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Daniela Mercury usa fantasia de bruxa para fazer apologia ao aborto no Carnaval: “O corpo é meu”

daniela-mercury-carnaval-2015-abortoA cantora Daniela Mercury adotou de vez sua faceta polêmica e voltou a fazer apologia à legalização do aborto durante sua apresentação no carnaval de Salvador (BA).

Com uma fantasia macabra que mesclava o visual das bruxas de contos infantis com referências às estórias de ficção sobre zumbis, Daniela Mercury saiu de dentro de um caixão para fazer sua performance.

Cercada por dançarinos vestidos como caveira, a cantora interpretou sua nova música, “Rainha Má”, com uma performance que deixou perplexos muitos dos foliões, de acordo com informações do G1.

Ao passar em frente aos camarotes, Daniela fez sua apologia à legalização do aborto de forma silenciosa. Os dançarinos que a acompanhavam levantaram cartazes com mensagens a favor da liberdade de interrupção da gravidez: “O corpo é meu”, “Me respeite”, “Eu não aceito ser estuprada” e “Descriminalização do aborto”.

A cantora baiana assumiu uma relação homossexual a pouco mais de um ano, com a jornalista Malu Verçosa, e ao mesmo tempo, protagonizou um bate-boca público com o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), a quem acusou de ser “incapaz de amar” por conta de suas posturas contra o casamento gay e a legalização do aborto.

“Ele mostra preconceito contra os negros. O que é isso? Mais de 50% desse país é negro. Vá pra ‘pqp’. Se tem algum diabo aqui, é ele”, esbravejou a cantora durante uma apresentação no Rio de Janeiro.

Em um dos episódios de maior excesso da cantora, Daniela afirmou que “quem precisa de pastores são as ovelhas” e disse que os programas evangélicos na TV são ilegais.

“Porque os seres humanos inventam tantas separações para seres iguais? Porque buscam maneiras de se valorizar mais que os outros? Quem precisa de pastores são ovelhas. Mais professores e educação para o convívio em sociedade. A gente está precisando se responsabilizar pela vida na terra, reza-se muito e se faz pouco pela paz aqui. Deus não quer dinheiro de ninguém”, afirmou, criticando os pedidos de doação feitos nos programas e também nos púlpitos.

Fonte: Gospel +

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Eduardo Cunha diz que jamais colocará a legalização do aborto em votação: “Nem que a vaca tussa”

eduardo-cunhaO deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que durante seu mandato à frente da instituição nenhum projeto favorável ao aborto será colocado em discussão.

“Aborto eu não vou pautar [para votação] nem que a vaca tussa”, disse Cunha durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Integrante da bancada evangélica, Cunha reiterou sua posição considerada “conservadora” pela mídia, e disse que somente “por cima do meu cadáver” os projetos que preveem a descriminalização do aborto e a regulação da mídia serão votados na Câmara.

“O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Regulação econômica de mídia já existe. Você não pode ter mais de cinco geradoras de televisão. No aborto, sou radical”, pontuou.

O projeto de regulação da mídia é uma das bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT) e é considerado uma forma de censura prévia às empresas de comunicação do Brasil, que perderiam parte da liberdade de imprensa.

A ideia de que existam sanções, multas ou cassação da concessão pública – nos casos de emissoras de rádio e TV – para empresas que atuem de forma contrária ao pretendido regulamento, é vista como um retrocesso social e democrático.

Homossexuais

Eduardo Cunha afirmou ainda que os projetos defendidos pelos ativistas gays são polêmicos e não representam a visão da maioria, apesar do grande espaço que ocupam na mídia e de seu poder de mobilização entre os militantes.

“Isso é mais discurso. Para pautar um projeto, ele tem que ter apoio suficiente. Não tenho que ser bonzinho. Eles querem que isso seja a agenda do país, mas não é. Não tem um projeto deles na pauta para ir a votação. Tenho que me preocupar com o que a sociedade está pedindo e não é isso”, concluiu.

Fonte: Gospel +

 

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79% dos brasileiros é contra descriminalização do aborto, diz Ibope; Advogado diz que proposta de legalização é simplista

?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????A discussão sobre o aborto no Brasil está longe de um consenso, e talvez nunca chegue ao fim, devido ao empenho de ativistas pró-legalização da prática em manter o debate aberto. No entanto, apesar da alegada defesa da liberdade de decisão para mulheres, a maioria dos brasileiros é contra.

