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Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico

presidente-Barack-ObamaA escalada das barbáries promovidas pelo Estado Islâmico no mundo levou o presidente Barack Obama a propor uma coalizão internacional contra ações de extremistas religiosos.

Obama se reunirá ainda nesta semana com representantes da União Europeia, organizações não-governamentais (ONGs) e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para debater sobre quais meios podem ser utilizados na luta contra o terrorismo motivado pelo extremismo religioso.

A necessidade mais urgente é encontrar uma forma de deter o recrutamento de jovens por jihadistas, estratégia muito utilizada pelo Estado Islâmico, e também combater preventivamente os atos radicais, comparados com terrorismo.

De acordo com o portal Terra, o presidente dos Estados Unidos quer que essa coalizão tenha participação dos países onde há empenho na luta pela liberdade religiosa.

“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento. Queremos agir”, explicou um alto funcionário do governo norte-americano.

O evento que acendeu a luz de alerta para a questão foi o atentado contra a sede do jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 17 mortos. Logo depois, em Copenhague, Dinamarca, outras duas pessoas foram mortas por extremistas em nome do profeta Maomé.

Mais recentemente, a divulgação da morte por decapitação de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia, forçou o Egito a agir e bombardear instalações dos extremistas.

Agora, temendo que as ações terroristas do Estado Islâmico cheguem ao ocidente, o governo norte-americano vai reunir empresários, especialistas, governantes e representantes da União Europeia para decidir quais passos serão dados.

“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário da administração Obama, explicando que as iniciativas sugeridas serão aplicadas de forma concentrada na contenção da radicalização, o recrutamento e a incitação à violência por questões de fé.

Fonte: Gospel+

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Encontro internacional de igrejas reformadas acontece no Brasil

igreja-presbiteriana-do-brasilDurante quatro dias eles discutirão os problemas comuns para a Igreja em todo o mundo.

Quais são as questões críticas enfrentadas pela Igreja do século 21? Essa pergunta vai ser esclarecida aos participantes da Quarta Assembleia Geral da Fraternidade Reformada Mundial (MRF – sigla em inglês para World Reformed Fellowship) que vai acontecer no Brasil entre os dias 23 e 27 de março.

O tema do evento será “Teologia Reformada e a Missão de Deus no século 21: questões críticas enfrentadas pela Igreja”. Para falar sobre temas como ativismo gay, liberdade religiosa, islamismo, abuso de mulheres, tráfico humano, abuso sexual de crianças em ambientes religiosos, trauma sexual, tráfico sexual, evangelho da prosperidade e ministério aos pobres foram convidados 30 líderes reformados de diversas nacionalidades.

Entre eles Davi Charles Gomes (Brasil), Augustus Nicodemus (Brasil), Phillip G. Monroe (Estados Unidos), Rick Oakes (Estados Unidos), Chris Wrigth (Inglaterra), Andres Garza (México), Raju Sundas (Nepal), Sasan Tavasoli (Irã) e outros.

A Assembleia vai acontecer no Holiday Inn, Parque Anhembi, em São Paulo e as inscrições devem ser feitas pelo site oficial do evento onde também é possível conhecer a programação e a lista completa dos preletores.

Acesse: cpaj.mackenzie.br

Fonte: Gospel Prime

China se refere a cristãos como “viciados em religião” e proíbe fiéis de atuarem na política

cristaos-chinaA China anunciou que irá proibir o acesso de cristãos à política do país, regida pelo Partido Comunista, o único existente e permitido por lei. A decisão de aplicar uma antiga regra que estava caída no esquecimento é uma tentativa de limitar o crescimento do cristianismo entre os chineses.

O anúncio de que o partido – que tem 84 milhões de filiados – irá restringir a participação de pessoas “viciadas em religião” é uma amostra do temor dos políticos de que os princípios de fé que são combatidos pela legenda, alimentem movimentos por maior liberdade religiosa.

O Partido Comunista da China é regido pelo princípio marxista-leninista que define a fé como uma distração que impede as pessoas de exigir seus direitos e trabalhar por uma sociedade equilibrada. No entanto, a limitação de atuação das igrejas no país não impede a existência de uma grande desigualdade social na China.

Para pôr em prática a decisão, o comitê do partido na província de Zhejiang vai bolar estratégias que possam desmentir a crença religiosa dos filiados.

Além disso, foi anunciado que de agora em diante, todos os candidatos deverão ser rastreados e investigados para descobrir se há vestígios de fé. Caso seja detectada alguma crença, entre elas a cristã, o registro deve ser rejeitado.

De acordo com informações do Huffington Post, o Partido Comunista da China é a maior agremiação política do planeta, porém a maioria dos filiados foi registrada durante o período escolar e, na prática, não se envolve nos rumos políticos do país.

