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Papa Francisco diz que fim da obrigação do celibato “está na agenda” da Igreja Católica

papa-franciscoUma das questões mais delicadas nas tradições católicas é a exigência do celibato para os sacerdotes, que precisam abdicar da possibilidade de construir uma família para seguir o ministério.

O papa Francisco, que já admitiu que a exigência do celibato não é um dogma de fé, mas apenas uma tradição da igreja, voltou a falar no tema essa semana.

Durante uma entrevista concedida na quarta-feira, 19 de fevereiro, o papa afirmou que o fim do celibato é um assunto para o qual ele tem dedicado parte de seu tempo.

“Isso está presente na minha agenda”, disse Francisco aos jornalistas. A possibilidade do fim do celibato obrigatório abre inúmeros debates sobre a liturgia católica, pois atualmente os padres ocidentais que se casam tornam-se impedidos de conduzir celebrações religiosas.

De acordo com informações do iG, a punição aos padres que se casam não é aplicada a padres dos países orientais, onde o rito da Igreja Católica permite que o sacerdote continue em sua função caso se case.

Em outras oportunidades, Francisco já havia dito que nutre um “apreço” pelo celibato, porém entende que o tema precisa ser revisto, afinal, para muitas pessoas parte dos casos de pedofilia e homossexualidade dentro da Igreja Católica se deve a isso.

“A Igreja Católica tem padres casados, católicos ​​gregos, católicos coptas e no rito oriental. Não é um debate sobre um dogma, mas sobre uma regra de vida que eu aprecio muito e que é um dom para a Igreja. Por não ser um dogma da fé, a porta sempre está aberta [à discussão]”, afirmou o papa em maio de 2014, durante a viagem de volta à Roma depois de sua visita a Israel.

Fonte: Gospel +

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Papa Francisco pede a fiéis que orem para que Deus una os cristãos: “O diabo é o pai das divisões”

Papa-francisco-e1424092008160O papa Francisco voltou a falar sobre seu desejo de ver as diferentes tradições cristãs unidas em prol do Evangelho, e disse que as divisões são arquitetadas pelo diabo.

“Nós temos que orar para que o Espírito Santo nos una. Jesus queria a unidade de todos. O diabo é o pai das divisões, sempre divide, sempre faz guerras, faz muito mal”, afirmou o pontífice, de acordo com informações da agência EFE.

Antes de sua nomeação como papa, o cardeal Jorge Mario Bergoglio ficou conhecido em Buenos Aires, capital argentina, por seu bom diálogo com líderes evangélicos. Em alguns eventos, aceitou receber orações de pastores, num gesto simbólico de sua crença de que, apesar das diferenças, os cristãos católicos e evangélicos seguem ao mesmo Deus.

“[No coração de Cristo] se encontra desejo de unidade dos seus discípulos pertencentes a esta sede. O encontramos expresso na oração elevada ao Pai antes da Paixão. Porque nós todos somos um”, acrescentou Francisco.

Adiante, o papa voltou a pedir que os fiéis continuem intercedendo e se comprometendo com “a plena unidade dos discípulos de Cristo, sabendo que Ele está conosco e nos apoia com a força de seu Espírito, e que este objetivo está se aproximando”.

A união de cristãos católicos, protestantes, ortodoxos e coptas, entre outras tradições menores, é um objetivo que o papa frisa constantemente. Há um ano, Francisco gravou uma mensagem em vídeo para um congresso pentecostal nos Estados Unidos, organizado pelo pastor Kenneth Copeland.

Durante os cerca de cinco minutos da mensagem, o Francisco disse que tem fé de que Deus conclua bem o “processo de unificação das Igrejas cristãs”, pois nunca tinha visto Ele “iniciar um milagre que não concluísse bem”.

Fonte: Gospel +

Martinho Lutero vira boneco e brinquedo bate recorde mundial de vendas

martinho-lutero1Um boneco do teólogo Martinho Lutero, um dos fundadores do protestantismo, se tornou o brinquedo vendido mais rapidamente na história.

A fabricante de brinquedos Playmobil criou um boneco alusivo ao teólogo e todo o estoque foi vendido em 72 horas. O departamento comercial da empresa foi pego de surpresa com o sucesso: “É a venda mais rápida que já tivemos”, disse Anna Ermann, porta-voz da companhia em entrevista à agência estatal “Deutsche Welle”.

A Playmobil fez sucesso no Brasil nos anos 1980, com seus bonequinhos de plástico desmontáveis. A versão de Martinho Lutero traz o teólogo vestido com as roupas da época, carregando uma Bíblia em alemão e uma pena que simula uma espada.

As 34 mil unidades do boneco Lutero foram vendidas e um novo lote foi encomendado, de acordo com informações do jornal O Globo.

O Centro de Turismo de Nuremberg divulgou um comunicado dizendo que o brinquedo serve como um “embaixador miniatura da reforma protestante”.

Estima-se que 95% das unidades tenham sido vendidas na própria Alemanha, e o sucesso imediato já despertou interesse de comerciantes espanhóis, italianos e suecos.

A Playmobil recebeu um pedido de fãs da marca que usaram o Facebook para pedir que o boneco de Lutero ganhe uma miniatura do castelo de Wartburg. No entanto, a empresa descartou a hipótese.

