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Advogado de Felipe Heiderich nega acusações contra o pastor e diz confiar na Justiça

O pastor Felipe Garcia Heiderich está preso Foto: Reprodução do Facebook
O pastor Felipe Garcia Heiderich está preso Foto: Reprodução do Facebook

Em um comunicado publicado no perfil do pastor Felipe Heiderich no Facebook, seu advogado, Leandro Meuser, afirmou que as acusações de abuso sexual do filho da cantora Bianca Toledo são falsas e as investigações provarão isso.

Em uma crítica velada à postura adotada por Bianca Toledo sobre o episódio, Meuser afirmou que ele e o cliente não irão “em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses”, e que irão centrar forças em “superar essa grave injustiça”.

Veja a íntegra da declaração:

Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas e que a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade.

Informamos ainda que não iremos em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses, iremos sim provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça!

Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!

Dr Leandro Meuser, advogado.

“Era o amor da minha vida”

Bianca Toledo afirmou, em sua página no Facebook, que tem sofrido com as descobertas nos últimos dias: “Meu coração está sustentado pelo Espírito Santo de Deus! Felipe era o amor da minha vida. E agora sei que amei um personagem. Estamos vivendo os últimos dias e não há prova maior que essa”, afirmou.

Ela agradeceu o posicionamento do senador Magno Malta (PR-ES) no plenário do Senado de forma indignada: “Como amigo da minha família [ele] sabe de detalhes tristes e trágicos além de acesso as provas como base de sua indignação […] Que Deus te use senador Magno Malta para trazer justiça dos céus através das leis da terra”, disse.

Fonte: Gospel +

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Bianca Toledo vira alvo de críticas por novo divórcio e exposição de problemas nas redes sociais

bianca-toledo-e-felipe-heiderich2O lamentável caso de abuso sexual do filho da cantora Bianca Toledo, de apenas cinco anos de idade, resultou na prisão preventiva do pastor Felipe Heiderich e em sua suposta confissão de homossexualidade, mas também gerou a manifestação de milhares de opiniões sobre o caso nas redes sociais.

Pessoas sem contato próximo com a família e que tiveram acesso ao que foi trazido à tona por Bianca Toledo em seu vídeo e/ou texto publicado em sua página no Facebook manifestaram opiniões diversas, expressando apoio e críticas.

“Bianca Toledo tem meu respeito em denunciar um crime tão bárbaro quanto a pedofilia. Vamos orar por essa mulher de Deus. O senhor está fazendo uma limpa em nosso meio… Quem tem ouvidos ouça, se arrependa, peça perdão e não repita o erro. Deus é fiel e justo para nos perdoar. Mas, continuar no erro é suicídio espiritual”, comentou a psicóloga Marisa Lobo (PSC-PR).

Em resposta ao comentário de Lobo, diversos usuários se manifestaram, seguindo a mesma linha ou se opondo parcial ou completamente à forma como a cantora lidou com o caso: “Muito triste tudo isso, acho que tudo essa exposição foi desnecessária, mas que Deus tome a frente e a ajude a superar isso tudo”, escreveu uma usuária.

Em contrapartida, houve quem pedisse a graça do Senhor sobre Bianca e seu filho, José Vitório, para vencerem tal adversidade: “Que o bálsamo do Senhor seja derramado sobre vocês!”.

O blogueiro Wagner Lemos usou as redes sociais para comentar o vídeo em que Bianca denuncia o agora ex-marido: “Que Deus é esse que manda se separar, manda se casar [e] manda se separar de novo? Aí a mulher guarda isso por um mês e depois vai para as redes sociais toda maquiada para expor assim?”, criticou, referindo-se ao fato de que Bianca o denunciou no dia 22 de junho e só revelou os fatos no dia 05 de julho, após Felipe Heiderich ter sido preso.

“Bianca, você nunca me enganou com essa voz mansa… basta ter um mínimo de senso crítico e pesquisar. Simples assim! Mas de qualquer forma, que Deus te dê força e sabedoria para lidar com toda essa situação. Espero que não seja mais um assunto para livros, DVDs, pregações e turnês”, acrescentou.

O diretor do portal Gospel Prime, Neto Gregório, chamou atenção para o fato de que antes do escândalo vir à tona, Bianca Toledo e Felipe Heiderich faziam palestras de aconselhamentos sobre relacionamentos: “Numa igreja que se preze, esta mulher nunca mais subiria no púlpito”, afirmou.

Questionado por seus seguidores nas redes sociais sobre os motivos para adotar esse ponto de vista, afirmou que Bianca Toledo “desgraçou a vida do primeiro, agora tá desgraçando a vida do segundo”, e acrescentou: “Se é verdade que o cara é gay e pedófilo, como ela acusa, pra que anunciar isso pro mundo? Para justificar a separação e sair como vítima mais uma vez? O que uma mulher com dois ex-maridos vivos vai fazer em cima de um púlpito?”.