Já o cristianismo, temido pelas autoridades, vem registrando um crescimento ainda maior que a economia do país, com milhões de fiéis. Para muitos estudiosos, a China já é o país com o maior número de cristãos hoje. No entanto, como há dificuldades impostas às igrejas pelo governo, há limitações para a divulgação dos números de pessoas que seguem a fé cristã através das igrejas Católica e protestante.

Fonte: Gospel +

Mórmons anunciam apoio ao casamento gay e afirmam que iniciativa defende “justiça para todos”

sede-igreja-mormonA concordância com a existência da união civil entre homossexuais é crescente nos Estados Unidos, e os favoráveis acabam de crescer: a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias anunciou que apoia o chamado casamento gay.

O comunicado da Igreja Mórmon informando a decisão foi divulgado no final de janeiro, quando a direção da denominação se disse “favorável às leis que protegem os direitos dos homossexuais”. No entanto, a concordância com essas iniciativas só existe se “a liberdade religiosa não for comprometida”.

O posicionamento da Igreja Mórmon foi descrito pela agência Reuters como “um movimento conciliatório raro em direção a uma comunidade com a qual a igreja tem estado em desacordo por muito tempo”.

O apoio dos mórmons se dá no âmbito de leis que criem salvaguardas para os homossexuais em “termos de habitação, emprego e outros direitos”, pois a postura da igreja é de “justiça para todos”.

No entanto, as cerimônias religiosas de união homossexual em igrejas não foram apoiadas pelos mórmons, justamente por exigirem respeito à liberdade religiosa e às liturgias cristãs tradicionais.

“Acreditamos que as leis devem ser moldadas para alcançar um equilíbrio na proteção das liberdades de todas as pessoas, respeitando aqueles com valores diferentes”, disse o ancião da igreja, Dallin Oaks, durante uma entrevista coletiva.

 “Rejeitamos a perseguição e a retaliação de qualquer tipo, incluindo perseguição com base na raça, etnia, crença religiosa, as circunstâncias econômicas ou diferenças de gênero ou orientação sexual”, disse Oaks.

Os críticos da postura da igreja acusaram-na de oportunismo, afirmando que a igreja está ao sabor do vento da opinião pública e que preferiu não resistir aos movimentos sociais. A denominação acumula um histórico de controvérsias, pois em sua história, muitos fiéis foram polígamos, mesmo contra a legislação em vigência no país.

Fonte: Gospel +

Cristão marroquino é interrogado por 11 horas acerca de sua fé

26_Marrocos_0260003564No dia 18 de janeiro, na cidade marroquina de Fez, um cristão foi preso por ter se convertido do islamismo para o cristianismo. A informação é da Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH), citada pela revista Telquel. O cristão foi abordado por dois policiais na estação de trem da cidade.

De acordo com um representante da AMDH, os policiais fizeram uma série de perguntas, enquanto revistavam sua mochila, na qual encontraram uma Bíblia e outros livros relacionados ao cristianismo. Suspeito de proselitismo, o homem foi levado à delegacia de polícia para ser interrogado.

A mesma fonte acrescentou que o homem foi liberado após 11 horas de interrogatório. Perguntaram-lhe principalmente acerca de suas crenças, seus deslocamentos e da organização que paga por suas viagens.

A Constituição marroquina garante a liberdade religiosa, mas qualquer tentativa de abalar a fé de muçulmanos é punida de acordo com as leis do país.

Em conformidade com o artigo 220 do Código Penal marroquino, quem pratica o proselitismo (pregação do evangelho) pode enfrentar de “seis meses a três anos de prisão e uma multa de 100 a 500 dirhams” (aproximadamente de 26,00 a 136,00 reais) por fazer uso de “meios de sedução, a fim de converter” um muçulmano “a outra religião, quer através da exploração de sua fraqueza ou suas necessidades, ou usando para isso fins de educação, saúde, asilos e orfanatos”.

Louve a Deus pela libertação deste irmão. Ore para que ele não se sinta intimidado em pregar o evangelho e que sua prisão não tenha consequências para os outros cristãos no país. A Igreja no Marrocos conta com o seu apoio em oração.

FontePortas Abertas Internacional

TraduçãoAna Luíza Vastag

Fonte: Portas Abertas

Barack Obama rebate acusações de ser muçulmano e pede defesa da liberdade religiosa

barack-obamaO presidente Barack Obama defendeu a liberdade religiosa durante um discurso realizado durante sua visita à Índia, e usou seu próprio exemplo para incentivar a tolerância.

Desde que tomou posse, o presidente norte-americano convive com acusações de que seria muçulmano, e sua profissão de fé cristã pública seria apenas uma fachada. Ontem, 27 de janeiro, o presidente usou essas especulações para pregar respeito.

“Houve momentos em minha vida em que eu fui tratado de forma diferente por causa da cor da minha pele. Há momentos em que minha fé às vezes tem sido questionada por pessoas que não me conhecem, e dizem que eu aderi a uma religião diferente [da que professo], como se isso fosse de alguma forma, uma coisa ruim”, disse Obama, de acordo com informações do jornal Washington Times.

