Devocionais Diários

Páscoa: a pessoa e a ressurreição de Cristo

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POR MIKE RICCARDI

Nesse próximo Domingo iremos nos reunir como o povo do Rei ressurreto que se agrada em louvá-Lo e iremos celebrar a vitória triunfante do Rei Jesus, que morreu pelos nossos pecados, de acordo com as Escrituras, que foi sepultado e de lá saiu três dias depois, triunfante e vitorioso sobre o pecado e a morte.

Mas o volume da nossa adoração não supera a profundidade da nossa teologia. A grandeza do nosso louvor a Cristo será proporcional a quão profundamente o nosso entendimento de Sua pessoa e obra gloriosa está enraizado no rico solo da Palavra de Deus. Nossa adoração a Cristo pela ressurreição não irá além do nosso entendimento da ressurreição.

Assim, para incentivar nossa adoração pelo Senhor Jesus Cristo ressurreto enquanto esperamos pelo Domingo da Ressurreição, eu quero refletir no significado bíblico e teológico da ressurreição de Cristo, em particular nas implicações da ressurreição corporal do nosso Senhor.

O Último Adão

“Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (1 Coríntios 15.20-22)

Quando Paulo diz “a morte veio por um homem”, ele está se referindo a Adão no Jardim do Éden. Deus deu a Adão e Eva o fruto de todas as arvores do Jardim para comer, mas os proibiu de comer de uma árvore específica. Ele disse “no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2.17). E, é claro, a serpente enganou Eva, ela comeu do fruto e o deu a Adão e, assim como Deus prometeu, naquele momento a morte entrou na criação de Deus por conta do pecado humano.

E a Bíblia ensina que, de uma forma misteriosa, mas real, toda a humanidade foi unida a Adão em sua desobediência de tal forma que quando ele pecou, nós pecamos. E, a partir desse momento, todo membro da raça humana nasce espiritualmente morto, e iremos sucumbir à realidade física da morte. Romanos 5.12 diz “Portanto, assim como por um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

Mas assim como “a morte veio por um homem”, da mesma maneira Paulo diz que “também por um homem veio aressurreição dos mortos”. No meio da maldição da serpente, do homem, da mulher e de toda a criação, Deus faz uma graciosa promessa de que Ele mesmo irá enviar a semente da mulher para destruir a obra do diabo e desfazer o dano decorrido do pecado do homem. E quando Cristo deixou o túmulo naquela manhã de Domingo, Ele demonstrou que Ele é a semente prometida, pois derrotou o pecado e a morte. E, é claro, as Boas Novas do Evangelho são que todos aqueles que crerem nEle irão vencer a morte e partilhar de Sua ressurreição.

O pecado do primeiro Adão no jardim trouxe morte a todos os que estavam nele, isso é, a raça humana inteira. Mas a vida, morte e ressurreição do segundo Adão traz a ressurreição dos mortos a todos os que estão nEle, por meio de arrependimento e fé.

Assim, a ressurreição identifica Jesus como o último Adão, o grande progenitor de uma nova humanidade.

O Filho de Davi, Messias de Israel

Em segundo lugar, a ressurreição identifica Jesus como o Filho prometido de Davi, o Messias de Israel.

No sermão de Pedro no Dia de Pentecostes, ele cita três Salmos de Davi para mostrar que o Cristo ressurreto é o cumprimento das promessas de Deus a Davi. Em Atos 2.25, Pedro cita o Salmo 16.10, onde Davi declara confiantemente que Deus não irá abandonar sua alma no Hades, nem irá permitir que Seu Santo veja corrupção. No verso 29, Pedro diz “Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje”. Em outras palavras, Davi viu a corrupção, então como pode ser verdade o que ele escreveu no Salmo 16? Ele fala no verso 20, citando o Salmo 132.11, “Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, prevendo isso, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção”. E no verso 34, “Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara”, no Salmo 110.1, “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés.”

O argumento de Pedro é que Davi não estava falando de si mesmo quando falou do Senhor não deixar Seu Santo ver corrupção. Como ele sabia que Deus havia prometido colocar um de seus descendentes em seu trono, e como ele sabia que esse descendente seria o próprio Deus – é por isso que ele pode chamá-lo de “Senhor” no Salmo 110.1 – ele estava escrevendo essas coisas sobre a ressurreição do Messias! Assim, a conclusão de Pedro é “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (v. 36).

Assim, quando Jesus deixou o túmulo, Deus estava dando provas certas de que Jesus era o Filho de Davi prometido – de que Jesus era o Messias e Salvador esperado por Israel.

Cumprimento do Pacto

Ao identificar Jesus como o Filho de Davi prometido, a ressurreição também o identifica como aquele em quem todas as promessas pactuais de Deus encontrariam seu cumprimento.

Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, como Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos,ressuscitando a Jesus” (Atos 13.32-33).

Paulo prossegue e cita o Salmo 2.7, Isaías 55.3 e o Salmo 16.10, demonstrando, assim como Pedro tinha feito em Atos 2, que Jesus era o cumprimento da promessa a Davi.

Mas em Atos 13.22-33, Paulo diz que a ressurreição não é meramente o cumprimento do pacto com Davi, mas o cumprimento da promessa que Deus fez a nossos pais. Esses pais são os patriarcas de Israel – Abraão, Isaque, Jacó e José. Paulo está dizendo que a ressurreição é prova de que Jesus é o cumprimento da promessa feita a Abraão também – de que em sua semente todas as nações da terra seriam abençoadas (Gênesis 22.18). Em Gálatas 3.8, Paulo ensina que essas bênçãos universais tem seu cumprimento no Evangelho da justificação pela graça somente.

E em Atos 13.38, Paulo chega ao clímax de seu sermão quando diz “Tomai, pois”, isso é, com base do fato de que Deus ressuscitou Jesus dos mortos, “pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste; e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés”. Porque Jesus ressuscitou dos mortos, a remissão de pecados está disponível a todos os que creem em no Filho ressurreto de Davi. Assim, todas as famílias da terra são abençoadas na semente de Abraão.

Assim, a ressurreição identifica Jesus como o segundo e último Adão, semente da mulher (Gênesis 3.15, 1 Coríntios 15.22, 45), o Filho de Davi (2 Samuel 7.12-16, Mateus 1.1) e a semente de Abraão (Gênesis 22.18, Gálatas 3.16).