Por fim, completou a contextualização de sua opinião afirmando que Felipe Heiderich não teve oportunidade de se posicionar sobre os problemas conjugais que ela tornou públicos: “No casamento não se coloca só culpa num lado, ainda mais quando o outro não tem oportunidade de falar nada. Não creio que ela seja mais ‘exemplo dos fiéis’ para estar em cima de um púlpito ensinando sobre casamento, como ela fazia com o Felipe”.

Contrapondo a opinião de Gregório, um de seus seguidores nas redes sociais seguiu linha inversa: “O fato dela ter dois ex-maridos vivos não significa muito, o que importa é o que ela fará daqui para frente, como será sua vida como cristã, seu dia a dia, seu exemplo. E em especial para este caso, como se desenhou, é até estranho seu foco estar nela se separar pela segunda vez. O fato mais grave aí é o crime cometido contra um pequenino, crime este que deixa marcas para o resto da vida”, pontuou.

Fonte: Gospel +

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Bianca Toledo se separa e acusa marido de ser gay e pedófilo

bianca-toledo-e-felipe-heiderichA pastora Bianca Toledo, famosa pela sua experiência de ressurreição, anunciou pelas redes sociais que está se separando do marido, o pastor Felipe Heiderich. Num vídeo em que explica o caso, ela desabafa, afirmando que ele está envolvido com homossexualidade e com pedofilia. O material foi visto mais de 3 milhões de vezes nas primeiras 24 horas e agitou as redes sociais na noite desta terça (6).

Segundo ela, Felipe fez uma tentativa de suicídio após confessar tudo. Ela levou o caso à justiça e ele agora se encontra acautelado em uma clínica psiquiátrica, diagnosticado com psicose maníaco depressiva, neurose grave e síndrome de múltiplas personalidades. Nos últimos dias, a missionária postou três vídeos, onde relata tudo o que aconteceu com o casal.

No mais recente, postado nesta terça-feira (5), esclarece que está aguardando “a justiça do Céu e a justiça dos homens”. Afirma que, como mãe de filho pequeno, está passando por um dos piores momentos de sua vida. Bianca explica que está sofrendo muito e que o senador Magno Malta, que acompanha a situação iria se pronunciar.

“Eu fui enganada”, afirmou ela, visivelmente emocionada. Explicou aos seus seguidores que continuará levando a palavra de Deus e pediu orações.

Embora não tenha dado maiores detalhes sobre a separação, na descrição do vídeo afirma: “A anulação do casamento foi aceita como legitima diante das provas apresentadas ao juiz e o pedido de prisão foi feito mediante comprovação suficiente”.

Para Bianca, “a teologia do Felipe era perfeita, mas seu interior era uma fraude. Me enganou e enganou a todos. É triste, mas é a verdade”. Ela explicou ainda que o pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público “mediante uma série de provas contundentes”. A pastora, que liderava com Felipe a igreja AME sublinha que “Deus me disse que traria tudo a tona para temor da igreja diante do engano que assola os últimos dias”. Finalizou com uma alerta:”O Senhor, que é justo, continuará dando lucidez a justiça dos homens pra estabelecer a Sua justiça. De Deus não se zomba com o altar não se brinca”.

Doença e divórcio

Em outubro de 2010, quando estava grávida de José Vitório, o intestino de Bianca se rompeu. O bebê nasceu prematuro, mas ela ficou 52 dias em coma. Passou quatro meses internada, precisando passar por 300 transfusões de sangue, dez cirurgias de abdômen e teve falência de órgãos. Clinicamente ela não tinha esperanças e foi declarada morta pelos médicos. Contudo, vivenciou um milagre. Quando voltou à vida, contou que teve um encontro sobrenatural com Deus.

A missionária conta que teve essa experiência para que pudesse anunciar ao mundo que os milagres são reais. A partir de então, passou a se dedicar a um ministério que hoje é conhecido internacionalmente. Além de cantar e pregar, ela possui o dom de cura. Já escreveu vários livros e gravou DVDs sempre com uma mensagem de fé no sobrenatural.

Porém, durante sua batalha para recuperar-se totalmente do quadro grave que a acometeu, foi abandonado pelo primeiro esposo, Renato Pimentel. Ele a acusava de traição e ela afirma ter provas do abandono que sofreu e que seus pastores na época testemunharam que ela tentou preservar o casamento até que o seu primeiro ex-esposo pediu o divórcio.

Fonte: Gospel Prime

 

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Evangélica, apresentadora Monique Evans assume affair homossexual com a DJ Cacá Werneck

monique-evans-e-caca-werneckA apresentadora Monique Evans, evangélica, teria assumido um caso com a DJ Cacá Werneck durante o carnaval do Rio de Janeiro.

Sites de celebridades publicaram fotos e declarações da ex-modelo ao lado de Cacá e enfatizaram que a proximidade da dupla chamava a atenção dos foliões que compareceram ao Desfile das Campeãs.

“As duas não se desgrudaram no camarote da [cervejaria] Devassa, na Sapucaí, e até trocaram beijos para os fotógrafos”, noticiou o portal iG. Evans disse que não está namorando a DJ, mas que estariam apenas curtindo: “Estou no meu melhor momento. Cacá me tirou da depressão”, afirmou a apresentadora.

