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Ex-paquito da Xuxa atua como missionário e luta para reconstruir ONG cristã destruída por muçulmanos

alexandre-canhoniAlexandre Canhoni, o ex-paquito Xand, sobreviveu aos protestos feitos por extremistas muçulmanos contra o jornal francês Charlie Hebdo no Níger, país onde vive há 14 anos como voluntário de uma missão cristã.

Canhoni trabalha na cidade de Niamey com a entidade evangélica Guerreiros de Deus, desenvolvendo trabalhos humanitários com crianças. Na ocasião dos protestos, sua casa foi parcialmente destruída, pois os muçulmanos quiseram se vingar das charges do Charlie Hebdo atacando cristãos.

Agora, a missão do antigo integrante do Xou da Xuxa é reconstruir a casa e a estrutura da ONG que atendia 250 crianças diariamente oferecendo refeições.

“Conseguimos um pouco de ajuda, mas está tudo detonado. Literalmente, nós perdemos tudo: geladeira, fogão, panelas, mesa, cadeira, coisas de escritório, cama, roupas. A casa está vazia. Abalaram as estruturas, como paredes, grades, portões, cercas de segurança. Entraram com picareta rasgando tudo”, relata Canhoni.

Além de sua casa, os muçulmanos saquearam e destruíram uma escola cristã, 45 igrejas – duas delas mantidas por denominações brasileiras – e um orfanato, além de estabelecimentos comerciais, como hotéis e bares, de acordo com informações do G1.

Com a ajuda de moradores locais, Canhoni aos poucos limpa os destroços do terreno e refaz parte da estrutura da casa: “A gente está em mutirão retirando os restos das coisas”, conta, antes de revelar que, com a guarda de 17 jovens que o acompanham, já conseguiu refazer algumas das colunas do imóvel.

“A gente está aguardando ajuda, ofertas, pessoas que podem contribuir”, afirma o missionário. O site da Guerreiros de Deus está pedindo auxílio e doações para custear a reconstrução da sede e a reestruturação do local, para poder voltar a atender as crianças nigerenses.

“A gente está num momento bem delicado. Mas uma coisa é certa, o que que nós temos a ver com a charge que aconteceu lá em Paris? Quer dizer, isso é independente de religião, é a questão do bom senso do ser humano, de a gente continuar a dar comida para essas crianças que são subnutridas. Essa é a nossa vontade”, resume.

Ao final, diz que não foi com sua esposa, Giovana, ao país que ocupa a última posição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para se aventurar ou ficar rico: “Nós estamos aqui há muitos anos. Todo mundo me conhece, sabe que somos cristãos. Aqui eles me conhecem não por ser ex-paquito da Xuxa, pelos filmes, de cantar e dançar. Aqui eles nos conhecem como um casal de brancos que chegou em 2001 e começou a ajudar as pessoas”.

Para saber mais sobre o trabalho da ONG Guerreiros de Deus e contribuir para a reconstrução da sede no Níger, acesse o site guerreirosdedeus.org.

Fonte: Gospel +

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Vídeo do batismo do segundo homem mais alto do mundo se torna viral nas redes sociais; Assista

batismo-homem-altoO batismo de um homem que é considerado o segundo mais alto do mundo se tornou viral nas redes sociais. A cerimônia, realizada no rio Utcubamba, no Peru, atraiu milhares de curiosos, que assistiram e filmaram o momento.

Margarito Machacuay Valera tem 2,36 metros e foi batizado no dia 27 de setembro de 2008 em Bagua Grande, no departamento (estado) do Amazonas, próximo à fronteira com o Brasil, no encerramento do programa evangelístico Impacto Esperanza, realizado pela Igreja Adventista Missão do Norte.

No entanto, o vídeo do batismo de Margarito se tornou viral nas redes sociais somente agora, seis anos depois.

À época do batismo, a esposa de Margarito, Olga Ramos de Machahuay, disse que estava feliz com a decisão tomada pela sua família de entregar a vida a Deus. “Eu me sinto muito animada com isso. Eu não tenho palavras para descrever o que sinto, tudo graças a Deus porque Ele é esperança de vida”, disse.

O “segundo homem mais alto” também expressou satisfação com a decisão tomada: “Eu estou feliz, sinto uma grande paz na vida, porque hoje eu vou começar uma nova vida. Agradeço a Deus”,

Ele e sua família frequentam a Igreja das Oliveiras, na mesma cidade onde foram batizados pelos pastores Walter Dávila e Edson Guerrero.

No vídeo abaixo, publicado em abril de 2012 por um canal do YouTube ligado à Igreja Adventista do Sétimo Dia, é possível notar a grande expectativa das pessoas que presenciaram o momento do batismo. Confira:

 

Fonte: Gospel +

No Encontro, Thalles fala sobre a necessidade de dar exemplo: “É difícil ser referência”

thales no encontroO cantor Thalles Roberto participou do programa Encontro com Fátima Bernardes na última quinta-feira (13), e falou sobre seu passado de dependência química, sobre seu novo projeto musical e também sobre o exemplo que as pessoas com grande visibilidade na mídia precisam dar.

O assunto girava em torno do caso em que o juiz João Carlos de Souza Correa foi parado numa blitz da Lei Seca e não portava a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o carro estava sem placas. Na operação, o juiz se desentendeu com a agente de trânsito depois que ouviu dela que ele não era “deus”, apesar de sua profissão. Na Justiça, o juiz terminou por receber uma indenização de R$ 5 mil por danos morais.

