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Record prevê gravações em Israel para sua nova “novela bíblica”, Josué e a Terra Prometida

os-dez-mandamentos1A próxima “novela bíblica” da TV Record será Josué e a Terra Prometida, projeto que seria uma sequência de Os Dez Mandamentos, retratando a história dos hebreus após a condução do povo a Canaã por Moisés.

Novos detalhes da produção já foram definidos pela emissora, que resolveu novamente apostar numa novela histórica depois que a atual, Os Dez Mandamentos, vem conquistando bons índices de audiência e inúmeros elogios do público e da crítica.

“Alguns detalhes já podem ser antecipados sobre a história que dá sequência ao trabalho de Moisés. Enquanto a atual ‘Os Dez Mandamentos’ consumirá quatro fases, ‘Josué’, também com 150 capítulos, terá apenas uma”, informou o jornalista Flávio Ricco, do portal Uol.

A Record já teria definido que a trama de Josué e a Terra Prometida vai contar fatos ocorridos durante sete anos, e escalou um grupo de 60 atores para o projeto, 20 a menos do que Os Dez Mandamentos. Em contrapartida, haverá diversas participações especiais.

“A novela toda vai se passar em sete anos e só no final haverá uma passagem de tempo grande, mas que poderá ser resolvida com maquiagem, sem a necessidade de troca de atores”, informou Ricco.

As filmagens serão realizadas em locações de países da América Latina e em Israel, segundo o jornalista, além é claro da construção de uma cidade cenográfica no RECNOV, central de produções da Record semelhante ao PROJAC, da Globo.

Os valores de custo da nova “novela bíblica” da Record ainda não foram estimados pelos especialistas, mas deverá seguir uma faixa próxima à de Os Dez Mandamentos, que consome R$ 700 mil a cada capítulo, devido ao uso de efeitos especiais produzidos em Hollywood e da riqueza de detalhes dos cenários construídos para as filmagens.

Fonte: Gospel +

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Pastor diz que ebola, casamento gay e Estado Islâmico são “sinais importantes” da volta de Cristo

pastor-robert-jeffressPerseguição a cristãos e judeus pelo Estado Islâmico, legalização do casamento gay e insensibilização pela morte de fiéis a Jesus Cristo são sinais que alertam sobre Sua volta, na opinião do pastor e escritor Robert Jeffress.

Esses “sinais” são abordados por ele no livro Countdown To The Apocalypse (“Contagem regressiva para o Apocalipse”, em tradução para o português), lançado recentemente.

“Eu acredito que a insensibilização [à perseguição] pavimenta o caminho para o futuro anticristo que perseguirá os cristãos e mártires, sem qualquer repercussão em absoluto“, disse Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas (EUA).

O pastor destaca ainda que epidemias como a da doença Ebola, que assola a África e tem assustado países do mundo todo, também são indícios de que o dia se aproxima: “Jesus disse que haveria certos sinais que precederiam Sua vinda, e que estes sinais seriam como asdores de parto de uma mulher“, afirmou Jeffress em entrevistas ao Charisma News e ao canal DoveTV no YouTube.

No livro, o pastor diz que um “sinal importante” de que a volta de Cristo está se aproximando “é a padronização da imoralidade” que vem se formando na sociedade, inclusive de maneira legalizada pelas autoridades: “Isso inclui tudo, desde o casamento gay ao aborto, que chegou a ser aceito pela sociedade e ensinado nas escolas”, lamentou o pastor.

Além desses pontos, as convocações do Estado Islâmico para que todos os muçulmanos persigam os cristãos em todo o mundo e as declarações de ódio a Israel são sinais de que o arrebatamento se aproxima, segundo o pastor.

Países como o Irã admitem que trabalham para a eliminação de Israel como país, e diversos ativistas palestinos também falam abertamente sobre os propósitos de perseguição e morte aos judeus.

Fonte: Gospel +

Arqueólogos descobrem tabuletas que confirmam narrativa bíblica do exílio judeu na Babilônia

tabuleta-hebraica-babilonia-e1424094198864Uma expedição de arqueólogos localizou mais de 100 tabuletas com relatos do exílio do povo hebreu na Babilônia há aproximadamente 2.500 anos. O achado histórico reitera as narrativas bíblicas sobre o período.

Segundo Filip Vukosavovic, pesquisador especializado na Babilônia antiga, Suméria e Assíria, as tabuletas possuem o tamanho da palma da mão de um adulto e mostram em detalhes a rotina dos judeus por volta de 600 a. C.

“Nós começamos a ler as placas e em poucos minutos estávamos absolutamente atordoados. Elas preenchem uma lacuna crítica na compreensão do que estava acontecendo na vida dos judeus na Babilônia mais de 2.500 anos atrás”, disse Filip.

A expedição pelo Iraque chegou à conclusão de que o rei Nabucodonosor não tratava os judeus da mesma forma que o povo havia sido tratado séculos antes pelos faraós. “Eles não eram escravos”, disse o arqueólogo.

Durante suas investidas militares para aumentar seu império, o rei babilônio fez incursões contra Israel, e uma delas, em 586 a. C., coincidiu com a destruição do primeiro Templo, construído por Salomão em Jerusalém. Nessas circunstâncias, ele forçou os judeus a migrarem para a capital do império babilônico.

