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Marina diz que pediu a Deus que “perdesse as eleições ganhando” para não abrir mão de crenças

marina silvaA ex-senadora Marina Silva (PSB/Rede), terceira colocada nas eleições presidenciais este ano, afirmou no último domingo, 02 de novembro, que pediu a Deus que a mantivesse firme em seus princípios.

“Eu queria ganhar se fosse pra ganhar ganhando. Se fosse para perder, pedi para Deus para que perdesse ganhando”, afirmou Marina durante um culto em Brasília (DF), de acordo com informações do R7.

A frase da missionária assembleiana explica os pensamentos e posturas adotados por ela durante a campanha. Marina passou a encabeçar a chapa da coligação Unidos Pelo Brasil após a trágica morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto.

Assim que foi confirmada, Marina deu um salto nas pesquisas de intenção de voto, e nas simulações de segundo turno, chegou a estar à frente da então candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT).

Durante a campanha, Marina se recusou a responder os ataques recebidos por parte do PT, e mesmo tendo pouquíssimo tempo de televisão e rádio, usou o espaço para fazer propostas.

Dentre os ataques feitos à ela, estavam questionamentos sobre o fato de ser evangélica, e Marina destacou que defende o Estado laico, um conceito criado pela Reforma Protestante numa época em que a Igreja Católica interferia diretamente no Estado.

Citando referências bíblicas sobre a necessidade de manter separação da conduta cidadã das crenças espirituais, Marina também disse durante o culto do último domingo que se esforçou para não transformar púlpitos em palanques, e muito menos palanques em púlpitos.

No dia 05 de outubro, Marina recebeu mais de 22 milhões de votos, superando o próprio recorde obtido em 2010, quando havia se tornado a terceira colocada numa eleição presidencial mais bem votada na história do Brasil.

Se tivesse avançado ao segundo turno, Marina receberia o apoio de líderes evangélicos que ficaram ao lado do pastor Everaldo Pereira (PSC) no primeiro turno. O apoio desses líderes migrou para Aécio Neves (PSDB), assim como seu próprio apoio.

Fonte: Gospel +

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Aline Barros, Regis Danese e Flordelis anunciam apoio a Aécio Neves

aline-barrosCantores gravam vídeo de apoio ao candidato tucano.

Alguns cantores evangélicos resolveram se posicionar politicamente e pedir voto ao candidato Aécio Neves (PSDB). Em um vídeo divulgado nas redes sociais esses artistas confirmaram que irão votar no tucano e pedem voto aos eleitores que querem a mudança do Brasil.

O primeiro a aparecer no vídeo é o cantor André Valadão que participou, inclusive, da música de campanha do senador mineiro ao lado de outros representantes da música popular brasileira.

Nesse vídeo em específico, André Valadão inúmera as qualidades de Aécio e confirma que irá votar no candidato. “Aécio Neves foi criado e formado para ser o grande líder da nação brasileira. Eu falo de alguém que sabe administrar, que sabe coordenar, que tem uma função clara no aspecto econômico e acima de tudo respeita as diferenças”.

A cantora Aline Barros também se manifestou, ao lado de seu esposo, pastor Gilmar Santos, ela se comprometeu a orar pela vitória do tucano. “Conte com nosso apoio e conte principalmente com nossas orações e que você, Aécio, busque em Deus a sabedoria para governar o nosso país, governar essa nação que nós amamos tanto”, disse ela.

Já o seu esposo motivou o candidato a não desistir. “E Vitória, Aécio, é para quem não desiste, vitória é para quem crê em Jesus Cristo”.

A cantora Flordelis apoia Aécio Neves desde o primeiro turno, sendo a primeira representante do segmento evangélico a sinalizar esse apoio ao tucano enquanto muitas igrejas se dividiam entre o apoio à Marina Silva ou ao Pastor Everaldo.

“Eu voto em Aécio, ele esteve na nossa igreja no Ministério Flordelis e ele prometeu ser a favor da não legalização do aborto, do direito à vida e não legalização das drogas. Brasil, vamos dar a volta por cima com Aécio Neves 45″, disse.

O cantor Regis Danese, que no primeiro turno apoiou Marina Silva, também participou desse vídeo pedindo votos ao candidato mineiro. “Olá, eu sou mineiro e tenho acompanhado o trabalho do Aécio Neves. Ele vem de uma família política e é uma pessoa preparada para governar o meu e o seu Brasil. Você quer mudança? Faça como eu, vote em Aécio”.

Fonte: Gospel  Prime

Marina Silva fala em programa eleitoral de Aécio Neves

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

A candidata do PSB afirmou que o tucano está sendo vítima das mesmas mentiras lançadas contra ela e contra Eduardo Campos.

No programa eleitoral desta quarta-feira (22) o candidato Aécio Neves contou com a participação da candidata derrotada Marina Silva que falou ao povo brasileiro pedindo votos ao tucano.

Marina listou alguns pontos importantes para que os eleitores clamem por mudanças, tirando o poder do atual governo. Um desses pontos é a inflação que tem elevado o preço dos produtos básicos e impactado de forma negativa a vida dos brasileiros.

“Domingo é um dia muito importante, o dia que a gente pode mudar de verdade o Brasil, com o seu voto. E por que mudar? Estamos diante da volta da inflação que corrói o salário dos trabalhadores”, disse ela.

A ex-senadora também falou dos casos de corrupção envolvendo pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores e aliados, dinheiro desviado dos cofres públicos, juntados através de impostos que levam anualmente quase cinco meses de salário dos trabalhadores.