“É muito difícil ser referência para as pessoas. Eu não sou perfeito. Mas as pessoas te acompanham, ouvem o que você fala e é muito difícil dar exemplo. Eu, por exemplo, não tenho carteira de moto, mas comprei esses dias uma moto para mim. Quando fui sair de casa, a minha esposa me falou: ‘Amor, você não pode andar de moto sem habilitação para isso. Precisar dar exemplo’. Então eu estou há algum tempo com ela na garagem, esperando”, relatou o cantor, que destacou sua grande influência nas redes sociais.

Por outro lado, Thalles Roberto afirmou que é imprescindível que as pessoas aprendam a valorizar os bons exemplos, independentemente de quem os dá: “Nós temos que ser reconhecidos pelo exemplo que nós damos e não pela nossa profissão, ou pela carteira [que usamos]“, ponderou.

Além de participar do debate promovido pela apresentadora, o cantor também cantou no programa, abrindo sua participação com a música “Arde Outra Vez”, e comentou sobre a iniciativa que teve de doar uma parte das vendas de seu novo álbum, “Id3”, para o projeto social-missionário MCM.

“O meu primeiro disco explodiu, foi um sucesso, incrível. A gente vendeu, um projeto ao vivo em estúdio, mais de um milhão de cópias. E eu tinha tanto problema, financeiro, tive [um período como] dependente químico… Então, eu torrava tudo com drogas, loucura. E o meu disco passado [Sejam Cheios do Espírito Santo), eu passei resolvendo meus problemas do passado, e fazendo uns investimentos, coisas da minha família, que a gente não tinha. Esse projeto novo, ‘Id3’, era o meu projeto da independência financeira. ‘Agora vou vender muito, e ficar tranquilo’. E eu fiquei sabendo de uma história de meninas no Nepal, que com seis anos de idade são vendidas pelos pais para serem escravas sexuais. Quando eu ouvi essa história, um sininho tocou na minha cabeça e disse ‘você vai dar a renda do seu CD e do seu DVD’.  Esse dinheiro é usado para comprar essas meninas. É um projeto chamado MCM. Eles compram as meninas, tiram elas da escravidão, e dão uma vida de criança [a elas]. Eu falei: ‘mas esse projeto, é a minha liberdade’. E a gente abriu mão de vender o disco e ficar com a grana pra gente pra ajudar a melhorar a vida dessas meninas. Imagina uma menina de seis anos… Tem meninas de sete a oito anos, que são estupradas 20 vezes por dia, e com nove anos estão se submetendo a cirurgias de reconstrução vaginal para serem revendidas como virgens. Então é uma honra poder [saber] que cada disco que vende, meninas vão ser salvas”, relatou Thalles.

Fonte: Gospel +

Governo da Coreia do Norte liberta missionários que haviam sido presos por pregarem o Evangelho

Pastor Kenneth Bae ao lado da irmã e da mãe

Pastor Kenneth Bae ao lado da irmã e da mãe

Os missionários norte-americanos Kenneth Bae e Matthew Todd Miller, que estavam presos na Coreia do Norte, foram libertados pelo governo do país após meses de intensa negociação protagonizada pela diplomacia norte-americana.

De acordo com a CNN, as famílias do pastor Bae e do missionário Miller expressaram alegria e gratidão a Deus pelo desfecho do caso, que foi acompanhado de perto pelo diretor da agência de Inteligência Nacional Americana, James Clapper.

Clapper foi quem anunciou à imprensa a libertação dos missionários e os acompanhou na viagem de volta para casa.

Kenneth Bae, sul-coreano naturalizado norte-americano, 46 anos, foi preso em 03 de novembro de 2012 em Rason, cidade na região nordeste da Coreia do Norte, acusado de usar a entidade Jovens Com Uma Missão (JOCUM) para subverter os norte-coreanos contra o governo do país através da pregação do Evangelho.

As autoridades do país se recusavam a libertá-lo pois entendiam que o missionário planejava um “golpe religioso contra o Estado”. Julgado em tempo curtíssimo, Bae foi condenado a 15 anos de trabalhos forçados em uma fazenda.

Nos dois anos em que esteve preso, Bae sofreu problemas de saúde e levou preocupação a seus familiares por conta das condições em que vivia.

Ao desembarcar nos Estados Unidos, Bae concedeu entrevista coletiva e afirmou que estava agradecido ao presidente Barack Obama e sua equipe de governo pelo empenho nas negociações para sua libertação.

O pastor também agradeceu aos funcionários da Coreia do Norte pela disposição em negociar com os Estados Unidos e aos irmãos em Cristo que oraram por sua libertação, e afirmou que considerava o tempo em que esteve preso como um “calvário”, e afirmou que a experiência serviu para fortalecê-lo: “Eu aprendi muito. Eu cresci muito. Perdi muito peso, em um bom caminho. Eu estou de pé forte por causa de vocês”.

Já o missionário Matthew Miller preferiu o silêncio, e ainda não conversou com a imprensa sobre seu tempo como prisioneiro das autoridades norte-coreanas.

Recentemente o governo da Coreia do Norte libertou o cristão Jeffrey Fowley, que foi preso em maio deste ano sob acusação de fazer proselitismo religioso por ter deixado uma Bíblia Sagrada no quarto do hotel onde estava hospedado.

