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Daniela Mercury usa fantasia de bruxa para fazer apologia ao aborto no Carnaval: “O corpo é meu”

daniela-mercury-carnaval-2015-abortoA cantora Daniela Mercury adotou de vez sua faceta polêmica e voltou a fazer apologia à legalização do aborto durante sua apresentação no carnaval de Salvador (BA).

Com uma fantasia macabra que mesclava o visual das bruxas de contos infantis com referências às estórias de ficção sobre zumbis, Daniela Mercury saiu de dentro de um caixão para fazer sua performance.

Cercada por dançarinos vestidos como caveira, a cantora interpretou sua nova música, “Rainha Má”, com uma performance que deixou perplexos muitos dos foliões, de acordo com informações do G1.

Ao passar em frente aos camarotes, Daniela fez sua apologia à legalização do aborto de forma silenciosa. Os dançarinos que a acompanhavam levantaram cartazes com mensagens a favor da liberdade de interrupção da gravidez: “O corpo é meu”, “Me respeite”, “Eu não aceito ser estuprada” e “Descriminalização do aborto”.

A cantora baiana assumiu uma relação homossexual a pouco mais de um ano, com a jornalista Malu Verçosa, e ao mesmo tempo, protagonizou um bate-boca público com o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), a quem acusou de ser “incapaz de amar” por conta de suas posturas contra o casamento gay e a legalização do aborto.

“Ele mostra preconceito contra os negros. O que é isso? Mais de 50% desse país é negro. Vá pra ‘pqp’. Se tem algum diabo aqui, é ele”, esbravejou a cantora durante uma apresentação no Rio de Janeiro.

Em um dos episódios de maior excesso da cantora, Daniela afirmou que “quem precisa de pastores são as ovelhas” e disse que os programas evangélicos na TV são ilegais.

“Porque os seres humanos inventam tantas separações para seres iguais? Porque buscam maneiras de se valorizar mais que os outros? Quem precisa de pastores são ovelhas. Mais professores e educação para o convívio em sociedade. A gente está precisando se responsabilizar pela vida na terra, reza-se muito e se faz pouco pela paz aqui. Deus não quer dinheiro de ninguém”, afirmou, criticando os pedidos de doação feitos nos programas e também nos púlpitos.

Fonte: Gospel +

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Câmara desarquiva projeto de Marco Feliciano que obriga ensino do criacionismo nas escolas

marco-feliciano-congresso1Um projeto de lei de autoria do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que prevê a obrigatoriedade de ensino da doutrina criacionista nas escolas básicas públicas e privadas foi desarquivado no último dia 11 de fevereiro.

A medida só foi possível devido à eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados. O projeto 8099 foi arquivado ao final de 2014, logo após sua apresentação, por não ter sido apreciado em comissões da Casa.

Reeleito com quase 400 mil votos, Feliciano argumenta que os estudantes não podem ser ensinados apenas a partir da perspectiva da Teoria da Evolução, pois é preciso ter “noções de que a vida tem sua origem em Deus, como criador supremo de todo o Universo”.

Apesar do parecer contrário da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) sobre o projeto e seu pedido de arquivamento, Feliciano espera concluir a tramitação em comissões da Câmara e sua votação no plenário até o fim de 2018, de acordo com informações das agências de notícias.

“Os argumentos criacionistas são baseados em crenças acerca de uma entidade de fora do mundo natural”, afirmou Helena Nader, presidente da SBPC, em crítica ao projeto do pastor Marco Feliciano.

Ela ainda acrescentou que a ciência só investiga fenômenos da natureza, e que Deus, autor da criação segundo as tradições bíblicas, seria uma entidade de “outro mundo”.

A questão da educação no Brasil é um tema de tensão entre os parlamentares das bancadas evangélica e católica, e os parlamentares de partido de esquerda, como PT, PC do B e PSOL, por exemplo. A área é vista como chave para disseminação de ideais e filosofias que representam os objetivos dos esquerdistas, considerados anticristãos pelos deputados das bancadas religiosas.

Fonte: Gospel +

Sheherazade comenta pedido de indenização de lésbicas que perturbaram culto

Rachel+SheherazadeO comentário da jornalista afirma que o beijaço gay em culto não é apenas um, mas três crimes segundo o artigo 208 do Código Penal.

A jornalista Rachel Sheherazade comentou em seu programa na rádio Jovem Pan o pedido de indenização feito por duas jovens que foram presas por se beijarem durante culto evangélico para “protestar” contra o deputado Marco Feliciano que era o preletor da noite.

O fato aconteceu em 15 de setembro de 2013, e apesar de ter dado ordem de prisão para as garotas – com base no artigo 208 do Código Penal – Feliciano, e nem os cristãos que estavam no culto – não prestaram queixa contra Joana Palhares e sua companheira Yunka Miura que agora querem R$ 2 milhões de indenização.