Confirmação do Testemunho de Jesus

Durante seu ministério terreno, Jesus fez uma série de afirmações estupendas e surpreendentes acerca de si mesmo. Considere algumas delas:

  • João 5.18 – Jesus “dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”. Em outra ocasião ele surpreende ao dizer coisas como “Eu e o Pai somos um” (João 10.30) e “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9).
  • João 5.21, 26 – “Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer”. E no verso 26 ele diz, de forma similar, “Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo”.
  • João 5.22, 27 – Ele declara ele mesmo ser o justo Juiz de todas as pessoas e todas as coisas: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”.
  • João 5.23 – Ele diz que todos devem honrar o Filho da mesma forma que honram o Pai! Ele está ordenando que todos o adorem, assim como você adoraria Deus! E diz que, se você não o adora como Deus, você desonra o Pai! Assim, você não pode adorar o Pai sem adorar o Filho! Em João 14.6, Ele diz: “ninguém vem ao Pai senão por mim”.
  • João 5.24 – Ele diz “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. Crer o não crer nEle determina seu destino eterno!

Essas eram afirmações ultrajantes para fazer a respeito de si mesmo! Pessoas que dizem esse tipo de coisa nunca poderiam ser chamadas de “bom mestre” ou “exemplo de moral”. Afirmar essas coisas sobre si mesmo é, no mínimo, loucura e, no máximo, blasfêmia.

Então ele eleva o nível. Ele afirma que iria ressuscitar dos mortos.

Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; condená-lo-ão à morte e o entregarão aos gentios; hão de escarnece-lo, cuspir nele, açoitá-lo e matá-lo; mas, depois de três dias, ressuscitará” (Marcos 10.33-34).

E não apenas isso! Ele também disse que Ele mesmo iria ressuscitá-lo do túmulo! Em João 10.18 ele diz “Ninguém a tira [Sua vida] de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai”.

Essa afirmação ganha de todas. Todas as outras – afirmar ser igual a Deus, ser o justo Juiz de todos, ordenar ser adorado como o Pai é adorado, afirmar ser o único caminho ao Pai – poderiam apenas ser a retórica de um enganador ou um louco. Mas essa afirmação dele que Ele seria morto e iria ressuscitar a si mesmo dos mortos após três dias – isso era verificável. Ele poderia ter afirmado todas as outras coisas e ninguém poderia saber se eram verdade ou não. Mas as pessoas poderiam verificar se ele iria ou não ressuscitar dos mortos. E o ponto é: se ele podia cumprir essa afirmação, não haveria nenhuma boa razão para rejeitar as outras afirmações feitas. Se Jesus ressuscitou dos mortos, então Ele é quem Ele diz que é, e você lhe deve obediência. A ressurreição demanda obediência.

Se você está lendo isso e tem um compromisso exterior com o Cristianismo – você se diz um cristão, vai a igreja de vez em quando (no Natal, na Páscoa), cresceu na igreja e até lê a Bíblia vez ou outra – mas está evidente que você é o senhor da sua vida. Você estabelece a agenda da sua vida, e quando seguir a Cristo começa a requerer a forma com que você gasta seu tempo e dinheiro, como você trata seu cônjuge e sua família, com quais coisas você se entretém – bem, então todas aquelas coisas sobre “Jesus” são apenas um monte de bobagem para fanáticos religiosos. Mas o túmulo vazio simplesmente não permite seguidores casuais de Jesus. Ele ressuscitou dos mortos ou não?

De fato Ele ressuscitou. E porque ele vive, isso significa que Ele é o Senhor, Ele é Deus, Ele é o Juiz e Sua Palavra é a Verdade! A ressurreição abrange todos os aspectos da sua vida. E se você não está vivendo para Ele, se você ainda se apega ao seu pecado, eu o convido a, nessa Páscoa, confessar que, apesar do que você diz sobre si mesmo, você nunca realmente creu em Cristo como seu Salvador e Senhor e a olhar para o Salvador com os olhos da fé, se arrepender de seus pecados e experimentar a vida ressurreta que vem de estar unido a Ele.


Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

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Fonte: Reforma21.org

[Devocionais Diários] – Desqualificados?

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“Mandaram trazer Pedro e João diante deles e começaram a interrogá-los: ‘Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?'” (Atos 4:7)
Quando Pedro e João foram levados perante os líderes religiosos de sua época, causaram grande surpresa, pois como simples pescadores não tinham como conhecer tanto as Escrituras e, mais importante ainda: não tinham como entender tão profundamente o seu significado. Eles pareciam ter mais compreensão da Palavra de Deus do que até mesmo os rabinos, que eram os profissionais treinados para isso. Como isso era possível?
“Eles haviam estado com Jesus” (Atos 4:13)
Há uma garotada em nossa igreja que faz parte do que chamamos de ECUT, que é um acrônimo para Estudantes Com Um Testemunho. Já vi esses adolescentes, ao compartilhar o evangelho, darem grandes respostas para perguntas difíceis que os descrentes lhes fazem. Como podem fazer isso? É que eles estiveram com Jesus e Deus pode usar pessoas comuns que passam muito tempo em Sua presença.
A Bíblia inclui vários exemplos de pessoas usadas por Deus que poderíamos descrever como “desqualificadas”, mas elas foram poderosamente usadas pelo Senhor. Noé era um grande homem de fé que construiu a arca, mas ele ficou bêbado. Abraão foi um mentiroso em mais de uma ocasião. Jacó foi um trambiqueiro metido a esperto. Raabe era uma prostituta. Jeremias e Timóteo foram considerados muito jovens. Davi cometeu adultério. Moisés era um assassino. Elias quase tirou a própria vida. Jonas fugiu de Deus. Pedro negou a Cristo. Os discípulos adormeceram enquanto oravam. A mulher samaritana era divorciada mais de uma vez. Timóteo tinha uma úlcera. João Batista comia gafanhotos. E Lázaro, chegou mesmo a estar morto por uns dias.
Isso não é para desculpar o que essas pessoas fizeram, mas para dizer que, se formos honestos, temos que reconhecer que Deus usou cada uma dessas pessoas.
Por que Ele não pode usar você?