Fonte: Gospel +

Compartilhando o Evangelho com um Amigo Homossexual

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Como compartilhar o evangelho com um amigo homossexual? Garret Kell nos ajuda com essa questão através deste artigo:

Josh sempre soube que ele era diferente. Desde suas memórias mais antigas, ele olhava para alguns meninos como mais do que apenas colegas. Seus pais sabiam que ele era “especial”, mas o amavam por isso. Ele aprendeu a usar uma máscara e fazer o papel de criança “normal” até se formar no Ensino Médio.

Na faculdade, Josh decidiu que era hora de ser quem ele realmente era. Ele fez amizade com outros homossexuais e se lançou em descobertas sexuais. Josh encontrou um refúgio em sua comunidade gay e desenvolveu laços que foram muito além de aventuras sexuais. Embora seus pais tenham se distanciado e seus antigos amigos tenham passado a ignorá-lo, Josh sentiu que estava finalmente livre em sua nova identidade como um homem gay.

Josh não é uma caricatura. Suas experiências e sua história são verdadeiras, e elas são comuns.

E se Josh fosse o seu vizinho, ou seu colega de trabalho, ou o seu filho? Como você apresentaria o evangelho para ele? Como você contaria a ele a respeito do perdão de pecados, da comunidade de crentes e da verdadeira identidade em Jesus?

Em certo sentido, nós presumiríamos que de fato não existe diferença na maneira como apresentaríamos a Josh as boas novas em relação a qualquer outra pessoa. Só porque Josh sente atração sexual por pessoas do mesmo gênero, isso não o torna fundamentalmente diferente de ninguém.

Para muitos dos meus amigos cristãos que amam Jesus e lutam contra a mesma atração homossexual, a beleza do evangelho é que ele aborda cada área de suas vidas e não apenas uma expressão somente da queda. Todos nós que somos crentes sabemos disso. Quer tenhamos sido ateus, mentirosos, muçulmanos ou hipócritas frequentadores de igreja, não existe um evangelho mágico apenas para o “nosso pecado”. Aos pés da cruz todos nós somos igualmente necessitados da maravilhosa graça de Deus.

Ao mesmo tempo, Josh tem perguntas muito reais que precisam ser respondidas. Da mesma maneira que um ateu, um muçulmano ou um hipócrita precisaria que o evangelho fosse dirigido a eles pessoalmente, nós devemos aprender a amar Josh onde ele está em suas considerações a respeito das afirmações de Jesus. Ele tem perguntas reais com as quais luta, e devemos buscar ajudá-lo a encontrar essas respostas.

Ideias para compartilhar o evangelho

Para compartilhar o evangelho com Josh ou com qualquer outra pessoa que possa ter perguntas como as dele, aqui vão algumas ideias para você guardar em mente.

Veja quais são essas ideias lendo o artigo completo:
Leia ao artigo completo

Nov-DezPor: Garret Kell. Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2014 9Marks. Original: The Gospel for a Gay Friend
Este artigo faz parte da versão de Novembro-Dezembro de 2013, do 9Marks Journal.
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: www.MinisterioFiel.com.br. Original: Compartilhando o Evangelho com um Amigo Homossexual
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
Fonte: Voltemos ao Evangelho

Três Lições sobre Evangelismo Transcultural

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Como evangelizar pessoas de contextos culturais e religiosos tão diversos? No artigo a seguir, John Folmar nos ajuda com essa questão:

Na nossa igreja em Dubai, nós temos nos maravilhado em testemunhar conversões de pessoas da Eritreia e do Uzbequistão, da Síria e da África do Sul, da Escócia e da Espanha, do Irã e da Índia, da Holanda e da Bolívia, da Alemanha e da China e de outros países. Elas vêm de contextos religiosos e seculares, tradicionais e progressivos, muçulmanos e hindus, jovens e idosos.

Qual é a chave para abrir os corações dessas pessoas de contextos culturais e religiosos tão diversos?

A resposta é que não  “chave transcultural”. Em nosso evangelismo aqui, nós não fazemos nada diferente do que faríamos em qualquer outro lugar. Nossos métodos evangelísticos não têm qualquer criatividade. Sugerir que algumas pessoas são mais fáceis de se converter do que outras é avesso às Escrituras. Todos nós, por natureza, estamos longe do Senhor. Então, em nosso evangelismo devemos testemunhar, orar e aguardar o mover soberano do Espírito.

Não existe “chave” para entrar em um necrotério espiritual.

Mas isso não significa que a diversidade cultural seja irrelevante para o evangelismo. A maioria das cidades do mundo estão se tornando cada vez mais etnicamente diversas. Com 202 nacionalidades em seu mercado de trabalho, Dubai está adiantada nessa área. O mundo voltou os olhos para a Arábia, trazendo desafios e oportunidades para o evangelismo.

Três lições

Eis aqui três lições que aprendemos pelo fato de vivermos e ministrarmos em um ambiente ultra-multicultural:

Veja quais são as três lições e a conclusão deste texto lendo o artigo completo:

Leia o artigo completo
NovDezPor: Mike McKinley. Extraído do site www.9marks.org.Copyright © 2014 9Marks. 
Original: Three Lessons for Cross-Cultural Evangelism.
Este artigo faz parte da versão de Novembro-Dezembro de 2013, do 9Marks Journal.
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. 
Website: www.MinisterioFiel.com.br. 
Original: Três Lições sobre Evangelismo Transcultural
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

O que os Pregadores Devem Dizer Sobre a Salvação – Paul Washer

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O que você deve fazer para ser salvo? Vocês pregadores, o que devem dizer às pessoas para que elas sejam salvas? Assista ao vídeo de Paul Washer:

Conheça a Conferência Fiel
Por: Paul Washer; Original: O que os Pregadores Devem Dizer Sobre a Salvação; Copyright © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Projeto lança “Bíblia indestrutível”

biblia1Forever Bible pretende ser a única Bíblia que alguém precisa comprar na vida.

