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Estado Islâmico volta a atacar cristãos e sequestra mais de 90 fiéis de povoado na Síria

estado-islamico2As ações terroristas do Estado Islâmico mais uma vez tiveram como alvo cristãos. A nova investida contra “o povo da Cruz” aconteceu no nordeste da Síria, onde pelo menos 90 fiéis foram sequestrados na última segunda-feira, 23 de fevereiro.

A informação foi anunciada nesta terça-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Os jihadistas atacaram dois povoados com maioria cristã na província de Hasake. As duas localidades eram controladas por forças militares curdas, segundo informações do G1.

A OSDH, que é sediada na Inglaterra, informou que não há notícias do destino dos reféns: “Na segunda-feira, o EI atacou Tal Shamiran e Tal Hermuz, duas localidades assírias da província de Hasake, e levou 90 moradores”, afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da OSDH, em entrevista à agência France Presse.

Os cristãos assírios sequestrados são fiéis nestorianos, uma corrente do cristianismo condenada pelo concílio de Éfeso no ano 431 por suas divergências sobre a natureza de Cristo. Essa corrente também possui seguidores no Iraque.

A província de Hasake vem sendo atacada pelo Estado Islâmico, que busca tomar o controle da região das mãos dos curdos. Alguns dos povoados já foram tomados pelos terroristas, apesar de as forças militares que apoiam o governo da Síria resistirem ao avanço dos extremistas muçulmanos.

Os curdos se organizaram em milícias, chamadas YPG, com o objetivo de manter a província de Hasake sob o domínio do governo sírio, e também com a intenção de expulsar o Estado Islâmico da cidade de Tal Hamis, que tem sido bombardeada pelos Estados Unidos. Até agora, a YPG já assumiu o controle de 43 povoados em duas províncias diferentes.

Fonte: Gospel +

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Extremistas do Estado Islâmico acreditam que serão salvos por Jesus durante batalha em Jerusalém, diz jornalista

estado-islamicoUm jornalista que conseguiu se infiltrar nas fileiras do Estado Islâmico revelou que os militantes do grupo terrorista acreditam que serão salvos por Jesus Cristo após uma batalha de escala apocalíptica em Jerusalém.

Graeme Wood disse à CNN que os extremistas usam apenas trechos do alcorão como base para seus ensinamentos, e distorce a mensagens dos textos, colocando-os fora de contexto.

Wood afirmou que os militantes não são genuinamente muçulmanos, pois seguem trechos dos ensinamentos do alcorão, enquanto em “outros [pontos] simplesmente optam por ignorar”, e a partir dessa visão parcial e deturpada, constroem suas crenças.

Dentro desse ambiente, o sincretismo religioso surge e leva os terroristas a acreditarem que “Jesus Cristo irá resgatá-los quando forem cercados por uma figura antmessiânica ou anticristo durante uma batalha final em Jerusalém”, relatou Wood.

O jornalista acrescenta que, dentro da crença dos extremistas/terroristas, “o resgate divino acontecerá durante a batalha, quando estiver quase a terminar e o Estado Islâmico tiver apenas 5 mil dos seus combatentes vivos”.

O sincretismo religioso fica explícito porque a crença dos militantes do Estado Islâmico os insere no cenário do armagedon, que é apontada pela Bíblia Sagrada como a batalha final do Apocalipse, com a participação de todas as nações da Terra e que, em seu desfecho, aponta para uma derrota dos aliados do anticristo.

“A noção de que o ISIS possa recorrer à figura messiânica de Jesus Cristo pode ser facilmente explicada teologicamente, porque o Corão não só reconhece a divindade e a existência do Messias Jesus Cristo, bem como do culto mariano e da existência da Virgem Maria. Mas é totalmente contraditória com a prática do grupo guerrilheiro: porque durante o assassinato da praia da Líbia, os 21 cristãos coptas não foram poupados por terem gritado ‘Jesus Cristo!’ nas suas expiações finais”, comentou o jornalista Augusto Ramos, no Blasting News.

Esses relatos aumentam as especulações de que o Estado Islâmico seja resultado de iniciativas de governos de diversos países, para manipular a política internacional e gerar demandas militares.

Fonte: Gospel +

Pastor diz que ebola, casamento gay e Estado Islâmico são “sinais importantes” da volta de Cristo

pastor-robert-jeffressPerseguição a cristãos e judeus pelo Estado Islâmico, legalização do casamento gay e insensibilização pela morte de fiéis a Jesus Cristo são sinais que alertam sobre Sua volta, na opinião do pastor e escritor Robert Jeffress.