Uma pesquisa realizada pelo Ibope descobriu que apenas 16% dos brasileiros é a favor da legalização do aborto. A maioria, 79%, não aprova a interrupção dos partos por acreditar que a preservação da vida é um princípio do qual não se pode abrir mão.

De acordo com informações do Tribuna Hoje, os defensores da legalização do aborto argumentam que a discussão deve ser em torno da priorização da saúde, visto que muitas mulheres optam por clínicas clandestinas para não levar adiante gestações indesejadas, e isso termina, muitas vezes, em morte.

“A discussão tem que ser encarada, de frente; é polêmica, mas é preciso esgotar todas as questões que o debate envolve. Não dá para continuar as mulheres morrerem jovens por causa disso […] Tem que ser pelo direito à saúde, a definir o que é que a mulher quer do seu corpo e ser tratada como cidadã de direitos e exercê-los em qualquer situação”, argumenta Girlene Lázaro, secretária da Mulher da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Alagoas.

Segundo a CUT, 13% das mulheres que optam por abortos realizados de maneira clandestina terminam mortas, e boa parte das que sobrevivem, enfrentam sequelas.

Contrário à legalização do aborto, o advogado Mirabel Alves, secretário de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Alagoas, diz que não há como “dizer qual seria a saída para tantos problemas envolvendo o tema, uma vez que se trata de problema de alta complexidade que, além de tratar da vida e da morte, envolve discussões sobre políticas de saúde pública, de educação, de cultura e, sobretudo de natureza espiritual”.

Alves, que é evangélico, diz que a legalização do aborto é uma solução simplista para um problema amplo e diverso: “Basta olhar para cada família brasileira, especialmente as de baixa renda e notar o quanto a nossa juventude está exposta a uma série de ataques que vêm, através da mídia, especialmente no conteúdo erótico exibido diariamente na televisão, bem como nas músicas populares, o que serve de estímulo para a prática do sexo sem proteção e sem consequência, o que leva muitas jovens, adolescentes e até crianças a engravidarem fora do momento, ocasião e condições adequadas”, pontua.

Em sua conclusão, Mirabel Alves observa que a oferta de educação, saúde preventiva, cultura de qualidade e outras políticas inclusivas poderia mudar a realidade e o número de mortes por abortos: “Nós teríamos uma sociedade mais justa e por consequência mais pacificada, lembrando aquela máxima que diz que o fruto da justiça é a paz”.

Fonte: Gospel +

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PT critica conservadorismo no Congresso e prevê dificuldade para legalização do aborto e maconha

maconha-e1413301595192A nova formatação do Congresso Nacional, descrita como a mais conservadora dos últimos 50 anos, poderá impor sérias dificuldades à aprovação de pautas consideradas “progressistas”, como por exemplo, legalização do aborto e descriminalização da maconha.

Dentro desse cenário, o Partido dos Trabalhadores publicou em seu site oficial um artigo com críticas ao perfil dos parlamentares escolhidos nas urnas. Nestas eleições, o PT teve uma redução no número de deputados federais e senadores.

O artigo tem um título sarcástico – “Novo Congresso será Jurassic Park ideológico” – e afirma que “no domingo passado [05 de outubro], emergiu um Parlamento repleto de religiosos, ruralistas e militares de extrema-direita como há muito não se via no Brasil”.

Sem reconhecer que a escolha dos eleitores foi uma reação aos escândalos de corrupção que levaram parlamentares petistas à prisão, como João Paulo Cunha e José Genoíno (PT-SP), e à forte ideologia de esquerda contida em suas propostas, o partido afirma que a eleição de religiosos e conservadores é “reflexo do clima geral de desqualificação da política”.

No texto, o PT expõe seu temor de que o novo Congresso Nacional seja avesso às suas principais propostas ideológicas: “O novo quadro dificultará o debate sobre pautas como a união homoafetiva, a legalização do aborto e a descriminalização da maconha para fins medicinais e de consumo recreativo”, diz o artigo, em tom de lamento.