Antes do carnaval, Monique Evans negou que estivesse namorando a colega DJ, mas disse que estava em um relacionamento: “Vocês não precisam saber quem. Tive uma fase em eu falava para burro e sempre que falava dava tudo errado. Agora ninguém precisa saber e vamos ver se assim dá certo”.

Agora, porém, já não esconde mais o relacionamento homossexual: “Muita gente está falando do namoro. Eu não ligo pra isso. A gente dá até selinho e já se chama de amor. Ela me ajudou na depressão. Isso é felicidade. Felicidade faz isso com a gente”, disse, chamando atenção para o fato de ter emagrecido 10 Kg recentemente.

Evangélica?

Em dezembro de 2013, a apresentadora participou de um culto na casa do cantor e pastor Kleber Lucas, levada pela ex-modelo e colega Marinara Costa. À época, após um desentendimento com a filha, Bárbara, Monique havia entrado em depressão e chegou a se internar numa clínica psiquiátrica para se tratar depois que tentou suicídio.

Monique chegou a usar as redes sociais para comentar a participação no encontro: “Hoje é dia de culto de Ação de Graças! Feliz em ir encontrar o meu Senhor!”, publicou Evans antes do culto, e ao final, voltou a celebrar o momento: “Pós culto abençoado na casa do nosso pastor”.

Meses depois, usou as redes sociais para mostrar uma tatuagem de um rosto atribuído a Jesus e recebeu diversas críticas de seus seguidores.

 Fonte: Gospel +

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Pastor Rob Bell diz que igrejas estão a um passo de aceitar o casamento gay: “Sou a favor do amor”

kristen-bell-oprah-winfrey-e-rob-bell-e1424350611850O pastor e escritor Rob Bell afirmou que as igrejas evangélicas estão a um passo de abraçarem o casamento gay nos Estados Unidos, e que ele crê que esse seja “o momento” para isso.

A afirmação do ex-líder da megaigreja Mars Hill Bible Church, em Michigan, foi feita em uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey.

Ao lado de sua esposa, Kristen, Rob Bell foi ao talk-show de Oprah para falar sobre o lançamento de seu novo livro, The Zimzum of Love: A New Way of Understanding Marriage (ainda sem título em português, mas que pode ser traduzido como “A dinâmica do zmor: A nova maneira de entender o casamento”).

A apresentadora comentou, durante o enunciado de uma pergunta ao pastor, que achava fantástico que ele tivesse incluído a união de pessoas do mesmo sexo como um dos exemplos do livro, e questionou o motivo de ele ter optado por falar sobre um tema tão controverso.

Bell, que se manifestou favorável ao casamento gay em 2013, disse que uma das piores coisas que pode acontecer a um ser humano é a falta de companhia: “Uma das mais antigas dores nos ossos da humanidade é a solidão. Solidão não faz bem ao mundo. Seja você quem for, gay ou hetero, é totalmente normal, natural e saudável querer alguém com quem passar a vida. É fundamental para a nossa humanidade. Queremos alguém para com quem fazer a viagem [da vida]”, argumentou.

Diante dessa resposta, Oprah questionou Bell sobre sua visão do estágio de aceitação do casamento gay pelas igrejas evangélicas. E o pastor disse que o tema está “evoluindo” nas denominações.

 “Muitas pessoas já estão lá. Achamos que é inevitável e estamos a momentos de distância da aceitação da Igreja”, disse Rob Bell, que acrescentou que a seu ver, a igreja irá “ser ainda mais irrelevante” se continuar a rejeitar a homossexualidade.

“Eu sou defensor do casamento. Sou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, se é um homem e uma mulher, uma mulher e uma mulher, um homem e um homem. Eu acho que o navio já partiu e eu acho que isso é uma necessidade da igreja. Eu penso que este é o mundo em que estamos vivendo e temos de alcançar as pessoas onde quer que estejam”, afirmou, segundo informações do Christian Headlines.

Fonte: Gospel +

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Daniela Mercury usa fantasia de bruxa para fazer apologia ao aborto no Carnaval: “O corpo é meu”

daniela-mercury-carnaval-2015-abortoA cantora Daniela Mercury adotou de vez sua faceta polêmica e voltou a fazer apologia à legalização do aborto durante sua apresentação no carnaval de Salvador (BA).

Com uma fantasia macabra que mesclava o visual das bruxas de contos infantis com referências às estórias de ficção sobre zumbis, Daniela Mercury saiu de dentro de um caixão para fazer sua performance.

Cercada por dançarinos vestidos como caveira, a cantora interpretou sua nova música, “Rainha Má”, com uma performance que deixou perplexos muitos dos foliões, de acordo com informações do G1.

Ao passar em frente aos camarotes, Daniela fez sua apologia à legalização do aborto de forma silenciosa. Os dançarinos que a acompanhavam levantaram cartazes com mensagens a favor da liberdade de interrupção da gravidez: “O corpo é meu”, “Me respeite”, “Eu não aceito ser estuprada” e “Descriminalização do aborto”.

A cantora baiana assumiu uma relação homossexual a pouco mais de um ano, com a jornalista Malu Verçosa, e ao mesmo tempo, protagonizou um bate-boca público com o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), a quem acusou de ser “incapaz de amar” por conta de suas posturas contra o casamento gay e a legalização do aborto.