Os ataques pessoais, dos quais foi vítima, também foram citados por Marina Silva. A candidata do PSB afirmou que atacar é a forma de fazer política do PT, que prefere desqualificar seus concorrentes ao invés de debater projetos e soluções para o Brasil.

“Eduardo e eu fomos vítimas dessa estratégia destrutiva e agora a mesma coisa está acontecendo com o Aécio”, disse.

Pedindo que os eleitores se manifestem nas urnas, Marina pediu para que a população não se sinta intimidada com as mentiras publicadas contra o candidato tucano que assumiu compromissos importantes para beneficiar os brasileiros. “Não se deixe intimidar pelas acusações sem fundamento que a campanha da candidata Dilma vem fazendo a Aécio”.

Assista aqui

Fonte: Gospel Prime

Entre evangélicos, apenas Manoel Ferreira apoia Dilma; Aécio recebe apoio de Robson Rodovalho e Renê Terra Nova

Dilma-Rousseff-Aecio-Neves-BandCom a proximidade do fim da campanha eleitoral, os apoios políticos de lideranças evangélicas aos dois candidatos a presidente da República vão sendo definidos e o atual cenário é que apenas o bispo Manoel Ferreira, da Assembleia de Deus em Madureira, manifestou simpatia a Dilma Rousseff (PT).

Aécio Neves (PSDB) tem recebido apoio de líderes evangélicos desde a definição de que ele seria o adversário de Dilma no segundo turno. No último domingo, 12 de outubro, Marina Silva (PSB), terceira colocada nas eleições, manifestou seu apoio formal à candidatura do senador mineiro.

No primeiro turno, Marina se tornou favorita a receber os apoios dos evangélicos caso chegasse ao segundo turno. Como a ex-senadora foi vencida por Aécio nas urnas, os pastores Silas Malafaia, Marco Feliciano (PSC), Valnice Milhomens e Augustus Nicodemus Lopes manifestaram seus votos no tucano.

O pastor Everaldo Pereira (PSC), que disputou o primeiro turno e ficou em quinto lugar, também declarou seu apoio a Aécio Neves, juntamente com outros partidos que eram concorrentes antes.

Agora, outros líderes evangélicos têm manifestado seu apoio a Aécio, como o bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, e o apóstolo Renê Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração (MIR), segundo informações do jornal Estado de Minas.

Já Dilma Rousseff conta com o apoio declarado de Manoel Ferreira, e nos bastidores, comenta-se que o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, também seja favorável à reeleição da presidente.

No entanto, Macedo ainda não falou abertamente sobre seu voto e chegou a publicar um artigo escrito por uma colaboradora com severas críticas ao atual governo e orientando os fiéis a escolherem o voto com cautela, levando em consideração as propostas para o país.

Debate na Band

Ontem a Band realizou o primeiro debate do segundo turno, e os candidatos Dilma e Aécio estiveram frente a frente, com liberdade de escolha dos temas a serem discutidos.

O formato do programa permitia que Dilma e Aécio escolhessem os temas que queriam perguntar um ao outro, sem intervenção do mediador, o jornalista Ricardo Boechat.

A troca de farpas e críticas entre os dois foi intensa e houve momentos de tensão, porém o debate de ideias a serem implementadas nos próximos anos ficou prejudicado por conta dos ataques de ambos os lados.

A Band registrou média de 11 pontos de audiência no Ibope, contra 14 da Globo. De acordo com o jornalista Lauro Jardim, o número de espectadores do debate foi o dobro do registrado no primeiro turno.

Fonte: Gospel +

Apoiado por lideranças evangélicas, Aécio Neves não mostrará pastores na TV, diz jornalista

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

Tucano garante assumir segundo lugar isolado nas pesquisas de opinião em 20 dias (Foto: Dida Sampaio/AE)

 O candidato a presidente da República Aécio Neves (PSDB) decidiu que não usará a imagem de líderes religiosos em sua campanha. A postura do senador mineiro é oposta à do colega tucano José Serra, que em 2010 exibiu vídeos de pastores em sua campanha.

A estratégia do ex-governador de Minas Gerais é evitar que seja acusado de ceder a pressão de religiosos, e contar apenas com a propaganda negativa que estes líderes farão contra Dilma Rousseff (PT).

“O apoio das lideranças evangélicas será tratado por Aécio de modo diferente do que foi por José Serra. Em 2010, Serra usou algumas dessas lideranças em seu programa de TV. Aécio não fará isso. Acha que se os religiosos espalharem propaganda negativa de Dilma Rousseff para os seus fieis já estará de bom tamanho”, informou o jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja.

A postura do candidato tucano tem se mostrado eficiente, pois o pastor Silas Malafaia usou seu canal no YouTube para divulgar um vídeo com “cinco motivos para não votar em Dilma”, tecendo severas críticas à candidata à reeleição e sua política econômica, dentre outros pontos.

Aécio tem o apoio de diversas lideranças evangélicas, como os pastores assembleianos Marco Feliciano (PSC) e Everaldo Pereira (PSC); o apóstolo Valdemiro Santiago; a pastora Valnice Milhomens (que apoiou Marina Silva no primeiro turno); e o reverendo Augustus Nicodemus Lopes.

O respeitado teólogo presbiteriano recentemente declarou seu apoio ao tucano em sua página no Facebook: “De repente começo a ter esperança de que o governo do PT pode acabar mesmo. Como cristão, estou pronto a viver debaixo de qualquer tipo de governante, do imperador romano ao ditador ateu. Mas se houver a possibilidade de um governo menos corrupto e um Estado menos aparelhado, é nessa que eu vou”, escreveu Lopes.

