Pesado e Medido

“Pelo contrário, tu te exaltaste acima do Senhor dos céus. Mandaste trazer as taças do templo do Senhor para que nelas bebessem tu, os teus nobres, as tuas mulheres e as tuas concubinas. Louvaste os deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não podem ver nem ouvir nem entender. Mas não glorificaste o Deus que sustenta em suas mãos a tua vida e todos os teus caminhos.” (Daniel 5:23)
O livro de Daniel conta a história de uma festa que Deus destruiu na Babilônia. O rei Belsazar, o neto do rei Nabucodonosor, não seguiu os passos do avô. Enquanto Nabucodonosor chegou a acreditar no verdadeiro Deus de Israel, Belsazar se desviou do seu caminho para zombar Dele.
Ele convidou seus nobres para um grande banquete, e então tomou os recipientes especiais usados para a adoração de Deus no templo de Jerusalém e os encheu de vinho. A Bíblia nos diz que “Enquanto bebiam o vinho, louvaram os deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra” (Daniel 5:4). Enquanto Belsazar e seus convidados festejavam, eis o que aconteceu:
“Mas, de repente apareceram dedos de mão humana que começaram a escrever no reboco da parede, da parte mais iluminada do palácio real. O rei observou a mão enquanto ela escrevia. Seu rosto ficou pálido, e ele ficou tão assustado que os seus joelhos batiam e as suas pernas vacilaram” (versos 5-6).
Escrito na parede estavam as palavras Mene, Mene, Tequel e Parsim, o que significavam, “Deus contou os dias do teu reinado e determinou o seu fim” (verso 26), “Foste pesado na balança e achado em falta” (verso 27), e “Teu reino foi dividido e entregue aos medos e persas” (verso 28).
Normalmente, quando subimos em uma balança, queremos pesar menos do que realmente pesamos. Mas na balança de Deus, queremos pesar mais. Mas Deus estava dizendo: “Belsazar, você é um peso leve. Você não tem substância em sua vida.”
Se você fosse se pesar na balança de Deus hoje, o que Ele encontraria? Ele acharia uma vida de substância? Ou uma vida vazia?
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Uma Mensagem Agridoce

“Porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida. Mas, quem está capacitado para tanto?” (2 Coríntios 2:15-16)
Você já comeu algo que era doce ao se engolir mas o deixou enjoado depois? Deixe-me recolocar a pergunta: Já comeu seis sonhos recheados de uma vez? Eu já. Passei muito da conta. Foram ótimos na hora, mas menos de dez minutos depois eu estava me perguntando: O que é que fui fazer?
Em Apocalipse 10, o apóstolo João pediu a um anjo um livrinho. Quando o anjo lhe deu o livrinho, disse a João: “Pegue-o e coma-o! Ele será amargo em seu estômago, mas em sua boca será doce como mel” (versículo 9).
João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

Link para o texto original

João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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Fonte: Devocionais Diários

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