Na sequência, o presidente pediu que o governo trabalhe na proteção das minorias religiosas do país. A Índia tem 80% de sua população adepta ao hinduísmo e suas vertentes, porém como a população do país supera a casa de 1,2 bilhão de pessoas, os 20% restantes formam um grupo significativo de pessoas, distribuídos entre muçulmanos, sikhs, budistas e cristãos.

 “O artigo 25 [da Constituição da Índia] diz que todas as pessoas têm ‘igualmente o direito à liberdade de consciência e à liberdade de professar, praticar e propagar a religião’ […] Em ambos os nossos países, em todos os países, defender esta liberdade fundamental é de responsabilidade do governo, mas também é a responsabilidade de cada pessoa”, observou Obama.

O discurso foi feito em um evento organizado pelo governo local para jovens universitários de Nova Déli, capital do país. Na ocasião, Obama também defendeu um acordo para eliminação das armas nucleares que os países mantém em seus arsenais de guerra.

Fonte: Gospel +

Pastor e babalorixá debatem sobre liberdade religiosa

rodney-e-sezar-cavalcanteOs religiosos possuem pensamentos diferentes a respeito do que é intolerância.

TV Folha de São Paulo realizou nesta quinta-feira (21) um debate sobre o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Os convidados foram o pastor Sezar Cavalcante, reitor da Faculdade Teológico Betesda, de Campinas (SP), e o babalorixá Rodney William, doutorando em antropologia na Pontifícia Universidade Católica.

Durante o programa eles divergiram a respeito dos limites da liberdade religiosa. Para o pastor os evangélicos podem pregar contra as religiões de matriz africana, desde que não usem a força.

Já para o babalorixá a questão de apontar se é ou não pecado adorar a outros deuses é uma questão decidida por cada religião. “Uma religião não tem o direito de dizer ao outro como ele deve praticar [sua fé]”, afirmou.

Entre os temas debatidos no programa estão os casos de um pastor que, em 2003, foi multado a pagar R$ 1.000,00 por ter evangelizado durante um culto a Iemanjá no litoral paulista. A multa foi dada pela Justiça.

Outro caso que foi levado ao debate foi sobre a decisão de um juiz do Rio de Janeiro que ao julgar um pedido da retirada de vídeos evangélicos do Youtube, disse que o candomblé e a umbanda não são religiões por não terem um texto sagrado ou um deus único.
O debate está disponível no site do jornal tendo a mediação de Anna Virginia Balloussier.

Fonte: Gospel Prime

Juiz obriga pai a levar seus filhos à missa, como parte de um acordo de divórcio

justiçaUm juiz na Inglaterra ordenou que um pai deverá levar seus filhos à missa como parte de um acordo de divórcio, mesmo ele não sendo católico. O homem, que só pode ser identificado como “Steve” por causa de restrições de relatórios sobre o caso, enfrenta uma possível desobediência ao tribunal e uma pena de prisão se ele não ir à igreja enquanto seus filhos o estiverem visitando nos fins de semana.

A exigência de comparecimento à igreja foi imposta pelo juiz James Orrell durante uma audiência em um tribunal do condado de Midlands. O juiz já havia enfrentado críticas por uma audiência no tribunal do condado de Derby, em que ele ordenou que três filhos fossem tirados de seus pais depois de uma audiência com duração de apenas 15 minutos.

Segundo o jornal britânico Telegraph, transcrições do tribunal mostram que o juiz Orrell discutiu sua própria fé católica durante o curso da audiência sobre a guarda dos dois filhos de Steve. A exigência legal de assistir à missa no Natal só se aplica a Steve, que não é católico. Sua ex-esposa é católica, mas não está sujeita às mesmas condições.

Steve, um psicólogo de 51 anos de idade, classificou a ordem como “bizarra”, e questiona que não foi dado o direito de liberdade religiosa nem a ele e nem aos seus filhos.

– O que eu acho realmente preocupante é que ele não permite a mim ou meus filhos qualquer liberdade de expressão religiosa. Eu definitivamente não sou católico. A última vez que fui à igreja estava foi há muito tempo atrás, e eu participava de uma igreja unitarista – afirmou Steve.

– Meu filho mais velho, que agora tem 10 anos de idade, já manifestou uma clara falta de crença, mas legalmente eu sou obrigado a levá-lo à missa católica romana no Natal – completou.

A exigência de frequência à igreja foi imposta a Steve em 2009 e, apesar de ter sido submetida a uma série de desafios legais, ainda continua em vigor.

Fonte: Gospel +

Brasil ganha Observatório da Liberdade Religiosa

observatorio-da-liberdade-religiosaA entidade não tem ligações políticas e nem está associada a organizações religiosas.