Recentemente, Marina – que é missionária da Assembleia de Deus – também declarou seu apoio à Aécio Neves e afirmou que o país precisa de “mudança”.

Fonte: Gospel +

Dilma Rousseff prepara panfletos para atrair voto dos evangélicos pedindo oração

dilma-rousseffA candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) estaria preparando uma estratégia agressiva para conquistar o voto dos evangélicos no segundo turno e assim, conquistar mais um mandato à frente do Palácio do Planalto.

O movimento é uma tentativa de evitar que os votos desse setor da sociedade depositados em Marina Silva (PSB) no primeiro turno, migrem integralmente para Aécio Neves(PSDB), de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com informações da Agência Estado, um dos principais defensores da estratégia de aproximação com os evangélicos é Gilberto Carvalho (PT), ministro da Secretaria-Geral da Presidência e coordenador da campanha de Dilma.

A ideia de Carvalho é “reforçar a interlocução com o segmento”, indo além das alianças políticas com os líderes evangélicos, como nos casos dos bispos Edir Macedo e Manoel Ferreira, principais apoiadores do PT no meio.

Parte da ofensiva envolve a impressão de 2 milhões de panfletos com o título “Evangélicos com Dilma – Por que votamos em Dilma!”. O texto, acompanhado de uma foto da candidata à reeleição, pede oração pela presidente: “O Estado brasileiro é um Estado laico, mas o Brasil é uma nação que tem Deus como Senhor. Acredito naqueles que creem. Acredito no poder da oração. Não se esqueçam de orar por mim. Todos os dirigentes deste País dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também”.

Ovelha ou lobo?

Carvalho é conhecido no meio evangélico por defender a ideia de que o governo deveria “calar” as igrejas evangélicas. Em 2012, durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS), o ministro disse que era “preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes […] especialmente nas questões relativas a costumes”.

A declaração foi interpretada pelos líderes evangélicos como uma tentativa do Partido dos Trabalhadores de causar descrédito às doutrinas das igrejas sobre aborto e homossexualidade, além de tentar calar os pastores em assuntos ligados à política e sociedade.

O episódio causou um grande mal-estar no governo e levou Carvalho a se reunir com a bancada evangélica no Congresso Nacional para se desculpar pelas declarações.

Fonte: Gospel +

Com apoio de Marina Silva, Aécio dispara em pesquisa eleitoral e abre 17 pontos sobre Dilma

aecio_neves_dilmaO anúncio do apoio de Marina Silva (PSB) à candidatura de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições acompanhou a divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto Sensus e que mostra o tucano 17 pontos à frente da candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT).

A pesquisa foi encomendada pela revista IstoÉ e mostra o ex-governador de Minas Gerais com 58,8% das intenções de votos válidos, contra 41,2% da petista.

Todos os veículos de comunicação que publicaram a pesquisa encomendada pela IstoÉ destacaram que o levantamento foi realizado após a divulgação de áudios gravados pela Justiça em depoimentos dos dois principais personagens no escândalo de corrupção na Petrobrás.

A pesquisa, realizada entre os dias 07 e 10 de outubro, entrevistou dois mil eleitores em 136 cidades de 24 estados diferentes, mostra uma evolução do cenário mostrado pelo levantamento encomendado pela revista Época ao instituto Paraná Pesquisas logo após a definição do segundo turno, e que apontou Aécio com 54% das intenções de voto, contra 46% de Dilma.

O índice de rejeição da presidente Dilma Rousseff (PT) é bastante superior ao de Aécio Neves. 46,3% dos eleitores ouvidos pelo Instituto Sensus disseram que não votariam na petista de forma alguma, enquanto 29,2% disseram rejeitar votar em Aécio em qualquer hipótese.

No primeiro turno, o Instituto Sensus foi o primeiro a registrar em suas pesquisas a mudança do eleitorado em relação às intenções de voto em Marina Silva (PSB) e a indicar a tendência de que Aécio passaria ao segundo turno.

Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, uma pesquisa fechada encomendada pela campanha de Dilma Rousseff (PT) identificou que 28% dos eleitores de Marina Silva que ficaram indecisos no segundo turno votariam em Aécio caso a ex-senadora o apoiasse formalmente, o que se confirmou no último domingo, 12 de outubro.

Petrolão

Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff afirmaram, em depoimentos separados, que algumas secretarias da Petrobrás eram dirigidas por pessoas indicadas pelos partidos PT, PP e PMDB, e percentuais dos contratos fechados por essas secretarias eram destinados aos “caixas 2” dessas legendas.

Para que o dinheiro chegasse aos destinatários, os contratos eram fechados com valores superfaturados, e assim, as empresas contratadas recebiam os valores excedentes e entregavam aos políticos corruptos. A mecânica de corrupção usada no esquema é bastante parecido com o caso do mensalão.

Fonte: Gospel +

Aécio Neves agradece apoio de Marina e afirma: “Agora somos um só corpo pela mudança”

aecio-neves1O candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) comemorou o anúncio oficial de Marina Silva (PSB) em apoio à sua candidatura no segundo turno das eleições presidenciais, e afirmou que agora representa a vontade de mudança dos brasileiros.

“Hoje é um dia glorioso para a nossa campanha. Recebo com muita honra e responsabilidade o apoio de Marina Silva. A partir de agora somos um só corpo, um só projeto”, disse o candidato, antes de acrescentar que sua candidatura “não é de um só partido ou de uma só aliança, mas de todos aqueles que desejam mudança e a volta da decência na política brasileira”.