O lançamento do boneco é uma homenagem ao 500º aniversário do lançamento das “95 teses sobre o poder e a eficácia da indulgência”, publicação considerada o pílar da Reforma Protestante, e que gerou sua excomunhão da Igreja Católica em 1521.

Para Astid Mühlmann, diretora do departamento do governo alemão responsável pelas celebrações, os alemães valorizam muito o legado de Lutero: “A educação pesou. Existe muito interesse em olhar para trás, para nossa História, pais querendo ter certeza que os filhos cresçam sabendo quem ele era e por que teve tanto impacto na maneira como a sociedade europeia evoluiu”, resumiu.

Martinho Lutero, pastor e professor de Teologia, viveu de 1483 a 1546 e tornou-se o grande mentor da reforma protestante na Alemanha ao desafiar a autoridade do papa Leão X e traduzir a Bíblia Sagrada do latim. Essa iniciativa inspirou outros países, posteriormente e deu origem às igrejas protestantes, e posteriormente, evangélicas pentecostais.

Fonte: Gospel +

Programa do Ratinho – Pastor Silas Malafaia dispara contra proposta de tributação das igrejas: “Papo ideológico da esquerda”

silas-malafaia-no-ratinhoNa entrevista concedida pelo pastor Silas Malafaia ao vivo na noite de ontem, 05 de fevereiro, ao apresentador Carlos Massa no SBT, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) falou sobre diversos assuntos, mas aproveitou para dar ênfase especial à discussão sobre a tarifação ou não do que as igrejas evangélicas e demais entidades religiosas arrecadam a partir da doação dos fiéis.

“Gosto desse assunto. A transparência tem que ser uma marca, não tem nada que esconder, tem que falar. Os questionamentos têm que ser respondidos”, disse o pastor, demonstrando seu apetite pelo tema.

Para Malafaia, as propostas de cobrança de impostos de igrejas nascem da ideologia esquerdista: “Essa conversa é ideológica da esquerda brasileira. Eu vou botar o dedão na ferida. É uma conversa ideológica. Então, cobra Imposto de Renda dos partidos políticos, cobra da Igreja Católica, de todas as agremiações. Isso é papo. Olha a obra social. Não estou falando das igrejas evangélicas. Olha a obra social dos espíritas. A da Igreja Católica é fantástica, monstro”, afirmou.

Dirigindo-se à audiência do programa, o pastor afirmou que é preciso ser cauteloso sobre o que se ouve na imprensa: “Tudo que você ouvir na mídia, nas redes sociais, na TV, no rádio, de pastor, de padre, faça essas três coisas: duvidar, criticar e determinar. O que é isso? Você está ouvindo uma informação, não receba como primeiro. ‘Deixa eu ver direito’. Duvidar, eu não recebi como primeiro. Criticar é analisar a informação. Determinar: aceito tudo, rejeito tudo, aceito 50%”, sugeriu.

“Dizem assim: ‘Tem que tributar as igrejas. Esses caras arrecadam milhões’. Então vamos lá. As nações mais desenvolvidas do mundo – Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Alemanha – nenhuma entidade sem fins lucrativos, não é só as igrejas, paga Imposto de Renda. As igrejas, pelo papel social, ainda recebem grana do governo. Na Inglaterra, para cada uma libra declarada como oferta na igreja católica, evangélica, budismo, onde for, o governo devolve uma percentagem, para se investir [no social]”.

Seguindo seu estilo peculiar de se comunicar, Malafaia partiu para o ataque e disse que nenhum setor da sociedade oferece tantos benefícios como as denominações cristãs. “Queridão, você está falando da igreja? Eu vou desafiar você e qualquer um aí… Imprensa, mídia… Quem recupera mais gente na sociedade do que as igrejas? O problema das drogas, eu quero saber qual o governo que dá solução? Acaba lá com o crack… Vamos lá, vai ver o poder de restauração [encontrado nas igrejas por causa do Evangeho]. Casamentos restaurados, pessoas restauradas. Não é o pastor. Ratinho, pastor muda vida de alguém? Só um tolo para pensar isso. Quem faz isso é Deus”.

Fonte: Gospel +

Vaticano anuncia que irá oferecer cortes de barba e cabelo para moradores de rua

retratacao-do-vaticanoO Vaticano anunciou que oferecerá cortes de barba e cabelo para os moradores de rua que vivem nos arredores da Praça de São Pedro. A decisão é um incremento do serviço social pró-moradores de rua iniciado pelo papa Francisco há poucos meses.

O bispo Konrad Krajewski afirmou ao jornal católico italiano Avvenire que, além dos banheiros públicos para os moradores de rua tomarem banho e os sacos de dormir para não sofrerem tanto com o inverno, agora a sede da Igreja Católica vai oferecer cortes de cabelo e barba.

Krajewski, que é o chefe do escritório de caridade do papa, disse que os serviços deverão ser iniciados assim que as novas instalações estiverem prontas. O local escolhido para abrigar a barbearia foi uma das áreas desocupadas sob a colunata da Praça de São Pedro, e a previsão é que as obras acabem até 16 de fevereiro.

O serviço de cortes de cabelo e barba será feito por profissionais voluntários, todas as segundas-feiras, dia da semana que normalmente os estabelecimentos desse ramo estão fechados na Itália.