“Ele mostra preconceito contra os negros. O que é isso? Mais de 50% desse país é negro. Vá pra ‘pqp’. Se tem algum diabo aqui, é ele”, esbravejou a cantora durante uma apresentação no Rio de Janeiro.

Em um dos episódios de maior excesso da cantora, Daniela afirmou que “quem precisa de pastores são as ovelhas” e disse que os programas evangélicos na TV são ilegais.

“Porque os seres humanos inventam tantas separações para seres iguais? Porque buscam maneiras de se valorizar mais que os outros? Quem precisa de pastores são ovelhas. Mais professores e educação para o convívio em sociedade. A gente está precisando se responsabilizar pela vida na terra, reza-se muito e se faz pouco pela paz aqui. Deus não quer dinheiro de ninguém”, afirmou, criticando os pedidos de doação feitos nos programas e também nos púlpitos.

Fonte: Gospel +

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Eduardo Cunha diz que jamais colocará a legalização do aborto em votação: “Nem que a vaca tussa”

eduardo-cunhaO deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que durante seu mandato à frente da instituição nenhum projeto favorável ao aborto será colocado em discussão.

“Aborto eu não vou pautar [para votação] nem que a vaca tussa”, disse Cunha durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Integrante da bancada evangélica, Cunha reiterou sua posição considerada “conservadora” pela mídia, e disse que somente “por cima do meu cadáver” os projetos que preveem a descriminalização do aborto e a regulação da mídia serão votados na Câmara.

“O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Regulação econômica de mídia já existe. Você não pode ter mais de cinco geradoras de televisão. No aborto, sou radical”, pontuou.

O projeto de regulação da mídia é uma das bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT) e é considerado uma forma de censura prévia às empresas de comunicação do Brasil, que perderiam parte da liberdade de imprensa.

A ideia de que existam sanções, multas ou cassação da concessão pública – nos casos de emissoras de rádio e TV – para empresas que atuem de forma contrária ao pretendido regulamento, é vista como um retrocesso social e democrático.

Homossexuais

Eduardo Cunha afirmou ainda que os projetos defendidos pelos ativistas gays são polêmicos e não representam a visão da maioria, apesar do grande espaço que ocupam na mídia e de seu poder de mobilização entre os militantes.

“Isso é mais discurso. Para pautar um projeto, ele tem que ter apoio suficiente. Não tenho que ser bonzinho. Eles querem que isso seja a agenda do país, mas não é. Não tem um projeto deles na pauta para ir a votação. Tenho que me preocupar com o que a sociedade está pedindo e não é isso”, concluiu.

Fonte: Gospel +

 

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Mórmons anunciam apoio ao casamento gay e afirmam que iniciativa defende “justiça para todos”

sede-igreja-mormonA concordância com a existência da união civil entre homossexuais é crescente nos Estados Unidos, e os favoráveis acabam de crescer: a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias anunciou que apoia o chamado casamento gay.

O comunicado da Igreja Mórmon informando a decisão foi divulgado no final de janeiro, quando a direção da denominação se disse “favorável às leis que protegem os direitos dos homossexuais”. No entanto, a concordância com essas iniciativas só existe se “a liberdade religiosa não for comprometida”.

O posicionamento da Igreja Mórmon foi descrito pela agência Reuters como “um movimento conciliatório raro em direção a uma comunidade com a qual a igreja tem estado em desacordo por muito tempo”.

O apoio dos mórmons se dá no âmbito de leis que criem salvaguardas para os homossexuais em “termos de habitação, emprego e outros direitos”, pois a postura da igreja é de “justiça para todos”.

No entanto, as cerimônias religiosas de união homossexual em igrejas não foram apoiadas pelos mórmons, justamente por exigirem respeito à liberdade religiosa e às liturgias cristãs tradicionais.

“Acreditamos que as leis devem ser moldadas para alcançar um equilíbrio na proteção das liberdades de todas as pessoas, respeitando aqueles com valores diferentes”, disse o ancião da igreja, Dallin Oaks, durante uma entrevista coletiva.

 “Rejeitamos a perseguição e a retaliação de qualquer tipo, incluindo perseguição com base na raça, etnia, crença religiosa, as circunstâncias econômicas ou diferenças de gênero ou orientação sexual”, disse Oaks.

Os críticos da postura da igreja acusaram-na de oportunismo, afirmando que a igreja está ao sabor do vento da opinião pública e que preferiu não resistir aos movimentos sociais. A denominação acumula um histórico de controvérsias, pois em sua história, muitos fiéis foram polígamos, mesmo contra a legislação em vigência no país.

Fonte: Gospel +

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Teólogo participante do BBB 15 se posiciona contra o casamento gay: “Biblicamente não tem como”

bbb15-620x250_marcoO debate sobre casamento gay e adoção de crianças por casais homossexuais chegou ao reality show Big Brother Brasil, e um dos participantes expressou sua opinião contrária a determinados pontos do tema.