Toda Bíblia um dia chega ao fim. Existem cerca de seis bilhões de cópias em circulação no mundo e todas estão com os dias contados! Esse é o argumento principal dos criadores da Forever Bible [Bíblia que dura para sempre]. Seus criadores afirmam que ela é resistente à sujeira, desgastes, rasgões e à prova de água. Porém, não é à prova de fogo.

Conforme seus idealizadores, é uma “Bíblia para a vida toda” que “literalmente anda sobre as águas”. Usando uma tecnologia inovadora, é impressa em um tipo de papel que não vem das árvores. Elaborada com nanotecnologia, é cerca de 24 vezes mais resistente que o papel “comum”, pode se escrever nela, sendo tão leve quanto qualquer outra Bíblia do mesmo tamanho.

Lançada através do sistema de arrecadação crowdfounding, sua página no Kickstarter arrecadou milhares de dólares em poucos dias, mostrando que pode ser um sucesso de vendas. Infelizmente, a Sociedade Bíblica Americana está tentando impedir sua venda, alegando que eles não têm autorização para imprimir exemplares com o texto Sagrado.

biblia

Segundo a página oficial, a Bíblia pode ser encomendada com três projetos de capa diferentes. Por enquanto está disponível só em inglês, nas versões King James (KJV), New International Version (NIV) e English Standard Version (ESV). O maior argumento para vendas é que muitas vezes a Bíblia pessoal fica exposta a acidentes, como o derramar de refrigerante, suco, café, sorvete ou molhar por causa de uma chuva ou ao cair em piscina.

Os preços variam entre 40 e 60 dólares e uma nota oficial no site explica que o projeto tem uma proposta missionária. A cada exemplar vendido, uma Bíblia será doada a um campo missionário onde evangelistas estão expostos a dificuldades e precisam de uma Bíblia mais resistente. A nota diz ainda que o objetivo não é o lucro, “só queremos espalhar a Palavra de Deus”, finaliza o material assinado por The Forever Team.

Fonte: Gospel Prime com informações de The Blaze e Christian Today

Tribo indígena formada por maioria evangélica enfrenta mudança de costumes e sonha em gravar CD de música gospel

tribos-indigenas-evangelicas-200x148O trabalho missionário junto às tribos indígenas tem rendido frutos e uma tribo da aldeia Kumenê, na reserva de Uaçá em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá (AP), é formada em sua maioria por evangélicos.

“Somos evangélicos. A maioria da aldeia é crente”, diz o cacique Azarias Ioio Iaparrá, de 50 anos, que relatou também a abolição de alguns costumes como andar nu, ingerir bebidas fortes e fazer danças típicas, além de questões religiosas, como as feitiçarias dos pajés.

Ao G1, Iaparrá, que lidera a tribo indígena da etnia Palikuré, admitiu que apesar de seu povo estar no meio da floresta amazônica,  acabaram influenciados pela “cultura do homem branco”.

“Os missionários explicaram pra gente que Jesus era o único salvador e que Deus fez o céu e a terra. Primeiro não acreditamos muito, mas depois começamos a aceitar a Palavra e fomos nos batizando nas águas”, contou o pastor indígena Florêncio Felício, 55 anos, explicando como deixaram de crer que a natureza fosse um deus.

Felício é evangélico desde os 25 anos de idade, e lidera a única igreja evangélica da aldeia, construída por missionários nos anos 1990, e que resultou numa maior proximidade entre os aldeões. “Cada família tinha a própria aldeia, mas depois dos missionários passamos a viver mais próximos, como se fosse uma única família”, comenta o cacique Iaparrá.

“Aprendemos a falar português porque era a língua dos brancos e assim também poderíamos nos comunicar melhor com os missionários”, acrescenta o cacique, que lamenta a desfiguração cultural de seu povo: “Eu vi que a gente não deveria deixar a nossa cultura, mas já perdemos muitas coisas. Crianças que não sabem nem dançar, por exemplo”.

Essa perda cultural foi a responsável por afastar Fernando Iaparrá, 37 anos, da igreja. Ele diz que abandonou a porque as proibições mudaram as raízes: “Eu gosto de beber o caxixi. Mesmo não tendo mais na aldeia, sou contra essa proibição. Por isso decidi deixar”, afirmou, referindo-se à bebida fermentada produzida por índios a partir da mandioca.

Com a perda de parte dos costumes indígenas, a tribo adquiriu novos, como por exemplo, o gosto pela música gospel. A igreja da tribo tem uma banda chamada Missão Gideão, formada apenas por índios e que há 20 anos toca nos cultos da igreja. “Temos um material autoral que precisamos colocar em um CD. Mas por causa da dificuldade financeira e distância, ainda não conseguirmos viajar”, lamentou Sofonias Hipólito, 39 anos, um dos músicos. “Peço todo dia para Deus nos ajudar a sair da aldeia. Temos muitos hinos e queremos mostrar nosso trabalho”, concluiu.