A maior parte do equipamento necessário, como os instrumentos de corte, cadeiras e espelhos foram doados e estavam sob cuidados do Vaticano.

A ideia para oferecer cuidados aos moradores de rua surgiu quando o próprio Krajewski conversou com um morador de rua e ouviu dele que, embora fosse fácil encontrar instituições de caridade que oferecem refeições, eles tinham dificuldade de se lavar, pela ausência de banheiros públicos com duchas.

O bispo conversou com o papa sobre o assunto, e o pontífice autorizou a construção dos banheiro sem dependências do Vaticano próximas à Praça de São Pedro. Em seguida, foram oferecidos sacos de dormir para enfrentarem as noites de inverno, e agora, os cortes de barba e cabelo.

Fonte: Gospel +

Vereador propõe cancelamento do Carnaval em São Paulo por causa da crise da água

Carnaval-spO Carnaval em São Paulo virou alvo de um vereador paulistano, que resolveu pedir ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ao prefeito Fernando Haddad (PT), que cancelem a festa de momo na capital por causa da crise de abastecimento de água.

De acordo com o vereador Gilberto Natalini (PV), a vinda de turistas para a cidade ameaça o sistema de abastecimento hídrico, que está bastante prejudicado devido à falta de chuvas no estado.

No pedido, Natalini diz que o consumo de água certamente vai aumentar na cidade durante os dias de Carnaval, o que pode levar ao colapso do Sistema Cantareira, principal conjunto de represas que abastece parte da cidade de São Paulo e outros municípios da Região Metropolitana.

Hoje, 26 de janeiro, o Cantareira armazena apenas 5,1% de sua capacidade, levando em consideração o segundo volume de água da reserva técnica, conhecida popularmente como volume morto.

O prefeito da cidade, no entanto, criticou a iniciativa de Gilberto Natalini, dizendo que o pedido era oportunismo político: “A própria imprensa fica dando curso para pessoas que querem mais aparecer do que ajudar a resolver. Acho que não vamos caminhar. A gente tem que ter um pouco de respeito com a população e não criar factoide, isso não vai ajudar. A situação é grave, todos estão acompanhando, todos têm expectativa que as autoridades competentes possam se unir em torno da solução do problema”, disse Haddad, sem oferecer alternativas.

De acordo com informações do G1, o vereador rebateu a fala do prefeito dizendo que a administração municipal não protegeu alguns dos principais mananciais da cidade e que a crise exige que ações extremas, como o cancelamento do carnaval, sejam tomadas.

 “Eu não sou vereador de factoide. Tenho 45 anos de trabalho e de dedicação à minha cidade. O colapso da água é iminente. O prefeito não tomou nenhuma medida preventiva ou de precaução contra essa crise da água. Além de não tomar nenhuma medida concreta, ainda permitiu ocupações nas margens das represas Billings e Guarapiranga, atacando os mananciais de São Paulo […] A água vai acabar na cidade de São Paulo e na Grande São Paulo. Se não fosse acabar a água, eu não faria uma proposta dessa. É preciso tomar medidas duras”, rebateu.

O Carnaval é uma festa pagã surgida em meados do ano 600 a. C.. A Igreja Católica, já no século XI, criou a semana santa como forma de purgar os pecados cometidos pelos fiéis durante a festa. A semana santa é precedida por quarenta dias de jejum, que devem ter início na quarta-feira de cinzas, o primeiro dia após o encerramento dos festejos. No Brasil, país de maioria católica, os maiores carnavais são promovidos nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife.

Fonte: Gospel +

Padre responde porque a Igreja Católica não permite o casamento de pessoas “inválidas”

casamento-pessoas-inválidas-igreja-católicaO sacramento do matrimônio é cercado de dogmas e regras em todas as tradições religiosas, inclusive entre as diferentes vertentes do cristianismo. Muitas dessas regras são motivos de polêmica e, muitas vezes, não são compreendidas pela maioria das pessoas. Entre tais regras que motivam polêmica está a da Igreja Católica em não permitir o casamento de uma pessoa “inválida” ou impotente sexualmente.

Em um artigo no site Aleteia, o padre Francesco Romano, professor de Direito Canônico, respondeu a um questionamento sobre o assunto, baseado no fato de recentemente o bispo de Viterbo ter negado a um casal de noivos a possibilidade de casar-se pela Igreja depois que o noivo ficou inválido devido a um acidente.

Em sua resposta, o principal argumento apontado pelo professor é o entendimento do casamento pela Igreja Católica, não como apenas uma união por amor, mas como um “consórcio íntimo de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole”.

– O amor natural é uma realidade psicológica muito importante, poderíamos dizer prévia, mas indeterminada, não qualificável nem quantificável. O casamento, de fato, nasce e se funda não sobre um genérico sentimento volúvel, mas sobre o consenso como ato de vontade que duas pessoas manifestam – afirmou Romano.

– Em outras palavras, o casamento não pode depender somente de um sentimento natural como o amor, bastante volúvel e imprevisível por natureza – completou, ressaltando que para os cristãos, o casamento “é um sacramento que transforma os esposos em sinal e participação do mistério de unidade e amor fecundo entre Cristo e a Igreja”.