“Nabucodonosor não era um governante brutal em relação a isso [bem-estar dos povos conquistados]. Ele sabia que precisava dos judeus para reanimar a economia babilônica”, acrescentou Filip, citando como exemplo o posto ocupado por Daniel, um judeu que se tornou braço-direito do rei.

De acordo com a agência Reuters, as tabuletas também descrevem a vida de uma família judaica ao longo de quatro gerações, começando com o pai, Samak-Yama, passando para seu filho, depois o neto e o próximo neto com cinco filhos, todos eles batizados com nomes hebraicos bíblicos.

“Nós até sabemos os detalhes da herança feita para os cinco bisnetos”, disse o arqueólogo.  “Por um lado são detalhes chatos, mas por outro, você aprende muito sobre quem são essas pessoas exiladas e como viviam”, acrescentou.

As peças estão em exposição no Museu Terras da Bíblia, em Jerusalém, numa mostra chamada “Os rios da Babilônia”. Para Filip Vukosavovic, elas formam um achado que complementa o quebra-cabeça de seu período histórico, e ajudou a descobrir um dos fatores que levaram os judeus a se espalharem pelo mundo, pois quando os babilônios permitiram que o povo hebreu retornasse a Jerusalém, em 539 a. C., uma parcela escolheu permanecer e fundou uma comunidade judaica forte, que permaneceu sólida durante 2.000 anos.

Fonte: Gospel +

Pesquisa mostra que a maioria dos judeus israelenses quer estudar e conhecer a Bíblia

judeus-israelenses-estudando-a-bibliaUma nova pesquisa mostra que a maioria dos judeus israelenses, desde os identificados como “seculares” até os “tradicionais”, estão cada vez mais interessados ​​em obter conhecimento e compreensão mais profunda da Bíblia Sagrada.

O levantamento realizado pelo Instituto Motagim a pedido de um portal religioso, revelou que 54% dos judeus israelenses sentem que só tem uma “compreensão básica” da sua fé nacional, e que 57% havia se comprometido a ler a Bíblia ao menos cinco minutos por dia.

De acordo com informações do Israel Today, o governo israelense lançou em 2014 um programa de estudo bíblico com duração de três anos. O Projeto 929, acessível aos cidadãos em todo o país, recebeu esse nome em homenagem à quantidade de capítulos existentes no “Tanakh”, termo usado para se referir ao Velho Testamento.

O site do Projeto 929 permitirá que os visitantes conheçam o capítulo diário em curso, que poderá ser lido ou ouvido em hebraico. “O objetivo óbvio é fazer com que todos os israelenses leiam a Bíblia”, destacou o editorial do Israel Today.

No entanto, a variedade de comentários sobre o tema feitos por celebridades e outros colaboradores tem sido uma fonte de controvérsia entre autoridades religiosas, que temem que o programa faça surgir um maior interesse dos israelenses no cristianismo.

O país já recebe, anualmente, milhões de turistas religiosos que se aventuram pelo território para conhecer o rio Jordão, Jerusalém, a chamada Igreja da Natividade em Belém (que teria sido erguida sob a caverna onde Jesus teria nascido), entre outros pontos de peregrinação cristã.

Além disso, há ainda uma aproximação propiciada pela política internacional, entre países de maioria cristã – como os Estados Unidos – e Israel, o que faz com que, embora os religiosos mais conservadores continuem a desacreditar na mensagem do Evangelho, exista uma relação amistosa entre as duas profissões de fé.

Fonte: Gospel +

Ataque de terroristas ligados ao Estado Islâmico na região do Monte Sinai deixa 26 mortos

Ansar-Beit-al-MaqdisUma milícia muçulmana egípcia ligada ao Estado Islâmico efetuou um ataque terrorista nos arredores do Monte Sinai, em Israel, e causou a morte de um major do Exército do Egito e de outras dezenas de pessoas, além de deixar feridos.

A informação divulgada pelas agências internacionais é que a milícia terrorista Ansar Beit al-Maqdis, que mantém relações com o Estado Islâmico, assumiu a responsabilidade pela explosão de um carro-bomba e o lançamento de foguetes na península do Sinai. A maioria dos 26 mortos eram militares, em uma região que é de fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

Os terroristas afirmaram por meio do Twitter que eram os responsáveis pelo atentado na cidade de El Arish e também em Rafah, na fronteira com Gaza, que é uma estreita faixa de terra onde vivem mais de 1,7 milhão de palestinos na fronteira com Israel.

A intenção dos terroristas era atingir a sede da Polícia da região e um complexo residencial onde vivem militares e policiais, além dos postos de controle na região.

A proximidade de ações terroristas ligadas ao Estado Islâmico com o território israelense preocupa as autoridades do país, que vem enfrentando uma nova onda de ataques feita pelo grupo palestino Hezbollah.

Nessa semana, foguetes foram disparados pelos militantes palestinos contra o território de Israel, o que iniciou um novo conflito, e a resposta do exército do país, que efetuou contra-ataques pesados e causou temor de uma nova guerra entre os dois povos.

O Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação do Estado israelense e a perseguição a judeus e cristãos. O grupo terrorista pretende criar um califado no mundo árabe, e recentemente, prometeu perseguir os cristãos em todo o planeta.

Fonte: Gospel +

Obama tenta plano político para dividir Israel em dois

???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????Presidente estaria por trás de grupo que defende estabelecimento da Palestina como nação.

Uma empresa de consultoria composta quase totalmente por ex-funcionários da campanha de reeleição do presidente Obama foi contratada para trabalhar nas próximas eleições em Israel.

Seria um esforço para derrotar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, considerado radical por não aceitar a divisão do território e o reconhecimento da Palestina como uma nação independente. Agências de notícia israelenses apontam para Jeremy Bird, diretor da campanha de Obama de 2012, que agora coordena um grupo sem fins lucrativos chamado V15 [Vitória em 2015], que prepara terreno para a eleição do primeiro-ministro israelense deste ano.

Israel atravessa um momento político conturbado, com as eleições tendo sido antecipadas em dois anos, uma medida vista como tentativa de Netanyahu se consolidar no poder, defendendo medidas para estabelecer um Estado ainda mais judeu, combatendo com força os terroristas do Hezbollah e não cedendo às imposições da Autoridade Palestina.

Embora não defenda abertamente nenhum nome, a consultoria de Bird chamou atenção pelo fato de ele não ser judeu. Vitorioso com Obama nos EUA, sua atuação é vista com desconfiança já que campanhas políticas custam fortunas e ele trabalharia “de graça”.

Obama rejeitou o pedido de se encontrar com Netanyahu em Março, quando ele estava em Washington para uma reunião conjunta do Congresso. Oficialmente, a administração Obama afirma não querer influenciar as eleições israelenses. Ao mesmo tempo, a Casa Branca criticou o presidente da Câmara, John Boehner por ter convidado Netanyahu, acusando-o de “quebra de protocolo”.

jornal israelense Haaretz afirma que o V15 planeja causar “uma virada eleitoral” nas eleições até Março. O diário procurou o fundador do V15, Nimrod Dweck, para saber qual o objetivo do seu grupo. Ele limitou-se a responder “é hora de mudar de rumo e dar esperança às pessoas”.

O V15 é apoiado pelo grupo americano-britânico “One Voice”, cujos escritórios em Tel Aviv ficam no mesmo endereço do V15. Uma visita ao site do One Voice mostra que a postura é pró-Palestina, defendendo a divisão de Israel em nome da paz na região.  Caso obtenha sucesso nas eleições, o temor é que o V15 e o One Voice sirvam para abrir as portas para as reivindicações dos palestinos que exigem, entre outras coisas, a divisão de Jerusalém como capital dos dois países.

Segundo o diretor executivo do OneVoice Israel, Polly Bronstein, o grupo dirigido por ele e o V15 estabeleceram “270 estratégias para alavancar as técnicas de mobilização mais vanguardistas.”  Parte da estratégia inclui uma campanha porta-a-porta, bem como o uso maciço das mídias sociais, elementos fundamentais na eleição de Obama.

site cristão WND afirma que o escritório de campanha da V15 é composto por “dezenas de ex-funcionários da campanha de Obama”, com larga experiência em eleições. A Casa Branca não quis comentar as denúncias, mas sendo os Estados Unidos historicamente o grande defensor de Israel no campo político, chama atenção o fato de Obama fazer tamanho investimento indo na contramão do seu discurso como presidente.

Fonte: Gospel Prime

Terror: Estado Islâmico convoca muçulmanos a perseguirem cristãos em todo o mundo

Mohammad-al-AdnaniOs extremistas do Estado Islâmico fizeram uma convocação aos muçulmanos de todo o mundo para que persigam os cristãos de forma ininterrupta. A mensagem, destinada aos simpatizantes do terrorismo religioso, foi entregue em tom de ameaça aos seguidores de Jesus Cristo.

Mohammad al-Adnani, porta-voz do grupo terrorista, disse que as ações perpetradas pelos muçulmanos nos países do Oriente Médio e em Paris, na França, são apenas o começo da perseguição.

“Pedimos aos muçulmanos da Europa e do Ocidente infiel que ataquem em todos os lugares […] Nós prometemos aos cristãos que eles continuarão vivendo em estado de alerta, de terror, de medo e de insegurança […] Vocês ainda não viram nada”, afirmou al-Adnani, de acordo com informações do jornal Correio do Povo.

A promessa de perseguição não se resume aos cristãos: o Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação de Israel, ideia que é compartilhada por outros grupos islâmicos, e que já recebeu demonstrações de simpatia de governantes de países como o Irã, por exemplo.

Em outubro de 2014, o Estado Islâmico se referiu aos fiéis em Jesus Cristo como seus maiores inimigos, e orienta aos muçulmanos que usem todas as ferramentas à disposição para matar cristãos: “Quebre a cabeça deles com uma pedra, ou mate-os com uma faca, ou atropele-os com seu carro, ou derrube-os de um lugar alto, ou sufoque-os, ou envenene-os… Você pode destruir tanto seu sangue quanto sua riqueza”, sugere um dos vídeos publicados pelos terroristas.