Para a jornalista o ato de protesto das jovens lésbicas pode ser entendido não como um, mas três crimes: “escarneceram de um líder religioso publicamente por motivo de suas crenças; interromperam uma liturgia e ainda por cima ofenderam um ato religioso, no caso o próprio culto.”

O artigo usado por Feliciano para dar ordem de prisão durante o culto afirma que é crime “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Por este motivo elas foram levadas para a delegacia, mas liberadas em seguida. Pedindo indenização por danos morais decorridos de “homofobia”, a dupla tenta ser reconhecida como vítima no episódio.

“Se houve ofensa no lamentável episódio do ‘beijaço’, ela não partiu dos cristãos, esses são os ofendidos”, disse Sheherazade. A comentarista e apresentadora do Jornal da Manhã entende que o protesto não deveria acontecer dentro de um culto religioso que é protegido pelas leis brasileiras.

“Há hora certa e lugar propício para tudo. Se as meninas queriam protestar contra o deputado Feliciano que fizessem seu ‘beijaço’ no Congresso, que é a casa do povo. O culto religioso é a casa de Deus, protegida inclusive pelas leis dos homens”, disse.

 Fonte: Gospel Prime

Marco Feliciano comenta provocações de Gregório Duvivier sobre fim de processo: “Espere o próximo round”

800px-Marco_FelicianoApós a Justiça decidir pelo arquivamento do processo movido pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) contra os humoristas do Porta dos Fundos por causa do vídeo “Especial de Natal”, um dos principais integrantes do grupo, o ateu Gregório Duvivier usou seu perfil no Twitter para provocar o líder evangélico.

“Perdeu, Marco Feliciano: perdeu o processo, perdeu a linha e perdeu seu tempo”, escreveu o comediante, que publicou também um link para a matéria que noticiava a decisão da Justiça.


Perdeu, @marcofeliciano: perdeu o processo, perdeu a linha e perdeu seu tempohttp://t.co/nD3LY1lAW5

— Gregorio Duvivier (@gduvivier) 27 janeiro 2015


O pastor Marco Feliciano, no entanto, rebateu a postura de Duvivier com um artigo publicado em seu site, e afirmou que ao contrário do que humorista pensa, não houve perda de tempo.

“Quanto a decisão da Justiça de arquivar o procedimento, não comento, aprendi que decisão judicial se cumpre e não se discute, mas me sinto feliz por ter tido a oportunidade de manifestar meu desagrado com tanto talento ser usado para brincar com sentimentos de milhões de pessoas, e se achar que novamente tenha de acionar a Justiça em outras ocasiões em que me sentir novamente ofendido não titubearei em fazê-lo”, escreveu o pastor deputado.

Feliciano disse ainda que ganhou “a atenção daqueles que se sentiram ofendidos ao verem sua fé Cristã e seu Jesus serem alvos de humor rasteiro”, e por isso, teria saído vitorioso do episódio.

“Minha intenção não é, nem nunca foi mostrar força, nem confrontar, pois meu Jesus foi o primeiro que nos ensinou a mostrar a outra face. Mas esse mesmo doce homem ao encontrar pessoas vilipendiando o Templo teve atitude diametralmente oposta. Fica ai amigo, o paradoxo: somos crentes, mas não somos acéfalos, e causar dúvidas aos adversários  é nossa especialidade. Por isso, pense que a peleja esteja ganha, mas se continuar com as agressões espere o próximo round”, pontuou Feliciano.

Fonte: Gospel +

Justiça recusa acusação de Marco Feliciano contra Porta dos Fundos

marco-felicianoParodiar passagem da Bíblia não é crime contra religião.

A Vara do Juizado Especial do Fórum da Barra Funda, em São Paulo, julgou o processo movido contra o grupo Porta dos Fundos por conta dos vídeos que satirizam a religião cristã e entendeu que não houve crime.

A representação criminal do grupo foi feita pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por conta do vídeo “Especial de Natal” de 2013, dizendo que o vídeo se enquadrava no artigo 208 do Código Penal.

“Não é possível extrair das cenas e frases dos personagens a intenção de ofender a Igreja ou culto religioso. Como é cediço, para a configuração deste delito é necessário que o agente se conduza de má-fé (…). Não vislumbro essa intenção no caso narrado. Ainda que os autores tenham agido com falta de cortesia (…) isso não pode, por si só, configurar o crime do artigo 208 do Código Penal”, diz o parecer.

A defesa do grupo de “humoristas” diz que eles estão protegidos pela liberdade de expressão garantida como direito fundamental. “Além disso, a jocosidade, o humor, a graça, a paródia retiram qualquer elemento volitiva do tipo penal indicado, além do que afasta qualquer ideia de intenção de agredir sentimento religioso”, afirma o advogado Alexandre Fidalgo — sócio do escritório Espallargas, Gonzales, Sampaio e Fidalgo Advogados.