[Devocionais Diários] – Pregue a Palavra

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“Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.” (2 Timóteo 4:2)
Nos primeiros séculos pode ter sido uma verdadeira tentação para a igreja dizer: “Queremos experimentar o Pentecostes todos os dias. Queremos mais fenômenos sobrenaturais.”
Mas ao invés disso, o que os vemos fazendo era somente revelando a Palavra de Deus.
O que é verdade sobre a igreja, também é verdade das pessoas, porque a igreja é composta de pessoas. Um interesse e desejo de estudar a Palavra de Deus é importante, porque uma das tendências que vejo na igreja hoje é desconsiderar o estudo da Bíblia, é não mais fazer do estudo da Bíblia a peça central de um culto na igreja. Em vez disso, alguns afirmam que é um pouco arrogante você dizer que entende o que a Bíblia ensina. Eles preferem discutir suas dúvidas pessoais, falar sobre as coisas que os incomodam sobre a igreja evangélica e examinar as jornadas espirituais de Bob Dylan, Bono Vox e Johnny Cash.
No entanto, lemos na Bíblia que a igreja primitiva amava a Palavra de Deus e que valorizava a pregação e doutrina dos apóstolos. E há algo maravilhoso que acontece quando a igreja estuda a Bíblia. É ótimo estudar sozinho, mas é especialmente benéfico quando os crentes se reúnem para estudar as Escrituras.
Aprecio a mídia cristã. Temos pessoas de todo o mundo que nos dizem como os nossos programas de rádio, site, emails e outras formas de comunicação realmente as ajudam. Sou grato por isso, mas também espero que estas formas sejam complemento ao seu envolvimento com a igreja. Nada pode tomar o lugar do envolvimento com outros crentes para ouvir e estudar a Palavra de Deus, seja na igreja ou em grupos de estudo na casa de irmãos na fé.
Deus ordenou a pregação como função principal da igreja. E aqueles que são chamados para pregar são chamados para pregar a Palavra de Deus.

Pastor exorta legisladores cristãos a obedecerem a Deus e não aos homens

7f2b2b81817119ec59ecf72fbc390696Sermão na Câmara de Montana gerou polêmica.

O pastor Matt Trewhella foi convidado a fazer um pronunciamento na Câmara dos Deputados do estado de Montana, EUA. Assim como no Brasil, vários deputados são evangélicos e fazem campanhas por questões relacionadas a fé. Porém, o sermão do pastor incomodou muita gente.

Autor do livro “A doutrina de legisladores menores”, que defende que pessoas que detém algum tipo de poder deveriam se recusar a obedecer leis que são imorais ou profanas, que de alguma maneira contrariam a Palavra de Deus. O título do sermão exortativo foi “O dever do legislador menor face à tirania”.

Diante de 30 deputados, Trewhella listou várias questões amplamente debatidas na sociedade: “O assassinato a sangue frio dos fetos, a instituição do casamento homossexual, a descriminalização do adultério, o divórcio sem culpa, a quantidade de leis criadas pelo Estado para incomodar as pessoas. A crescente tirania de nosso país…”.

Seu argumento principal é que algumas leis federais, por ordem do presidente, do Senado, ou da Suprema Corte, acabam minando os valores defendidos pelos cristãos. Para o pastor, são os “legisladores menores” (deputados estaduais, juízes, promotores e vereadores) quem deveriam se posicionar por viverem mais perto do povo.

Instou os presentes “Vocês devem governar de acordo com as regras divinas. Não devem fazer leis ou políticas que contradizem a lei moral ou a Palavra”, clamou o pastor.

Passou então a lembrar de vários exemplos bíblicos onde o povo de Deus se recusou a cometer o mal e decidiu obedecer a Deus ao invés dos homens. Ressaltou que mesmo servindo o rei, Daniel desobedeceu um decreto de Dario que o proibia de orar ao seu Deus.

Finalizou dizendo que os deputados cristãos deveriam ser exemplo de vida e de dedicação e não poderiam se esquecer que estão ali por que Deus os colocou. Leu o texto de Romanos 13:1 “As autoridades que existem foram por ele estabelecidas”. Ressaltando ainda que “A Bíblia diz claramente. O Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e os dá a quem quer”. (Daniel 4: 32) Ele nos criou e como devemos ser governados por Deus, que é o doador da lei e o governante supremo”.

Obviamente esse tipo de discurso em um ambiente público gerou queixas de quem defende a separação entre a Igreja e o Estado. Houve protestos, mas os conservadores são maioria na Câmara de Montana.  Com informações Examiner

Fonte: Gospel Prime

[Devocionais Diários] – A Urgência do Momento

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“Então disse aos seus discípulos: ‘A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.'” (Mateus 9:37)
Em seu poema, “A Segunda Vinda”, William Butler Yeats escreveu, “Aos melhores, falta convicção; enquanto que aos piores, sobram intensas e apaixonadas certezas.”

Este é de certa forma, um ótimo resumo dos tempos em que vivemos hoje: os maus são intensos e apaixonados, enquanto que aos bons falta toda a convicção do mundo.

Enquanto a igreja de hoje brinca com conceitos liberais e até questiona a autoridade da Palavra de Deus, o mundo fora das nossas portas está mergulhando de cabeça no pecado.

Quando é que vamos acordar? Quando é que vamos sair e levar o evangelho ao mundo? O mundo busca sua maldade como nunca antes o fez.

É incrível como algumas pessoas que acreditam em coisas ruins e erradas dedicam toda a sua vida à promover esses conceitos. Enquanto isso, há tantos cristãos que conhecem bem a Bíblia, mas não levantam um dedo sequer para levar o evangelho a alguém que mora bem do lado.

O que vai acontecer? Precisamos acordar para a urgência do momento.

Uma pesquisa entre os cristãos evangélicos revelou que 95% dos entrevistados nunca tinha levado outra pessoa a Cristo. No entanto, Jesus nos deu Suas ordens. Ele disse: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei […]” (Mateus 28:19-20).

Esta é uma ordem do nosso comandante supremo e não é apenas dirigida aos pastores ou missionários. É dirigida a cada homem ou mulher que profere o nome de Cristo.

A adoração em sua igreja é mais pagã do que cristã?