Reféns

O assassinato de reféns em frente às câmeras vem se tornando uma das principais características do grupo terrorista, que demonstra uma certa preferência por jornalistas.

Em agosto do ano passado, o jornalista norte-americano James Foley foi decapitado em frente às câmeras, após ser obrigado a ler um comunicado dos terroristas. No começo de janeiro deste ano, muçulmanos simpatizantes do Estado Islâmico perpetraram um ataque à sede do jornal semanal francês Charlie Hebdo, dizendo ser uma “vingança” às charges de Maomé feitas pelo periódico.

Agora, o jornalista japonês Kenji Goto, convertido ao cristianismo, está sob ameaça de morte caso o governo japonês não obriga a Jordânia a libertar uma terrorista presa. Caso as exigências do Estado Islâmico não sejam atendidas, a execução de Goto está marcada para hoje, 28 de janeiro.

Dilma

Mesmo nesse cenário de barbárie, a presidente Dilma Rousseff (PT) defendeu o diálogo com o grupo terrorista durante seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no último mês de setembro.

A postura da presidente (que governa um país de ampla maioria cristã) foi duramente criticada por outros chefes de Estado, lideranças religiosas no Brasil e também por muitos jornalistas.

Fonte: Gospel +

Palestino esfaqueia 12 pessoas dentro de ônibus em Israel

palestino esfaqueia 12 pessoas dentro de ônibus em IsraelO jovem de 23 anos agiu sozinho após entrar ilegalmente no país.

Na última quarta-feira (21) um jovem palestino de 23 anos esfaqueou 12 pessoas em ônibus lotado de Tel Aviv, Israel, um tipo de ataque que tem se repetido na região.

O acusado é Hamza Matrouk que vive na Cisjordânia, a polícia israelense afirma que o jovem entrou ilegalmente em Israel, mas que ele agiu sozinho.

Ele chegou cedo à estação central de Tel Aviv, segundo testemunhas, e entrou em um ônibus que ia para uma universidade. Antes de atacar, o jovem aguardou o ônibus encher e então começou a esfaquear os passageiros.

O motorista também foi atacado, mas conseguiu reagir e expulsar o agressor do ônibus. Um agente penitenciário que passava perto do local viu que o palestino fugia e disparou contra ele acertando na perna.

Das 12 vítimas, três foram levadas para o hospital em estado grave. Já Hamza Matrouk foi atendido no hospital e vai aguardar o julgamento da corte militar de Israel.

Os ataques de palestinos em Israel tem se tornado frequente e as autoridades não assumem as responsabilidades pelos crimes. Do lado da Palestina, Israel aparece como culpado por conta de ocupação em Jerusalém Oriental, o Hamas chegou a dizer que o jovem teve uma reação heroica por enfrentar o que eles chamam de “terrorismo israelense”.

Já o governo israelense diz que os crimes são incitados pela Autoridade Palestina e pelo Hamas que querem vingar a ofensiva militar em Gaza que deixou milhares de palestinos mortos. Com informações G1.

Fonte: Gospel Prime

O Império Otomano voltou? Presidente apresenta “grupo de guerreiros” em cerimônia oficial

império otomanoEstudiosos acreditam que Turquia faz ameaça velada a Israel.

O Império Otomano durou 400 anos (1517-1917). Ao longo de sua existência manteve Israel como um território conquistado a partir de 1516. Com sede na atual Istambul, os otomanos não tinham origem árabes, mas foram responsáveis pela consolidação da fé islâmica em seus domínios.

Judeus e cristãos sempre pagaram altos impostos e padeceram sob o domínio otomano. Em janeiro de 2015, um recado foi dado ao mundo: o império turco está de volta. Durante a visita do presidente palestino Mahmoud Abbas, no luxuoso palácio presidencial de Recep Tayyip Erdogan, um grupo de 16 “guerreiros” usando trajes típicos e armados com escudos e espadas, lembrava ao mundo a história da Turquia.

Cada um deles simboliza um dos 16 “impérios” da história turca. Desde os nômades Xiongnu da Mongólia, do século II antes de nossa era, até os otomanos, passando pelos períodos mongóis e seljúcidas. Enquanto para muitos a exibição era meramente cultural, especialistas acreditam que se trata de uma tentativa de “seduzir eleitores nacionalistas conservadores e partidários de um regime forte”. Segundo comunicado do governo, os “guerreiros” farão parte de todas as visitas de pessoas importantes ao país.

Para os estudiosos de profecia, o fato de esse sinal ter sido emitido justamente quando Abbas, presidente da Palestina, um Estado não-reconhecido pela ONU, pode ser uma ameaça velada para Israel. O governo turco, se invadisse Israel entregaria o governo para os palestinos, como fez no passado. Segundo o relatório conhecido como wikileaks, Erdogan “simplesmente odeia Israel”.

16 soldados turcos representando 16 impérios.

16 soldados turcos representando 16 impérios.

Nos últimos meses, a Turquia tem mostrado ao mundo sua face mais radical. No ano passado, hospedou o que foi chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”. O sheik Yusuf al-Qaradawi, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos, que representa o maior grupo de estudiosos muçulmanos em todo o mundo, anunciou: “Diferentemente de como era no passado, o califado dos dias de hoje deve ser estabelecido através de uma série de Estados, governados pela sharia [lei islâmica], e apoiado por autoridades e o povo na forma de uma federação ou confederação”.