Esses “sinais” são abordados por ele no livro Countdown To The Apocalypse (“Contagem regressiva para o Apocalipse”, em tradução para o português), lançado recentemente.

“Eu acredito que a insensibilização [à perseguição] pavimenta o caminho para o futuro anticristo que perseguirá os cristãos e mártires, sem qualquer repercussão em absoluto“, disse Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas (EUA).

O pastor destaca ainda que epidemias como a da doença Ebola, que assola a África e tem assustado países do mundo todo, também são indícios de que o dia se aproxima: “Jesus disse que haveria certos sinais que precederiam Sua vinda, e que estes sinais seriam como asdores de parto de uma mulher“, afirmou Jeffress em entrevistas ao Charisma News e ao canal DoveTV no YouTube.

No livro, o pastor diz que um “sinal importante” de que a volta de Cristo está se aproximando “é a padronização da imoralidade” que vem se formando na sociedade, inclusive de maneira legalizada pelas autoridades: “Isso inclui tudo, desde o casamento gay ao aborto, que chegou a ser aceito pela sociedade e ensinado nas escolas”, lamentou o pastor.

Além desses pontos, as convocações do Estado Islâmico para que todos os muçulmanos persigam os cristãos em todo o mundo e as declarações de ódio a Israel são sinais de que o arrebatamento se aproxima, segundo o pastor.

Países como o Irã admitem que trabalham para a eliminação de Israel como país, e diversos ativistas palestinos também falam abertamente sobre os propósitos de perseguição e morte aos judeus.

Fonte: Gospel +

Estado Islâmico estaria traficando órgãos de suas vítimas para financiar ataques terroristas

embaixador-iraquiano-mohamed-alhakim-ONU-e1424435675992O financiamento para as atividades terroristas promovidas pelo autodeclarado Estado Islâmico pode vir do tráfico de órgãos, segundo declarações do embaixador do Iraque na Organização das Nações Unidas (ONU).

Mohamed Alhakim afirmou em reunião com o Conselho de Segurança da ONU que o os extremistas fazem tráfico de órgãos para financiar parte de suas ações terroristas.

Segundo o jornal O Globo, o diplomata informou que corpos de pessoas executadas pelo Estado Islâmico foram encontrados recentemente com incisões cirúrgicas e com órgãos faltando.

Alhakim destacou que as informações foram corroboradas por investigações que descobriram a causa da morte de dez médicos iraquianos: sua recusa em participar da barbárie.

“Temos corpos. Venham e examinem. É certo que têm partes faltando”, disse o embaixador durante a reunião.

A ONU mantém um enviado no Iraque, e no seu mais recente relatório, Nikolay Mladenov afirmou que, no mínimo, 790 pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico somente em janeiro, e confirmou que a prática de retirada de órgãos das vítimas está se tornando cada vez mais frequente.

A lista de crimes cometidos pelo Estado Islâmico é extensa, e inclui a morte de cristãos e outras minorias religiosas. Dentre as formas usadas pelos terroristas para executar suas vítimas estão as decapitações, imolações e crucificações. Em alguns casos registrados pelas autoridades, os extremistas jogam pessoas de prédios apenas por diversão.

Recentemente, o grupo matou 45 pessoas queimadas vivas em Kirkuk, no Iraque. Antes desse episódio, na Síria, o Estado Islâmico queimou vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh e filmou o ato bárbaro, divulgando o vídeo em formato de “propaganda”.

A lista de vítimas se acumula, e há poucos dias os terroristas divulgaram outro vídeo, no mesmo formato, com a morte de 21 cristãos coptas egípcios em uma praia da Líbia.

Fonte: Gospel +

Irmão de cristãos coptas mortos pelo Estado Islâmico dá testemunho emocionante; Assista

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasA morte de 21 cristãos coptas egípcios pelas mãos dos terroristas do Estado Islâmico desencadeou uma série de ações militares em retaliação à barbárie, mas também despertou o interesse da mídia por ouvir os parentes dos mártires decapitados em uma praia da Líbia.

Um programa de televisão da emissora SAT7Arabic entrevistou o irmão de dois dos homens mortos pelo Estado Islâmico, e as palavras de testemunho desse homem foram surpreendentes.

O vídeo do testemunho foi publicado com legendas em português no canal da Igreja Batista Betel de Mesquita no YouTube, com tradução Martha Christo da Silva.

Na entrevista, Beshir revela que seus irmãos, Bishoy e Samuel, tinham 25 e 23 anos respectivamente, e os trata como mártires. Questionado como se sentia a respeito do triste episódio, Beshir diz que a perseguição aumentou sua fé em Deus.