A adoração em sua igreja é mais pagã do que cristã

Há um grande mal-entendido nas igrejas sobre o propósito da música na adoração cristã. Igrejas rotineiramente anunciam um culto “dinâmico” e “transformador”, o qual “levará você para mais perto de Deus” ou “que irá mudar a sua vida”. Certos CD’s de adoração prometem que a música irá “levá-lo para dentro da presença de Deus”.  Até mesmo um panfleto, anunciando uma conferência para líderes de adoração, dizia:

Junte-se a nós para essa dinâmica aula, a qual irá colocar você no caminho certo e inspirador, onde você poderá se encontrar com Deus e receber a energia e o amor que você precisa para ser um agente e um agitador no mundo de hoje… Além disso, nossos programas de ensino são eventos de adoração que irão colocar você em contato com o poder e o amor de Deus”.

O problema com o panfleto e com muitos anúncios de igrejas é que esse tipo de promessa revela um significante erro teológico. A música é vista como um meio para facilitar um encontro com Deus. Ela irá nos levar para perto de Deus. Nesse esquema, a música se torna um mediador entre Deus e o homem. No entanto, essa ideia está mais próxima das práticas pagãs do que da adoração cristã.

Jesus é o único mediador entre Deus e o homem. Somente Ele é quem nos leva para Deus. A noção popular – porém errônea – relativa à música de adoração mina a fundamental verdade da fé cristã. É irônico que muitos cristãos neguem o papel das ordenanças sacramentais, as quais o próprio Senhor deu para sua igreja (batismo e a Santa Ceia), mas anseiem em dar poderes sacramentais para a música. A música e a “experiência da adoração” são vistas como meios pelos quais nós entramos na presença de Deus e recebemos seus benefícios salvíficos. Não há simplesmente nenhuma evidência na Escritura que diga que a música media diretamente encontros ou experiências com Deus. Essa é uma noção comum no paganismo. Está bem longe do Cristianismo.

Em seu útil livro “True Worship” (Verdadeira Adoração), Vaughan Roberts mostra quatro consequências de se ver a música como um encontro com Deus. Vou resumí-los.

1. A palavra de Deus é marginalizada

Em várias igrejas e encontros cristãos, não é incomum a Palavra de Deus ser deixada de lado. A música dá uma elusiva sensação de “entorpecimento”, enquanto a Bíblia é algo mundano. Os púlpitos têm diminuído e até mesmo desparecido, enquanto as bandas e as luzes têm crescido. Mas a fé não vem da música, experiências dinâmicas ou supostos encontros com Deus. A Fé nasce por meio da proclamação da Palavra de Deus (Rom. 10.17).

2. Nossa certeza é ameaçada

Se associarmos a presença de Deus com uma particular experiência ou emoção, o que acontecerá quando não sentirmos mais isso? Nós procuraremos igrejas cujas bandas de louvor, orquestras ou órgãos produzam em nós os sentimentos que nós estamos procurando. Mas a realidade de Deus em nossas vidas depende da mediação de Cristo, não de experiências subjetivas.

3. Músicos ganham status sacerdotais

Quando a música é vista como meio de encontro com Deus, os líderes de louvor e músicos começam a exercer o papel de pastor. Eles se tornam aqueles – no lugar de Jesus Cristo, o único que já cumpriu esse papel – que trazem até nós a presença de Deus. Dessa forma, quando um líder de louvor ou banda não me ajuda a experimentar Deus, então ele falhou e deve ser substituído. Por outro lado, quando acreditamos que eles tiveram sucesso em nos levar à presença de Deus, então eles terão em nossa mente um status elevado.

4. A divisão aumenta

Quando nós identificamos um sentimento como um encontro com Deus, e apenas uma determinada música produz esse sentimento, então nós insistiremos que aquela música deverá ser tocada regularmente em nossa igreja e reuniões. Se todos tiverem o mesmo gosto que o nosso, não haverá problema. Mas se outros dependem de outra música para produzirem esse sentimento, então é importante para eles que a divisão seja cultivada. E porque nós rotineiramente classificamos esses sentimentos como encontros com Deus, nossas demandas para que esse sentimento seja produzido se tornam rígidas. Esse é o motivo pelo qual muitas igrejas sucumbem ao oferecerem múltiplos estilos de culto. Fazendo isso, eles, sem querer, sancionam a divisão e a centralização do ego no meio do povo de Deus.

A Escritura é cheia de exortações para o povo de Deus cantar e fazer músicas para o Senhor. Nosso Deus foi gracioso em nos dar esse meio de adorá-lo. Mas é importante entender que a música, em nossa adoração, é para dois propósitos específicos: honrar a Deus e edificar a comunidade dos crentes. Infelizmente, muitos cristãos tendem a dar à música um poder sacramental sobre o qual a Escritura jamais falou.


Traduzido por Victor Bimbato | Reforma21.org | Original aqui

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Fonte: Reforma21.org

 

[Devocionais Diários] – Ideias Erradas

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“Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, fazendo isso, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem.” (1 Timóteo 4:16)
No Brasil de hoje, temos algo que poderia ser descrito como uma nova espiritualidade. É uma espécie de renascimento, não no sentido bíblico de pessoas se voltarem para Deus, mas um renascimento de todos os tipos de conceitos e crenças espirituais antigas e estranhas.
As pessoas estão espiritualmente famintas. Estão buscando a verdade. E o problema é que algumas dessas estranhas teologias estão encontrando o seu caminho dentro da igreja.
Devemos ter muito cuidado e manter alta a nossa guarda. Não se esqueça que quando o diabo enganou Eva no Jardim do Éden, ele fez isso com a verdade parcial. Ele não questionou a Palavra de Deus completamente. Em vez disso, questionou se Eva a entendeu corretamente.
Devemos ter cuidado com os ensinamentos equivocados que estão por aí hoje em dia. Muitas vezes, quando um novo ensinamento surge, muitos de nós ficamos animados, imaginando: legal, uma nova revelação!
Espero que isso não vá decepcioná-lo, mas: não existe nenhuma nova revelação. Tudo o que você precisa saber sobre Deus já está escrito em Seu Livro. Como já foi dito: se é verdade, não é nova. E se é nova, não é verdade.
Portanto, não vá à procura de novas revelações. Ao contrário, invista seu tempo aprendendo a Palavra de Deus. Ele vai trazer-lhe uma edificante compreensão sobre ela.
Há anos atrás, o grande pensador C. S. Lewis nos advertiu: “Se você não se atenta à teologia, não significa que você não tenha ideias a respeito de Deus. Significa que você tem um monte de ideias erradas.” Acho que isso é especialmente importante para os dias de hoje.
Precisamos conhecer o que Jesus disse. Precisamos saber o que é a verdade. Precisamos prestar atenção às doutrinas.