Poucas semanas depois, um importante líder muçulmano amigo do presidente Erdogan anunciou: “Jesus Cristo está de novo entre nós”. Em novembro, o Gabinete para Assuntos Religiosos do Presidente, realizou um encontro com 76 líderes muçulmanos de 40 países para estabelecer estratégias para a expansão do Islamismo na América Latina, único continente do mundo que não tem um número expressivo de muçulmanos.

Além disso, foi divulgado pela imprensa que vem ocorrendo um “recrutamento significativo de cidadãos turcos pelo Estado Islâmico”. Pelo menos 1000 turcos já estão lutando com o EI no Iraque e na Síria. A aproximação de Erdogan com os radicais do Estado Islâmico é confirmada pelo líder espiritual mais importante da Irmandade Muçulmana, o sheikh Yusuf al-Qaradawi. Em pronunciamento na TV, ele declarou: “A Turquia é o Estado Califado, e Istambul é a sua capital … Turquia une a religião do mundo árabe [sunitas] e persas [xiitas], Ásia e África, e ele [o Califado] deve ser baseado nesta nação [Turquia]”. Com informações Times of Israel

Fonte: Gospel Prime

Aliança militar entre Rússia e Irã pode ser cumprimento de profecia

putin-e-aliAs duas nações têm se posicionado do lado contrário da maioria dos países ocidentais.

Estudiosos de profecias alertam para a aproximação política e militar de Rússia e Irã. Para eles, pode ser o início da união de forças descrita em Ezequiel, capítulos 37 a 39, sobre a chamada batalha de Gogue e Magogue. A interpretação mais comum do texto aponta para a terra do extremo norte da Ásia (atual Rússia) e seu principal aliado, a Pérsia (atual Irã). Ambos se unirão para invadir Israel.

Esta semana, o chefe do sistema defensivo iraniano, o brigadeiro-general Hossein Dehghan, se reuniu com o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu. Eles trataram, segundo o comunicado oficial, de “questões relativas à segurança global e regional”, bem como a “ativação da cooperação militar e técnico-militar entre os dois países”.

Os dois lados procuram formas de aumentar a cooperação entre os países, do ponto de vista tecnológico e militar. Segundo a imprensa russa, Deghan defende que o estreitamento de laços entre Moscou e Teerã será “um fator de estabilidade e segurança em toda a Ásia Central e o Oriente Médio”. Desde 2013 os dois governos vêm conversando sobre acordos de cooperação.

A Rússia é um dos únicos países que contraria a decisão da ONU e faz investimentos no comércio bélico com o Irã, que sabidamente desenvolve armas nucleares e por não se submeter a órgãos internacionais de controle, sofre sanções econômicas. Em 2010, a Rússia, pressionada pelos Estados Unidos e Israel na ONU, cancelou o envio de um sistema de defesa aérea para o Irã. Agora, seguindo orientações do presidente Putin, volta a negociar ativamente com Teerã, ignorando apelos internacionais e fazendo inclusive acordos nucleares.

As duas nações têm se posicionado do lado contrário da maioria dos países ocidentais, no que diz respeito ao envio da defesa de antimísseis da Otan à Europa Oriental e o fornecimento de armamentos para a Síria, que vive uma guerra civil há quatro anos. Em 2011, quando a tensão entre Israel e Irã atingiu seu ápice recente, a Rússia se posicionou a favor dor iranianos, fazendo ameaças veladas ao governo israelense. Com informações Times of Israel

 Fonte: Gospel Prime

Netanyahu convoca judeus franceses a migrarem para Israel

???????????O premier israelense esteve na França participando da marcha antiterror.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, esteve em Paris participando da marcha contra os atentados que aconteceram na capital francesa na semana passada.

Os quatro judeus que foram mortos na mercearia kosher serão enterrados em Jerusalém e o premier aproveitou o momento de tensão para convidar os judeus franceses para migrarem para Israel.

“Todo judeu que estiver querendo fazer a aliá será recebido com braços e corações abertos”, disse Netanyahu durante seu discurso ao lado do presidente francês, François Hollande.

A França é o país com a maior comunidade judaica da Europa tendo 550 mil judeus, em 2014 7.000 emigraram para Israel, mais que o dobro de 2013 quando 3.300 judeus deixaram a França. Em 2012 foram apenas 1.900.

O governo francês entende que os judeus estão em perigo, tanto que as sinagogas tiveram a proteção reforçada, assim como escolas e outros locais judaicos do país. No sábado (10) a Grande Sinagoga de Paris foi fechada, essa foi a primeira vez que os judeus não puderam realizar o shabat no espaço desde a Segunda Guerra.

Fonte: Gospel Prime com informações O Globo.

“Êxodo: deuses e reis”: Ator Christian Bale compara Moisés a “terroristas” dos dias atuais

christian-bale-exodusO ator Christian Bale, que interpretou o papel de Moisés no filme “Êxodo: deuses e reis”, afirmou que nos dias de hoje o líder hebreu seria considerado um terrorista.