Em uma demonstração de amor ao próximo, Beshir contou que os familiares dos mártires executados pelos extremistas muçulmanos não estavam de luto, mas sim, celebrando o fato de que seus parentes se mantiveram fiéis a Jesus Cristo até o fim, e que haviam perdoado os executores.

Ele revelou que sua mãe havia dito que, se encontrasse com um dos assassinos de seus filhos, o convidaria para entrar em sua casa, oraria por ele para que Deus o abrisse seus olhos sobre os ensinos equivocados que recebeu e o diria que o Estado Islâmico ajudou aqueles cristãos a entrarem no Reino dos Céus.

O apresentador e a plateia do programa ouviram atentamente as palavras de Beshir, e não esconderam a emoção por estarem em contato com uma das pessoas que mais sofreram com o crime do Estado Islâmico, mas que não deixou que isso jogasse fora a transformação proporcionada pelo Evangelho.

Assista ao testemunho de Beshir:

Fonte: Gospel +

 

 

Gospel +

 

 

Ameaça do Estado Islâmico à Igreja Católica leva Itália e Vaticano a reforçarem segurança do papa

guarda-suica-e1424355042365A ameaça feita pelo Estado Islâmico à Igreja Católica e à Itália durante a execução dos 21 cristãos coptas egípcios na Líbia já mobilizou as autoridades para se prevenirem contra eventuais ações terroristas.

No vídeo divulgado com a decapitação dos egípcios, o homem que se dirige às câmeras diz estar “ao sul de Roma” para mandar “uma mensagem assinada com sangue à nação da cruz”.

Embora os terroristas tenham se dirigido diretamente aos cristãos coptas, a quem acusam de “perseguirem muçulmanos”, a menção à capital italiana foi entendida como um recado ao Vaticano, um país independente, mas situado em Roma.

O local da execução dos cristãos coptas também foi visto como simbólico pelas autoridades, uma vez que a Líbia está ao sul da Itália, e muitos cidadãos do país atravessam o Mar Mediterrâneo em busca de asilo político no país.

Teme-se que os terroristas usem a mesma estratégia para chegar ao território italiano, e a partir daí, perpetrar ataques contra o país e o Vaticano.

Prevenção

O governo italiano adotou medidas extraordinárias de segurança, e o chefe da Guarda Suíça do Vaticano declarou que as forças da cidade-Estado estão em alerta máximo: “O que aconteceu em Paris com a revista Charlie Hebdo também pode ocorrer no Vaticano, e estamos prontos a intervir para defender Francisco”, disse Christoph Graf em entrevista ao jornal Il Giornale.

O comandante conta com 110 homens, além de outros 150 integrantes da gendarmeria vaticana, para proteger o Papa Francisco. “Pedimos a todos os guardas Suíços de estar mais atentos, observar atentamente o movimento de pessoas”, afirmou Graf, que destacou que essa medida não substitui as informações de inteligência, essenciais para a prevenção de ataques.

 “Acho que o Papa não tem medo de nada, você pode ver como ele se move, e como gosta de estar perto das pessoas. E nós temos a difícil tarefa de garantir a sua segurança”, concluiu.

O senador italiano Felice Casson, secretário do Comitê de Segurança do governo italiano, afirmou que aproximadamente 4.800 soldados seriam acrescentados às forças que atuam em locais públicos, como forma de prevenir ataques. “O risco de um ataque realizado por um lobo solitário ou um desequilibrado é concreto”, disse o político, de acordo com informações da agência France Presse.

Fonte: Gospel +

45 pessoas são queimadas vivas pelos terroristas do Estado Islâmico em cidade iraquiana

criancas-sirias-gaiola-estado-islamico-e1424349264146Os terroristas do Estado Islâmico, em mais um ato de barbárie, queimaram 45 iraquianos vivos em uma cidade vizinha a uma base militar dos Estados Unidos.

Segundo o coronel Qasim al-Obeidi, chefe de Polícia de al-Baghdadi, disse que embora ainda não tenha sido possível identificar as vítimas por causa da presença dos extremistas islâmicos, desconfia-se que os mortos pertencessem a uma equipe de segurança da cidade.

O coronel pediu que as autoridades internacionais se mobilizem e decidam de que maneira atuarão de forma rápida, pois o Iraque pode sucumbir à violência do Estado Islâmico.

O domínio dos terroristas sobre al-Baghdadi se consolidou na semana passada, e agora se aproximam da base militar norte-americana em Ain al-Asad. A cidade era uma das poucas cidades na província de Anbar que ainda estavam sob controle do governo iraquiano.