Que Diferença a Suficiência das Escrituras Faz na Sua Vida?

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Por Kevin DeYoung

Primamos muito pela doutrina da suficiência das Escrituras. Mas, que diferença faz a suficiência das Escrituras na sua vida cristã? Deixe-me propor quatro maneiras que deveriam fazer uma enorme diferença.

Primeiro, com a suficiência das Escrituras mantemos a tradição em seu lugar. A tradição certamente tem um lugar na compreensão da palavra de Deus e na formulação da convicções doutrinárias da Igreja. A diversidade mais facilmente esquecida hoje é a diversidade dos mortos. Devemos aprender com os grandes mestres que vieram antes de nós.Devemos permanecer firmes sobre os credos ecumênicos da igreja. E, para aqueles de nós em tradições confessionais – como luteranos, anglicanos, presbiterianos e reformados – temos que nos comprometer a apoiar nossos padrões confessionais de forma séria, cuidadosa e com integridade. Mas mesmo esses grandes credos, catecismos e confissões são valiosos apenas enquanto resumem o que é ensinado nasEscrituras. Nenhum texto secundário e feito pelo homem pode substituir ou ser autorizado a subverter a nossa lealdade e conhecimento da Bíblia.

A suficiência das Escrituras fortalece o grito da Reforma de sola Scriptura, ou “Somente a Escritura”. Isso não significa que devemos tentar abordar a Bíblia sem a ajuda de bons professores, recursos escolares e fórmulas doutrinárias testadas. “Somente” não significa “por si só” (nuda Scriptura), mas que a Escritura somente é a autoridade final. Tudo deve ser testado contra a palavra de Deus. A tradição não tem um papel de igualdade com a Bíblia em saber a verdade. Em vez disso, a tradição tem um papel de confirmação, iluminação e apoio. Não podemos aceitar inovações doutrinárias, como a infalibilidade papal, o purgatório, a concepção imaculada ou a veneração de Maria, porque essas doutrinas não podem ser encontradas na Palavra de Deus e contradizem o que é revelado nas Escrituras. Embora possamos respeitar os nossos amigos católicos e ser gratos por muitos aspectos da sua fé e testemunho social, não devemos vacilar em nossa fidelidade à sola Scriptura. Está implícito na compreensão bíblica da sua própria suficiência.

Segundo, porque a Escritura é suficiente, não acrescentaremos ou retiraremos da palavra de Deus. Ao nos achegarmos àBíblia, devemos sempre lembrar que estamos lendo um livro pactual. E documentos pactuais normalmente concluem comum a maldição de inscrição pactual. Vemos essa maldição em Deuteronômio 4:2 e 12:32, onde os israelitas são advertidos contra acrescentar à lei mosaica ou retirar qualquer coisa dela(cf. Provérbios 30.5-6). Da mesma forma, vemos o mesmo tipos de maldição na conclusão do Novo Testamento em Apocalipse22.18-19 – “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”. Esta forte admoestação, no final de toda a Bíblia, é um lembrete forte de que não devemos acrescentar nada à Escritura – para torná-la melhor, mais segura ou mais de acordo com as nossas suposições – e não devemos retirar nada dela, mesmo se a experiência, revistas acadêmicas ou o humor da cultura insistir que devemos.

Terceiro, visto que a Bíblia é suficiente, podemos esperar que a palavra de Deus seja relevante em todos os aspectos da vida. Deus nos deu tudo o que precisamos para a vida e a piedade (2 Pedro1.3) porque a Escritura é suficiente para nos tornar sábios para a salvação e santos para o Senhor (2 Timóteo 3.14-17). Se aprendermos a ler a Bíblia para baixo (em nossos corações), do outro lado (o enredo da Escritura), para fora (para o fim da história)e para cima (para a glória de Deus, na face de Cristo), descobriremos que cada parte da Bíblia é proveitosa para nós. Afirmar a suficiência das Escrituras não é sugerir que a Bíblia nos diz tudo o que queremos saber sobre tudo, mas que ela nos diz tudo o que precisamos saber sobre o que mais importa. A Escritura não oferece informações completas sobre todos os assuntos, mas em todas as disciplinas que ela trata, só diz o que é verdadeiro. E, em sua verdade, temos conhecimento suficiente para abandonar o pecado, encontrar o Salvador, tomar boas decisões, se Deus quiser,e chegar à raiz dos nossos problemas mais profundos.

Quarto, a doutrina da suficiência das Escrituras nos convida a abrir nossas Bíblias para ouvir a voz de Deus. Não muito tempo atrás, eu estava em um grupo de aconselhamento da denominação onde nos foi dito para encontrarmos nossas “normas”como uma comunidade. Quando sugeri que a nossa primeira norma deveria ser testar tudo à luz da palavra de Deus, foi-medito – e isto é uma citação exata – que “não estamos aqui para abrir nossas Bíblias”. O objetivo do grupo, aparentemente, era que nós ouvíssemos nossos corações e uns aos outros, mas nem tanto de forma que ouvíssemos a Deus. Mais tarde, na mesma reunião denominacional, um pastor da América do Sul abordou todo o corpo. Ao perceber uma propaganda na parte de trás sobre um evento em que iríamos “descobrir” a visão deDeus para a nossa denominação, o homem disse: “Descobrir? Espero que vocês encontrem o que estão procurando. E tentem não demorar muito”. Foi uma alfinetada bem colocada em relação à tendência na Igreja Americana de planejar, e sonhar,e esquematizar, e projetar uma visão, e se envolver em discernimento mútuo, tudo enquanto, ao mesmo tempo, a clara voz de Deus permanece negligenciada em nosso colo.

header_home-1Conferência Fiel

Kevin DeYoung será um dos preletores da Conferência Fiel 2014, onde teremos o desafio de estudar nas Escrituras “A Obra do Espírito Santo”.

© Por: Kevin DeYoung. © 2014 Ministério Fiel. Original: Que Diferença a Suficiência das Escrituras Faz na Sua Vida?.

Candidato a deputado federal pelo PSC, Dr. Hollywood propõe criação do “Bolsa Silicone”, diz jornalista

dr._robert_reyO doutor Robert Rey, conhecido como Dr. Hollywood e candidato pelo PSC a deputado federal estaria planejando vôos mais altos na carreira política e pensando em programas de estímulo à cirurgia plástica no Brasil.