O protagonista do filme épico – como vem sendo descrito pela mídia especializada em cinema – disse que apesar do povo israelense vê-lo como um herói e libertador, provavelmente os egípcios teriam um pensamento diferente a respeito.

“Absolutamente, [Moisés foi] visto como um combatente da liberdade para os hebreus, mas um terrorista em termos do império egípcio”, disse o ator em entrevista ao programa Nightline, da emissora NBC.

Christian Bale acrescentou que, a seu ver, nos dias de hoje Moisés seria perseguido por exércitos: “O que aconteceria se Moisés surgisse hoje? Drones seriam enviados atrás dele, certo?”, questionou, fazendo alusão à forma como terroristas são vigiados e combatidos no Oriente Médio.

Conhecido mundialmente por interpretar Batman na trilogia dirigida pelo cineasta Christopher Nolan, Christian Bale disse em outra entrevista que em suas reflexões a respeito do personagem, chegou à conclusão que Moisés era um “esquizofrênico bárbaro perturbado e tumultuado”.

A Bíblia descreve o líder hebreu como uma pessoa que passou por diversos problemas ao longo de sua vida, e o próprio Moisés aparentava ser alguém impaciente (Êxodo 17:5 e 6 e Números 20:8 a 11) e descrevia-se como uma pessoa com pouca afeição pelo debate: “Então disse Moisés ao Senhor: ‘Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua’. Êxodo 4:10”.

“Êxodo: deuses e reis” foi dirigido pelo cineasta Ridley Scott e tem estreia prevista para o dia 12 de dezembro de 2014 nos EUA e Inglaterra. No Brasil, a estreia do filme acontecerá no dia 25 de dezembro, segundo informações da distribuidora Fox Film do Brasil.

Fonte: Gospel +

Língua que Jesus falava não morreu

xlingua-aramaico-320x179.jpg.pagespeed.ic.q5rvgdhlGWAramaico é mais que uma língua, é uma etnia em Israel.

Nas colinas da Galileia, onde Jesus andou e pregou dois mil anos atrás, existem ainda centenas de pessoas que falam aramaico, chamada por eles de “a língua de Cristo”. Em Israel, o aramaico mais que uma língua é uma identidade étnica. Falado por muitos árabes cristãos, eles lutam pelo reconhecimento de sua identidade cultural.

O governo de Israel recentemente reconheceu seu direito de mudarem seus registros de “árabe” para “aramaico”. Para os beneficiados é um sinal de tolerância étnica, num país que enfrenta tantos problemas desse tipo como Israel. De acordo com o departamento de estatísticas do governo israelense, cerca de 83% dos árabes israelenses são muçulmanos e 8% cristãos. O restante são drusos.

Shadi Khalloul, um ex-capitão do exército israelense, dirige a Sociedade Aramaica de Israel, que lutou anos por essa mudança. Seu filho de dois anos de idade, Yacov, foi o primeiro em Israel a ser registrado como o aramaico, após a lei promulgada em setembro. “É uma questão espiritual, me sinto igual entre iguais, que não sou menos do que eles, judeus, árabes, circassianos, drusos… meus antepassados ​​ficaria orgulhoso”, comemora.
Todos que pedem o reconhecimento hoje são residentes da aldeia de Jish e pertencem à Igreja Cristã Maronita. Sua língua litúrgica há milhares de anos é o aramaico. A pequena Jish tem três mil habitantes, mas muitos árabes estão contrariados. “Eles têm vergonha de sua etnia”, disse Marvat Marun, 39. “Eu sou árabe, um árabe cristão maronita, e me orgulhoso disso. Minhas raízes são palestinas”.

O congressista Basel Ghattas, do partido árabe Balad, acredita que o reconhecimento dessa minoria só irá geras divisões e animosidade entre a população. A Comissão de Justiça e Paz da Igreja Católica na Terra Santa também está insatisfeita. “Israel não precisa de cristãos que deformem sua identidade, que se posicionam como inimigos do seu próprio povo”.

Por sua vez, Yousef Yakoub, líder da Igreja maronita em Haifa, pediu que houvesse uma abordagem mais conciliadora. “Não é a vocação da igreja intervir na forma como as pessoas se identificam, mas construir uma cultura de comunhão e de abertura mútua”.  O Ministério do Interior ainda não definiu como será feita essa identificação, por isso o pequeno Yakov Khalloul ainda é o único aramaico israelense.

Chen Bram, antropólogo da Universidade Hebraica, acredita que essa mudança deve ser vista em um contexto político mais amplo. Pode estar ligada a uma tentativa recente de Israel em recrutar árabes cristãos para seu exército. A maioria dos árabes cristãos não gostam de se envolver nas questões entre israelenses e palestinos, por isso nunca se voluntariam para o serviço militar.

Língua Morta?

O aspecto que mais se destaca quando se fala em povo aramaico, é sua língua, que tem uma origem comum com o hebraico e o árabe. No passado distante, foi a linguagem predominante na região, mas foi quase abolida por causa das conquistas muçulmanas a partir do século 7 que impuseram o árabe.