Não há informações se as instalações dos Estados Unidos permanecem ativas ou foram abandonadas quando as forças militares deixaram o Iraque.

Segundo o jornal O Globo, o acesso ao local onde aconteceram as mortes está difícil, e por isso não é possível averiguar detalhes sobre o massacre. Na última terça-feira, 17 de fevereiro, um condomínio de casas das famílias dos integrantes das forças de segurança e de funcionários do governo iraquiano foi atacado.

“A notícia de que 45 pessoas teriam sido queimadas surge semanas depois de o Estado Islâmico divulgar um vídeo em que executa da mesma forma um piloto jordaniano capturado na Síria”, relembrou O Globo.

O caso despertou a fúria do governo da Jordânia, que executou a terrorista iraquiana que o Estado Islâmico queria em troca da liberdade do piloto. Na mesma época, dois jornalistas japoneses foram executados pelos extremistas. Um deles era o cristão Kenji Goto.

Crianças

O Estado Islâmico publicou uma imagem (acima) na última segunda-feira, 16 de fevereiro, com crianças sírias trancadas em uma gaiola semelhante à usada para carbonizar o piloto jordaniano.

A imagem foi usada como uma ameaça às autoridades do país caso os ataques às instalações do Estado Islâmico continuem acontecendo.

Fonte: Gospel +

Pastor Franklin Graham lamenta morte dos 21 cristãos e diz que Estado Islâmico se curvará a Jesus

estado-islamico1As barbáries promovidas pelo Estado Islâmico e as ameaças de perseguir e matar cristãos em todo o mundo tem atraído as atenções de autoridades, jornalistas e lideranças religiosas, que repudiam a violência e tentam encontrar meios de reagir.

O pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, usou sua página no Facebook para lamentar a postura dos líderes muçulmanos, que ficaram em silêncio sobre a decapitação dos 21 cristãos coptas egípcios.

“A tempestade está vindo”, disse Graham, fazendo referência ao aviso do Estado Islâmico sobre a perseguição. “Você pode imaginar o clamor se 21 muçulmanos fossem degolados por cristãos? Onde está a condenação universal por líderes muçulmanos de todo o mundo?”, questionou.

Para o pastor, “é melhor tomar a sério esse aviso de que esses atos de terror irão se espalhar por toda a Europa e os Estados Unidos. Se isso lhe diz respeito, como diz a mim, compartilhe isso”, escreveu.

Segundo Franklin Graham, a violência do extremismo muçulmano não deveria causar espanto: “O mal do Estado Islâmico realmente não deveria chocar-nos, pois está totalmente de acordo com sua agenda de apressar um apocalipse final”.

A referência às revelações de João no Apocalipse não parou nisso, e o pastor disse que uma “batalha final” acontecerá e marcará a “derrota de Satanás e todos os aliados dele”, e acrescentou: “Uma coisa é certa – um dia todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”.

O assassinato dos 21 cristãos egípcios gerou comoção e provocou reações, com as Forças Armadas do Egito bombardeando as instalações do Estado Islâmico na Líbia, em parceria com os militares do país vizinho.

A Itália, que fica ao norte da Líbia, também se manifestou e propôs liderar uma coalizão internacional contra os terroristas. O Exército do país já reuniu tropas para enviar ao território líbio.

Fonte: Gospel +

Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico

presidente-Barack-ObamaA escalada das barbáries promovidas pelo Estado Islâmico no mundo levou o presidente Barack Obama a propor uma coalizão internacional contra ações de extremistas religiosos.

Obama se reunirá ainda nesta semana com representantes da União Europeia, organizações não-governamentais (ONGs) e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para debater sobre quais meios podem ser utilizados na luta contra o terrorismo motivado pelo extremismo religioso.

A necessidade mais urgente é encontrar uma forma de deter o recrutamento de jovens por jihadistas, estratégia muito utilizada pelo Estado Islâmico, e também combater preventivamente os atos radicais, comparados com terrorismo.

De acordo com o portal Terra, o presidente dos Estados Unidos quer que essa coalizão tenha participação dos países onde há empenho na luta pela liberdade religiosa.

“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento. Queremos agir”, explicou um alto funcionário do governo norte-americano.

O evento que acendeu a luz de alerta para a questão foi o atentado contra a sede do jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 17 mortos. Logo depois, em Copenhague, Dinamarca, outras duas pessoas foram mortas por extremistas em nome do profeta Maomé.

Mais recentemente, a divulgação da morte por decapitação de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia, forçou o Egito a agir e bombardear instalações dos extremistas.