Na última quarta-feira, 04 de fevereiro, o teólogo Marco Marcon, 35 anos, se posicionou contra a ideia de obrigar as igrejas a realizarem cerimônias de união entre pessoas do mesmo sexo e ainda afirmou que “não é o ideal” que uma criança seja adotada por dois homens ou duas mulheres.

Adrilles, um dos participantes, questionou: “O que você acha do casamento entre homossexuais?”, e o teólogo, sem titubear, respondeu que socialmente falando, é um direito, mas que as igrejas não podem ser obrigadas a abençoar algo com que não concordam.

“Acho que é justo. Assim como dois amigos, ou um amigo e uma amiga, que dividem um espaço juntos, poderiam ter a possibilidade jurídica de criar vínculos e herdar aquilo se um morrer”, disse Marco.

O diálogo, tenso, seguiu: “Então, você vai contra a posição da igreja?”, questionou Adrilles. Prontamente, Marco respondeu: “E quem disse que a Igreja é contra a união civil? Um casamento homossexual dentro da igreja eu sou contra. Não tem como sustentar teologicamente um negócio desse, nem biblicamente na tradição”, pontuou o teólogo.

Formado em teologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, o teólogo foi além na conversa sobre a adoção de crianças por casais homossexuais, e citou questões pedagógicas importantes na formação de um ser humano para sustentar seu argumento.

 “A adoção de crianças vai de caso para caso. Não é o ideal, mas é melhor que ficar em um abrigo”, ponderou. “O ideal seria uma família formada por um homem e uma mulher, mas se chegam dois homens e mulheres dispostos… Os elementos masculinos e femininos que constituem a formação de uma criança são muito importantes. Isso não quer dizer que um casal gay não transmita esses valores. Porém, se você é um homem homossexual, não tem elementos femininos que são necessários para essa criação”, acrescentou.

Mariza, outra participante do programa, observava a conversa e se posicionou contra a adoção de crianças por casais homossexuais, por considerar a situação antinatural.

Fonte: Gospel +

Publicado em Mundo, Televisão

Reality show causa polêmica por promover “cura gay” nos Estados Unidos

reality-show-homossexuais-cura-gay-e1421022471647Um reality show intitulado “My Husband’s Not Gay” (Meu Marido Não É Gay, em tradução livre) tem causado polêmica nos Estados Unidos por promover a “cura gay”. Exibido no último domingo (11) pelo canal TLC, o programa se tornou alvo de uma série de críticas antes mesmo de ir ao ar.

O tema central do programa é mostrar quatro homens mórmons que dizem sentir atração por outros homens, mas que só se relacionam com mulheres, “comprovando” a hipótese de que a homossexualidade é uma escolha.

Uma das organizações a se manifestarem contra a exibição do programa é a Glaad (sigla em inglês para Aliança Gay & Lésbica Contra a Difamação) que, insatisfeita com a proposta da atração, começou a pedir que ela fosse cancelada antes mesmo de ir ao ar.

– O show é completamente irresponsável. Ninguém pode mudar o desejo sexual do outro e, mais importante, nem deve tentar fazer isso. Ao investir nesse reality, o TLC prejudica e machuca dezenas de jovens da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) – afirmou Sarah Kate Ellis, presidente da Glaad, no site da entidade.

Segundo o portal UOL, My Husband’s Not Gay traz o depoimento de Curtis, Jeff e Pret, três homens casados com mulheres, e Tom, que é solteiro. Estes homens compartilham com os telespectadores do programa sua confusa afetividade: eles confessam sentir atração por homens e mulheres. Ao longo do programa, Tom, que é solteiro, até tenta sair com uma moça, mas expõe a ela o desejo que sente por homens. As mulheres dos outros três participantes mostram compaixão pelos parceiros

– Eu não gosto quando alguém me diz que meu marido é gay – relata Tanya, mulher de Jeff.

Outro tema abordado no reality show é a religião, visto que todos os participantes são mórmons e afirmam que a doutrina da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias rejeita homossexuais. Segundo eles, essa situação os deixa ainda mais confusos sobre qual deve ser a postura correta a ser assumida em relação à orientação sexual.

Fonte: Gospel +

Publicado em Brasil

Ministério Público censura cartilha distribuída a professores com visão cristã da sexualidade

chaves-para-a-bioeticaO Ministério Público do Rio de Janeiro determinou a suspensão da distribuição de uma cartilha com conteúdo sobre sexualidade por considerá-la “homofóbica”.

O material produzido pela fundação católica Jérôme Lejeune e Comissão Nacional da Pastoral Familiar da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vinha sendo distribuído a professores estaduais.

O pedido de retirada da cartilha foi feito por um grupo denominado Ilè Obà Òyó, que trabalha com pesquisas sobre diversidade para o programa de pós-graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

De acordo com informações do jornal O Globo, a cartilha chamada “Chaves para a bioética” defende preceitos que contrariam a “teoria de gênero”, seguindo a linha de pensamento adotada pela Igreja Católica, que define a homossexualidade como pecado e repudia a ideia de que o gênero (masculino ou feminino) deve ser autodeterminado pelo indivíduo a partir de sua orientação sexual (hetero, homossexual, bissexual, transgênero, etc.).