Fonte: Gospel +

Missionários brasileiros são condenados à prisão no Senegal

jose-e-zeneideJosé Dilson Alves da Silva e Zeneide Novais podem pegar dois anos.

O pastor José Dilson Alves da Silva, ligado à Associação Presbiteriana de Missões e Zeneide Novais, que faz parte da Missão SERVOS, vivem um drama no Senegal desde novembro de 2012.

Dilson vive e trabalha na África há mais de 20 anos. Passou 15 deles em Guiné-Bissau onde fundou escolas com sua esposa e, através do Programa de Alimentação Mundial, da ONU, participou da construção de centros de nutrição, onde acolhiam crianças desnutridas e suas mães.

Mudou-se posteriormente para o vizinho Senegal. Na capital Dacar, José Dilson Alves da Silva e Zeneide Moreira Novais fundaram a Escola ABC e o Projeto Obadias, sendo financiados por uma ONG cristã. Além de educação, a escola oferece alimentação para crianças carentes.

Contudo, foram presos em novembro sob acusação de aliciar menores.  O pai de um dos alunos foi até a polícia reclamar que seu filho se recusou a recitar uma oração muçulmana e que estava exibindo comportamento cristão.  Os missionários foram acusados de desrespeitar o Islã e também de terem cometido os crimes de sequestro e tráfico de menores.

Ficaram cinco meses presos e foram soltos. Mesmo assim, o processo continuou. Na época, o senador Magno Malta, em companhia de outros parlamentares, foi até o Senegal tentar resolver o problema, mas não conseguiu interferir.

No último dia 20, José Dílson e Zeneide foram julgados durante aproximadamente 3 horas.  Mesmo com quatro advogados de defesa e falta de provas consistentes, a Promotoria conseguiu uma vitória preliminar, pedindo que eles cumpram dois anos de prisão, mais o pagamento de uma multa. A sentença final sairá em 17 de junho. Caso se confirme o resultado preliminar poderá gerar um grande problema para todos os missionários cristãos que trabalham no Senegal. Já existem campanhas de oração em prol dos dois sendo feitas por diferentes igrejas.

Fonte: Gospel Prime com informações de Portas Abertas

Perseguição religiosa aproxima e reaviva cristãos em países hostis ao Evangelho, diz Missão Portas Abertas

biblia_perseguicao-200x126A perseguição ao cristianismo em países do Oriente Médio está resultando num reavivamento entre os fiéis que vivem sob constante ameaça à vida por conta de sua crença no Cristo ressurreto. É o que diz um novo relatório da Missão Portas Abertas sobre a situação da Igreja Perseguida.

O relatório faz um comparativo com a situação atual dos cristãos que vivem atualmente no Irã, Egito e Palestina, e a história narrada pela Bíblia sobre o povo israelita, que foi cativo na Pérsia e Egito, além de ter sido submetido à ditadura do Império Romano nos tempos de Jesus.

No Egito, “a igreja cresce à medida que as ameaças se intensificam”, diz o documento da Portas Abertas. “Cristãos egípcios têm vivenciado crescente oposição e ameaça desde que a Primavera Árabe teve início. Para muitos deles, a incerteza política trouxe uma nova dependência de Deus – e as oportunidades para testemunhar de Cristo têm crescido apesar das dificuldades. De fato, nos últimos meses, houve múltiplos eventos de evangelização, com mais de 15 mil pessoas se comprometendo com Cristo!”, destaca o documento.

Já no Irã, os missionários destacam que “aqueles que se convertem ao cristianismo são considerados apóstatas, um crime que é punido com morte”, e acrescentam que “quase toda e qualquer atividade cristã é ilegal”. No entanto, isso não tem impedido que o Evangelho se espalhe: “Deus está trabalhando no Irã. Rafin e Nader, dois jovens cristãos convertidos do islamismo, são prova disso. E eles não estão sozinhos. ‘Muitos persas estão vindo para Cristo’, afirma Nader. ‘Muitos são jovens estudantes universitários e até mesmo alguns dos seus professores estão pedindo Bíblias!’”, relata a Missão Portas Abertas, reproduzindo depoimentos de jovens iranianos que se aproximaram o Evangelho.

Já em Israel, no território reclamado pelos palestinos, “muitos cristãos estão enfrentando perseguição por causa de sua fé”, porém, vivendo uma verdadeira revolução, os seguidores de Cristo têm protagonizado uma verdadeira revolução: “Apesar de tudo isso, a luz do evangelho está brilhando fortemente! Cristãos israelenses e palestinos têm encontrado a verdadeira união em Jesus”, informa o texto.

“Nos últimos meses, um grupo de adolescentes cristãos do Território Palestino e Israel têm feito exatamente isso, formando um grupo de dança para compartilhar o evangelho na região. ‘Sem Deus, nós não poderíamos fazer isso juntos’, explica o adolescente Achi-Noam, 16 anos, de Jerusalém. ‘Nós vamos contra a correnteza ao escolher não participar da disputa entre judeus e árabes’”, narra o relatório.

 “Juntamente com as dificuldades, vêm também as oportunidades de crescimento da igreja e de evangelização, expandido o Reino de Deus, onde a fé tem o mais alto preço. O apoio de parceiros engajados com a causa da Igreja Perseguida permite que a Portas Abertas envie colaboradores para continuar apoiando e fortalecendo a igreja. Suas orações e doações fazem a diferença. Obrigado por apoiar a Igreja a crescer nesses países!”, agradecem os missionários.