As declarações foram feitas em Aparecida do Norte (SP), após Marina anunciar seu apoio a ele. A visita de Aécio à cidade do interior de São Paulo aconteceu por conta das comemorações do dia de Aparecida, padroeira dos católicos no Brasil.

Aécio Neves disse que já sabia da decisão de Marina desde o dia anterior, quando conversou com ela por telefone, mas respeitou o tempo da ex-senadora e deixou para ela fazer a revelação de sua escolha. “Apenas não cabia a mim, é claro, fazer essa revelação. Marina tem seu tempo, que nós respeitamos e agradecemos”.

O ex-governador de Minas Gerais disse que não pedirá a Marina que suba em seu palanque na reta final do segundo turno: “Já é motivo de muita alegria seu apoio público. Não é hora de fazer mais exigências e mais pedidos”.

O candidato tucano ao Planalto destacou ainda que Marina aceitou apoiá-lo, mas não pediu cargos em troca, hábito cultivado pelo atual governo petista. As exigências da ex-senadora foram no âmbito do programa de governo, com compromissos que Aécio Neves assumiu, como por exemplo, implantar a escola em tempo integral e ampliar a reforma agrária, entre outros.

Em São Paulo, a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) minimizou a importância do apoio de Marina Silva a Aécio: “Não acredito que haja uma transferência automática [de votos] pra ninguém”, afirmou sem levar em consideração as pesquisas eleitorais realizadas para o segundo turno e que, até agora, mostram que a maioria dos eleitores de Marina migraram para Aécio.

Fonte: Gospel +

Marina Silva anuncia seu apoio formal à candidatura de Aécio Neves à presidência

Aécio-com-Marina-_-Foto-George-GianniA ex-senadora Marina Silva (PSB), terceira colocada na eleição presidencial deste ano, anunciou seu apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB) na disputa contra a reeleição de Dilma Rousseff (PT).

O anúncio oficial foi realizado na tarde de ontem, 12 de outubro, uma semana depois da eleição do dia 05 de outubro. Marina Silva seguiu o caminho do PSB e de outros partidos da coligação Unidos pelo Brasil, que ela encabeçou após a morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto.

A missionária assembleiana havia condicionado seu apoio a Aécio Neves à adoção, pelo tucano, de compromissos relativos às propostas que ela havia feito em sua candidatura, como a educação em tempo integral, reforma política com o fim da reeleição, aceleração da reforma agrária, manutenção dos direitos dos trabalhadores e a adoção de uma política “progressista” na preservação ambiental.

Aécio Neves assumiu os compromissos que Marina solicitou e dessa forma, a ex-senadora publicou uma carta, lida por ela numa entrevista coletiva em São Paulo. “É com esse sentimento que, tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves,  declaro meu voto e meu apoio neste segundo turno […] Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos,  dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido”, afirmou.

De acordo com o G1, o anúncio do apoio de Marina só foi realizado porque Aécio encaminhou um documento à Rede Sustentabilidade (partido que Marina Silva trabalha para fundar) assumindo os compromissos listados acima. A partir desse ponto, a Rede aprovou a postura do ex-governador de Minas Gerais e abriu caminho para que a ex-senadora se posicionasse individualmente.

A adesão de Marina Silva à campanha de Aécio Neves também foi comemorada por Beto Albuquerque (PSB), candidato a vice na chapa da ex-senadora. “Esse documento [enviado por Aécio à Rede] responde às contribuições que o PSB, a Rede, eu, Marina e todos nós encaminhamos”, comentou o gaúcho.

Fonte: Gospel +

Desempenho de evangélicos nas urnas mostra que fiéis deixam fé de lado na hora do voto, diz analista

urna-eletronica-mao-460x311O balanço das eleições deste ano sob o ponto de vista evangélico é de que os fiéis não se apegaram tanto à questão religiosa na hora de escolher o voto, contribuindo assim para a tese de que a fé não decide uma eleição.

Um levantamento realizado pelo jornal Valor apontou que nos 60 municípios com maior número de fiéis pentecostais no Brasil, a votação no primeiro turno foi muito semelhante aos votos apurados no restante do país.

Na lista de municípios com maior presença de evangélicos pentecostais, Dilma Rousseff (PT) teve 46,6% dos votos, um pouco acima da média recebida pela presidente quando considerado todo o país.

Já seus opositores, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), tiveram, respectivamente, 29,8% e 21,7%. No caso do tucano, aproximadamente 4 pontos percentuais a menos do que recebeu das urnas como um todo.

“Entre a religião e o bolso, o bolso falou mais alto na hora do voto”, disse o cientista político César Romero Jacob, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Para Jacob, os fiéis optaram por garantir que os programas sociais continuem como estão e se dividiram no voto aos evangélicos Marina Silva e pastor Everaldo Pereira (PSC).

Bancada mais magra

A mesma constatação serve para avaliar o encolhimento da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, que sairá da casa dos 70 deputados, para um número inferior.

No levantamento feito pelo Gospel+ a partir dos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a bancada será composta por 57 deputados. No entanto, outros portais de notícias cristãs apontam para 63 integrantes, o que ainda assim, formaria um número inferior ao atual.