Para combater a intolerância religiosa e promover a laicidade do Estado, surge o Observatório da Liberdade Religiosa (OLIR). A entidade nasce seguindo conselhos formados em países como França, Itália e Portugal, permitindo a análise de dados para facilitar e incentivar a produção científica a respeito do direito de liberdade religiosa.

“Por ser independente, teremos condições de fazer uma análise isenta”, garante Bernardo Pablo Sukiennik, presidente do OLIR.

Em nota enviada à imprensa, Sukiennik deixa claro que o Observatório não promoverá o diálogo inter-religioso, ecumênico ou discussões sobre rituais, tradições e práticas religiosas.

Seu papel, como entidade sem fins lucrativos e sem subordinação a partidos políticos e organizações religiosas, será o de servir de instrumento para o Poder Público e para a sociedade civil.

Um dos papéis do OLIR será questionar a crença popular de que no Brasil não existe perseguição religiosa, mostrando casos onde a diversidade não é tratada com respeito e tolerância.

“Nos próximos anos, o Supremo Tribunal Federal deverá decidir questões importantes sobre Liberdade Religiosa. O resultado dessas demandas poderá restringir conquistas históricas”, diz trecho do texto divulgado pela entidade.

Fonte: Gospel Prime

Cristãos idosos de Mossul são expulsos pelo Estado Islâmico

Cristãos idosos de MossulOs terroristas queriam obrigar homens e mulheres a se tornarem muçulmanos, quem recusou precisou fugir e deixar suas casas.

Cristãos iraquianos estão encontrando abrigo em terras curdas para fugir das perseguições dos terroristas do Estado Islâmico. No começo de janeiro os idosos cristãos da cidade de Kirkuk foram expulsos de Mossul por se recusarem a se converter ao islamismo e precisaram caminhar por dois dias para chegarem até Peshmerga.

Peshmerga é uma cidade sob controle das forças curdas, nesses locais a liberdade religiosa é mais respeitada e os cristãos estão em segurança.

Segundo informações do ministério Portas Abertas, algumas testemunhas relatam que os soldados do EI invadiram as casas dos cristãos e as ocuparam. “Fomos todos agrupados em uma residência em Mossul. Conseguimos sobreviver graças à ajuda de algumas famílias muçulmanas, que nos trouxeram comida e o que mais fosse necessário”, disse uma cristã identificada como Rachel.

“Militantes do califado nos disseram que só poderíamos continuar lá se nos convertêssemos ao islamismo. Eu recusei e lhes disse que se quisessem, podiam me mandar embora”, afirmou ela em entrevista a agência de notícias Fides.

Desde junho as minorias religiosas do Iraque e da Síria estão sofrendo com as ações terroristas do EI que estão criando um califado. Mossul foi a cidade mais atingida, milhares de pessoas foram expulsas de suas casas, milhares foram mortas, crianças e mulheres foram tomadas como escrava sexuais e seus esposos ou pais foram mortos.

Fonte: Gospel Prime

Pastor Silas Malafaia critica a revista Charlie Hebdo e defende a liberdade religiosa

silas-malafaiaO Pastor Silas Malafaia voltou a público nesta terça-feira, 13 de Janeiro, para comentar na internet sobre o islamismo no mundo e os ataques a Revista Charlie Hebdo. O Pastor criticou a revista francesa por publicar charges ridicularizando o cristianismo, e lembrou que em uma das capas do periódico os editores “colocaram figuras representando o pai, filho e Espírito Santo tendo relações sexuais entre eles”.

Para o pastor, “o que os camaradas do jornal Charlie Hebdo já publicaram satirizando Cristo e a trindade é infinitamente superior sobre as de Maomé”. Porém, segundo Malafaia, “o estado democrático de direito permite esse deboche, mesmo eu repudiando isso. Eles tem direito. O preço da sociedade livre”, defende ele que ainda aproveitou para atacar o movimento gay, pois “não suporta nenhuma critica e taxam os opositores de homofóbicos, eles tem muito que aprender com o estado democrático”.

O pastor também criticou o islamismo afirmando que lideranças muçulmanas no Qatar e Irã que incentivaram o ataque. Malafaia ainda desafiou os internautas a responderem o motivo pelo qual “se os lideres do Islã pregam a liberdade religiosa, porque as nações onde são religião oficial não permitem as outras religiões?” Ele ainda completa afirmando que “nas nações onde o Islã é religião oficial, os outros credos ou sofrem perseguição violenta ou são tremendamente controlados, cerceados”. De acordo com Silas Malafaia a marca evangélica no mundo é que “somos a favor da liberdade religiosa para todos” e explicou que “servir a Deus é um ato voluntário, Deus não aceita adoração imposta pelos outros, impor servir a Deus é um ato produzido por alienados. (…) Os cristãos no mundo estão dando um show de liberdade mesmo quando atacam com baixaria o que temos de mais precioso: nossa crença em Deus”, disse.