O caso estava na 2ª Delegacia de Polícia de Repressão aos crimes raciais e de delitos de intolerância e foi levado para o Ministério Público de São Paulo que apresentou a denúncia ao Juizado Especial Criminal. Com informações Consultor Jurídico

Fonte: Gospel Prime

Pastor Marco Feliciano lança DVD para divulgar seu mandato parlamentar

marco-feliciano2O deputado federal e pastor Marco Feliciano está usando parte de sua verba parlamentar para confeccionar materiais de divulgação de seu trabalho na Câmara. Ao total, a Câmara ira gastar cerca de 220 mil reais com os materiais de divulgação criados pela assessoria do pastor.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, um dos materiais feito por Marco Feliciano para divulgar seu mandato parlamentar foi um DVD, que custou 87.500 reais. Por esse valor, foram feitas 25 mil cópias do material audiovisual do parlamentar.

Nos gastos divulgados para o material de divulgação de Marco Feliciano, está também a impressão de 200 mil folhetos sobre seu mandato. Este material impresso custou, segundo Jardim, 65 mil reais. Outro material impresso pago pela Câmara para o parlamentar foras os 15 mil exemplares de um livro sobre seus quatro anos como deputado, pagos no ano passado. A impressão dos livros custou 67.500 reais para os cofres públicos.

Ao total, a Câmara financiou a divulgação do mandato de Marco Feliciano com uma soma que chega aos 220 mil reais.

Fonte: Gospel +

Feliciano critica Maria do Rosário por declaração sobre brasileiro executado

feliciano-e-rosario“Sujeito não era herói, era traficante”, comentou deputada.

A execução do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, fuzilado na Indonésia na madrugada de domingo (18), dividiu opiniões e gerou diferentes reações. Porém, um post feito pela ex-ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República e atual deputada federal pelo PT Maria do Rosário causou polêmica.

No comentário feito através do Twitter, ela criticou o interesse das pessoas no destino das cinzas do brasileiro. Após o fuzilamento e a constatação da morte, o corpo passou por uma limpeza feita pelos médicos e pela equipe de embalsamamento. Ele foi reconhecido e, por fim, conduzido até o crematório. Uma tia do brasileiro, Maria de Lourdes Archer, estava na Indonésia e deve trazer as cinzas do sobrinho para o Brasil.

Maria do Rosário disse em sua postagem que Marco Archer não era herói, era traficante. Preso em 2004 após tentativa de entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa-delta, o instrutor de voo livre teve pedidos de clemência negados e foi executado por um pelotão de fuzilamento. O comentário da ex-ministra causou indignação nas redes sociais e em poucos minutos diversos comentários foram feitos condenando a afirmação da deputada.

Entre os comentários o deputado federal Pastor Marco Feliciano, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, criticou a postura da colega, chamando de “cruel e estúpida declaração” o post feito por Maria do Rosário. Feliciano também afirmou que se fosse ele ou a jornalista Rachel Sheherazade os responsáveis pela fala, seriam criticados pelos petistas.

“Esquerdopatas são assim, ambíguos, maquiavélicos, cruéis, mentirosos, falsos, arrogantes e insolentes”, comentou Feliciano.

A presidente Dilma Rousseff já havia divulgado nota em que disse estar “consternada e indignada” com a execução do brasileiro. Dilma havia pedido para o presidente da Indonésia para poupar a vida do brasileiro, mas não foi atendida. O governo convocou o embaixador do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia, Paulo Alberto da Silveira Soares, para consultas em Brasília. No protocolo das relações internacionais, o gesto é compreendido como um agravo no contato entre dois países.

Indonésia pediu perdão para mulher condenada por assassinato

Mesmo sem atender aos pedidos de clemência em favor do brasileiro preso por tráfico de drogas, a Indonésia pede clemência à Arábia Saudita para poupar a vida de Satinah Binti Jumadi Ahmad, que foi condenada por assassinar e roubar sua empregadora.

De acordo com a ONG internacional Human Rights Watch, a Indonésia faz um apelo formal ao rei da Arábia Saudita, Abdullah, para que a execução seja suspensa.

Fonte: Gospel Prime

“Só Deus tira a vida”, diz Feliciano sobre morte de Marco Archer

marco-feliciano2Deputado lamentou a morte de traficante na Indonésia.

A execução do brasileiro Marco Archer, que morreu fuzilado na Indonésia neste sábado gerou diferentes protestos de políticos e autoridades. A presidente Dilma mostrou sua indignação mandando chamar o embaixador brasileiro no país, uma forma conhecida na diplomacia para mostrar insatisfação. Vale lembrar que Dilma Rousseff nunca se manifestou pela vida de milhares de cristãos perseguidos e mortos, inclusive brasileiros, no Oriente Médio.

Por sua vez, o deputado federal pastor Marco Feliciano usou as redes sociais para se manifestar sobre o caso. Ele lembrou que em março de 2013, quando estava na presidência da Comissão de Direitos Humanos, foi ao consulado da Indonésia e pediu clemência por Marco Archer e outro brasileiro que está preso no país asiático. Os dois foram condenados à morte por terem feito tráfico de drogas, conforme a legislação do país.