Fonte: Gospel +

 

 

 

Escolas cristãs no Paquistão conquistam apoio de muçulmanos por conta de trabalhos sociais relevantes

escolas-cristas-paquistao-200x150As escolas cristãs no Paquistão, país de maioria islâmica, tem se estabelecido e alcançado sucesso a partir do apoio dos líderes muçulmanos das regiões onde estão instaladas. O caso raro de cooperação entre cristãos e muçulmanos tem trazido benefícios sociais ao país.

A Murree Christian School, construída a 7 mil metros de altitude, na base das montanhas do Himalaia, é um dos exemplos. Instalada no local desde 1956 por missionários anglicanos, a escola recebe alunos de 4 a 12 anos de idade.

Há 12 anos, foi alvo de um ataque terrorista, quando no dia 6 de agosto de 2002, quatro homens armados invadiram o local e mataram seis paquistaneses. Hoje, a escola não aparenta marcas do ataque, e faz um trabalho importante para a sociedade: além de educar, serve de ponto de contato e equilíbrio entre cristãos e muçulmanos.

“Nós amamos e respeitamos nossos professores cristãos… E eles a nós. Nunca duvidei que a harmonia e a cooperação entre grupos religiosos eram possíveis. Não apenas possível, mas também completamente normal”, diz Akbar Ahmed, uma das maiores autoridades sobre o Islã, professor de uma universidade americana e ex-embaixador do Paquistão no Reino Unido.

Segundo o Christian Headlines, Ahmed contou que ele se formou numa escola cristã semelhante à Murree, e que estas instituições tem feito bem ao Paquistão: “Um dos meus companheiros de classe tornou-se presidente do país”, disse ele, acrescentando que outros colegas de classe se tornaram generais ou líderes influentes.

“Foi sempre um paradoxo. O Paquistão é essencialmente um país muçulmano. Noventa e oito por cento do país é muçulmano, e ainda assim, no meu tempo, as escolas mais populosas eram as escolas cristãs”, disse ele, citando seu caso como exemplo.

O benefício da influência das escolas cristãs no Paquistão vai além da educação, segundo o professor Robert Woodberry, sociólogo que leciona na Universidade Nacional de Cingapura: “As áreas onde missionários protestantes tiveram uma presença significativa no passado são, em média, mais desenvolvidas economicamente hoje, com melhor saúde, menor mortalidade infantil, menor corrupção, maior alfabetização, maior escolaridade (especialmente para as mulheres), e participação mais robusta em organizações não-governamentais”, contextualizou, acrescentando que “mesmo em locais onde houve poucas pessoas convertidas, [os missionários] tiveram um impacto econômico e político profundo”.

Fonte: Gospel +

Brasil, o País da Copa e o Celeiro de Missões é piada entre as Nações.


1965009_274462219345195_130900193_n-135x180A foto ao lado não representa um evento único. Eu mesma, como muitos outros brasileiros, cidadãos do bem e pagantes dos devidos impostos, enfrentei tal situação. Na velhice de meu pai, meus irmãos e eu carregamos nos braços o homem, outrora tão forte, em busca de socorro no serviço público de saúde. A agonia da espera e do caos só foi contornada por um milagre de Deus que ao tocar na vida de meu pai, o concedeu mais um tempo de vida. Depois de anos, ele faleceu junto à família, bem cuidado e dormindo, como que por Deus chamado à casa do Pai. Mas o trauma da visão daquele hospital com centenas de pessoas no corredor não saiu da minha cabeça. Foram 21 dias de espera e de muito medo.

Há tempo para todo o propósito debaixo do céu, já dizia o sábio escritor. E talvez o nosso tempo hoje seja o tempo de lamentar. Lamentar pelo que não fizemos para evitar tal situação em nosso país. Lamentar pelos projetos que por debaixo dos nossos narizes, foram aprovados. Lamentar, porque a sensação que tenho é que o Brasil não pertence ao seu povo. Talvez nunca pertenceu.

Sem sombra de dúvida o país da copa é o país do caos. Satirizado e ironizado entre as nações da terra, o Brasil tornou-se motivo de piada. Seja nos episódios dos Simpsons ou nos tabloides ingleses, o Brasil da Copa levanta questões e deixa muitas dúvidas. Se eu estivesse no lugar desses “gringos” nunca teria confiança para viajar e me tornar presa fácil dos milhares de predadores espalhados pelas ruas da nação. Estes parecem que estão apenas esperando a chegada das presas.

Já sabíamos que as forças armadas iriam ocupar ruas e favelas, há pouco tempo do início dos jogos. O que mais acontecerá? Feriados, transportes seletivos? Seja como for, nem a mídia e nem os políticos nos informarão a verdade. Afinal, a Copa não é para o povo. Basta olhar as estatísticas que mostram que esta será a Copa mais cara da história, em alguns casos triplicando os valores gastos das duas últimas.

Não podemos dizer que ninguém está ganhando, pois afinal, licitações bilionárias foram concedidas, preços foram superfaturados para as contas públicas e mais orçamento injetado nas “obras”. Quem não sai perdendo é a FIFA, claro, que além de receber os “lucros” da festa, exige seus padrões.

Mas não adianta chorar por isso

Assistindo uma das “opiniões” críticas da Irmã Sheherazade a respeito da copa me dei conta de que não adianta nada criticar. Surpreendemente, foi apenas depois dos inícios das obras que tantos defensores da verdade começaram a se agitar. E de que adianta isso? Em quantos reais essas críticas vão mudar a realidade da nação? Quais foram as soluções práticas que ela e outros ofereceram?