“Podemos ter discussões acaloradas, debates, discordância entre religiões SOMENTE NO CAMPO DAS IDÉIAS e da discussão verbal SOMENTE! (…) Nós cristãos é que temos que reverenciar aquilo que acreditamos, e defender a nossa fé com a nossa vida e no máximo com argumentos.” – Pastor Silas Malafaia

Malafaia também aproveitou para cutucar o que chama de “esquerdopatas” por supostamente ficarem “calados, sem nenhuma palavra de condenação para barbárie terrorista na França. Medíocres travestidos de democratas.” Ontem o governo Dilma afirmou que errou ao não enviar qualquer representante oficial do Brasil para a França afim de participar da cerimônia de homenagem às vítimas do ataque à Charlie Hebdo e seus familiares, a qual diversos líderes mundiais estiveram presente.

As palavras do Pastor Silas Malafaia foram bem recebidas e elogiadas pelos internautas até o momento onde citou o movimento gay, quando começou a sofrer uma série de ataques e xingamentos online que perduram desde então.

Fonte: Gospel +

2014 foi marcado pelo crescimento da perseguição aos cristãos

proibido cruzÁfrica foi o continente onde a situação mais se agravou.

Enquanto os olhos do mundo pareciam fixos para a Síria e o Iraque em 2014, a vida dos cristãos piorou de maneira ainda mais profunda na África, segundo o relatório anual sobre a liberdade religiosa publicado esta semana.

A situação deteriorou-se mais rapidamente na África subsaariana, em países onde o extremismo islâmico é a principal fonte de pressão sobre os cristãos. O ranking World Watch List, coproduzido pela Missão Portas Abertas, publicada desde 1993, classifica os 50 países considerados mais hostis aos cristãos durante um período de 12 meses. Ele examina a liberdade religiosa para os cristãos em cinco áreas: privado; família; comunidade; nacional; e da igreja. Também mede os índices de violência com morte.

A lista aponta que 4.344 cristãos foram mortos por causa da sua fé no ano passado, mais que o dobro dos 2.123 do relatório de 2013, e mais que o triplo do 1.201 de 2012. A maioria dessas mortes ocorreu na Nigéria, onde 2.484 vítimas foram mortas, e na República Centro-Africano, onde 1.088 pessoas pereceram.

De modo geral, os índices dos 50 países aumentaram em quase 10 por cento em comparação com a lista publicada no início de 2014. Inegavelmente, a violência contra os cristãos vem numa ascendência sem paralelo nas últimas décadas.

O relatório também aponta um ressurgimento de hostilidade anticristã em partes da Ásia e da América Latina, regiões onde as condições tinham sido relativamente favoráveis em anos anteriores. Pela primeira vez em três anos, o México está de volta na lista, em 38º lugar.

Em 40 dos 50 países do ranking de perseguição, a Portas Abertas aponta para o “extremismo islâmico” como a principal fonte de preocupação.

“É justo dizer que o extremismo islâmico tem dois centros globais de atuação. Um no Oriente Médio árabe, mas o outro está se firmando na África subsaariana, onde até mesmo estados de maioria cristã estão experimentando níveis sem precedentes de exclusão, discriminação e até a violência”, afirmou Ron Boyd-MacMillan, diretor estratégia e pesquisas da Portas Abertas.

Tiffany Lynch, analista política da Comissão Internacional Sobre Liberdade Religiosa, acredita que o grande catalizador do último ano foi o fortalecimento da organização terrorista Estado Islâmico. Por causa disso, grupos como Boko Haram e al-Shabaab, grupos islâmicos que atuam na África, foram estimulados a subir o grau de violência.

Com exceção da Coréia do Norte, que permanece como número 1 na Lista desde a sua criação, onde a motivação para perseguir é ideológica e não religiosa, nos outros países essa é a tendência. Líderes hindus e budistas fundamentalistas sentem-se ameaçados pelo crescimento do cristianismo e tem reagido fortemente em locais como Laos, Sri Lanka e Índia.

A propósito, a Índia ocupa hoje sua posição mais alta no ranking desde que este foi criado.  O objetivo da Portas Abertas é chamar atenção para fatos que normalmente não são destacados pela mídia. Os três países que não estavam na lista em 2014, mas aparecem na de 2015 são Turquia (41º), México (38º) e Azerbaijão (46º). Os dez países onde os cristãos enfrentaram a maior pressão e violência em 2014 foram:

1 – Coreia do Norte
2 – Somália
3 – Iraque
4 – Síria
5 – Afeganistão
6 – Sudão
7 – Irã
8 – Paquistão
9 – Eritreia
10 – Nigéria

Fonte: Gospel Prime

Em entrevista exclusiva, deputado pastor Carlos Bezerra crava: “O Estado tem de saber que as igrejas têm suas próprias regras”

Pastor Carlos Bezerra pregando

Pastor Carlos Bezerra pregando

Ao entrar no recinto chama a atenção o grande quadro vermelho em uma das paredes da sala ocupada pelo deputado estadual Carlos Bezerra Jr., na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Mas o quadro vermelho não tem foice e martelo ou estrela branca. Estampa em letras grandes apenas uma palavra: justiça. Ele mesmo o instalou, na parede em frente à mesa em que despacha. A convite do próprio deputado Bezerra Jr. o Gospel+ visitou seu gabinete para uma entrevista exclusiva sobre fé, polêmicas e política.