Há, porém, a possibilidade de crescimento desta bancada durante a próxima legislatura. Essa hipótese foi levantada pelo analista político Antônio Augusto Queiroz em entrevista ao DCI: “A bancada evangélica vai ficar um pouquinho maior, mas com uma diferença: nomes de maior peso dentro das igrejas para melhor coordenar e articular os interesses desse segmento junto ao Congresso Nacional”, aposta.

Fonte: Gospel +

Marina Silva deverá anunciar apoio à candidatura de Aécio Neves contra Dilma Rousseff

rede-maria-silva-transparencia-politicaA ex-senadora Marina Silva (PSB), terceira colocada nas eleições presidenciais deste ano, deverá anunciar seu apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) contra Dilma Rousseff (PT) na próxima quinta-feira (09).

Para anunciar sua posição pessoal, Marina está aguardando a definição do partido que a abrigou nestas eleições, o PSB, porém já deixou claro que se não houver consenso entre os líderes da sigla, ela anunciará seu apoio individual.

Para que Aécio conquistasse o apoio de Marina, a ex-senadora cobrou do candidato que ele assumisse um compromisso com a realização da reforma política, com o fim da reeleição, a educação em tempo integral e a sustentabilidade. Todos estes itens estão entre as diretrizes que Aécio listou em um documento publicado no começo da campanha eleitoral.

“A avaliação é que não dá para ter mais quatro anos desse governo. Isso é ponto pacífico. O nosso compromisso é com o movimento de mudança”, disse João Paulo Capobianco, um dos assessores de Marina.

A consolidação da aliança está sendo arquitetada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que durante a campanha no primeiro turno, já dava declarações dizendo que entre Marina e Aécio deveria existir uma parceria no segundo turno contra o PT, independentemente de quem fosse promovido ao segundo turno.

O cenário estabelecido no primeiro turno, com o “marketing selvagem” da campanha de Dilma Rousseff contra Marina, estabeleceu uma posição prévia: a ex-senadora não apoiaria a candidatura petista em hipótese alguma. No último domingo, após a definição de que estava fora do segundo turno, Marina discursou em São Paulo e afirmou que estava comprometida com a “mudança”.

A família do falecido Eduardo Campos, falecido no último dia 13 de agosto, deverá anunciar seu apoio a Aécio Neves. O irmão do ex-governador, Antônio Campos, afirmou que seu voto pessoal será dado ao tucano. A viúva e os filhos de Eduardo ainda não se pronunciaram a respeito.

Fonte: Gospel +

“Derretimento” de Marina Silva começou nos tweets do pastor Silas Malafaia, dizem analistas

marina-silva5A derrota de Marina Silva (PSB), que ficou fora do segundo turno das eleições presidenciais após uma queda vertiginosa nas pesquisas de intenção de voto nas últimas semanas que antecederam o pleito, foi analisada pela imprensa, que apontou os fatores principais do declínio.

“Marina desabou na pior hora: quando as chances de recuperação são mínimas, dado o limite do tempo. É como levar um gol no finalzinho do jogo”, opinou o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo.

Nogueira entende que o começo da derrocada de Marina Silva aconteceu justamente através do Twitter do pastor Silas Malafaia contra o casamento gay e a adoção de crianças por casais homoafetivos, itens previstos numa versão supostamente não revisada do programa de governo de Marina.

“Longe do plano divino, Marina começou a cair quando piscou diante de quatro tuítes de Malafaia. Malafaia manifestou revolta contra os termos do programa de Marina em relação à comunidade LGBT. Ameaçou tirar o apoio. Rapidamente, com uma explicação que não convenceu ninguém, o programa de Marina foi alterado para agradar Malafaia. Foi um gesto fatal. Ali Marina mostrou um traço de personalidade que seria explorado com sucesso tanto por Dilma quanto por Aécio: a instabilidade, a hesitação, a dificuldade em lidar com pressão. O eleitor percebeu”, escreveu Nogueira.

O desgaste da campanha, que faz o candidato percorrer o país diversas vezes em longos voos, também afetaram Marina Silva, tirando-lhe o gás necessário, segundo o jornalista: “Nos dois últimos debates, Marina estava claramente exaurida mental e fisicamente. Parecia torcer que para que tudo acabasse o mais rápido possível”.

BBC publicou a análise da jornalista Ruth Costas, que dentre outros fatores, apontou o pouco tempo na TV, a imagem frágil da candidata e os ataques dos adversários como pontos principais da derrota.

“No primeiro turno, a candidata teve dois minutos, Aécio, quatro e Dilma, 11 […] Os esforços do PT e PSDB para pintar a candidata como uma líder política frágil, incapaz de lidar com as dificuldades e críticas enfrentadas por quem está no poder, também parecem ter surtido efeito. Contribuiu para reforçar essa imagem o fato de Marina ter chorado ao comentar sobre as críticas do ex-presidente Lula a uma repórter do jornal Folha de S. Paulo”, escreveu Costas.

Fonte: Gospel +

Pastor Silas Malafaia diz que “soberba” de Marina Silva a tirou do segundo turno

silas-malafaia-israel-palestina1O pastor Silas Malafaia afirmou que a derrota de Marina Silva (PSB) pode ser atribuída a uma suposta “soberba” da candidata, que teria esnobado a coligação de seu partido com o PSDB em São Paulo na chapa que reelegeu em primeiro turno o governador Geraldo Alckmin.

“Marina vai pagar pela soberba”, disse Malafaia ao chegar para votar na zona norte do Rio de Janeiro no último domingo. O pastor disse ainda que a opção de Marina em não dividir palanques com Alckmin a fez perder muitos votos no estado de São Paulo, o que poderia tê-la levado ao segundo turno.