Feliciano lembra que jornalistas o criticaram por que “direitos humanos era para minorias” e que o deputado estava perdendo tempo. Quando falou com embaixador, o deputado explica que a pena de morte ficou suspensa naquele ano por conta de sua intervenção. O argumento principal é que havia no Brasil traficantes de drogas da Indonésia presos pelo mesmo crime de Marco Archer.

O problema é que a nova presidência da comissão de direitos humanos, que assumiu em 2014 não deu continuidade às ações de Feliciano. Pelo contrário, arquivou todas elas. Para o deputado esse foi um erro que pode ter custado a vida de Archer. Lembrou ainda que a imprensa também falhou em não dar maior cobertura ao caso.

“Se a imprensa brasileira tivesse se mobilizado. Se a imprensa houvesse trabalhado sobre o assunto, movesse a nação talvez Marco Archer estaria vivo ainda. Eu apelei para o então ministro Antônio Patriota, apelei para o Itamarati e eles simplesmente ignoraram! A imprensa brasileira agora vende a matéria… Expõe sem limites o assassinato do brasileiro. Afinal parece que é isso que todos querem ver”, escreveu ele.

Para Marco Feliciano, embora Archer tenha errado, não merecia a pena de morte. “Só Deus dá a vida. Só Deus  tira a vida”, concluiu.

Fonte: Gospel Prime

Marco Feliciano propõe ensino do criacionismo em escolas

pastor-marco-felicianoO texto é o mesmo apresentando pelo deputado Artagão Jr. do PMDB no Paraná.

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) apresentou um projeto de lei na Câmara que pede a inclusão do ensino do criacionismo nas escolas públicas e privadas.

O texto foi apresentando na quinta-feira passada, 13 de novembro, tendo como uma das justificativas a afirmação de que as crianças ficam confusas ao aprenderem o evolucionismo nas escolas e o criacionismo nas igrejas.

“Ensinar apenas o evolucionismo nas escolas é ir contra a liberdade de crença de nosso povo, uma vez que a doutrina criacionista é predominante em todo o nosso país”, diz o autor do projeto de lei 8.099/2014.

O texto também diz que o evolucionismo faz com que os estudantes deixem de acreditar na existência de um criador “que está acima das frágeis conjecturas humanas forjadas em tubos de ensaio laboratorial”.

A proposta deixa claro que o objetivo não é tirar o ensino do evolucionismo das escolas, apenas incluir a doutrina criacionista que é adotada pela maioria das religiões que possuem adeptos no Brasil.

O PL 8.099/2014 tem o mesmo conteúdo do PL 594/007 apresentado na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) pelo deputado Artagão Júnior (PMDB) que tem tentado aprovar o texto incluindo o ensino do criacionismo nas escolas.

Fonte: Gospel Prime

Pastor Marco Feliciano diz que não casou virgem e lamenta “erotização precoce” de adolescentes

marco-felicianoO pastor Marco Feliciano comentou a “erotização precoce” entre os adolescentes e lamentou que o tema, assim como a prática, faça parte da rotina dos jovens de maneira tão inconsequente.

“O corpo é o templo do Espírito Santo”, diz o pastor e deputado federal pelo PSC. A preocupação com o tema, no caso de Feliciano, é compreensível: além de líder religioso, é pai de três meninas, que têm 12, 13 e 19 anos.

Ele e sua esposa, Edileusa – com quem é casado há 22 anos -, seguiram à risca no namoro a recomendação da doutrina evangélica de que o sexo deve ser feito somente após a troca de alianças.

Todavia, a primeira vez dele com a esposa não foi sua primeira vez. Marco perdeu a virgindade ainda garoto, com uma mulher aproximadamente três décadas mais velha. Depois de adulto, aos 35 anos, reencontrou-se com a senhora que o apresentou aos prazeres da carne: “Ela sorriu para mim, desdentada. Quase saí correndo!”, confessa o pastor, de acordo com informações da jornalista Anna Virginia Baloussier, em seu blog Conversa Suja.

O passado não impede que Feliciano hoje pregue contra a erotização que cerca os adolescentes em “danças do funk”, que mais se parecem uma “simulação do ato sexual”.

 “Hoje até com poste se transa”, lamenta o pastor, que tem saudades do tempo de sua infância, quando “o troféu era a moça casar de branco”, para posteriormente, o noivo estender o lençol manchado de sangue na janela como prova da pureza de sua amada.

A filha mais velha de Feliciano, Karen, chama a atenção pela beleza. A jovem já foi tema de reportagem de veículos de imprensa exatamente por conta de seus atributos físicos. O jornal Extra, do Rio de Janeiro, conhecido por sua irreverência nas manchetes, afirmou que a “filha gata de Marco Feliciano faz sucesso na internet com fotos e frases religiosas”. No entanto, Karen tranquiliza o pai de suas preocupações pois aderiu ao movimento Eu Escolhi Esperar, que prega o sexo somente no casamento.