O PT afirma ainda que a esperança de que essas pautas sejam aprovadas reside na possibilidade da atual presidente vencer as eleições: “Se a Dilma for eleita, essas pautas terão mais condições de resistir, porque Aécio [Neves] não tem uma postura clara em relação a elas”.

O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), também lamentou a reeleição dos oposicionistas Jair Bolsonaro (PP-RJ) e pastor Marco Feliciano (PSC-SP): “O primeiro é defensor da ditadura, da tortura, da pena de morte, da redução da maioridade penal e contrário ao casamento homoafetivo. Feliciano também é contra a união entre pessoas do mesmo sexo e chegou a ser denunciado por declarações racistas feitas pelo Twitter”, criticou o parlamentar, segundo informações do Novo Guia.

Fonte: Gospel +

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Facebook suspende página de campanha da psicóloga Marisa Lobo, candidata a deputada federal

marisa-loboA psicóloga e candidata à deputada federal pelo PSC/PR Marisa Lobo teve sua página de campanha no Facebook suspensa por cinco dias durante a última semana. De acordo com o Facebook, a punição foi motivada pela publicação da foto de uma moça grávida que aparece com a frase “eu sou a favor do aborto” pintada na barriga.

Porém, a candidata afirma que a foto não foi postada originalmente em sua página, tendo sido registrada numa “Marcha das Vadias” e amplamente divulgada pela imprensa e, inclusive, na própria rede social.

Ao postar a foto, acompanhada de um comentário contra o aborto, a página de Marisa Lobo, que integra o movimento “Brasil sem Aborto”, teve mais de três mil compartilhamentos em apenas 2 horas. Pouco depois, a página foi tirada do ar.

Para a psicóloga, a punição denota a existência de um lobby pró-aborto do país. Segundo Marisa Lobo, denúncias mais graves, como sobre casos de pedofilia, já foram publicadas em sua página e jamais geraram qualquer tipo de punição por parte da rede social.

– Esta punição serviu para comprovar que existe um grande lobby em favor da ampliação da prática do aborto no país – declarou Marisa Lobo, afirmando que só depois de cobrar diariamente e ameaçar o Facebook de processo que teve sua página restaurada.

Marisa Lobo afirma que, desde o inicio de sua campanha política, tem enfrentado toda a sorte de perseguição de ativistas contrários a sua pauta. Ela relata que no início de agosto registrou três denúncias no Núcleo de Combate aos Cibercrimes em Curitiba, e que no Dia do Psicólogo, recebeu mais de dois mil xingamentos e ameaças pela internet.

– Nessa campanha destacamos os princípios e valores da família brasileira e viemos mostrar que no Brasil temos vontade política para defender a vida e isso tem incomodado muita gente – desabafou Marisa, afirmando que, como coordenadora nacional do movimento Maconha Não, desde 2008, tem também “denunciado todas as tentativas de legalização das drogas no Brasil, contrariando interesses de grandes indústrias e dos defensores das drogas”.

– Nossa candidatura é contra a ideologia de gênero, legalização das drogas, liberação da prática do aborto, sexualização de crianças – através da distribuição de livros e cartilhas patrocinadas pelo MEC, redução da maioridade considerada como estupro de 14 para 12 anos como estão querendo no Novo Código Penal, enfim, é uma luta contra todas as políticas que ameaçam à família brasileira o que está sendo executadas pelo atual Governo – completou.

Comentando sobre outros momentos em que teria sofrido perseguição, a psicóloga relata que foi convidada por alunos de jornalismo da Universidade Positivo para um debate com o ativista gay Toni Reis e, ao se atrasar para chegar ao local teria sido xingada e ofendida pelos estudantes.

Fonte: Gospel +

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31ª Bienal é acusada de blasfêmia por materiais que se referem a Deus como “bicha” e fazem apologia ao aborto; Assista

31a_bienal-cartazA 31ª Bienal de São Paulo está sendo realizada no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, com exposição de trabalhos polêmicos que giram em torno da “transgressão, da transcendência e da transexualidade”, segundo os organizadores.