“[Marina] cometeu uma afronta à inteligência humana”, disse o pastor, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. “A chance da Marina seria ela ter uma votação excepcional dos evangélicos, que representam entre 25% e 27% dos eleitores. Mas, pelo jeito, esse voto foi diluído entre os três principais candidatos”, comentou o pastor.

Malafaia reafirmou que votou no pastor Everaldo Pereira (PSC) e que acreditava nas ideias do colega: “Somos amigos há 30 anos. Ele tem limitações ao se expressar, mas é muito bom”, comentou, antes de reafirmar que seu voto será anti-Dilma no segundo turno: “Podia ser até o Levy Fidelix contra a Dilma que eu votaria nele. A alternância de poder é salutar para o processo democrático”.

Segundo o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), “os evangélicos estão agora antenados muito mais do que em todos os processos anteriores”, e por isso, há chances reais de que a maioria dos votos desse setor da sociedade sejam contra a reeleição da presidente petista, que assumiu compromissos com os líderes evangélicos há quatro anos em questões como aborto e casamento gay, mas não os cumpriu. O segundo turno das eleições presidenciais acontece no próximo dia 26 de outubro, daqui a 20 dias.

Fonte: Gospel +

Eleições 2014: confira o desempenho dos principais candidatos evangélicos

eleicoes-2014O desempenho dos candidatos evangélicos nas eleições deste ano ficou marcado por reeleições estrondosas, como a do pastor Marco Feliciano, e derrotas significativas, como as de Marcelo Aguiar e do ex-boxeador Popó.

O pastor Marco Feliciano (PSC) foi quarto candidato mais votado, com 398 mil votos, 186 mil votos a mais do que em 2010, quando recebeu 212 mil. Alvo de muitas críticas por parte dos ativistas gays, Feliciano conseguiu projeção nacional defendendo o direito de se manifestar contra a homossexualidade e as tentativas da militância LGBT de impor uma “mordaça” aos cristãos através do polêmico PLC 122.

Em São Paulo, outros nomes de expressão no meio evangélico que se candidataram tiveram sucesso em suas tentativas de se manter como deputados federais.

O pastor Paulo Freire (PR), filho do pastor José Wellington Bezerra da Costa, foi reeleito com mais de 111 mil votos. Outro pastor reeleito foi Roberto de Lucena (PV), da Igreja O Brasil Para Cristo, com pouco mais de 67 mil votos, assim como a jovem Bruna Furlan (PSDB), ligada à Congregação Crista no Brasil, que teve 178 mil votos, mais de 70 mil a menos do que em 2010, quando teve em torno de 250 mil. Já o missionário José Olímpio (PP), apoiado pelo apóstolo Valdemiro Santiago, foi reeleito com mais de 154 mil votos.

O assembleiano Gilberto Nascimento (PSC) teve 120 mil votos, e volta a ocupar um cargo na Câmara dos Deputados após seis anos. Uma aposta do PSC para conquistar votos era o cirurgião plástico doutor Robert Rey, conhecido como Dr. Hollywood. Ele recebeu 21,3 mil votos e não foi eleito.

No Rio de Janeiro, os candidatos evangélicos Clarissa Garotinho (PR), Eduardo Cunha (PMDB), Arolde de Oliveira (PSD), Benedita da Silva (PT), Marcos Soares (PR), apóstolo Ezequiel Teixeira (SD) foram eleitos para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados nos próximos quatro anos.

O deputado federal João Campos (PSDB-GO), foi reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados. Campos ficou conhecido por ser o autor do projeto de lei que pretendia derrubar um artigo do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de prestarem atendimento a homossexuais que os procurem pedindo orientação para abandonar a prática. O projeto foi apelidado de “cura gay” pela mídia, e arquivado posteriormente.

O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), que optou por não concorrer à reeleição e tentar um mandato à frente do governo do Rio de Janeiro, liderou boa parte das pesquisas no estado, mas na reta final, perdeu espaço e acabou fora do segundo turno das eleições, cedendo lugar ao atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e ao bispo Marcelo Crivella (PRB), senador licenciado.

A filha de Garotinho, Clarissa, conquistou 335 mil votos e ficou atrás apenas do polêmico Jair Bolsonaro (PP), aliado da bancada evangélica e detentor de 464 mil votos. Bolsonaro terá a companhia do filho, Eduardo, na Câmara dos Deputados, pois ele foi eleito para seu primeiro mandato como deputado federal por São Paulo, com mais de 82 mil votos.

Outro integrante da bancada evangélica que não foi reeleito é o cantor Marcelo Aguiar (DEM), pastor da Igreja Renascer que teve 65 mil votos mas não alcançou um índice suficiente para voltar à Câmara. A psicóloga cristã Marisa Lobo (PSC-PR) obteve 14,9 mil votos e não conseguiu ser eleita deputada federal por seu estado.

No Distrito Federal (DF), o advogado e pregador assembleiano Matheus Sathler (PSDB), autor da proposta de criação do “kit macho” como forma forma de “prevenir o homossexualismo”, não foi eleito deputado federal. Sathler obteve apenas 1.415 votos, ficando na 66ª posição. O parlamentar eleito com a menor votação no DF foi Laerte Bessa (PR), com 32,8 mil votos.

Marina Silva

A candidata do PSB à presidência novamente ficou em terceiro lugar nas eleições, quebrando seu próprio recorde de votos obtido em 2010, quando havia sido a terceira colocada mais bem votada da história do país. Desta vez, Marina obteve 22,1 milhões de votos (21,3% do total de votos válidos), superando os 19,6 milhões de votos recebidos há quatro anos.