É tarde demais

Esperança nos políticos? Esperança nas próximas eleições? Voto consciente, mas consciente em quem? Tenho prá mim que vamos continuar votando errado. Vamos continuar sendo enganados e nos deixando ser enganados. Não sabemos votar direito nem nas eleições que acontecem dentro das nossas próprias igrejas. Elegemos os mais hereges como representantes do evenjelho, quanto mais escolher o cargo mais importante da nação?

Declarar o ano da restituição ajuda?

Sim, orar é nossa única esperança, pois Deus é a nossa única esperança. Mas até mesmo no Evangelho somos chamados a uma visão realista e participativa na Missão. Se nós como igreja não mudarmos, não haverá esperança para a nação. Declarações e fórmulas mágicas não farão diferença. Aliás tem uns 5 anos que estamos no Ano da Restituição. Não vi nenhuma mudança por conta disso. Não em nossa nação…..

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.” 
Por Raquel Elana
8af0fae80a810f23dd271bff856385eeRaquel Elana, missionária, formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto – uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

Fonte: Gospel +

 

Missão Portas Abertas organiza seminários para promover a reconciliação entre cristãos e muçulmanos e construir a paz

cross-and-crescent-200x132A Missão Portas Abertas tem ministrado seminários de conscientização sobre o islamismo a cristãos que vivem em países onde a perseguição religiosa é intensa.

A proposta é mudar a forma como cristãos e muçulmanos se relacionam, promovendo o respeito e tolerância entre adeptos das duas crenças.

“Em 2013, o treinamento alcançou 157 líderes de igreja, obreiros e fiéis em duas províncias temporárias da Indonésia. Os objetivos principais deste treinamento foram explicar as diferenças entre ensinos islâmicos e bíblicos, estimular uma maior interação entre cristãos e muçulmanos e incentivar o evangelismo para que, apesar da perseguição, os cristãos permaneçam fiéis ao seu chamado”, informa um comunicado no site da Missão.

O principal motivador para essa iniciativa é a forte ascensão do radicalismo islâmico em diversos países onde a religião é maioria. Na Indonésia, por exemplo, os cristãos que vivem em áreas rurais enfrentam restrições e oposição por parte das autoridades locais, o que tem levado a hostilidades de ambas as partes.

Outro exemplo é a Nigéria, onde o grupo extremista Boko Haram tem impetrado ataques terroristas constantes contra cristãos, e somente nos últimos meses, fiéis foram assassinados queimados vivos e vilas e templos cristãos foram destruídos.

De acordo com a Portas Abertas, onde o curso é ministrado, o conhecimento adquirido a respeito do islã aumenta a confiança dos cristãos para interagir com muçulmanos: “Depois do seminário, tenho estado mais em contato com muçulmanos. Agora que eu compreendo melhor os ensinamentos dos mulçumanos, posso começar uma conversa sobre um tema com o qual eles estejam familiarizados”, afirmou um dos participantes. “Sinto-me mais seguro e à vontade ao falar com eles. Eu não estava tão confiante antes do treinamento porque não entendia o mundo deles”, acrescentou outro aluno.

A iniciativa tem rendido frutos, de acordo com o comunicado da Missão Portas Abertas. O relato de outro participante do seminário mostra que os muçulmanos passaram a ser mais abertos à convivência pacífica com cristãos: “Temos estado mais ativos em reuniões comunitárias com os muçulmanos. Dessa forma, não somos vistos como arrogantes ou exclusivistas”, afirmou.

 “A aceitação da comunidade tem ajudado alguns cristãos a alcançar posições estratégicas e reverenciadas que são cruciais para a construção da paz”, conclui a Missão Portas Abertas.

Fonte: Gospel +

Jovem estudante enfrenta perseguição para se dedicar à evangelização no sudeste da Ásia

Missoes_jovem-200x126Em relato publicado pelo Ministério Portas Abertas, uma estudante de seminário de Mianmar, país do sudeste asiático, revelou como tem enfrentado as dificuldades e a perseguição para pregar o evangelho.

Moradora de um vilarejo onde moram 60 famílias, a jovem conta que apenas 6 dessas creem em Jesus. Em um país onde apenas 4% da população é cristã, a jovem, que teve o nome omitido por razões de segurança, quer iniciar um ministério para evangelizar no local.

Com a ajuda do Portas Abertas ela está estudando e espera se formar em março deste ano, podendo assim servir melhor à sua comunidade e divulgar o Evangelho.

– Estou sofrendo, mas continuarei orando e estudando a Bíblia; não vou parar. Não cessarei meus estudos e compartilharei o Evangelho. Em Cristo, posso todas as coisas – declara a jovem, que conta na carta divulgada pelo Portas Abertas como nasceu o desejo de servir como missionária.

– Há muito tempo atrás, algumas pessoas vieram para o nosso vilarejo para servir e pregar o Evangelho, mas elas perderam suas vidas por causa da perseguição. Quando isso aconteceu, os cristãos desapareceram. Agora, não há pastor, evangelista ou missionário trabalhando em minha comunidade – afirma a jovem.

– Vendo isso, pensei que, se eu não estudar e trabalhar entre meu povo, a obra de Deus entre eles poderá acabar – completou, ressaltando seu chamado missionário.