Dentre os trabalhos expostos, alguns atraíram a fúria de ativistas católicos, seja por conta da defesa do aborto ou pela blasfêmia de se referir a Deus como “maricas” (“bicha”, numa tradição literal do espanhol).

Na exposição, há ainda representações da virgem Maria que a mostram como travesti ou como um ninho de baratas, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

“Uma verdadeira Babel de ódio a Deus”, disse Daniel Martins, 28 anos, horrorizado com o conteúdo desta edição da Bienal. “É um acinte à religião, ao Deus nosso Senhor. Um guia convidou alunos a assinar uma petição pela abolição do inferno”, relatou.

Martins é coordenador da ação jovem do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira (IPCO), um grupo católico que promove valores cristãos e acredita que “Depauperar a família destrói a civilização”.

Como parte dos protestos, o grupo imprimiu 50 mil panfletos para denunciar “aborto, blasfêmia e sacrilégio” e pretendem distribuí-los aos visitantes da exposição. O grupo também produziu um vídeo em que protesta contra a “ditadura feminista” e denuncia a apologia ao aborto. Assista:

A Bienal

“A 31ª Bienal se entende como eminentemente contemporânea, em diálogo com o presente: com a situação atual na cidade de São Paulo, com o Brasil, com a América do Sul, e, além do seu contexto imediato, com o mundo”, diz trecho do material de divulgação, que enfatiza que o objetivo da exposição é “analisar diversas maneiras de gerar conflito”.

Os curadores da Bienal defendem-se das críticas feitas ao conteúdo afirmando que “a arte reflete sobre questões que afetam a vida das pessoas” e dizem que ao expor tais materiais, apenas cumprem o papel de instigar o debate: “Falar de coisas complexas, invisíveis ou apagadas é fundamental. Acreditamos  que o debate publico que esta surgindo é importante para tratar de assuntos tão delicados como o direito das mulheres de tomar decisões sobre os seus próprios corpos, a questão da liberdade sexual e o lugar e papel da religião e da fé na nossa sociedade”, argumentam.

Fonte: Gospel +

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Grupo católico Pró-Vida divulga documento posicionando-se contra Marina Silva e Dilma Rousseff

dilma-marinaAs candidatas Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT) entraram numa espécie de lista negra de uma ala conservadora da Igreja Católica, que milita contra a legalização do aborto.

O grupo Pró-Vida colocou os partidos PSB e PT em uma lista chamada “Os Doze Fatais”, que elenca pontos que “ameaçam o futuro do País”. O documento vem sendo distribuído através de panfletos em diversos estados brasileiros.

Embora a lista não faça menção diretamente ao nome das candidatas, o grupo afirma no documento que todos os candidatos filiados ao PT trabalham pela descriminalização do aborto, e que o PSB, ao longo de sua história, defendeu o fim das escolas ligadas a igrejas.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, integrantes do Pró-Vida fazem planos de distribuir um milhão de panfletos nos estados do Nordeste. O grupo conta ainda com o apoio de, pelo menos, três bispos, dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Ouvido pela reportagem do jornal, dom João Wilk, de Anápolis, afirmou que a diocese não é responsável pelo texto, embora conheça o teor do documento.

Há quatro anos, dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos (SP), defendeu que os fiéis católicos não votassem em Dilma Rousseff, e chegou a distribuir 2,1 milhões de panfletos contra o aborto. À época, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) criticou a iniciativa. Bergonzini faleceu há dois anos.

A lista do Pró-Vida sugere aos fiéis católicos que não votem em outros partidos de esquerda, como PCB e PDT, por exemplo. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) não é mencionado pelo grupo como uma das “ameaças” ao futuro do Brasil. A direção de campanha do senador Aécio Neves, candidato do PSDB à presidência, afirmou à Folha que não possui vínculos com o grupo católico.

Fonte: Gospel +

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Jovem evangélico é multado por pregar o Evangelho em frente a clínica de aborto

luis-zapata-multado-pregar-evangelho-contra-abortoUm evangélico que lia versículos bíblicos contra a prática do aborto em frente a uma clínica dedicada a esse tipo de cirurgia foi detido pela Polícia de Englewood, em Nova Jersey (EUA).