Fonte: Gospel +

Marco Feliciano usou foto de Alckmin e Serra em panfleto considerado “homofóbico”

800px-Marco_FelicianoDurante a campanha eleitoral, o pastor Marco Feliciano (PSC) enviou cartas a seus eleitores pedindo votos para sua reeleição com um texto que falava sobre as pautas dos ativistas gays e os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e “ferem a igreja de Cristo”.

O panfleto, que trazia a foto de Feliciano e dos candidatos a governador Geraldo Alckmin, e senador José Serra, ambos do PSDB e eleitos, dizia que o assunto que o texto tratava era “muito sério”.

Na carta, Feliciano comenta sobre as propostas da”mais séria lei que passou pelo Congresso, a PL 122, a lei contra a homofobia”, que foi “sepultada” (termo usado pelos parlamentares da bancada evangélica) no Senado, pois teve seu conteúdo apensado ao projeto do novo Código Penal.

O pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento no entanto, ignora esse detalhe no texto e afirma que, caso aprovada, a lei “obrigará líderes religiosos a fazerem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, correndo risco de prisão” caso se neguem.

Um artigo do PL 122 realmente dava margem para interpretações como essa, pois permitia aos homossexuais a manifestação de afeto em qualquer espaço, prevendo punição a quem se manifestasse contra.

O texto dizia ainda que os ativistas gays trabalham para “implantarem o início de seu governo promíscuo” através da oficialização das paradas gays como eventos fixos das cidades.

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Panfleto distribuído via correio pelo candidato Marco Feliciano (PSC) associa imagem de Alckmin e Serra (PSDB) a mensagens homofóbicas; Alckmin aprovou lei anti homofobia em SP em 2001

Panfleto distribuído via correio pelo candidato Marco Feliciano (PSC) associa imagem de Alckmin e Serra (PSDB) a mensagens homofóbicas; Alckmin aprovou lei anti homofobia em SP em 2001

Homofobia

O portal de notícias Bol se referiu ao panfleto de Feliciano como “homofóbico”, e procurou a assessoria de imprensa do PSDB, partido de Alckmin e Serra, para ouvir a postura da legenda a respeito do texto.

 “A propaganda em questão não foi confeccionada pelas campanhas do PSDB, que sequer tinham conhecimento dela. O texto não expressa as opiniões do partido”, disse a assessoria de imprensa dos tucanos.

Já Talma Bauer, chefe de gabinete de Marco Feliciano, afirmou que a iniciativa de inserir a imagem foi apenas para divulgar os candidatos do pastor para os cargos mencionados: “A gente coloca [a foto] até como uma gentileza com eles. Mas não nos preocupamos se eles concordam ou não. É o pastor quem está falando”, observou a assessora.

Fonte: Gospel +

Sites de humor fazem enquete para sugerir novo nome a Silas Malafaia; Pastor havia prometido mudança se Feliciano tivesse menos de 400 mil votos

silas-malafaiaO pastor Silas Malafaia virou alvo de uma brincadeira nas redes sociais por causa de uma declaração dada em 2013 sobre a possível votação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) nessas eleições.

À época, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comentava a crise que Feliciano enfrentava à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e afirmou que se em 2014 o colega tivesse uma votação inferior a 400 mil votos, ele mudaria de nome.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse Malafaia em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays contra o pastor.

Na ocasião, o polêmico pastor acrescentou outra previsão: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”. Esta também não se confirmou, pois o número de parlamentares eleitos que se declaram evangélicos diminuiu em relação à atual legislatura.

Marco Feliciano obteve 398.087 votos e se reelegeu com muito mais votos do que em 2010, porém, a quantidade abaixo da prevista pelo pastor Malafaia virou motivo de zombaria.

Diversos sites de humor promovem enquetes para descobrir qual a sugestão de nome para o pastor vai ser mais recorrente. A brincadeira, é claro, atrai muitos ativistas gays, que sugerem termos ofensivos para que Malafaia substitua seu nome de batismo.

“Não fica bem para um pastor mentir, né? Como somos muito atentos a performance midiática do Malafaia queremos oferecer sugestões criativas para facilitar a escolha do codinome que estrelará o Vitória em Cristo. Deixe nos comentários sua sugestão”, diz trecho do texto publicado pelo humorístico Bobagento, um dos que querem propor um novo nome para Silas Malafaia.

Fonte: Gospel +

Pastor Marco Feliciano critica Tiririca, apoia Fidelix e declara voto em Aécio: “Precisamos tirar o PT”

marco-feliciano2O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), reeleito ao mandato de deputado federal com quase 400 mil votos, concedeu uma entrevista e comentou episódios da campanha eleitoral, além de falar de suas expectativas para o segundo turno e para a próxima legislatura.

Feliciano defendeu o candidato Levy Fidelix (PRTB), que durante um debate, afirmou que “dois iguais não fazem filho” e “aparelho excretor não reproduz”. Para o pastor, houve intolerância dos que não concordaram com a opinião do presidenciável.