O padre citou ainda o Código de Direito Canônico para explicar que, por meio do pacto conjugal, os esposos manifestam seu consentimento, ou seja, “constituem entre si o consórcio íntimo de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole”.

– Este “consórcio”, como ato voluntário, que o diferencia da união de fato, não tem somente uma extensão temporal, mas expressa o envolvimento total dos dois cônjuges em todas as suas dimensões comunicáveis, tanto no âmbito psicológico como físico, até tornar-se “uma só carne”, de maneira irreversível, até a morte – explica o padre Francesco Romano.

Citando novamente o Código de Direito Canônico, o padre explica que a impotência sexual, de qualquer natureza, “impede a pessoa de realizar a união sexual conjugal”.

– A incapacidade de realizar o ato conjugal impede, além disso, de assumir os atos idôneos para a procriação, à qual, por natureza, o casamento é ordenado – explica o religioso.

Fonte: Gospel +

Vaticano é o próximo alvo dos terroristas

vaticanoEstado Islâmico mencionou o Vaticano diversas vezes.

A sede mundial da Igreja Católica foi confirmada como o próximo alvo dos terroristas islâmicos. Após o alerta feito pelo serviço secreto americano, e confirmado por Israel, as forças de segurança de Roma estão em alerta máximo

A TV estatal israelense reportou nesta segunda que a inteligência americana havia alertado o Vaticano sobre um possível ataque terrorista no território. O chefe da divisão de operações especiais da polícia da cidade, Diego Parente, confirmou o alerta máximo em Roma.

Diego Parente informou que as forças de segurança intensificaram o patrulhamento e medidas ostensivas não apenas no território do Vaticano, mas também na área judaica de Roma e ao redor das escolas judaicas da cidade.

A polícia ressaltou, porém, que “não há, até o momento, ameaça alguma” e que “não pode confirmar” um atentado do EI (Estado Islâmico) à Santa Sé no momento.

O Ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, disse que foi feita uma checagem com as autoridades de segurança de outros países e até o momento não há indícios de um ataque iminente, mas as medidas de segurança foram tomadas por precaução.

“Infelizmente, o Estado Islâmico mencionou o Vaticano diversas vezes. É por isso que não subestimamos nenhuma hipótese”, disse o ministro.

Fonte: Gospel Prime

Número de cristãos na China supera o dos filiados ao Partido Comunista

cristaos-chinesesIgrejas lotadas estão deixando os líderes comunistas furiosos.

O governo comunista da China tem demonstrado sua fúria contra os cristãos nos últimos tempos derrubando igrejas, prendendo líderes das igrejas que não se submetem ao regime, chamadas de clandestinas. Também aumentou o número de “sacerdotes” obedientes ao regime nas igrejas “oficiais”. Por trás dessa escalada da repressão, o verdadeiro motivo é o rápido crescimento da população de cristãos na China. Algo que o governo não esperava e não deseja.

Oficialmente, existem hoje cerca de 100 milhões de cristãos no país mais populoso do mundo. Estudiosos acreditam que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, o Partido Comunista Chinês continua seus esforços para recrutar novos membros ao longo dos últimos anos, abrindo as suas fileiras para intelectuais e empresários e outras classes anteriormente “suspeitas”, por defenderem o capitalismo.

Ainda assim, os membros totalizam 86,7 milhões, sendo que a maioria é comunista só de nome. Isso pode ser visto como um fracasso do regime, que desde a revolução na década de 1940, defende que o povo chinês não deveria acreditar em nenhum deus.

As milhares de igrejas derrubadas ou confiscadas por ordem do Partido durante os anos 1950 e 1960 foram quase todas reconstruídas ou reformadas. Em algumas delas, missas vêm sendo celebradas de forma contínua há mais de 220 anos.

Na verdade, o Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia Igreja Protestante e a Associação Patriótica Católica Chinesa foram estabelecidos pouco depois da revolução comunista, ficando sob a direção do Partido Comunista. O objetivo era isolar as igrejas no país e controlá-las tanto quanto fosse possível. Por exemplo, como a China não tem relações oficiais com o Vaticano oficialmente, a inferência do Papa sobre a Igreja Católica da China não é reconhecida.

Na última década, muitas novas igrejas foram construídas, às vezes com permissão oficial, às vezes sem. Quando o governo local nega permissão para construir uma igreja, os moradores constroem um “salão social”, onde os encontros são realizados. Embora seja um movimento mais recente, o número de evangélicos na China está crescendo muito mais rápido que o número de católicos.

De acordo com um estudo da Academia Chinesa de Ciências Sociais, pelo menos 45 milhões de evangélicos estão organizados em igrejas domésticas. O número de católicos na China é estimado em cerca de 12 milhões, segundo a organização católica Centro-China. O número de católicos registrados é perto de seis milhões, tão alto quanto os membros das igrejas católicas clandestinas.

O cristianismo na China tem uma longa história. Os cristãos nestorianos chegaram ao país no século 7, mas tiveram poucas conversões. Os jesuítas desembarcaram no século 16, acreditando que se pudessem converter o imperador, milhões de chineses também abraçariam a fé. Isso não aconteceu. Havia liberdade de culto e os missionários evangélicos chegaram ao país no século 19. Com a revolução comunista no século 20, em muitas regiões o cristianismo foi considerado extinto.