De fato, o aramaico está em perigo de extinção. A guerra na Síria entre as forças leais ao governo e os terroristas do Estado Islâmico expos ao mundo essa possibilidade. O fim da língua falada por Jesus Cristo é uma preocupação da Unesco, que criou um programa para preservá-la, já que existem apenas algumas centenas de falantes do idioma na Síria e muitos deles foram mortos ou estão refugiados.

Eleanor Coghill, linguista da Universidade de Konstanz e pesquisador do projeto de banco de dados do Neo-aramaico, acredita que é difícil reavivar plenamente uma língua considerada morta. “Eu senti que a geração mais jovem estava se perdendo, nossa história e patrimônio foram desaparecendo. Nós vamos à igreja e recitamos aramaico como papagaios, sem saber o que estamos dizendo”, disse Khalloul. Por isso, ele e seu grupo ensina até hoje aramaico para os filhos em Jish. Com um número bastante reduzido de falantes pode se dizer que é uma língua ameaçada de extinção, mas não morta.

Fonte: Gospel Prime com informações de Jerusalem Post

União Europeia pressiona Israel para dividir Jerusalém

downloadDiscurso de chefe da diplomacia da UE é visto como intimidação.

Federica Mogherini é italiana e aos 16 anos começou a estudar política internacional. Recém-empossada chefe da diplomacia da União Europeia (UE), sua primeira visita oficial foi a Israel e aos territórios palestinos. Além dos encontros com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Reuven Rivlin e o ministro das Relações Exteriores Avigdor Liberman, do lado israelense, ela também se encontrou com líderes palestinos.

Neste sábado (8) durante uma coletiva de imprensa em Gaza, Federica afirmou: “Precisamos de um Estado palestino. Este é o objetivo e esta posição é compartilhada por toda a União Europeia”. Alertou ainda que “o mundo não suportará uma nova guerra na região”.

A chefe da diplomacia europeia havia pedido ontem (7), durante sua visita a Jerusalém, a retomada urgente das negociações de paz. Seu discurso enfático não foi bem recebido pelas autoridades israelense, por causa da nova onda de conflitos que o país tem enfrentado.

Os recentes embates entre palestinos e policiais israelenses acabaram fechando o acesso ao Monte do Templo. Há mais de duas semanas, todos os dias ocorrerem enfrentamentos, deixando vítimas fatais de ambos os lados.

Antes da viagem, Mogherini deu uma entrevista a vários jornais europeus, afirmando que seu desejo é ver a formação de um estado palestino “nos próximos 5 anos” e que era preciso “um novo começo” no Oriente Médio.

“A ação europeia pode ser decisiva durante este momento importante, talvez o mais difícil que esta região jamais experimentou”, acrescentou. Insistindo na necessidade de um “acordo global”, sendo importante que todos os 28 estados membros da UE tenham uma posição única em relação ao Oriente Médio.

Segundo o The Wall Street Journal, há o entendimento de várias nações que deveriam seguir os passos da Suécia e do Reino Unido, que reconheceram no mês passado, a Palestina como um Estado independente, passando por cima da ONU. O reconhecimento forçaria uma divisão de Jerusalém, para acomodar a capital anunciada pelo Estado Palestino, algo que o governo de Netanyahu rejeita enfaticamente.

Esse tipo de discurso é visto por especialistas como um sinal claro que a comunidade europeia pretende intervir cada vez mais nas negociações de paz entre israelitas e árabes, que antes era articulado apenas pelos EUA. Com informações de IB Times e Times of Israel

Fonte: Gospel Prime

Templo de Salomão da IURD é destaque em canal israelense

templo de salomaõO bispo responsável pela Igreja Universal em Israel foi entrevistado e falou sobre a construção em São Paulo.

Um canal de TV israelense realizou uma matéria especial sobre a réplica do Templo de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus. A reportagem exibida no Canal 2 entrevistou o bispo Aroldo Martins, responsável pela Igreja Universal em Israel e destacou a importância do megatemplo erguido em São Paulo.

O bispo falou sobre os detalhes do Templo de Salomão dizendo que a construção transporta o visitante para o passado. “É como se você entrasse na Bíblia”, disse Martins que estava aos pés do Muro das Lamentações, parte que restou do muro de contenção do templo construído por Herodes.

O bispo Renato Cardoso também foi entrevistado pelo canal e concordou com o bispo Martins sobre os detalhes da obra. “Tudo foi pesquisado na Bíblia para que as pessoas sintam que estão num lugar planejado não pela mente de um arquiteto humano, mas pela mente de Deus.”

Cardoso lamentou que durante mais de 2 mil anos as pessoas não puderam entrar em um templo como este erguido em São Paulo, se referindo a queda do Segundo Templo, destruído no ano 70 pelos romanos.

“O Templo de Salomão é uma das mais bonitas obras relativas ao mundo espiritual. Infelizmente, por cerca de 2 mil anos, as pessoas não tiveram o privilégio de acesso ao Templo”, disse o genro de Edir Macedo.

A repórter israelense destacou a inauguração que aconteceu no mês de julho e citou a participação da presidente Dilma Rousseff no culto inaugural, além de dizer que a construção do Templo de Salomão e seus artefatos “não envergonhariam o primeiro empreendedor que o construiu”, aludindo ao Rei Salomão.