“Sou contra qualquer tipo de pessoa que tenha preconceito com outro por causa da cor da sua pele, da sua religião, da sua orientação sexual. Mas veja o Levy Fidelix. Ele falou o que ele pensa, não cometeu crime nenhum, falou o que ele pensa, mas veio a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] e o movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros] e disse que ele tinha que sair algemado só porque ele expressou uma opinião”, disse Feliciano ao G1.

O parlamentar comentou a reeleição com mais de 1 milhão de votos do palhaço Tiririca, que durante a campanha, zombou da classe política. Para Marco Feliciano, o colega é “bem limitado”, apesar de ser assíduo às sessões da Câmara dos Deputados.

“Tiririca é um grande amigo nosso lá em Brasília. Ele é o homem que onde chega traz alegria para nós […] É difícil dizer, eu não gosto de falar dos meus amigos, né? Mas é só olhar o trabalho. Tiririca é o deputado que mais frequenta Brasília, mas veja a atuação dele, os discursos e ele defendendo os projetos, ele é bem limitado, né? O [Celso] Russomano (PRB) é mais preparado”, comentou, comparando com candidato a deputado eleito campeão de votos no Brasil.

Para 2015, o pastor afirmou que continuará trabalhando contra os cerca de “900 projetos que ferem a liberdade de expressão e a família tradicional”, e destacou que uma característica comum a todos é que “[os projetos] tentam rotular o cristianismo como se fosse uma praga ou uma maldição”.

 “Precisamos de uma estratégia para ver como vai ser [o debate]. Esse crime contra a homofobia é tão genérico que você não consegue entender o que é homofobia”, opinou o pastor.

Sobre o segundo turno, Feliciano afirmou que “precisamos tirar o PT do poder”, e por isso apoiará Aécio Neves. O pastor admitiu que fez uma campanha “humilde” pela reeleição, e que contou com o apoio do partido de Aécio: “Recebi R$ 80 mil do meu partido e a ajuda do PSDB para confeccionar os santinhos”, afirmou.

Fonte: Gospel +

Com 400 mil votos, pastor Marco Feliciano é reeleito deputado federal e desabafa: “Não foi fácil”

marco feliciano camisa da seleçãoO pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi reeleito deputado federal com quase 400 mil votos e ficou entre os cinco parlamentares mais votados de todo o Brasil.

Em seu perfil no Twitter, o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento comemorou a expressiva votação, agradeceu a confiança dos eleitores e desabafou contra os adversários políticos no meio evangélico, que teriam feito campanha para tirar votos dele em cima da suposição de que ele “já estaria eleito”.


3) Não foi facil. Lutei contra a falta de recursos, a perseguição dos grandes ministérios q me impediram de me aproximar de suas igrejas.

— Marco Feliciano (@marcofeliciano) 6 outubro 2014


“Agradeço a todas as pessoas, irmãos e amigos q me deram seu voto de confiança me reconduzindo à Câmara Federal. Quase 400 mil votos! Fui o 3º dep. federal mais votado em SP e o 4º do Brasil. 400 mil votos conscientes, honrados e de família. Farei bom uso desta procuração! Não foi fácil. Lutei contra a falta de recursos, a perseguição dos grandes ministérios que me impediram de me aproximar de suas igrejas. Esperei a ajuda de pessoas por quem lutei e na última hora me deixaram sozinho. Faltou estrutura financeira, foi uma campanha humilde. Lutei ainda contra a mensagem covarde ‘já está eleito’ mais um monte de candidatos evangélicos usados por partidos pra dividirem nosso voto. Todavia o Senhor levantou guerreiros anônimos que se propuseram a ajudar. Obrigado a todos! De coração, esta vitoria não é só minha, é nossa!”, publicou Feliciano em seu perfil no Twitter.

A votação obtida pelo pastor esse ano foi superior à de 2010, quando disputou sua primeira eleição e foi eleito com pouco mais de 212 mil votos. No entanto, os 398 mil votos foram aquém do projeto pelo PSC, que previa uma votação na casa dos 600 mil votos para Feliciano, o que permitiria eleger mais um ou dois candidatos do partido pelo estado de São Paulo.

A bancada paulista do PSC na Câmara dos Deputados agora será formada por Feliciano, Gilberto Nascimento – que retorna após seis anos afastado -, e Eduardo Bolsonaro, filho do polêmico Jair Bolsonaro (PP-RJ), terceiro parlamentar mais votado do Brasil, com 464 mil votos.

Fonte: Gospel +

Eleições 2014: confira o desempenho dos principais candidatos evangélicos

eleicoes-2014O desempenho dos candidatos evangélicos nas eleições deste ano ficou marcado por reeleições estrondosas, como a do pastor Marco Feliciano, e derrotas significativas, como as de Marcelo Aguiar e do ex-boxeador Popó.