Agora, temendo que as ações terroristas do Estado Islâmico cheguem ao ocidente, o governo norte-americano vai reunir empresários, especialistas, governantes e representantes da União Europeia para decidir quais passos serão dados.

“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário da administração Obama, explicando que as iniciativas sugeridas serão aplicadas de forma concentrada na contenção da radicalização, o recrutamento e a incitação à violência por questões de fé.

Fonte: Gospel+

Egito reage ao assassinato de 21 cristãos e bombardeia instalações do Estado Islâmico na Líbia

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasO assassinato de 21 cristãos coptas egípcios pelo Estado Islâmico provocou uma reação imediata do governo do Egito e uma ação militar pontual como resposta à violência dos terroristas.

O presidente do país, general Abdel Fatah al-Sisi, declarou luto oficial de sete dias, e convocou o conselho de defesa para retaliar a execução dos cidadãos egípcios. Após a decisão sobre como reagir, a Força Aérea bombardeou áreas controladas pelos aliados do Estado Islâmico na Líbia.

Al-Sisi afirmou que os ataques aéreos foram uma resposta a “assassinos que não demonstram qualquer sinal de humanidade“, segundo informações do Jornal Nacional.

Um comunicado das Forças Armadas disse que os bombardeios foram feitos “contra quartéis, posições, lugares de concentração e treinamento, e armazéns de armas” dos jihadistas leais ao Estado Islâmico no território líbio, e a ação militar cumpriu seus objetivos “com exatidão”.

Ainda segundo o mesmo comunicado, os aviões da Força Aérea egípcia “voltaram sãos e salvos para suas bases” no país, e que o bombardeio foi “uma vingança ao sangue egípcio” derramado pelos terroristas, de acordo com a Folha de S. Paulo.

O bombardeio foi realizado com o consentimento dos militares da Líbia, que também participaram da ação militar. “Novos ataques aéreos serão realizados em coordenação com o Egito”, afirmou um representante do governo oficial do país, que está sediado na cidade de Tobruk, pois perdeu o controle da capital, Trípoli, para o Estado Islâmico.

Fonte: Gospel +

Estado Islâmico divulga vídeo da decapitação de cristãos egípcios e diz se tratar de um aviso

estado-islamicoO Estado Islâmico divulgou um vídeo anunciando a decapitação de um grupo de cristãos egípcios que haviam sido capturados semanas atrás.

O grupo de fiéis cristãos coptas aparece vestido com roupa laranja em uma praia de Trípoli, capital da Líbia. Ajoelhados, os reféns aparecem algemados com as mãos para trás e já decapitados pelos terroristas, vestidos de preto.

“Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz”, diz o título do vídeo, que segundo o Estado Islâmico, seria uma mensagem aos “seguidores da hostil Igreja egípcia”.

Os homens que foram mortos pelo Estado Islâmico fariam parte de um grupo de 21 fiéis egípcios capturados há algumas semanas. O anúncio da captura foi feito através de uma publicação online dos terroristas, chamada “Dabiq”.

O episódio foi considerado uma barbárie pela instituição sunita Al-Azhar, renomada entidade teológica do islamismo. Com sede no Cairo, a Al-Azhar goza de amplo respeito no mundo muçulmano.

Para os membros da direção da Al-Azhar, é necessário reagir aos extremismos do grupo radical. No entanto, a fórmula escolhida pelos teólogos muçulmanos foi a mesma do grupo terrorista: de acordo com informações da agência France Presse, a entidade convocou todos os muçulmanos a “matar e crucificar os terroristas do Estado Islâmico”.

No comunicado, a direção da entidade diz os atos de selvageria cometidos pelos terroristas não têm respaldo religioso: “A Al-Azhar insiste em que atos bárbaros como este não têm nada a ver com nenhuma religião, seja ela qual for”, criticou a instituição.

O Estado Islâmico tem crescido numericamente de forma avassaladora, e já se faz presente em diversas áreas do Oriente Médio. O projeto dos terroristas é formar um governo islâmico em toda a região, chamado de califado, com leis baseadas em suas interpretações da sharia, um conjunto de regras da religião muçulmana.

Fonte: Gospel +

Obama declara guerra ao Estado Islâmico e pede autorização para enviar tropas contra os terroristas

barack-obama-guerra-ao-estado-islamicoO presidente Barack Obama pediu ao Congresso dos Estados Unidos a autorização para uma operação militar contra os terroristas do Estado Islâmico, e se aprovado, o pedido deverá significar o início de uma guerra.

O pedido de Obama aconteceu após a confirmação da morte de uma norte-americana voluntária em ações humanitárias que havia sido sequestrada pelos terroristas. Anteriormente, outros cidadãos do país já haviam morrido pelas mãos do Estado Islâmico.