A censura do MP à cartilha se deu porque um dos textos anexo afirma que “a teoria de gênero subestima a realidade biológica do ser humano. Reducionista, supervaloriza a construção sociocultural da identidade sexual, opondo-a à natureza”.

Os pesquisadores do Ilè Obà Òyó que denunciaram a cartilha se queixaram de supostas ironias em algumas ilustrações sobre orientação sexual que existem no material.

Em determinado ponto da cartilha, chamado “Reflexões Éticas”, o texto sugere que a recusa em permitir a adoção por casais homossexuais não representa um ato homófobo, e argumenta que biologicamente, “ninguém pode decidir se transformar em homem ou em mulher”.

O Ministério Público disse que a censura da cartilha visa “neutralizar qualquer conteúdo eminentemente religioso” nos materiais distribuídos na rede pública de ensino. A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital considerou “o conteúdo discriminatório (homofóbico e machista)” e determinou que seja feita uma campanha de esclarecimento sobre o assunto em toda a rede estadual, visando frisar “a necessidade de respeito a todos modelos familiares e orientações sexuais”.

Fonte: Gospel +

Publicado em Pesquisa

Jovens cristãos entram em conflito com sua fé quando confrontados pela sexualidade, dizem pesquisadores

jovens cristãosOs jovens cristãos vivem um paradoxo na tentativa de conciliar os ensinamentos sobre sexo que recebem nas igrejas e a realidade encontrada em seus relacionamentos e círculos de amigos. A tese é defendida professora de estudos religiosos e pesquisas, doutora Teresa Delgado.

Segundo Teresa, há uma mudança de atitude de alguns cristãos sobre questões relacionadas à sexualidade humana, e principalmente à doutrina de que o sexo só deve ser praticado dentro de um casamento heterossexual.

Um estudo realizado no ano passado constatou que os jovens da geração Y, que têm entre 18 e 30 anos, são propensos a desconsiderar a doutrina recebida nas igrejas sobre o tema.

De acordo com o Christian Post, muitos adultos que se identificam como cristãos têm adotado uma postura mais liberal em relação ao sexo antes do casamento, o que levanta questões sobre como as igrejas devem enfrentar a situação.

A própria Teresa Delgado afirma que durante os nove anos em que leciona Teologia e Ética como professora associada do departamento de Estudos Religiosos da Universidade de Iona, nos Estados Unidos, tem ouvido relatos de alunos sobre sentimentos conflitantes quando o sexo e a fé se encontram.

O instituto cristão Pew Research Center apresentou um relatório de um levantamento que aponta para um aumento de norte-americanos sem religião, e frisou que esse grupo é basicamente formado por “adultos mais jovens, políticos liberais e pessoas que tomam posições liberais sobre o casamento do mesmo sexo”.

O Instituto Público de Pesquisa da Religião (PRRI, em inglês) constatou durante uma pesquisa que os jovens da Geração Y tendem a ser mais tolerantes sobre o assunto da homossexualidade e o casamento gay.

O PRRI destacou que há uma tendência notada a partir da pesquisa que os jovens deixem a religião aprendida na infância. “Quase um terço dos que abandonaram sua religião de infância, dizem que os ensinamentos ou tratamentos desfavoráveis a gays e lésbicas desempenharam um papel importante nessa decisão”, afirmou Robert P. Jones, presidente do PRRI.

Fonte: Gospel +

Publicado em Mundo

Prefeita lésbica quer censurar sermões sobre homossexualidade e identidade de gênero nas igrejas

annise-parker-houston-mayorA perseguição aos cristãos nos Estados Unidos ganhou um novo capítulo essa semana, com a tentativa da prefeita da cidade de Houston, no Texas, de censurar os sermões que os pastores pregam sobre a homossexualidade.

A prefeita da cidade, Annise Parker, que é lésbica, quer que os pastores submetam seus sermões sobre homossexualidade ou identidade de gênero a uma avaliação prévia. A proposta absurda foi feita depois que uma lei que permite que homens e mulheres usem banheiros destinado ao sexo oposto se tornou alvo de inúmeros protestos.

“As ações do Conselho Municipal de Houston exigindo que os pregadores modifiquem seus sermões é muito mais do que um assalto à pregação e moralidade bíblica. É mais do que uma questão de direitos dos homossexuais. É um ataque direto contra os padrões morais absolutos e confiáveis ​​de medida e valor, e o próprio conceito de um Criador Deus Pai, que pode ser confiado para fornecer sabedoria e direção para aqueles que Ele ama. O Conselho está redefinindo a liberdade, que é um direito de qualquer pessoa a viver da forma que escolher, independentemente da vontade de Deus, ou de razoáveis ​​cidadãos responsáveis”, criticou James Robison, fundador da entidade Life Outreach International, em um artigo publicado pelo Charisma News.

Para Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, o caso é uma tentativa de interferência do Estado em instituições religiosas, o que contraria a Constituição do país: “A separação entre Igreja e Estado significa que vamos dar a César o que é de César, e iremos. Mas a pregação da Igreja de Deus não pertence a César, e não vamos entregá-la a ele. Agora não. Nem nunca”, escreveu no artigo “Houston, nós temos uma Constituição”.