O pastor Marco Feliciano (PSC) foi quarto candidato mais votado, com 398 mil votos, 186 mil votos a mais do que em 2010, quando recebeu 212 mil. Alvo de muitas críticas por parte dos ativistas gays, Feliciano conseguiu projeção nacional defendendo o direito de se manifestar contra a homossexualidade e as tentativas da militância LGBT de impor uma “mordaça” aos cristãos através do polêmico PLC 122.

Em São Paulo, outros nomes de expressão no meio evangélico que se candidataram tiveram sucesso em suas tentativas de se manter como deputados federais.

O pastor Paulo Freire (PR), filho do pastor José Wellington Bezerra da Costa, foi reeleito com mais de 111 mil votos. Outro pastor reeleito foi Roberto de Lucena (PV), da Igreja O Brasil Para Cristo, com pouco mais de 67 mil votos, assim como a jovem Bruna Furlan (PSDB), ligada à Congregação Crista no Brasil, que teve 178 mil votos, mais de 70 mil a menos do que em 2010, quando teve em torno de 250 mil. Já o missionário José Olímpio (PP), apoiado pelo apóstolo Valdemiro Santiago, foi reeleito com mais de 154 mil votos.

O assembleiano Gilberto Nascimento (PSC) teve 120 mil votos, e volta a ocupar um cargo na Câmara dos Deputados após seis anos. Uma aposta do PSC para conquistar votos era o cirurgião plástico doutor Robert Rey, conhecido como Dr. Hollywood. Ele recebeu 21,3 mil votos e não foi eleito.

No Rio de Janeiro, os candidatos evangélicos Clarissa Garotinho (PR), Eduardo Cunha (PMDB), Arolde de Oliveira (PSD), Benedita da Silva (PT), Marcos Soares (PR), apóstolo Ezequiel Teixeira (SD) foram eleitos para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados nos próximos quatro anos.

O deputado federal João Campos (PSDB-GO), foi reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados. Campos ficou conhecido por ser o autor do projeto de lei que pretendia derrubar um artigo do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de prestarem atendimento a homossexuais que os procurem pedindo orientação para abandonar a prática. O projeto foi apelidado de “cura gay” pela mídia, e arquivado posteriormente.

O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), que optou por não concorrer à reeleição e tentar um mandato à frente do governo do Rio de Janeiro, liderou boa parte das pesquisas no estado, mas na reta final, perdeu espaço e acabou fora do segundo turno das eleições, cedendo lugar ao atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e ao bispo Marcelo Crivella (PRB), senador licenciado.

A filha de Garotinho, Clarissa, conquistou 335 mil votos e ficou atrás apenas do polêmico Jair Bolsonaro (PP), aliado da bancada evangélica e detentor de 464 mil votos. Bolsonaro terá a companhia do filho, Eduardo, na Câmara dos Deputados, pois ele foi eleito para seu primeiro mandato como deputado federal por São Paulo, com mais de 82 mil votos.

Outro integrante da bancada evangélica que não foi reeleito é o cantor Marcelo Aguiar (DEM), pastor da Igreja Renascer que teve 65 mil votos mas não alcançou um índice suficiente para voltar à Câmara. A psicóloga cristã Marisa Lobo (PSC-PR) obteve 14,9 mil votos e não conseguiu ser eleita deputada federal por seu estado.

No Distrito Federal (DF), o advogado e pregador assembleiano Matheus Sathler (PSDB), autor da proposta de criação do “kit macho” como forma forma de “prevenir o homossexualismo”, não foi eleito deputado federal. Sathler obteve apenas 1.415 votos, ficando na 66ª posição. O parlamentar eleito com a menor votação no DF foi Laerte Bessa (PR), com 32,8 mil votos.

Marina Silva

A candidata do PSB à presidência novamente ficou em terceiro lugar nas eleições, quebrando seu próprio recorde de votos obtido em 2010, quando havia sido a terceira colocada mais bem votada da história do país. Desta vez, Marina obteve 22,1 milhões de votos (21,3% do total de votos válidos), superando os 19,6 milhões de votos recebidos há quatro anos.

Marina assumiu a cabeça de chapa da coligação Unidos Pelo Brasil após a morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto. Como era candidata a vice, a indicação de Marina pelo PSB foi vista como natural pelos analistas políticos, levando em consideração seu histórico político e seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto no primeiro semestre deste ano.

Após a indicação, Marina subiu nas pesquisas e chegou a obter, numa simulação de segundo turno, 10 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT), marcando 50% das intenções de voto, contra 40% da presidente que tenta a reeleição. Com pouco tempo de TV e alvo de um “marketing selvagem” do PT contra sua candidatura, Marina aos poucos foi caindo nas intenções de voto e terminou fora do segundo turno, cedendo lugar a Aécio Neves.

Pastor Everaldo

O candidato do PSC à presidência, apoiado por líderes evangélicos como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano, além do senador Magno Malta (PR-ES), chegou a atingir 4% das intenções de voto nas pesquisas no começo da campanha.