Porém, a abertura maior para o ocidente nos últimos anos também “afrouxou” a perseguição em algumas regiões. A Constituição afirma que os cidadãos chineses “gozam de liberdade de crença religiosa.” Ao mesmo tempo, o Estado proíbe organizações públicas de qualquer religião. Contudo, em 2012 o governo da China lançou uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país.

Estudiosos acreditam que o quadro atual seja irreversível, embora o Partido Comunista continue criando “ondas” de perseguição, como a destruição de monumentos cristãos ou a recente ordem para retirar as cruzes de todas as igrejas.

Fonte: Gospel Prime com informações de Aleteia

Ministério Público censura cartilha distribuída a professores com visão cristã da sexualidade

chaves-para-a-bioeticaO Ministério Público do Rio de Janeiro determinou a suspensão da distribuição de uma cartilha com conteúdo sobre sexualidade por considerá-la “homofóbica”.

O material produzido pela fundação católica Jérôme Lejeune e Comissão Nacional da Pastoral Familiar da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vinha sendo distribuído a professores estaduais.

O pedido de retirada da cartilha foi feito por um grupo denominado Ilè Obà Òyó, que trabalha com pesquisas sobre diversidade para o programa de pós-graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

De acordo com informações do jornal O Globo, a cartilha chamada “Chaves para a bioética” defende preceitos que contrariam a “teoria de gênero”, seguindo a linha de pensamento adotada pela Igreja Católica, que define a homossexualidade como pecado e repudia a ideia de que o gênero (masculino ou feminino) deve ser autodeterminado pelo indivíduo a partir de sua orientação sexual (hetero, homossexual, bissexual, transgênero, etc.).

A censura do MP à cartilha se deu porque um dos textos anexo afirma que “a teoria de gênero subestima a realidade biológica do ser humano. Reducionista, supervaloriza a construção sociocultural da identidade sexual, opondo-a à natureza”.

Os pesquisadores do Ilè Obà Òyó que denunciaram a cartilha se queixaram de supostas ironias em algumas ilustrações sobre orientação sexual que existem no material.

Em determinado ponto da cartilha, chamado “Reflexões Éticas”, o texto sugere que a recusa em permitir a adoção por casais homossexuais não representa um ato homófobo, e argumenta que biologicamente, “ninguém pode decidir se transformar em homem ou em mulher”.

O Ministério Público disse que a censura da cartilha visa “neutralizar qualquer conteúdo eminentemente religioso” nos materiais distribuídos na rede pública de ensino. A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital considerou “o conteúdo discriminatório (homofóbico e machista)” e determinou que seja feita uma campanha de esclarecimento sobre o assunto em toda a rede estadual, visando frisar “a necessidade de respeito a todos modelos familiares e orientações sexuais”.

Fonte: Gospel +

Pesquisa mostra que católicos estão se tornando evangélicos em busca de um “relacionamento pessoal com Deus”

católicosUma nova pesquisa do instituto Pew Research descobriu que os católicos latino-americanos estão cada vez mais deixando a Igreja Católica para se juntar a igrejas protestantes evangélicas ou estão abandonando a religião por completo. Os participantes da pesquisa citaram uma busca por um relacionamento pessoal com Deus como a maior razão para a sua mudança.

A ampla pesquisa, divulgada no dia 13 de novembro, informou que, embora 69% dos adultos de toda a região se identifiquem como católicos, em quase todos os países pesquisados, houve uma redução real do número de católicos em termos de pessoas criadas na religião e que se mantém nela.

Na América Latina como um todo, 84% da população cresceu como católico, mas apenas 69% se identificam como parte da Igreja Católica agora. Por outro lado, apenas 9% da população da América Latina foi criado na tradição protestante, mas hoje 19% se identificam como protestantes.

O número de pessoas religiosamente não afiliados também está aumentando, passando de 4% desde a última pesquisa feita anos atrás, para 8% oito atualmente.

São várias as razões por quê os latino-americanos estão deixando a Igreja Católica. 81% dos que participaram da pesquisa disseram estar em busca de um relacionamento pessoal com Deus; 69% disseram apreciar o estilo de adoração em uma igreja evangélica contemporânea; enquanto 60% disseram que queriam uma maior ênfase na moralidade.

“Grande parte do movimento de distanciamento do catolicismo e em direção ao protestantismo na América Latina ocorreu no espaço de uma única vida. De fato, na maioria dos países pesquisados, pelo menos um terço dos protestantes atuais foram criados na Igreja Católica, e metade ou mais dizem que foram batizados como católicos”, apontou o relatório do Pew Research.

A pesquisa também destacou que, embora o papa Francisco tenha atraído muita atenção desde sua nomeação, em março de 2013, apenas em seu país natal, a Argentina, assim como no Uruguai, sua postura fez a maioria dos ex-católicos expressarem uma visão favorável sobre o pontífice. Nos demais países da América Latina, apenas cerca de metade dos ex-católicos têm uma visão favorável do papa.

O Uruguai também foi identificado como tendo o maior percentual de adultos religiosamente não afiliados da América Latina, com cerca de 37% de sua população. Esse número varia consideravelmente em toda a região, com Bolívia, Peru e Paraguai tendo menos de 5% das pessoas sem qualquer filiação religiosa.