A jovem comentou ainda sobre a dificuldade enfrentada para pregar o Evangelho em sua região e afirma que chegou a pensar em desistir, mas que sua fé a impulsionou para continuar o trabalho missionário.

– Por diversas vezes, senti que deveria parar, deveria cessar meus estudos e meu compromisso em servir ao Senhor por causa do sofrimento que enfrentamos na comunidade. Mas, ao ponderar e dedicar um tempo à oração, Deus remexeu meu coração e eu percebi que estava seguindo os passos de Jesus, passando pela estrada do Calvário, o caminho da cruz – explica a seminarista.

Ela relatou ainda já ter sido atacada ao compartilhar a Palavra de Deus em um vilarejo em sua região, e afirma que se tornar um missionário em seu país é uma tarefa árdua, que demanda estar primeiro presente e atuante na comunidade, para só então falar sobre Cristo. Apesar das dificuldades, ela afirma estar firme em seu propósito de servir.

– Estou sofrendo, mas continuarei orando e estudando a Bíblia; não vou parar. Não cessarei meus estudos e compartilharei o Evangelho. Em Cristo, posso todas as coisas. – afirma a jovem, sem deixar de lado sua perseverança.

– Ainda sou jovem no ministério. Estou aprendendo no seminário, mas, durante as férias, sirvo no campo missionário e enfrento diversas dificuldades nessas regiões. Também sei que, quando estiver formada e comprometida em servir no campo missionário, mais dificuldades virão – completa.

Fonte: Gospel +

 

 

Foliões gospel preparam bloco carnavalesco para evangelizar em Salvador: “Estamos anunciando a volta de Cristo”

pelourinho-carnaval-200x133O carnaval de Salvador terá este ano, além dos trios elétricos de axé, a comemoração de 15 anos do bloco evangélico Sal da Terra, organizado pela Igreja Batista Missionária da Independência.

Os 500 foliões gospel percorrerão as ruas do Centro Histórico, no trecho conhecido como Circuito Batatinha, com abadá verde e amarelo e sob a liderança de Valdemiro, ex-membro do Olodum responsável por adaptar as músicas gospel ao ritmo do samba-reggae.

Os organizadores afirmam que a ideia de evangelizar no Pelourinho durante o carnaval pode parecer estranha, mas cumpre o propósito de levar a mensagem de Cristo em qualquer tempo e lugar: “Não somos do Carnaval, estamos no Carnaval com um propósito missionário. Estamos anunciando a volta de Cristo, levando esperança aos perdidos, provando que a verdadeira felicidade está em Jesus”, disse Gustavo Mercês, um dos assessores do bloco, em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia.

O tema do bloco esse ano será “Todos precisam saber e você precisa falar”, e será um tributo a Deus, com manifestações culturais diversas, como dança, robozão, apresentações infantis, capoiera, teatro, shows e outras atrações, que serão mostradas na Praça da Sé, apelidada pelos foliões gospel de “Praça da Fé”.

Fonte: Gospel +

Líder da Assembleia de Deus no Irã é libertado após cumprir pena de 1 ano de prisão por evangelizar

Davoud-Alijani-200x126Davoud Alijani, um líder da congregação da Assembleia de Deus em Ahwaz, Irã, foi liberado da prisão após ser mantido na cadeia por ter se convertido ao cristianismo e evangelizar, o que é considerado propaganda contra a república islâmica.

A prisão do líder cristão aconteceu em 23 de dezembro de 2011, quando autoridades policiais iranianas invadiram um culto e levaram presos todos os presentes na celebração. Após interrogatório, quase todos os fiéis foram liberados, com exceção d e Davoud Alijani, o pastor Farhad Sabokrouh, sua esposa Shahnaz Jayzan e um segundo líder da congregação, Naser Zamen-Dezfuli.

Em fevereiro de 2012 os quatro foram liberados temporariamente, sob a condição de não mais realizarem cultos ou evangelismo. O pastor Farhad foi proibido de visitar os irmãos na fé em Ahwaz, e terminou se mudando para Teerã.

Segundo a Missão Portas Abertas, em outubro do mesmo ano, os quatro foram condenados a um ano de prisão, e em maio de 2013 foram convocados à corte, onde foram presos para o cumprimento da pena.

O pastor Farhad e o outro líder, Naser Zamen-Dezfuli foram liberados da prisão no dia 04 de dezembro de 2013, quando estavam próximos de completar sua sentença. A esposa do pastor, Shahnaz foi liberada quase dois meses depois, no dia 28 de janeiro de 2014.

Agora, o último cristão preso na fatídica noite do dia 23 de dezembro de 2011, ganhou a liberdade, 20 dias antes do final de sua condenação.

Falando sobre o tempo na cadeia, Alijani conta que era constantemente incentivado a negar sua fé em Jesus Cristo, e que mesmo sem tortura física, a pressão psicológica é muito forte: “A angústia mental te afeta psicologicamente, mesmo que você não tenha sido torturado. Quando minha família veio me visitar, disseram que podiam ver a angústia escrita em meu rosto. Cada vez que ficava doente, eu ia à enfermaria da prisão, cuidada por detentos, e eles só me davam analgésicos. Os guardas tentavam me fazer negar minha fé regularmente”, testemunha.

Apesar da libertação dos líderes e mesmo com a documentação em ordem, a congregação já não se reúne mais para cultuar por temer a perseguição.

Fonte: Gospel +