Fonte: Gospel Prime

Terroristas do Estado Islâmico estariam prestes a invadir o território de Israel, dizem especialistas

estado-islamicoO grupo terrorista formado por radicais muçulmanos autointitulado Estado Islâmico, conhecido por perseguir e matar cristãos, estaria planejando uma ofensiva contra Israel. A invasão do território israelense faz parte das ações divulgadas pelo grupo para a formação de um califado, uma nação regida pelos princípios do islamismo.

O ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, disse que o país tem a intenção de responder com força qualquer ameaça externa, e que o exército está preparado para um confronto se necessário.

Especialistas no “mundo árabe” afirmam que há vários indícios de que o Estado Islâmico planeja por em prática a promessa de tomar o território do Estado judeu e tomar Jerusalém, a terceira cidade sagrada mais importante para os muçulmanos.

Na última semana, os radicais muçulmanos emitiram uma declaração assumindo a autoria do atentado à bomba no Centro Cultural Francês na Cidade de Gaza, segundo informações do WND. O Hamas – grupo de radicais islâmicos que controla a região – negou que o Estado Islâmico esteja agindo na área e disse que a explosão foi um acidente, e ressaltou que não houve vítimas.

O jornal israelense Yedioth Aaronot disse que o incidente foi “a estreia operacional do Estado islâmico em Gaza”, e informou que o objetivo dos terroristas era “sabotar o centro de imoralidade e heresia conhecido como Centro Cultural Francês”.

A imprensa do país também tem relatado que soldados do Estado Islâmico foram vistos Líbano, mais especificamente nas Colinas de Golã, região que já foi parte do território de Israel. Abbas Anan, vice-comandante da Brigada Golã, disse a um canal de TV isralense que “todo mundo na região sabe que a intenção do Estado Islâmico é invadir Israel”.

 “As ações [do Estado Islâmico] falam mais alto que palavras. É apenas uma questão de tempo e paciência para chegarem à Palestina e combaterem os judeus como bárbaros”, dizia trecho de um editorial publicado pela revista digital Dabiq.

A inteligência israelense acredita que os guerrilheiros podem querer conquistar novos territórios, incluindo Israel, por conta dos ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos. Já os terroristas do Estado Islâmico afirmam possuir armas nucleares e prometem usá-las para “libertar a Palestina de Israel” como parte de sua “Primavera Islâmica”.

Fonte: Gospel +

Rabinos fazem boicote contra evangélicos em Jerusalém

xjudeus-ortodoxos-300x200.jpg.pagespeed.ic.VcoW2EHUR_Vigília de oração deveria unir, mas acabou dividindo.

Uma declaração de dois importantes rabinos de Israel gerou atrito entre cristãos e judeus. Uma vigília de oração judaico-cristã estava programada para ocorrer perto do Monte do Templo.

A Embaixada Cristã Internacional, que promove a vigília, afirma que ela ocorreria como parte de uma série de eventos ao longo de uma semana em homenagem à Festa dos Tabernáculos (Sucote). O objetivo seria “buscar o Senhor em oração por nossas famílias, igrejas e nações, bem como em favor de Israel e de todo o Oriente Médio”. O evento ocorrerá no início de outubro, quando a Embaixada Cristã realiza a sua celebração anual do festival com ênfase no significado profético.

O Conselho de Cristãos e Judeus, grupo que promove o diálogo ecumênico, emitiu um parecer onde, embora reconheça que seja bom para os cristãos e judeus experimentarem mutuamente as tradições de adoração, cultos em conjunto não seriam possíveis.

O rabino-chefe do ramo asquenazi David Lau e o rabino-chefe dos sefarditas Yitzhak Yosef conclamara os judeus ortodoxos de Israel para que não aceitassem o convite de participar. Eles temem que o evento tenha um conteúdo muito “messiânico” e suspeitam que o objetivo seja meramente proselitismo.

Em um documento conjunto, declararam: “Casa de Israel, não se junte a esta assembleia, cujo objetivo é evitar a verdadeira redenção de Israel. De acordo com a nossa sagrada Torá, devemos nos manter longe deste evento, sendo proibido se juntar a eles de qualquer forma”. Insistiram ainda que as autoridades da cidade de Jerusalém revoguem a autorização para o evento.

Outros rabinos proeminentes da Cidade Velha, também são citados em cartazes que foram colados por toda a Jerusalém, denunciado a vigília como um “engano”.

O rabino Dr. Jonathan Romain, um dos maiores especialistas em relações entre cristãos e judeus, declarou ao Christian Today: “Não há nada errado quando líderes religiosos dizem a seus seguidores que é melhor não participar de um evento em particular. Porém, é um equívoco essa tentativa de proibir as cerimônias de outros grupos religiosos. A liberdade religiosa significa permitir que as pessoas adorarem a Deus da maneira como bem entendem e deixem que Deus decida se irá ouvir essas suas orações ou não”.

O encontro de judeus e cristãos se daria perto da parede sul do Muro das Lamentações, na região do Monte do Templo. Esse é o local mais sagrado do judaísmo. Acredita-se que seja por ali que ficava o “Santo dos Santos”, onde repousava a arca que simbolizava a presença de Deus.

Fonte: Gospel Prime