Segundo Obama, a mobilização militar contra os extremistas tornará “os Estados Unidos mais fortes” na luta contra de derrotar a ideologia terrorista. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o Estado Islâmico está na defensiva. O Estado Islâmico vai ser derrotado”, disse o presidente.

Esse é o primeiro pedido de autorização para ir à guerra feito desde que George W. Bush solicitou ao Congresso o aval para invadir o Iraque em 2002, como consequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Se a declaração de guerra ao Estado Islâmico feita por Obama for aceita pelos congressistas, a ação militar poderá durar até três anos, e se necessário, poderia ser renovada. A investida contra os extremistas só seria concluída pelo próximo presidente, que assume em 2017.

De acordo com a revista Veja, Barack Obama afirmou aos congressistas que a concessão de mais poderes para combater o Estado Islâmico “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação” para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”.

Por fim, o presidente afirmou que “se não for controlado, o Estado Islâmico representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo a pátria americana”, concluiu, fazendo menção aos planos dos terroristas de atacar cristãos em todo o mundo.

 Fonte: Gospel +

Antes de morrer, cristã sequestrada pelo Estado Islâmico disse que havia entregado sua vida ao Criador

kayla_jean_muellerA voluntária Kayla Mueller, sequestrada pelo Estado Islâmico em 2013, foi morta durante uma ação militar da Jordânia contra os terroristas que ocupam áreas do Iraque e da Sìria.

Cristã, Kayla Mueller havia enviado uma carta à sua família falando sobre seus dias no cativeiro, e dizendo que apesar de ser tratada com respeito, sua condição havia feito perceber que somente Deus poderia ajuda-la.

“Lembro-me de minha mãe sempre me dizendo que apesar de tudo, no final, o único que você realmente tem é Deus”, escreveu Kayla. Na mesma carta, a jovem voluntária de um trabalho humanitário dizia que havia entregado sua vida ao Criador.

“Eu vim para um lugar numa experiência em que, em todos os sentidos da palavra, eu me entreguei ao nosso criador […] Literalmente, não havia outra coisa… Mas por Deus [e ainda mais] por conta de suas orações, eu senti ternura embalada em queda livre. Foi-me mostrado em trevas, luz, mas aprendi que mesmo na prisão, se pode ser livre. Sou grata. Eu vim para ver que não é bom em todas as situações, por vezes, só temos de olhar para Ele. Oro para cada que a cada dia que se não houver nada mais, vocês sintam uma certa proximidade, mais entrega a Deus”, diz trechos da carta escrita pela jovem, segundo informações do Huffington Post.

O Estado Islâmico enviou fotos à família para confirmar que a voluntária havia sido morta durante o ataque aéreo da Jordânia, de acordo com a rede de TV CNN. O bombardeio foi uma reação do país vizinho ao Iraque e Síria à execução do piloto Muath al-Kasaesbeh, que foi queimado vivo pelos extremistas.

O governo dos Estados Unidos afirmou que irá atuar de maneira decisiva para levar responsabilizar os sequestradores. O presidente Barack Obama expressou “profundas condolências” aos pais de Kayla, dizendo que ela representava o que o país tem de melhor.

“Não importa quanto tempo vai levar, os Estados Unidos vão encontrar e levar à Justiça os terroristas responsáveis pela captura e morte de Kayla”, disse Obama em um comunicado. NO mesmo texto, o presidente refere-se ao Estado Islâmico como um “grupo terrorista odioso e abominável.”

Os pais de Kayla Mueller lamentaram a perda da filha e disseram que a jovem havia escolhido sua vida para inspirar pessoas: “Estamos de coração partido por compartilhar a confirmação que recebemos de que Kayla Jean Mueller perdeu sua vida. Kayla foi uma humanitária compassiva e dedicada. Ela dedicou toda a sua jovem vida para ajudar aqueles que precisam de liberdade, justiça e paz”, resumiram.

Fonte: Gospel +

Mensagem de jornalista cristão decapitado pelo Estado Islâmico se torna viral nas redes sociais

kenji-goto-estado-islamicoO jornalista japonês Kenji Goto, morto no último sábado, 31 de janeiro, pelo grupo terrorista Estado Islâmico, teve uma de suas mensagens publicadas no Twitter há pouco mais de quatro anos repercutida nas redes sociais.

O anúncio do assassinato do jornalista, que era mantido refém pelos extremistas muçulmanos, causou enorme comoção no Japão, com pronunciamentos indignados de autoridades, e em todo o mundo. A mãe de Kenji Goto também lamentou a morte do filho em uma emocionada entrevista coletiva.