Jovens hispânicos nos Estados Unidos também têm deixado a igreja romana em direção a denominações protestantes, segundo o relatório da pesquisa. Um estudo do Boston College, lançado no início deste ano, constatou que 59% dos padres que servem em comunidades hispânicas têm mais de 55 anos, criando um fosso geracional.

“Há poucos esforços na Igreja Católica para chegar aos jovens latino-americano, o que é uma grande bandeira vermelha para a nossa instituição, porque mais de 55% dos jovens católicos em os EUA são hispânicos. Se a Igreja não chegar a esta geração , nós vamos correr o risco de perdê-los”, afirmou Hosffman Ospino, um professor assistente de teologia e ministério no Boston College, ao Christian Post.

Fonte: Gospel +

Número de católicos na América Latina continua em queda

xigreja-catolica-vazia-304x200.jpg.pagespeed.ic.19KFO43ufSPopularidade do papa Francisco não reverteu tendência.

A América Latina concentra mais de 425 milhões de católicos, que são quase 40% de todos os fiéis católicos do planeta. Mesmo assim, o número de pessoas que trocaram o catolicismo por outra confissão religiosa continua aumentando anualmente. O êxodo maior é para as denominações evangélicas.

Embora o papa Francisco tenha uma imagem muito positiva na América Latina, isso não foi suficiente para reverter a contínua queda nos índices dos 18 países pesquisados pelo instituto PEW Research. Os dados divulgados ontem (13), mostram que apenas 69% dos adultos atualmente se identificam como católicos na América Latina.

Como 84% afirmaram que foram criados dentro do catolicismo, a conclusão é que 15% hoje estão em outras igrejas. Ao mesmo tempo, 9% dos latino-americanos dizem que foram criados como evangélicos, mas 19% afirmam pertencer a uma igreja de raiz protestante, o que confirma essa transição religiosa.

“Em todos os países pesquisados, a Igreja Católica registrou perdas por causa da mudança religiosa, já que muitos latino-americanos foram para igrejas evangélicas ou simplesmente rejeitaram a religião organizada”, afirma o estudo.

Para termos de comparação, um em cada cinco brasileiros e um em cada sete venezuelanos afirmam ser “ex-católicos”. Na Colômbia, 74% dos que hoje são evangélicos afirmam que foram criados como católicos.

O Pew considera como evangélico os que afirmaram ser membros de igrejas batistas, adventistas, metodistas, presbiterianos, luteranos e igrejas pentecostais. Aliás, estes são quase metade dos fiéis, sendo a Assembleia de Deus a igreja mais citada.

Ao serem questionados sobre o motivo de saírem da Igreja Católica para uma denominação evangélica, as respostas mais comuns foram:

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O estudo da Pew, intitulado “Religião na América Latina – Mudanças difundidas em uma região historicamente católica”, mapeou as práticas religiosas em 18 países da América Latina e do Caribe, com exceção de Cuba.

A pesquisa mostra que a eleição de um papa latino é vista como positiva. Na Argentina, sua terra natal, 91% dos adultos têm opinião positiva sobre Francisco, enquanto apenas 3% afirmam ter uma visão negativa. A aprovação entre os brasileiros é de 90%.

Entre os “ex-católicos”, quase metade manifesta apoio ao pontífice ou considera que seu papado representa uma mudança para a Igreja Católica.

Andrew Chesnut, professor da Universidade Commonwealth da Virginia e um dos autores da pesquisa, asseverou: “Se hoje temos o primeiro papa latino-americano é principalmente por causa da competição pentecostal na América Latina. A Igreja Católica passar por uma crise de pânico. Se não conseguirem parar o avanço evangélico no continente, o futuro da instituição está seriamente ameaçado”.

Atualmente o Brasil ainda tem a maior população católica do planeta, onde 61% da população afirma ser católica. Ao mesmo tempo, no Brasil, 8% dos entrevistados afirmam ser ateus, agnósticos ou sem religião. Contudo, apenas 37% dos católicos afirmam ir à igreja ao menos uma vez por semana, contra 76% dos evangélicos. Especialistas projetam que em 2030, o país já não terá mais uma maioria católica.

O Instituto Pew é um dos órgãos de pesquisas independentes mais respeitados dos Estados Unidos. O levantamento foi feito com base em mais de 30 mil entrevistas, realizadas entre outubro de 2013 e fevereiro de 2014. Com informações Wall Street Journal

 Fonte: Gospel Prime

Papa Francisco se encontrará com pastores Rick Warren e Russel Moore no Vaticano

papa-francisco1Dois líderes evangélicos se encontrarão com o papa Francisco no Vaticano durante a Conferência sobre o Matrimônio e a Vida Familiar, que pretende abordar temas inerentes à família tradicional.

O famoso pastor Rick Warren, líder da megaigreja Saddleback, e o pastor Russel Moore, teólogo especialista em ética do Seminário Batista do Sul se encontrarão com o pontífice católico no evento, que contará ainda com representantes judeus e muçulmanos que debaterão o tema proposto.

O portal Christian Headlines destacou que a conferência sobre casamento e vida familiar vem em sequência da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada recentemente pelo Vaticano. Na ocasião, uma teóloga evangélica francesa foi convidada a participar das discussões.