Marina assumiu a cabeça de chapa da coligação Unidos Pelo Brasil após a morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto. Como era candidata a vice, a indicação de Marina pelo PSB foi vista como natural pelos analistas políticos, levando em consideração seu histórico político e seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto no primeiro semestre deste ano.

Após a indicação, Marina subiu nas pesquisas e chegou a obter, numa simulação de segundo turno, 10 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT), marcando 50% das intenções de voto, contra 40% da presidente que tenta a reeleição. Com pouco tempo de TV e alvo de um “marketing selvagem” do PT contra sua candidatura, Marina aos poucos foi caindo nas intenções de voto e terminou fora do segundo turno, cedendo lugar a Aécio Neves.

Pastor Everaldo

O candidato do PSC à presidência, apoiado por líderes evangélicos como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano, além do senador Magno Malta (PR-ES), chegou a atingir 4% das intenções de voto nas pesquisas no começo da campanha.

No entanto, a ascensão de Marina Silva à disputa levou boa parte do eleitorado evangélico a optar por votar na missionária assembleiana, que demonstrava ter mais chances de vencer o pleito. Ao final da apuração, Everaldo Dias Pereira teve pouco mais de 780 mil votos em todo o país, somando 0,75% dos votos válidos, e ficando atrás inclusive da candidata Luciana Genro (PSOL-RS), que somou 1,6 milhão de votos, 1,55% do total.

Fonte: Gospel +

Se Marina Silva for eleita, será a terceira vez que o Brasil terá um evangélico na presidência; Confira

marina-silva-2014Se Marina Silva (PSB) vencer as eleições presidenciais no segundo turno, ela será a primeira mulher negra a governar o Brasil, mas não será a primeira vez que um evangélico chega ao cargo.

No século passado, outros dois presidentes de confissão protestante governaram o país em períodos distintos, antes da atual fase de democracia.

João Fernandes Campos Café Filho, advogado, membro da Primeira Igreja Presbiteriana de Natal (RN), foi presidente do Brasil por pouco mais de um ano. Café Filho, como era popularmente conhecido, era filiado ao Partido Social Progressista (PSP) e tomou posse no dia 24 de agosto de 1954, substituindo Getúlio Vargas, e foi deposto em 08 de novembro de 1955.

Após a deposição, Café Filho foi sucedido interinamente por Nereu Ramos, que ocupou o cargo até a posse de Juscelino Kubitschek.

O segundo evangélico na presidência do Brasil foi Ernesto Beckmann Geisel, militar, membro da Igreja Luterana, filiado ao partido Aliança Renovadora Nacional (Arena) e alçado ao poder pela ditadura militar.

O mandato de Geisel , que durou de 15 de março de 1974 a 15 de março de 1979, foi marcado pela sanção da Lei do Divórcio, e uma mudança na conduta do governo proporcionou uma pequena diminuição da censura, além de um pequeno aumento no diálogo político, o que culminou anos depois com a redemocratização do país.

Fase da nova democracia

A saída de Geisel da presidência aconteceu após a eleição de João Figueiredo, do Partido Democrático Social (PDS), que governou o país até 1985, quando Tancredo Neves, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) foi eleito.

Antes de sua posse, Tancredo – que era avô de Aécio Neves (PSDB), atual candidato tucano à presidência – faleceu, o que levou seu vice, José Sarney (PMDB) ao cargo entre 15 de março de 1985 a 15 de março de 1990.

Sarney foi substituído por Fernando Collor, que era filiado ao Partido da Reconstrução Nacional (PRN) e foi o primeiro presidente brasileiro eleito por voto direto do povo, derrotando Luís Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas e tendo ocupado o cargo entre 15 de março de 1990 e 29 de dezembro de 1992, quando foi deposto por processo de impeachment.

Collor foi substituído pelo vice, Itamar Franco (PRN), que ocupou o cargo durante o restante do mandato e nomeou Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda, permitindo a implantação do Plano Real e o controle da inflação.

Fernando Henrique (PSDB) tomou posse no dia 1º de janeiro de 1995, foi reeleito quatro anos depois e governou o país até 1º de janeiro de 2003, quando transmitiu o cargo para Lula, que se manteve na presidência até 1º de janeiro de 2011, para dar posse a Dilma Rousseff (PT), primeira presidente mulher da história do Brasil.

Fonte: Gospel +

Pastor Everaldo repudia declarações de Levy Fidelix sobre casamento gay: “Desrespeito”

pastor-everaldo-pereiraAs declarações do candidato do PRTB à presidência da República Levy Fidelix sobre a homossexualidade e o casamento gay foram repudiadas pelo pastor Everaldo Pereira (PSC), também concorrente ao Palácio do Planalto.

Embora as declarações feitas por Fidelix durante o debate presidencial da TV Record tenham sido aplaudidas pelo pastor Silas Malafaia, um de seus apoiadores, Everaldo classificou a fala de Fidelix como desrespeitosa.

“Opiniões divergentes devem ser encaradas com naturalidade, mas sem desrespeito!”, disse o pastor Everaldo ao jornal O Estado de S. Paulo.

Fidelix causou polêmica ao responder a Luciana Genro (PSOL) que “nunca viu dois iguais fazerem filho” e que o “aparelho excretor não reproduz”.

Genro é apoiada pelo ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL), e é defensora ferrenha das reivindicações dos ativistas gays, postura oposta à de Fidelix e do pastor Everaldo, que mantém seu pensamento contrário à homossexualidade.