“Pregue em todo tempo. Se necessário, use palavras”. A frase de Agostinho de Hipona é um dos lemas de vida de Carlos Bezerra Jr., da terceira geração de pastores de sua família – tradicional no meio pentecostal. Batizado com 14 anos, costumava disputar muitas batalhas bíblicas nos acampamentos de sua igreja quando mais jovem. A Bíblia, hoje surrada e cheia de grifos, ainda o acompanha em sua sala.

Como ele mesmo diz, “meus sermões vêm em forma de lei”. Criou o Mãe Paulistana – uma lei em defesa da vida que ajudou a derrubar a mortalidade infantil e materna –, instituiu proteção contra o abuso sexual para 150 mil crianças e é autor da mais importante lei contra o trabalho escravo desde a Abolição – elogiada inclusive pela ONU. Recentemente, se viu alvo de acusações por pedir investigação sobre site que estaria atacando jornalistas que cobriram passeata que, entre outras coisas, pedia a volta da ditadura militar. Para comentar este caso e falar sobre fé e o atual momento político do Brasil, Carlos Bezerra Jr. concedeu esta entrevista exclusiva ao Gospel+a primeira depois de ser reeleito como um dos parlamentares mais votados de SP.

Você pediu investigação sobre o site que criticou os jornalistas Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo, e Ricardo Chapola, do Estadão, que cobriram passeata que pedia impeachment de Dilma. Isso não vai contra os interesses de seu próprio partido, o PSDB?

Não, os próprios dirigentes do partido que integro se manifestaram contrários a pedidos de impeachment e volta da ditadura. Agora, independente da sigla partidária, a verdade precisa ser dita: não há “outro lado” quando se trata de ameaça à justiça ou a liberdade de imprensa. Diante da informação de que jornalistas estavam sendo atacados, como cidadão, como cristão e como parlamentar não havia outra coisa a ser feita a não ser pedir investigação. Por isso apresentei requerimento que solicitou ao Ministério Público e à Polícia Federal que investigassem o caso.

Mas você apoia o atual governo federal?

Não, sou oposição. Nos dois turnos das eleições, votei contra o grupo que está no poder porque entendo estar manchado pela corrupção. Os princípios em que creio me impedem de ser omisso ou conivente diante de tantos desmandos. Porém, não é porque sou contra o atual governo que também serei contra a democracia. Imprensa livre é uma conquista a ser mantida – independentemente da cor desse ou daquele partido.

Depois de pedir que esses ataques a repórteres fossem investigados você foi alvo de injúrias. Como lidou com isso?

Uma ou duas pessoas me chamaram até de comunista (risos)! Acho que chegaram a essa conclusão usando uma lógica meio rocambolesca, do tipo: “Mao Tse Tung e Stalin gostavam de macarronada. Mao Tse Tung e Stalin eram comunistas. O Bezerra gosta de macarronada. Logo, é comunista”. Veja, não sou comunista, sou progressista e social-democrata. Agora, quanto aos ataques, tomo-os como prova de que o caminho trilhado está correto. “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça…”, está escrito em Mateus. Foi em nome da justiça que pedi investigação sobre esse caso – mesma motivação que me fez lutar pela grávida pobre, pelas crianças vítimas de violência sexual e pelos explorados como escravos. Digo que sou um discípulo de Jesus “disfarçado” de deputado. E isso não pode ser só discurso. Essa retórica precisa vir acompanhada de ações, afinal, fé sem obras é morta, diz a Palavra. E política que não dá frutos também, eu diria. Se silenciarmos diante da injustiça – seja ela qual for – qual será nosso testemunho?

Assim como a liberdade de imprensa foi atacada nesse caso, a liberdade religiosa tem sido atacada em tantos outros. O que você tem feito quanto a isso?