Quando jovem, Robert Rey foi evangelizado por missionários norte-americanos, e em 2011 revelou que tem o hábito de orar e mensalmente doa o dízimo de seus ganhos milionários como cirurgião plástico de estrelas de cinema e socialites de Beverly Hills.

Agora, segundo nota publicada pelo jornalista Felipe Patury, Robert Rey quer criar um programa social inusitado: “Vou criar o bolsa silicone”, teria afirmado o candidato, que tem planos ainda maiores: “Agora, sou candidato a deputado federal. Daqui a quatro anos, serei presidente do Brasil”, acrescentou.

À época da filiação ao PSC, o cirurgião plástico afirmou que havia escolhido esse partido por ele ser o único que “não tem vergonha de falar de Deus” e defende o princípio de que “se você destruir a família, destrói a civilização”.

“Procurei este partido porque aqui não temos vergonha da palavra de Deus. Entendo que o mundo está entrando no caos porque as pessoas não querem ouvir mais a palavra de Deus”, afirmou o Dr. Hollywood.

Ao lado do pastor Marco Feliciano e de Eduardo Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro, o Dr. Hollywood deverá ser um dos principais responsáveis pelo provável aumento da bancada do PSC na Câmara dos Deputados, pois é apontado como favorito a ser um dos candidatos mais votados nestas eleições.

A expectativa é que Feliciano arrebanhe ainda mais votos do que em 2010, quando foi eleito com mais de 212 mil votos em sua primeira candidatura. Se Robert Rey repetir o feito do pastor há quatro anos, muitos candidatos menores do partido serão favorecidos pelo coeficiente eleitoral, previsto na legislação brasileira como mecanismo de equilíbrio de representatividade.

Fonte: Gospel +

 

Pai, você tem criado seu filho na disciplina do Senhor? [Semana dos Pais]

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Continuando a série especial “Semana dos Pais”, trazemos este vídeo onde Paul Washer nos alerta sobre uma substituição do que as Escrituras dizem a respeito da família pelo que a Psicologia e a Sociologia dizem:

Resumo

Extraído da pregação

A Psicologia e a Sociologia têm substituído as Escrituras no que diz respeito à família. Meus queridos amigos, pastores e líderes, pensem nisto. Nossas igrejas ou nossos cultos dominicais – melhor dito – são tão cosméticos. Apenas porque parece haver uma adoração bonita e um sermão que foi legal e as pessoas parecem “movidas”, isto não é evidência. Eu vou lhes dizer o que é evidência: A casa, os casamentos, as famílias.

O que importa se um homem ganhar o mundo inteiro e perder sua família? E deixe-me colocar dessa forma: Baseado no que você cria seus filhos e ama sua esposa? Baseado em quê? Se você não consegue ir às Escrituras, agora mesmo, pegar os versículos e me mostrar como sua família está fundada nela, eu posso lhe assegurar, você é cativo da psicologia, da sociologia, dos caprichos e das mentiras deste século. Veja bem, você não tem o direito de fazer isso. Você não tem autoridade, senhor, separado da Palavra de Deus.

[…] Nós violamos princípios bíblicos após princípios bíblicos após princípios bíblicos e depois imagina-mos por que está tudo uma bagunça.

Análise

Baseado no que você cria seus filhos e ama sua esposa? Baseado em quê? Se você não consegue ir às Escrituras, agora mesmo, pegar os versículos e me mostrar como sua família está fundada nela, eu posso lhe assegurar, você é cativo da psicologia, da sociologia, dos caprichos e das mentiras deste século. Veja bem, você não tem o direito de fazer isso. Você não tem autoridade, senhor, separado da Palavra de Deus.


 

Mais

Recomendamos, também, as mensagens de John Piper e Tedd Tripp pela 10ª Conferência Fiel. Confira: http://fiel.in/1omimDD

Acompanhe nossa série especial “Semana dos Pais”

Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society | hcmissions.com

Tradução: Voltemos ao Evangelho; Original: Pai, você tem criado seu filho na disciplina do Senhor?; Website: VoltemosAoEvangelho.com

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Aplicativo de smartphone promete calar a boca do Diabo

Imagem1Programa foi criado para ajudar cristãos em momento de necessidade.

Shut Up, Devil! [Cale a boca, Diabo!] surgiu nas lojas de aplicativo apresentando-se como “um recurso inovador que coloca o poder da Palavra de Deus em ação”.

Como hoje em dia é comum que as pessoas fiquem boa parte do dia com o celular, podem surgir momentos em que elas precisam de uma palavra de apoio ou edificação. O nome curioso surgiu por que seu criador queria ajudar os cristãos a resistir ao diabo quando e onde se sentissem atacadas. Basicamente, o aplicativo traz uma série de versículos que devem ser lembrados em momentos de tentação ou quando a pessoa se sente acusada.

O aplicativo tem uma função de busca que facilita para o usuário encontrar rapidamente as porções da Escrituras que está precisando. Há uma divisão em categorias para os problemas mais comuns, como doenças, ansiedade, depressão e medo.

Inicialmente o aplicativo era um recurso para promover o livro “Silence Satan” de Kyle Winkler, pastor conhecido pelo seu ministério de ensino e programas em redes de televisão cristãs.

Ele conta que o sucesso foi muito maior que o esperado e isso se deve à dinâmica do aplicativo. Quando o cristão estiver se sentindo atacado em seus pensamentos ou sentimentos pelo diabo, pode digitar o que está sentindo. Ao encontrar a categoria em que isso se encaixa, basta clicar para surgir na tela um ou mais versículos. A pessoa poderá então ler em voz alta, repreendendo o Diabo com as Escrituras, como fez Jesus ao ser tentado no deserto.

Esse é o ensinamento básico do livro do pastor Winkler, que lida com o poder da Palavra no dia a dia para fortalecer aqueles que conhecem as artimanhas do maligno.

O aplicativo também tem uma função que permite ao usuário receber um alerta, relembrando-o de algum versículo em especial.  Para Winkler há um poder “adormecido” na maioria dos cristãos que é a autoridade dada a todos nós pelo próprio Jesus. Nada melhor do que a própria Palavra de Deus para nos lembrar disso. Ele acredita que o ideal é a pessoa ler em voz alta as orações-frases que acompanham os versículos. Dessa forma, o usuário irá aprender a utilizar a autoridade que já lhe pertence, seguindo o modelo bíblico.