A mensagem de Kenji Goto que se tornou viral no Twitter pregava paz, e o gesto dos internautas vem sendo entendido como uma homenagem a ele. Cristão, Goto era jornalista freelancer no Oriente Médio, de onde reportava os principais acontecimentos locais para jornais e emissoras japonesas.

Durante o período de convivência com os árabes, Goto disse ter aprendido que alguns sentimentos não são naturais ao ser humano, e que a verdadeira Justiça é divina. “Fechei os olhos e me segurei. Será o fim se eu ficar louco ou gritar. Isso é quase uma oração. O ódio não é para os seres humanos. Julgamento está com Deus. Isso é o que eu aprendi com os meus irmãos e irmãs árabes”, escreveu Goto, em setembro de 2010.


目を閉じて、じっと我慢。怒ったら、怒鳴ったら、終わり。それは祈りに近い。憎むは人の業にあらず、裁きは神の領域。-そう教えてくれたのはアラブの兄弟たちだった。

— 後藤健二 (@kenjigotoip) 7 setembro 2010


A mensagem, originalmente escrita em japonês, foi primeiramente traduzida para o inglês, e depois, para o português. Até agora, são mais de 30 mil compartilhamentos.

Kenji Goto aceitou Jesus Cristo em 1997, segundo informações do Assist News Service. A mensagem do Evangelho, que incentiva o cuidado com o pobre e valoriza os humildes de espírito, estava constantemente presente em seu trabalho.

“As crianças, os pobres e os necessitados. Esses são o maior interesse dele”, afirmou o colega jornalista freelance Toshi Maeda  à CCTV. “Ele só quer atender crianças em áreas de conflito e contar ao resto do mundo sobre o seu sofrimento. Como ele persegue essas histórias, ele acaba em zonas de guerra”, acrescentou.

Em maio, Goto havia publicado um artigo na versão japonesa da revista Cristianismo Hoje, e disse que confiava na proteção divina: “Já vi lugares horríveis e tenho arriscado a minha vida, mas eu sei que de alguma forma, Deus sempre me salvar”.

Fonte: Gospel +

Ataque de terroristas ligados ao Estado Islâmico na região do Monte Sinai deixa 26 mortos

Ansar-Beit-al-MaqdisUma milícia muçulmana egípcia ligada ao Estado Islâmico efetuou um ataque terrorista nos arredores do Monte Sinai, em Israel, e causou a morte de um major do Exército do Egito e de outras dezenas de pessoas, além de deixar feridos.

A informação divulgada pelas agências internacionais é que a milícia terrorista Ansar Beit al-Maqdis, que mantém relações com o Estado Islâmico, assumiu a responsabilidade pela explosão de um carro-bomba e o lançamento de foguetes na península do Sinai. A maioria dos 26 mortos eram militares, em uma região que é de fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

Os terroristas afirmaram por meio do Twitter que eram os responsáveis pelo atentado na cidade de El Arish e também em Rafah, na fronteira com Gaza, que é uma estreita faixa de terra onde vivem mais de 1,7 milhão de palestinos na fronteira com Israel.

A intenção dos terroristas era atingir a sede da Polícia da região e um complexo residencial onde vivem militares e policiais, além dos postos de controle na região.

A proximidade de ações terroristas ligadas ao Estado Islâmico com o território israelense preocupa as autoridades do país, que vem enfrentando uma nova onda de ataques feita pelo grupo palestino Hezbollah.

Nessa semana, foguetes foram disparados pelos militantes palestinos contra o território de Israel, o que iniciou um novo conflito, e a resposta do exército do país, que efetuou contra-ataques pesados e causou temor de uma nova guerra entre os dois povos.

O Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação do Estado israelense e a perseguição a judeus e cristãos. O grupo terrorista pretende criar um califado no mundo árabe, e recentemente, prometeu perseguir os cristãos em todo o planeta.

Fonte: Gospel +

Terror: Estado Islâmico convoca muçulmanos a perseguirem cristãos em todo o mundo

Mohammad-al-AdnaniOs extremistas do Estado Islâmico fizeram uma convocação aos muçulmanos de todo o mundo para que persigam os cristãos de forma ininterrupta. A mensagem, destinada aos simpatizantes do terrorismo religioso, foi entregue em tom de ameaça aos seguidores de Jesus Cristo.

Mohammad al-Adnani, porta-voz do grupo terrorista, disse que as ações perpetradas pelos muçulmanos nos países do Oriente Médio e em Paris, na França, são apenas o começo da perseguição.