Os advogados da entidade Alliance Defending Freedom entraram com uma moção em um tribunal do Texas para parar a tentativa da cidade de Houston de intimar e censurar os sermões e outras formas de comunicação utilizadas pelos pastores.

Fonte: Gospel +

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Pastor afirma que Deus mandará praga pior que o vírus ebola como punição ao casamento gay

pastor-ron-baityA epidemia de ebola seria apenas uma prévia da ira de Deus contra a homossexualidade e a legalização do casamento gay, segundo um pastor norte-americano, que acredita que outros males virão sobre a humanidade em breve.

Ron Baity, pastor da Igreja Batista Bereana em Winston-Salem, no estado da Carolina do Norte, disse que Deus está tão irritado com o pecado da homossexualidade que enviará uma maldição pior do que o vírus ebola.

“Você acha que o ebola está ruim agora, é só esperar”, disse o pastor Ron durante seu sermão no domingo, segundo informações do Huffington Post.

A revolta do pastor nasceu da decisão de um juiz em anular a proibição do casamento gay na Carolina do Norte. Os legisladores do estado haviam aprovado uma lei contra a união homoafetiva, mas após ativistas gays recorrerem, a Justiça derrubou o projeto.

“Se você pensar por um minuto e achar que Deus vai ficar de braços cruzados e permitir que isso vá em frente sem repercussões, é melhor você parar e repensar esta situação. Eu quero que você entenda, que [o casamento gay] é crua e puramente uma blasfêmia”, disse o pastor durante um sermão no último domingo, 12 de outubro.

Ron Baity também fez comparações entre o casamento gay e as cidades de Sodoma e Gomorra, que são mencionadas na Bíblia por serem centros de promiscuidade e por terem sido destruídas por Deus.

 “Meu amigo, nós estamos merecendo, estamos trazendo o juízo de Deus sobre esta nação tão certo como Sodoma e Gomorra foram destruídas. Não se surpreenda com as pragas. Não seja surpreendido com o julgamento de Deus. Você acha que Ebola está ruim, mas espere. Se não for isso, vai ser outra coisa”, alertou o pastor batista.

Os Estados Unidos atravessam um período em que os cristãos têm sido perseguido por manter posturas firmes contra a homossexualidade e o casamento gay, e sofrido pressão de ativistas ateus que acusam as igrejas de atentar contra a laicidade do Estado.

Fonte: Gospel +

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PT critica conservadorismo no Congresso e prevê dificuldade para legalização do aborto e maconha

maconha-e1413301595192A nova formatação do Congresso Nacional, descrita como a mais conservadora dos últimos 50 anos, poderá impor sérias dificuldades à aprovação de pautas consideradas “progressistas”, como por exemplo, legalização do aborto e descriminalização da maconha.

Dentro desse cenário, o Partido dos Trabalhadores publicou em seu site oficial um artigo com críticas ao perfil dos parlamentares escolhidos nas urnas. Nestas eleições, o PT teve uma redução no número de deputados federais e senadores.

O artigo tem um título sarcástico – “Novo Congresso será Jurassic Park ideológico” – e afirma que “no domingo passado [05 de outubro], emergiu um Parlamento repleto de religiosos, ruralistas e militares de extrema-direita como há muito não se via no Brasil”.

Sem reconhecer que a escolha dos eleitores foi uma reação aos escândalos de corrupção que levaram parlamentares petistas à prisão, como João Paulo Cunha e José Genoíno (PT-SP), e à forte ideologia de esquerda contida em suas propostas, o partido afirma que a eleição de religiosos e conservadores é “reflexo do clima geral de desqualificação da política”.

No texto, o PT expõe seu temor de que o novo Congresso Nacional seja avesso às suas principais propostas ideológicas: “O novo quadro dificultará o debate sobre pautas como a união homoafetiva, a legalização do aborto e a descriminalização da maconha para fins medicinais e de consumo recreativo”, diz o artigo, em tom de lamento.

O PT afirma ainda que a esperança de que essas pautas sejam aprovadas reside na possibilidade da atual presidente vencer as eleições: “Se a Dilma for eleita, essas pautas terão mais condições de resistir, porque Aécio [Neves] não tem uma postura clara em relação a elas”.

O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), também lamentou a reeleição dos oposicionistas Jair Bolsonaro (PP-RJ) e pastor Marco Feliciano (PSC-SP): “O primeiro é defensor da ditadura, da tortura, da pena de morte, da redução da maioridade penal e contrário ao casamento homoafetivo. Feliciano também é contra a união entre pessoas do mesmo sexo e chegou a ser denunciado por declarações racistas feitas pelo Twitter”, criticou o parlamentar, segundo informações do Novo Guia.

Fonte: Gospel +

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Nas redes sociais, evangélicos debatem o direito de falar contra a homossexualidade abertamente

liberdade-de-expressaoA enfadonha discussão sobre homofobia e liberdades individuais que se arrasta na sociedade brasileira atingiu um novo patamar a partir das declarações, em rede nacional, do católico Levy Fidelix (PRTB), candidato à presidente da República.