O aplicativo Shut Up, Devil! está disponível gratuitamente no endereço www.shutupdevil.org. Por enquanto só existe a versão em inglês, mas o autor já trabalha para que seja disponibilizado em outras línguas.

Em seu site, o pastor Winkler disponibilizou a seguinte explicação. “Satanás lança suas mentiras e acusações diariamente tentando nos amedrontar e fazer com que nos sintamos fracos. Estou convencido de que esta é a estratégia mais poderosa do inimigo contra nós.  Certamente a nossa vitória foi conquistada na Cruz. Mas ela deve ser vivida a cada dia, para que possamos rapidamente silenciar o inimigo quando ele tentar desafiar a nossa fé… Quando dizemos “Está escrito…” ou em outras palavras “Cale a boca, diabo!” ele é obrigado a fugir (Mateus 4:1-11)… Aprendi na prática que ler as Escrituras em voz alta é crucial para manter Satanás silenciado em minha vida. Para que não me esqueça das promessas recebi dos céus a estratégia de usar um aplicativo, assim podemos ter sempre a mão a lembrança dos planos que Deus tem pra mim e que às vezes precisamos dizer Cale a boca, Diabo!”.

Curiosamente, no final do mês passado correu o mundo o relato de um padre polonês que afirmava estar sendo ameaçado pelo diabo através de mensagens de celular.

Fonte: Gospel Prime com informações de Charisma News

Franklin Graham critica pastores que omitem partes da Bíblia e afirma: “O céu não é para covardes”

Franklin-GrahamDurante um evento que aconteceu recentemente em Washington (DC), o pastor, evangelista e conferencista Franklin Graham teceu uma série de críticas contra pastores e líderes cristãos que omitem certos trechos da Bíblia que não são muito populares, sobretudo por tratar de questões morais.

Falando diretamente aos religiosos que, segundo ele, têm medo de falar abertamente sobre as questões morais abordadas na Bíblia, Graham disse que os cristãos tem a obrigação de falar a verdade sobre as Escrituras, e afirmou que “o céu não é para covardes!”.

– Os seguidores de Jesus Cristo e, especialmente, os pastores e líderes de igrejas, tem a responsabilidade de dizer a verdade contida nas Escrituras, chamar o pecado do que ele é, e reconhecer que ele (pecado) sempre tem reinado no coração da raça humanas – afirmou o pastor.

– Não se trata apenas de um debate sobre aborto ou a homossexualidade; todo o pecado é imoral e toda imoralidade é ruim. Nos Estados Unidos de hoje estamos vivendo uma seca épica. Não é só o mal-entendido básico da Palavra de Deus; é a ausência completa de toda a Palavra de Deus – completou Franklin Graham.

O pastor baseou suas falas no trecho de Apocalipse 21-8, que diz: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”.

– Os cristãos não podem ignorar partes da Palavra de Deus só porque são impopulares ou causam divisão. Nossa comissão é anunciar e proclamar Cristo e tudo o que Ele representa. Não podemos proclamar com sinceridade a verdade do amor de Deus, sem levar em conta que Deus odeia o pecado. Seu amor é derramado sobre a humanidade que está na escravidão do pecado. Em sua imerecida graça, se encontra o dom da salvação. Por esta razão, todo o Evangelho deve ser pregado, como demonstra o apóstolo Paulo – completou o evangelista.

De acordo com o evangelista, “os cristãos são chamados a recusar a aceitação do pecado em todas as suas formas, e não porque somos pessoas perfeitas, mas como um testemunho de transformação que Deus produz em uma vida dedicada a Ele, lavados e purificados pelo sangue de Cristo e revestidos de sua justiça. Devemos ser pessoas resistentes às criticas ou qualquer forma de perseguição. Se não mostrarmos coragem e não nos mantermos piedosamente firmes na fé divina, não podemos superar o espírito sedutor de “Satanás” que toma conta deste mundo”.

– Se nós, como povo de Deus, nos negarmos a falar contra o pecado para não incomodar os outros, somos covardes. Somos chamados a fazer soar o alarme, alertarmos que Deus exige obediência à Sua lei perfeita, que foi projetada para o bem da raça humana. A definição de um covarde é aquele que se nega a fazer a coisa certa, por medo das consequências – concluiu.

Fonte: Gospel +

 

Crash Church: A Liga apresenta reportagem sobre a igreja dos evangélicos metaleiros; Assista

crash-churchO programa A Liga apresentou uma reportagem sobre a Crash Church, igreja de metaleiros evangélicos que tem atraído fãs de rock pesado interessados em ouvir a Palavra de Deus.

A apresentadora Mel Francowiak destacou que a denominação é uma “igreja evangélica bem diferente de todas as outras” onde o domingo “não é só dia de aleluia, mas também de muito rock’n’roll”.

O pastor Antônio Batista revelou que “era um evangélico comum”, mas disse ter recebido um chamado de Deus para fundar uma igreja do metal que reunisse pessoas com o mesmo gosto musical e filosofia de vida. Com várias tatuagens, Batista afirmou que “Deus olha o coração, não o espelho”.

Mel conversou ainda com outros fiéis presentes na celebração, e ouviu de alguns as histórias de como chegaram à Crash Church.

Luciana, uma das vocalistas da equipe de louvor, contou que passou a frequentar a igreja por afinidade: “Eu frequentava uma outra igreja tradicional, e ia conforme os modos deles, mas já gostava de rock antes. Quando eu conheci aqui, me apaixonei, [por poder] fazer o que a gente quer, adorar a Deus, é melhor ainda”, relatou.

Já a fiel Ana disse que se aproximou da igreja para “matar” o pastor Antonio Batista, porque ele “estava ‘desviando’ os punks” com quem ela andava. “Fui até ele, com meus colegas – uns 20, 30 punks – todos armados”, diz ela, antes de contar que o “amor” a fez mudar de ideia sobre o crime: “Ele chegou, me viu com a galera, me cumprimentou, me abraçou, e falou que me amava em Cristo. Nunca ninguém tinha me falado isso. A maioria dos meus amigos, e eu, se converteu, mas só eu fiquei”.