“Pedimos aos muçulmanos da Europa e do Ocidente infiel que ataquem em todos os lugares […] Nós prometemos aos cristãos que eles continuarão vivendo em estado de alerta, de terror, de medo e de insegurança […] Vocês ainda não viram nada”, afirmou al-Adnani, de acordo com informações do jornal Correio do Povo.

A promessa de perseguição não se resume aos cristãos: o Estado Islâmico tem como uma de suas bandeiras a aniquilação de Israel, ideia que é compartilhada por outros grupos islâmicos, e que já recebeu demonstrações de simpatia de governantes de países como o Irã, por exemplo.

Em outubro de 2014, o Estado Islâmico se referiu aos fiéis em Jesus Cristo como seus maiores inimigos, e orienta aos muçulmanos que usem todas as ferramentas à disposição para matar cristãos: “Quebre a cabeça deles com uma pedra, ou mate-os com uma faca, ou atropele-os com seu carro, ou derrube-os de um lugar alto, ou sufoque-os, ou envenene-os… Você pode destruir tanto seu sangue quanto sua riqueza”, sugere um dos vídeos publicados pelos terroristas.

Reféns

O assassinato de reféns em frente às câmeras vem se tornando uma das principais características do grupo terrorista, que demonstra uma certa preferência por jornalistas.

Em agosto do ano passado, o jornalista norte-americano James Foley foi decapitado em frente às câmeras, após ser obrigado a ler um comunicado dos terroristas. No começo de janeiro deste ano, muçulmanos simpatizantes do Estado Islâmico perpetraram um ataque à sede do jornal semanal francês Charlie Hebdo, dizendo ser uma “vingança” às charges de Maomé feitas pelo periódico.

Agora, o jornalista japonês Kenji Goto, convertido ao cristianismo, está sob ameaça de morte caso o governo japonês não obriga a Jordânia a libertar uma terrorista presa. Caso as exigências do Estado Islâmico não sejam atendidas, a execução de Goto está marcada para hoje, 28 de janeiro.

Dilma

Mesmo nesse cenário de barbárie, a presidente Dilma Rousseff (PT) defendeu o diálogo com o grupo terrorista durante seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no último mês de setembro.

A postura da presidente (que governa um país de ampla maioria cristã) foi duramente criticada por outros chefes de Estado, lideranças religiosas no Brasil e também por muitos jornalistas.

Fonte: Gospel +

Jornalista cristão será decapitado pelo Estado Islâmico

jornalista-cristao-eiRefém japonês é evangélico.

Após a execução de dois russos por uma criança de 10 anos, O grupo terrorista Estado Islâmico voltou a exibir vídeos falando sobre a decapitação de reféns.

Os jornalistas Haruna Yukawa e Kenji Goto Jogo aparecem ajoelhados, vestindo o macacão laranja comum dos vídeos do EI. As ameaças são efetuadas por um soldado muçulmano que exige 200 milhões de dólares do governo japonês para liberar os dois. Segundo a imprensa japonesa, Yukawa, foi capturado em agosto do ano passado, enquanto Jogo está preso desde outubro.

A divulgação do vídeo causou comoção no Japão, país que até agora não está envolvido na coalizão que combate o EI na Síria e no Iraque. “A comunidade internacional precisa responder com firmeza e cooperar sem ceder ao terrorismo”, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe.

Outro aspecto que chama atenção são as campanhas de oração feitas por eles em um país onde o cristianismo é minoria. O principal motivador é o fato de Kenji ser cristão e membro da Igreja Unida de Cristo, maior denominação evangélica do Japão, com cerca de 200.000 membros.

Batizado na década de 1990, a fé tem influenciado a carreira do jornalista, que tem se dedicado nos últimos anos a mostrar a vida de pessoas socialmente vulneráveis no Oriente Médio. Jornalista freelance, criou a empresa de produção de vídeo Independent Press e tiveram grande projeção em canais japoneses. Hiroshi Tamura, pastor de Jogo afirma que ele é um cristão de “convicção firme” e que seu trabalho possui “um forte senso de justiça, especialmente em favor das crianças”.

Segundo o Estado Islâmico, se o governo japonês não pagar o valor do resgate, os reféns serão executados nesta sexta-feira. Oficialmente, os japoneses afirmaram que não negociam com terroristas. A morte dos jornalistas poderá marcar a entrada do Japão na coalizão de combate do EI, formada atualmente por Estados Unidos, França, Reino Unido, Canadá, Austrália, Dinamarca, Bélgica, Jordânia e Catar. Com informações Christian Today e IB Times

Fonte: Gospel Prime