O candidato do PSC inclusive afirmou que os candidatos devem ser mais específicos sobre o que pensam e propõe nas questões reivindicadas pelos ativistas gays. “Isso deve ser cobrado por toda a opinião pública”, afirmou.

Casamento gay

As questões colocadas à mesa de discussão pela militância homossexual nestas eleições já causaram polêmicas anteriormente.

A coligação “Unidos Pelo Brasil”, encabeçada por Marina Silva (PSB), divulgou seu programa de governo e no quesito LGBT, um equívoco da equipe de revisão levou à publicação de propostas amplamente favoráveis aos ativistas.

Posteriormente, Marina Silva ordenou a revisão do texto, suprimindo o apoio ao casamento gay e à adoção de crianças por casais homossexuais.

A errata da coligação foi vista pelos ativistas como um recuo de Marina frente aos protestos do pastor Silas Malafaia no Twitter. Questionada, Marina negou que fosse influenciada pelo pastor: “Nem leio os tweets dele”, rebateu.

Fonte: Gospel +

“Eu peço a Deus que Lula ajude o PT a sair dessa lógica dos aloprados”, diz Marina Silva

lula2A candidata Marina Silva (PSB) fez um balanço de sua campanha pela presidência da República, iniciados há 42 dias, após a morte do ex-governador pernambucano Eduardo Campos.

Marina afirmou que ficou “estarrecida” com a estratégia de “marketing selvagem” usado pelo PT para rebater seu crescimento inicial nas pesquisas de intenção de voto, e afirmou que não esperava que o ex-presidente Lula agisse de forma tão agressiva contra ela.

A ex-senadora ex-ministra do governo Lula disse que foi surpreendida pelos pesados ataques feitos pela campanha de Dilma Rousseff (PT).

“Isso me chocou um pouco. Acho que ninguém esperava esse marketing selvagem, que não tem nenhuma mediação dos valores e da ética. Todo mundo ficou um pouco assustado. A gente já viu isso no passado. O Collor ganhou uma eleição dizendo aberrações contra o Lula. Nos rincões do Brasil o que faziam circular era que o Lula tiraria um quarto de quem tinha dois, uma galinha de quem tinha duas, que ele iria confiscar as Bíblias de quem acreditava em Deus. Agora está acontecendo algo parecido, mas com sinal inverso. Dizem que se eu for eleita todo mundo vai ser obrigado a seguir a minha fé, o que contradiz toda a minha história como cristã. E depois dizem que eu vou acabar com o Bolsa Família, com o pré-sal, com a transposição do rio São Francisco – até com o direito a férias e ao décimo terceiro. Falam como seu eu fosse uma exterminadora do futuro. É uma nuvem de fumaça para impedir que as pessoas percebam que é o nosso presente que está sendo ameaçado com a volta da inflação, com os juros altos, com a corrupção”, comentou Marina em entrevista à revista Veja.

Para Marina Silva, os argumentos usados pelo PT contra sua campanha zombam da inteligência do cidadão brasileiro: “O que me deixa mais estarrecida é que esse tipo de marketing não desqualifica apenas a mim, ele também desqualifica a nossa história coletiva, aquilo que a sociedade brasileira conquistou e institucionalizou nas últimas décadas. O Brasil não é uma república de papel. Nós temos instituições que foram conquistadas a duras penas. Quando você diz que tudo isso pode ser retirado da mesa num passe de mágica, está fazendo pouco de todos nós. É difícil lutar contra essas coisas quando o adversário tem tantos recursos para fazer campanha. Mas eu me apego a duas coisas. Primeiro, conto com o discernimento da sociedade. Depois, me apego ao exemplo de pessoas muito maiores que eu. Os algozes de Nelson Mandela o puseram numa cadeia por mais de 25 anos. Hoje, todo mundo sabem quem era Mandela, e o nome de quem o oprimiu é que leva uma mancha. Martin Luther King era Martin Luther King, Gandhi era Gandhi. Eu tento me inspirar nessas pessoas”, disse.

Sem negar a frustração com Lula, Marina disse que espera que o ex-presidente assuma uma postura de estadista, e coloque o Partido dos Trabalhadores de volta aos trilhos: “Eu peço a Deus que Lula ajude o PT a sair dessa lógica dos aloprados […] O Lula não pode ser tragado pelo PT pragmático. O PT das origens não pode permitir que esse PT pragmático trague o Lula”.

Por fim, Marina disse que sua proposta de “nova política” se baseia no que a própria sociedade está fazendo na prática, em repúdio ao atual modelo de governança: “Nós temos de entender que há algo de sério acontecendo no Brasil. A sociedade brasileira avançou muito mais que os partidos, que as lideranças. A sociedade está à frente. Por vinte anos as pessoas esperaram que a política mudasse. Agora, ela resolveu mudar os políticos. Mas o novo sempre se estabelece em cima de algo que já existia. As sociedades avançam quando são capazes de institucionalizar suas conquistas. Quando tudo é fulanizado, partidarizado, não se vai a lugar nenhum. O Lula fez um gesto, manteve o Plano Real, o principal legado do governo FHC. Quem vier agora tem de manter o legado da inclusão social, mas também abordar o novo desafio, que é o de recuperar a credibilidade para as instituições políticas. E para isso é mais fácil conversar com Lula e Fernando Henrique, por suas histórias, do que com Sarney e outros que incorporam e sustentam as velhas práticas”.

Fonte: Gospel +