Assista a íntegra do programa A Liga sobre a Crash Church:

Fonte: Gospel +

Pastor Lucinho Barreto causa polêmica ao afirmar que “assim como fez Eva para Adão, Deus fez esposas para Caim e Abel”

pastor-lucinho-200x149Durante o seu programa “Nunca é Tarde”, o pastor Lúcio Barreto (mas conhecido como pastor Lucinho) da Igreja Batista da Lagoinha, respondeu à pergunta de um expectador sobre as esposas de Caim e Abel, afirmando acreditar que elas foram criadas da mesma forma que Eva. A resposta do pastor causou polêmica nas redes sociais, sobretudo por outros pastores, que afirmam que essa teoria é anti-bíblica.

Ao responder a pergunta, o pastor afirma existir três teorias sobre o tema. Uma delas, segundo ele, é a de que essas pessoas (as esposas) seriam outros seres que não humanos, como gigantes, extraterrestres ou até mesmo anjos. A segunda teoria apontada por Lúcio Barreto é a de que Deus já havia criado outros povos, antes de criar Adão e Eva, e que desses povos saíram as esposas de Caim e Abel.

Porém, o pastor afirma que a teoria na qual acredita e a de que “assim como Deus fez uma esposa para Adão, Deus fez esposas para Caim e para Abel”. Ele completa ainda sua teoria sobre o tema afirmando que “isso não está escrito na Bíblia”, mas que “a Bíblia com a gente quando ela fala, e Bíblia fala com a gente quando ela não fala”.

– Eu creio que Deus fez esposas, que Deus fez essas mulheres para Caim e Abel – ressaltou o pastor, afirmando ainda que assuntos que a Bíblia não aborda diretamente não deveriam preocupar os cristãos.

As afirmações do pastor motivaram uma série de críticas nas redes sociais, e por parte de outros pastores. Um dos questionamentos recorrentes, como destacado por Antognoni Misael, no site Púlpito Cristão é “se Deus teria feito estas duas mulheres já em pecado ou se após criá-las elas comeram do fruto proibido”.

Ao comenta a publicação do “Púlpito Cristão” sobre o vídeo, José Carlos da Silva citando Gênesis 5:4: “E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas”.

– Como muitas pessoas se baseiam na sua própria ignorância, elas dizem que Adão e Eva só tiveram três filhos machos, não tendo como gerar a humanidade. Assim vemos que estas teorias falham, pois só na lei do Moisés e que o incesto é citado como pecado, pois Sarah era meia-irmã de Abraão. Nada nos impede de afirmar que os filhos de Adão e Eva casaram-se entre si – ressaltou Silva.

Em seu blog, o pastor Renato Vargens afirma acreditar que o pastor Lucinho está “absolutamente equivocado”, e lista uma série de explicações para refutar a teoria defendida pelo pastor da Igreja Batista da Lagoinha. Segundo Vargens “fundamentar ensinos fora da Palavra de Deus além de tendencioso pode promover heresias, mesmo porque, para nós, protestantes, as Escrituras devem ser a única e exclusiva regra de fé”.

– Não conheço nenhum teólogo ao longo da história que tenha defendido o ensino de Lucinho – afirma Renato Vargens, ressaltando que “pelas Escrituras chegamos à conclusão que a única resposta possível é que a esposa deste tenha sido sua irmã, sobrinha ou sobrinha-neta”.

Vargens cita também versículos como Gênesis 5:4, que levam a entender que Adão e Eva tiveram outros filhos, e diz que “ao afirmar que Deus criou mulheres para Caim e Abel, Lucinho demonstrou desconhecer as doutrinas fundamentais das Escrituras”.

– Se Deus criou mulheres para Caim e Abel, isto significa dizer que Deus criou mulheres perfeitas, sem pecado, que vieram a casar-se com homens pecadores. Incoerente isso não é verdade? Além disso, se a humanidade estava debaixo da maldição divina sofrendo as consequências do pecado original, como Deus iria criar “do nada” mulheres sem pecado para Caim e Abel? – questiona o pastor.

– Para nós protestantes, as Escrituras são por definição a única Palavra de Deus escrita como também a única expressão verbal das verdades de Deus publicamente acessível, visível, e infalível no mundo. A Bíblia possui suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; e somente ela é o árbitro de todas as controvérsias – finaliza Renato Vargens.

Assista ao vídeo que motivou a polêmica:

Fonte: Gospel +

Pastor presbiteriano chama atos proféticos de inúteis

augustus-nicodemusPara o reverendo Augustus Nicodemus, o que vale é a Palavra de Deus e nãos as encenações nos púlpitos.

O vídeo onde a cantora e pastora Ana Paula Valadão aparece encenando uma “transição de gerações” se espalhou pela internet e gerou diversos debates e polêmicas.

Nesta quarta-feira (23) o reverendo Augustus Nicodemus Lopes resolveu falar exatamente sobre atos proféticos tentando mostrar que não há necessidade de realizá-los.

“Atos proféticos? Após Deus ter se revelado em Jesus Cristo, ter estado entre nós e transmitido ao vivo a sua Palavra, após os apóstolos terem registrado esta mensagem de maneira infalível e suficiente nas Escrituras, pergunto qual a necessidade de profecias encenadas e atos simbólicos para que Deus nos fale através deles?”, questiona.

O líder presbiteriano também fala que o cristão deve se firmar somente no que a Bíblia diz. “Se alguém não entende a fala de Deus registrada claramente na Bíblia vai entender através do simbolismo ambíguo de gestos e encenações de gente que alega falar no nome dele? Sola Scriptura!”

Não é a primeira vez que ele comenta atos proféticos realizados por Ana Paula Valadão. Em 2012 ele escreveu um artigo em seu blog falando sobre o vídeo em que a líder do Diante do Trono aparece imitando um leão.

Contando a história desse “ato profético”, Nicodemus alerta para o fato dos atos proféticos bíblicos serem o suficiente, não devendo ser usado de base para serem realizados nos dias atuais.

“Para mim, estes ‘atos proféticos’ atuais e profecias encenadas nada mais são que uma tentativa inútil – para não ser crítico demais – de imitar os profetas e apóstolos, na mesma linha destes que hoje reivindicam, em vão, serem capazes de fazer a mesma coisa que aqueles fizeram”, escreveu.

Fonte: Gospel Prime