Fidelix afirmou no debate da Record que “iguais não fazem filhos” e “aparelho excretor não reproduz”. Achincalhado nas redes sociais por ativistas e simpatizantes do movimento LGBT, o discurso do candidato despertou a discussão: cristãos podem dizer que são contra a homossexualidade sem serem automaticamente taxados de homofóbicos?

No Facebook, o internauta evangélico Adriano Hany, 37 anos, coordenador de marketing, publicou uma reflexão que rendeu discussão entre as pessoas do seu círculo de amizade: “Poxa, dentro desta coisa louca que anda acontecendo sobre homofobia ou heterofobia, eu não posso nem dizer que sou contra? Isso me torna uma pessoa que odeia a outra? Acho que falo por muitos quando digo: ‘eu só quero neste momento ter o direito de achar que não está certo’”.

De acordo com informações do site Campo Grande News, a reação à fala de Adriano suscitou opiniões favoráveis e contrárias. “Você não precisa achar certo, mas não deve condenar o que ele escolheu fazer da vida dele”, escreveu um internauta. “Religião é religião. Civilidade é civilidade”, comentou outro.

Entre os que apoiaram o direito de discordar, alguns disseram que o pensamento tinha seu “apoio”. “Eu vejo um cara de 2 metros com batom na boca e sou obrigada achar normal… Ele pode usar quanto batom ele quiser, mas daí eu ser obrigada achar certo? Negativo!”, escreveu uma usuária da rede social.

Entre os que preferiram incentivar um meio termo no assunto, houve que dissesse que “a primeira regra da tal boa convivência é respeitar a maneira do outro pensar, mesmo supostamente errado ou estúpido que seja”.

O evangélico Adriano se manteve firme em sua opinião de ter o direito de discordar e expressar isso publicamente.

“Por favor, gostaria de manter o meu direito de poder dizer que acredito que a família seja constituída por homem e mulher e futuros filhos. Posso ter esse direito sem que alguém comece a me chamar de isso ou aquilo? […] A família que a igreja acredita está sendo atacada e questionada. Tudo está parecendo normal… Eu não consigo achar normal que um homem case com outro, ou mulher com mulher… Simples assim… Isso quer dizer que eu odeio quem faz? Não, de forma alguma… Só que para meu filho eu explico que não é certo. Tento não deixar que ele veja novelas, porque hoje toda novela tem um casal homossexual”, concluiu.

Fonte: Gospel +

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No debate da Record, Levy Fidelix afirma que “dois iguais não fazem filhos”; Pastor Silas Malafaia comenta: “Verdade absoluta”; Assista

levy-fidelix-debate-recordO penúltimo debate entre os principais candidatos à presidência da República foi realizado ontem, 28 de setembro, pela TV Record, e uma declaração de Levy Fidelix (PRTB) causou rebuliço nas redes sociais.

Perguntado por Luciana Genro (PSOL) sobre a prevenção contra a morte de homossexuais, Fidelix disse abertamente ser contra a prática homossexual e criticou o uso político do tema que muitos ativistas gays fazem.

“Olha minha filha, tenho 62 anos e pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho. E digo mais: desculpe, mas aparelho excretor não reproduz. É feio dizer isso, mas não podemos jamais gente – eu que sou um pai de família, um avô – deixar que tenhamos, esses que aí estão, achacando a gente no dia a dia, querendo escorar essa minoria na maioria do povo brasileiro. Como é que pode, um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto. Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô, que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, seu neto”, disse o candidato.

O pastor Silas Malafaia repercutiu a declaração do candidato e demonstrou ter se divertido com as afirmações: “Levy Fidelix no debate da Record: 2 iguais não fazem filhos, e digo mais, aparelho excretor não reproduz kkk Estão reclamando? Verdade absoluta […] Kkkkk verdade virou homofobia kkkkkk muito kkkkkk […] Vou dormir rindo, esse Levy Fidelix kkkkkkkkkkk bom sono a todos kkkkkk Vida longa aos meus inimigos para assistirem minhas vitórias kkkkkk”, escreveu o pastor no Twitter.

Um dos principais aliados de Luciana Genro e também um dos principais inimigos públicos de Malafaia, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys, também comentou a fala de Fidelix e prometeu que estudará se pode processá-lo.

“Discurso de ódio contra LGBTs proferido por Levy Fidélix e motivado por uma mistura nauseante de estupidez, homofobia e demagogia vulgar! Vou avaliar se é possível representar contra Levy Fidélix por sua ofensa a uma coletividade e por estimular a violência contra esta. Como pode um sujeito como esse (que também se referiu aos usuários recreativos de maconha como ‘drogados’) ser candidato presidencial? Acho que Luciana ficou perplexa e os demais, ainda que constrangidos, silenciaram. Isso, mais o riso da plateia, mostram bem uma coisa: Os fatos ocorridos durante o debate entre os presidenciáveis mostram bem como esse tipo de violência contra LGBTs é socialmente aceito! Levy Fidélix não se dá conta de que a sua existência contraria sua tese de que ‘aparelho excretor não reproduz’”, atacou o ex-BBB.

Assista:

Fonte: Gospel +