Sou cristão e não abro mão de minha fé. Faço questão de reafirmá-la sempre. Quando estive diante das principais autoridades do mundo na defesa dos Direitos Humanos, na ONU, fiz questão de citar o profeta Amós e declarar: “corra o direito como água e a justiça como rio caudaloso”. Como deputado estadual, meu compromisso é de ser sal e luz. Sou contra qualquer iniciativa que queira cercear nosso direito de expressar a fé em Jesus ou queira calar nossa voz profética nessa nação, sou contra tentativas de rebaixamento moral da família e de desvalorização da vida, sou contra projetos que queiram obrigar pastores a fazer coisas que contrariem nossa fé – o Estado tem de saber que as igrejas têm suas próprias regras. Eu estou atento e vigilante. Se algo assim ameaçar avançar em SP, levantarei minha voz e agirei para impedir. Minha fé vale mais do que qualquer posição política Agora, é preciso ir além do “sou contra isso, sou contra aquilo”. Do que, nós, evangélicos, somos a favor? Essa é a questão. Como pastor que está na política, posso dizer que pregar, pra mim, é agir. É por ser a favor da vida e da justiça que defendo quem mais precisa com leis e projetos. Faço isso desde antes de entrar na vida pública, quando servia como médico voluntário nas periferias de São Paulo. E seguirei fazendo, porque esse é meu chamado.

Como acha que a Igreja deve agir no momento político atual?

Não posso assumir a posição de dizer o que a Igreja de Jesus deve ou não fazer. Posso dizer daquilo em que creio, como cooperador dessa Obra, não como seu porta-voz. Acredito sinceramente que não seja papel de quem se diz evangélico estimular ódio e intolerância no país. Assim como entendo que caiba a nós, evangélicos, não nos calar diante de tantos escândalos. Isso se faz erguendo a voz contra a injustiça, com um testemunho de vida reta diante de Deus e dos homens e, claro, com frutos. Parafraseando um escritor de que gosto, eu diria que, se queremos seguir a Jesus, temos de ser um incômodo para todos os sistemas, como Ele foi. É mais com obras do que com discurso que poderemos contribuir com uma sociedade mais justa. Muitos irmãos têm feito isso. Mas pelos nossos números, deveríamos estar causando um impacto positivo muito maior. Digo isso com temor no coração, pedindo a Deus misericórdia e buscando sempre me apresentar como obreiro aprovado, que não tem do que se envergonhar. Sigo na luta.

Deputado Carlos Bezerra em entrevista coletiva (foto: assessoria)

Deputado Carlos Bezerra em entrevista coletiva (foto: assessoria)

Fonte: Gospel +

Empresa que obrigava funcionários a orar no início do expediente é condenada pela Justiça

justiçaUma empresa da cidade de Rio do Sul, em Santa Catarina, foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização de R$ 30 mil a um ex-funcionário que era obrigado a orar junto com os colegas no início da jornada de trabalho. A sentença foi determinada pelo juiz Roberto Masami Nakajo, da 2ª Vara do Trabalho de Rio do Sul.

Em sua defesa, os representantes da Retsul Retífica e Recuperação de Cabeçotes Ltda. afirmaram que a participação nas orações diárias não é imposta. Porém, testemunhas confirmaram que os funcionários que se negam a participar sofrem ameaças do proprietário da empresa.

Segundo informações da Assessoria de Comunicação Social do TRT-SC, o juiz afirmou que a conduta adotada pela empresa em relação às orações fere o princípio constitucional da liberdade religiosa.

Na decisão, Nakajo destacou que o Brasil é um país laico, não existindo uma religião oficial e sendo proibida qualquer discriminação com relação à escolha de religião ou ausência dela. Ele afirmou ainda que a liberdade de crença de alguém vai até onde não prejudique a dos outros.

O magistrado afirmou ainda que ainda que o autor da ação professasse a mesma religião que a do seu empregador, não seria lícito que fosse exigida dele a adesão aos seus ritos e práticas religiosas no local de trabalho.

– Na liberdade de crença entra a liberdade de escolha da religião, a liberdade de aderir a qualquer seita religiosa, a liberdade (ou o direito) de mudar de religião, mas também compreende a liberdade de não aderir a religião alguma, assim como a liberdade de descrença, a liberdade de ser ateu e de exprimir o agnosticismo – afirmou o juiz Nakajo em sua fundamentação, citando o entendimento do doutrinador José Afonso da Silva.

Fonte: Gospel +

Papa pede mobilização de políticos pelos cristãos perseguidos

xpapa-francisco-302x200.jpg.pagespeed.ic.yrcb0biv6iPara o líder católico a perseguição religiosa é uma violência sem sentido.

O papa Francisco pediu na última quarta-feira (12) para que os políticos de todos os níveis se mobilizem em favor dos cristãos perseguidos, fazendo algumas denúncias da violência contra cristãos em alguns países do mundo.

“Tenho assistido com uma grande tristeza as situações dramáticas dos cristãos em diferentes partes do mundo, onde são perseguidos e mortos por causa de sua fé religiosa”, disse o líder católico durante a audiência geral na Praça de São Pedro.

O argentino afirmou que se trata de “uma violência sem sentido” e que “parece não ter fim” a menos que uma “ampla mobilização das consciências” se levante para impedir que esses ataques continuem.