Durante a assembleia do Sínodo, foi ensaiada uma abertura maior aos homossexuais na comunidade católica, mas a pressão dos conservadores terminou por ressaltar a ênfase na família tradicional.

Os organizadores dizem que a nova conferência vai mostrar que, embora a hierarquia católica esteja dividida sobre como lidar com os desafios contemporâneos para a vida matrimonial e familiar, a igreja ainda pode buscar um terreno comum com os líderes religiosos fora do Vaticano.

 “Estou disposto a ir a qualquer lugar, quando solicitado, a dar testemunho de que nós, como os protestantes evangélicos acreditam no casamento e no Evangelho, especialmente em tempos em que o casamento é culturalmente colocado em risco”, disse Moore, que lidera a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul.

O encontro será promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé, com apoio dos conselhos Pontifício para a Família, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Fonte: Gospel +

Bruna Marquezine nega que tenha se tornado evangélica, mas ressalta: “Acredito em Jesus”

bmhj-540x292A atriz Bruna Marquezine negou que tenha se tornado evangélica, apesar de suas frequentes visitas à Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ).

Bruna afirmou recentemente, em entrevista coletiva antes do prêmio Profissionais do Ano – do qual era apresentadora – que não se prende à religião, mas acredita em Jesus Cristo.

“Sempre fui cristã, acredito em Jesus Cristo, fui criada na igreja católica, minha família toda é católica, mas não gosto de me prender a religião. Hoje é muito complicado falar sobre isso, então tento não me prender”.

Os boatos de que teria se tornado evangélica começaram durante seu namoro com o jogador Neymar, que é evangélico e cresceu numa Igreja Batista no litoral paulista. Durante a Copa do Mundo 2014, quando o atacante se machucou, Bruna publicou uma mensagem de apoio dizendo que confiava no “Deus milagroso” e que Ele o “curaria”.

Além disso, fotos e vídeos publicados pela atriz em seu perfil no Instagram durante uma visita à filial da megaigreja Hillsong, em Los Angeles (EUA), ao lado da modelo Stephannie Oliveira – filha do ex-jogador Bebeto e também evangélica – fizeram com que os boatos se tornassem ainda mais fortes.

Esse mês, um site de celebridades publicou a notícia de que Bruna frequenta cultos na Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, onde a cantora Fernanda Brum é uma das pastoras, e “é querida por lá”, além de impressionar “por saber cantar todos os louvores”.

A atriz de 19 anos foi eleita pela revista VIP a “Mulher Mais Sexy do Mundo”, com 314 mil votos, e comentou que não se esforça pra isso: “Não me considero a mulher mais sexy, de verdade. Acho que toda mulher tem um lado sensual e explora isso de uma maneira diferente. Tem mulheres que são mais sensuais, mas acho que a sensualidade mais bonita é aquela espontânea e acho que sou sensual assim, espontaneamente, não é planejado”

Fonte: Gospel +

Vaticano convida teóloga batista para Sínodo que discute doutrina sobre família na Igreja Católica

valerie-duval-poujolDesde o dia 04 de outubro a Igreja Católica está realizando o 3º Sínodo Extraordinário sobre a Família no Vaticano, com a presença de arcebispos da denominação e de uma teóloga batista, entre outros representantes de denominações protestantes.

Valérie Duval Poujol é presidente da Comissão Ecumênica da Federação Protestante Francesa, e participa do Sínodo como delegada fraterna e representante da Aliança Mundial Batista.

No Sínodo Extraordinário sobre a Família, o papa Francisco e seus pares estão avaliando mudançasna forma como a Igreja Católica recebe e trata fiéis divorciados, além de definir maior tolerância e respeito aos homossexuais, sem no entanto, aprovar o casamento gay.

Para Valérie, a oportunidade é de estabelecer mais um laço de diálogo com a denominação romana, e assim, reduzir as diferenças surgidas durante a Reforma Protestante.

“É incrível perceber que o meu papel é bastante singular. Há outros dois delegados fraternos protestantes, um pastor reformado da Nigéria e um pastor luterano da África do Sul, além de um delegado anglicano, dois delegados ortodoxos e dois delegados ortodoxos orientais. Mas, entre os oito convidados fraternos, sou a única mulher, a única leiga e a única mãe. Até agora, na minha preparação, perguntei aos meus amigos, à minha Igreja, para me apoiarem com a oração, para me ajudarem a me preparar espiritualmente. Para poder ser não espectadora, mas protagonista ativa nesse papel”, comentou a teóloga.

Segundo Valérie, o convite foi feito dentro da tradição da Igreja Católica em convidar membros de outras denominações cristãs para seus fóruns de debate sobre os rumos de sua doutrina e liturgia.

“A Igreja Católica apreciava a presença de delegados fraternos para este Sínodo e enviou um convite para a Aliança Mundial Batista, que depois me solicitou. É verdade que na França as Igrejas Batistas são relativamente pouco conhecidas, uma denominação minoritária dentro da pequena minoria protestante francesa. Mas, em nível mundial, ela representa uma família extensa, em pleno crescimento, com mais de 42 milhões de fiéis. Como batistas, nós somos, ao mesmo tempo, uma Igreja histórica nascida da Reforma e uma Igreja evangélica e confessante. Eu serei um dos oito delegados fraternos de outras Igrejas, e é uma grande honra para mim estar presente no Sínodo em nome daqueles cristãos batistas que testemunham Jesus Cristo em mais de 21 países em todo o mundo. A aceitação do convite dirigido à Aliança Mundial Batista também é fruto do diálogo teológico entre as nossas duas Igrejas. No seu tempo, por ocasião do Concílio Vaticano II, a Aliança Mundial Batista tinha rejeitado o convite para participar dele. Hoje, graças ao diálogo, as nossas relações são marcadas por muito mais confiança”, finalizou.