No entanto, a ascensão de Marina Silva à disputa levou boa parte do eleitorado evangélico a optar por votar na missionária assembleiana, que demonstrava ter mais chances de vencer o pleito. Ao final da apuração, Everaldo Dias Pereira teve pouco mais de 780 mil votos em todo o país, somando 0,75% dos votos válidos, e ficando atrás inclusive da candidata Luciana Genro (PSOL-RS), que somou 1,6 milhão de votos, 1,55% do total.

Fonte: Gospel +

PT comanda o processo de desconstrução da família, diz Marco Feliciano

marco-felicianoDeputado usou o Twitter para apontar motivos para os cristãos não votarem em Dilma Rousseff.

O deputado Pastor Marco Feliciano, candidato a reeleição, usou sua conta no Twitter para fazer duras críticas contra o governo Dilma. Nesta terça-feira o parlamentar publicou uma série de tuites com motivos pelos quais cristãos não devem votar na candidata a reeleição.

“Dilma Rousseff prometeu proteger a família, mas está destruindo. O PT comandou o processo de desconstrução da família”, disse o parlamentar.

O líder evangélico lembrou que Dilma não cumpriu compromissos assinados durante a campanha de 2010. “Dilma Rousseff assinou carta em 2010 se comprometendo a não abordar temas polêmicos, mentiu”, disse Feliciano.

Considerado um dos políticos mais influentes das urnas em 2014, o deputado federal já havia anunciado que faria “dura oposição” à candidata do Partido dos Trabalhadores. Feliciano chegou a afirmar que apoiaria qualquer candidato que fosse para o segundo turno contra a petista.

Também anunciou que no segundo turno irá apoiar Marina Silva e chegou a sugerir que o candidato de seu partido, Pastor Everaldo, desista da corrida eleitoral para fortalecer o nome da candidata do PSB.

Em meio às críticas, Feliciano lembrou que Dilma prometeu não mudar a legislação sobre o aborto, não interferir em questões morais e prometeu se abster de enviar para aprovação ou sancionar projetos de lei que versem sobre a legalização do aborto ou casamento gay, não cumprindo nenhuma das promessas.

O parlamentar evangélico lembrou que Dilma falou recentemente que deve retomar o PLC122/2006. “Dilma Rousseff prometeu retomar o PLC122 caso seja reeleita, criminalizando a opinião contra a homossexualidade”.

Marco Feliciano também lembrou que em 2012 durante sua participação no Fórum Social de Porto Alegre, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, falou sobre suas preocupações em relação a forma como os evangélicos conseguem controlar a classe C da população brasileira e prometeu planejar uma disputa ideológica com os líderes religiosos.

“O governo Dilma vem tentando proibir religião em centros de tratamento químico”, disse. “Dilma vem tentando instalar no país a ditadura petista por decreto, acabando com a democracia”, continuou.

Marco Feliciano criticou a fala da presidente-candidata Dilma Rousseff durante discurso da ONU, defendendo diálogo com os terroristas do Estado Islâmico e lembrou o passado comunista da candidata a reeleição.

Fonte: Gospel Prime

Pesquisa Ibope aponta candidatos à reeleição da bancada evangélica entre os cinco mais bem colocados

pastor-marco-felicianoUma pesquisa do Ibope mostrou que a candidatura de figuras da bancada evangélica à reeleição vem sendo bem aceita por parte da sociedade. Em São Paulo e Rio de Janeiro, líderes evangélicos despontam entre os mais mencionados pelos eleitores sobre a intenção de voto para deputado federal.

O pastor Marco Feliciano (PSC) está entre os cinco primeiros candidatos a deputado mais mencionados pelos entrevistados. Em 2010, o líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento obteve pouco mais de 212 mil votos e ficou em 12º lugar entre os mais votados.

“Feliciano, 12º mais votado há quatro anos, foi alçado ao top 5 após ficar famoso por declarações de tom homofóbico”, escreveu o jornalista Bernardo Mello Franco, na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.

À frente de Feliciano aparecem apenas Tiririca (PR) – eleito em 2010 com o recorde de 1,3 milhão de votos -; Celso Russomano (PRB); Paulo Maluf (PP) e Baleia Rossi (PMDB). “Maluf e Russomanno são velhos conhecidos do eleitor. Baleia Rossi é filho de Wagner Rossi, o ex-ministro da Agricultura ‘faxinado’ no início do governo Dilma sob suspeita de irregularidades”, relembrou o jornalista.

Já no Rio de Janeiro, a filha do candidato a governador Anthony Garotinho (PR), Clarissa Garotinho é a primeira colocada nas intenções de voto dos eleitores para o cargo de deputado federal

O parlamentar evangélico Eduardo Cunha, líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, aparece em terceiro lugar nas pesquisas, atrás do católico Jair Bolsonaro (PP), que é conhecido por declarações polêmicas contra a homossexualidade e os ativistas gays.

Bolsonaro se popularizou entre o eleitorado evangélico quando manifestou apoio a Marco Feliciano durante a crise política na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) provocada por protestos dos ativistas gays, que pediam a saída do pastor da presidência da pasta.

Fonte: Gospel +