A organização católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) divulgou um relatório mostrando que nos países onde os cristãos são minoria a perseguição religiosa é relativamente elevada. Entre os anos de 2012 e 2014 a fundação percebeu “um grave declínio” na liberdade religiosa em pelo menos 81 países e a “uma deterioração” em 55 outros.

O relatório afirmou que nos países Afeganistão, República Centro Africana, Egito, Irã, Iraque, Líbia, Maldivas, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Síria e Iêmen os cristãos vivem situações de perseguição religiosa ligadas ao extremismo muçulmano”.

O papa afirmou que os cristãos “têm o direito de regressar ao seu próprio país em segurança e serenidade, e professar livremente a sua fé”. Uma frase referente aos países como o Iraque, onde os cristãos estão fugindo com medo dos ataques do Estado Islâmico, e também na Nigéria onde o grupo Boko Haram tem matado milhares de pessoas.

Fonte: Gospel Prime com informações G1.

 

Noruega proíbe doações para construção de mesquitas enquanto Arábia Saudita não permitir abertura de igrejas

mesqitaUma decisão polêmica e ousada tomada pelo governo da Noruega proibiu o governo da Arábia Saudita de financiar a construção de mesquitas em território norueguês. A justificativa foi simples: os sauditas não permitem a construção de igrejas em seu país.

O princípio da reciprocidade foi aplicado sob o viés da liberdade religiosa, e o representante do governo da Noruega, Jonas Gahr Stor, que é ministro dos Negócios Estrangeiros, disse que os repasses de doações para construção de mesquitas estavam proibidos.

O islamismo vem sendo difundido na Europa, e uma das frentes de crescimento é a construção de mesquitas, a partir de doações milionárias de muçulmanos dos países do Oriente Médio. Na Noruega, o governo da Arábia Saudita teria feito donativos vultosos para a construção de templos, segundo informações do Jornal Q.

Ao averiguar que as autoridades sauditas não autorizam a construção de igrejas e impõem dificuldades e restrições ao evangelismo em seu território, os noruegueses aplicaram o mesmo tratamento.

“Seria um paradoxo anti-natural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contrassenso”, disse Stor, referindo-se à proibição de construção de igrejas de outras religiões existentes na legislação saudita.

A medida, no entanto, permite que as comunidades religiosas recebam ajuda financeira para se manter. Jonas Gahr Stor afirmou que o assunto será tratado no Conselho da Europa, e defenderá a postura tomada pela Noruega.

O islamismo é a religião que mais cresce na Europa, tendo na França o principal foco de difusão da mensagem muçulmana. Nos países do Oriente Médio, a perseguição religiosa contra cristãos é intensa. Grupos extremistas, como o Estado Islâmico, falam abertamente em erradicar o cristianismo destes países, e entre os mais ousados, há os que defendam a ideia de “invadir” o ocidente e impor a religião seguida por eles.

Fonte: Gospel +

Defensores do pastor Saeed Abedini lançam iniciativa para pressionar Obama a negociar sua libertação

(Photo: ACLJ via YouTube)

(Photo: ACLJ via YouTube)

Os defensores do pastor iraniano-americano Saeed Abedini, preso sob acusação de espionagem internacional, estão pedindo às pessoas que comprem e enviem cartões postais para o presidente Barack Obama a fim de exigir que ele se empenha na libertação de Abedini.

A mensagem preparada para Obama nos cartões postais diz que ele precisa usar tudo o que tiver em seu alcance para que o pastor seja libertado.

“Um homem em sua posição recebe grande poder e responsabilidade para representar todos os americanos, quer em território nacional ou estrangeiro. Por favor, segure a suas próprias palavras, de que ‘ninguém é deixado para trás’. Nós, o povo americano, pedimos que faça tudo ao seu alcance para trazer o cidadão, pastor, marido e pai, Saeed Abedini, de volta ao lar de sua família de seu tempo de encarceramento no Irã”, diz o texto.

Abedini foi preso no Irã há mais de dois anos, como parte de uma sentença de oito anos. Houve muitas campanhas e petições exigindo a sua libertação, mas em 24 de novembro, o presidente deve se reunir com autoridades iranianas para discutir um acordo nuclear, segundo informações do Christian Headlines. Essa seria, na visão dos defensores do pastor, uma oportunidade de negociar a soltura de Abedini.

Recentemente, a diplomacia norte-americana negociou com sucesso a libertação de três cristãos presos na Coreia do Norte. Um turista e dois missionários haviam sido presos sob acusação de subversão ao sistema político do país.

No início deste mês, a mãe d o pastor Abedini foi forçada a fugir do Irã, após ter recebido reiteradas ameaças de morte. Naghmeh Abedini, esposa do pastor disse que sua sogra queria permanecer em sua terra natal: “Ela não queria deixar o Irã. Ela não quis dizer adeus ao seu filho”, contou.

Fonte: Gospel +