Fonte: Gospel +

Padre sertanejo planeja construção de megatemplo com formato de chapéu de peão

padre-sertanejo-alessandro-camposConhecido como “padre sertanejo”, Alessandro Campos é um sacerdote católico cantor com uma carreira na música popular de ascensão meteórica, assim como seu ministério. Como forma de simbolizar sua relação com a fé e a música sertaneja, pretende construir um megatemplo em Brasília em formato de chapéu de vaqueiro.

A história do padre Alessandro Campos é como a de muitos outros sacerdotes católicos, que nutriu o interesse pela religiosidade a partir da prática de fé de um parente próximo. No caso do “padre sertanejo”, essa inspiração veio da avó, hoje com 92 anos.

Paulistano de Guaratinguetá, cidade com forte influência da música sertaneja na cultura popular, Alessandro Campos decidiu ser padre aos sete anos de idade. Aos 13, foi para o seminário, e aos 23 foi ordenado ao sacerdócio como um dos mais jovens padres do país.

Seu começo de ministério foi como capelão de um colégio militar em Brasília: “Na primeira missa que fiz lá, tinham dois alunos, o general e a esposa. Em um mês, mil pessoas já estavam frequentando”, conta o padre.

A popularidade espalhou as peculiaridades que o padre inseriu na liturgia da missa. A fama de “padre sertanejo” veio do hábito de cantar clássicos da música interiorana durante os sermões, como forma de ilustrar a mensagem e inspirar os fiéis a aplicar os conceitos bíblicos em seu cotidiano. “Às vezes eu não tinha o que falar e cantava. Como essas músicas têm conteúdo, falam de Jesus, de paz, da família, daí nascia uma reflexão”, resume.

Agora, o padre cantor pretende erguer, na capital do país, um templo católico com formato de chapéu de vaqueiro. Uma das abas do chapéu seria uma escadaria, enquanto as outras duas laterais teriam função de arquibancadas. Na aba traseira seria feito um palco para shows, e o centro do “chapéu” seria a nave do templo.

 “Esse é um sonho que está no meu coração e no de Deus. Quero fazer um templo para reunir todo sertanejo do Brasil — conta o padre Alessandro Campos, que pretende contar com o apoio de artistas sertanejos na arrecadação de fundos. “Não existe sertanejo que não seja devoto de Nossa Senhora Aparecida”, argumenta.

Hoje, detentor de recordes de venda de CDs de música “sertaneja católica”, o padre comemora a trajetória e diz que sua motivação é aproximar os fiéis de Deus: “Tudo isso começou quando eu era criança e fui num show do Zezé di Camargo e Luciano. Eu vi eles cantarem pra uma multidão e imaginei todo mundo cantando assim para Cristo. Fiquei pensando. Quando for padre, quero ser assim”.

Fonte: Gospel +

Novo código civil argentino define que a vida começa na concepção

argentina-692x360No país vizinho o aborto só é permitido em dois casos: quando a gestante corre risco de morte ou quando a gravidez é fruto de estupro.

O novo código civil da Argentina, que deve ser sancionado pela presidente Cristina Kirchner, define que a vida começa no ato da concepção o que distancia a descriminalização do aborto no país.

Os deputados argentinos aprovaram o texto – que já havia passado pelo Senado – no dia 1º de outubro, depois que algumas alterações foram feitas como a retirada de termos que autorizaria a barriga de aluguel e a fecundação assistida póstuma, isso é, quando o pai ou a mãe já morreram, mas preservaram seus óvulos ou espermatozoides.

De acordo com a Folha de São Paulo, a decisão de aceitar que a vida começa na concepção foi tomada diante da pressão da Igreja Católica, mas é possível encontrar informações de que em 1994 o país assinou pactos internacionais como a Convenção Americana de Direitos Humanos que possui o mesmo entendimento sobre o tema.

Até 2012 o aborto na Argentina só era liberado para casos onde a saúde da mulher estivesse em risco ou para casos onde a gestante tenha problemas de insanidade mental. Apenas naquele ano foi autorizada a interrupção da gravidez em casos de estupro, uma decisão histórica da Suprema Corte da Argentina.

O novo código civil argentino irá facilitar o divórcio, agilizando o procedimento quando apenas uma das partes pede. Outro tema aceito no texto está a adoção de crianças por solteiros, sendo que o juiz poderá decidir sobre o caso dentro de 90 dias.

Ainda falando sobre filhos, o código civil estabelece uma regra para os nomes dizendo que deve ser escolhido entre o sobrenome do pai ou da mãe. Se o casal não entrar em acordo, será feito um sorteio no registro. Outra regra para nomes é que poderá incorporar ao nome completo palavras indígenas.

Fonte: Gospel Prime