Luis Zapata havia colocado cartazes em sua picape com versículos bíblicos, e lia a Bíblia em frente à clínica, quando foi abordado pela Polícia e obrigado a interromper sua atividade de evangelismo.

“Senhor, eu coloco meu coração para escrever um versículo do Evangelho e colocá-lo na picape. Preocupa-me a salvação de almas… Preocupa-me que neste país, há milhões e milhões de pessoas que acreditam que eles vão para o céu, mas realmente não vão”, disse Zapata.

O jovem afirmou que uma vez por semana dirige sua picape em viagens a várias cidades, sempre com cartazes evangelísticos, e nunca havia tido problemas com a Polícia. A iniciativa de pregar em frente à clínica de abordo, segundo Zapata, foi inspirada na possibilidade de salvar vidas e alcançar as mães com palavras de esperança.

“Eu tenho testemunhos de mulheres que não mataram seus filhos por causa da pregação do Evangelho”, disse Robert Parker, um dos cristãos que pregam contra o aborto junto com Zapata. “Quando eu comecei a ir, as mulheres estavam correndo para matar seus bebês. Mas, com o passar dos anos, o número de mulheres que vão à clínica foi reduzido drasticamente”, acrescentou.

Porém, de acordo com informações do Christian News, o trabalho de Zapata e seus parceiros evangelísticos vem sendo dificultado pela Polícia da cidade. Recentemente, Zapata tomou uma multa por estacionar a picape em local proibido e por pregar em público, além de obrigá-lo a remover os cartazes com os versículos João 8:24 e Números 32:23.

 “O policial se aproximou de mim, me deu a multa e disse: ‘Você tem que remover o cartaz’. E eu disse: ‘O quê? Não tenho nenhuma ferramenta comigo’. E ele disse: ‘Você tem que tirá-lo agora. Se você sair sem tirar, então eu vou colocar outra multa’”, relatou Zapata.

Zapata pediu outros cristãos a tomar uma posição sobre a palavra de Deus, apesar dos obstáculos que possam enfrentar. “Eu encorajo todos os cristãos nascidos de novo e expressar o que a Bíblia diz, o que Jesus disse (em Mateus 10: 32-33 ): ‘Se você me negar aqui, eu o negarei no céu. Se você confessar o meu nome aqui, confessarei o seu nome no céu’”.

Fonte: Gospel +

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Aécio Neves participa de congresso missionário no RJ

O candidato à Presidência da República, Aécio Neves, participa do Congresso Internacional de Missões na Igreja Flordelis, no bairro Mutondo, em São Gonçalo - Márcio Alves / O Globo
O candidato à Presidência da República, Aécio Neves, participa do Congresso Internacional de Missões na Igreja Flordelis, no bairro Mutondo, em São Gonçalo – Márcio Alves / O Globo

A missionária Flordelis declarou seu voto ao tucano e mandou uma indireta para quem pensa em votar em Marina.

O candidato Aécio Neves, que disputa a Presidência pelo PSDB, esteve neste sábado (6) participando do Congresso Internacional de Missões, organizado pelo Ministério Flordelis, em São Gonçalo (RJ), em uma tentativa de conquistar o voto evangélico.

Entre os demais candidatos, Aécio era o único presidenciável que não tinha em sua campanha um projeto específico para este grupo de eleitores. No congresso, porém, ele defendeu temas como a não descriminalização das drogas e a não legalização do aborto, assuntos que estão na pauta dos religiosos.

“Somos contra a descriminalização das drogas, porque não achamos que elas possam trazer qualquer benefício para uma sociedade já conturbada, e não vejo como a legalização do aborto possa fazer o Brasil melhor do que esse que nós temos hoje. Não é uma proposta que eu trago hoje, já faz parte das minhas convicções há muito tempo”, garantiu.

Aécio também afirmou que quando esteve como governador de Minas Gerais as igrejas evangélicas foram “grandes parceiras” ajudando na queda da evasão escolar, além de destacar o trabalho das instituições evangélicas que ajudam a tirar os jovens do tráfico.

“Para mim, é uma honra estar aqui reforçando minhas convicções e minha fé inabalada de que o Brasil pode ser mais justo e cada vez mais solidário. Um Brasil que valorize a família”, disse.

A participação do candidato tucano em um evento evangélico vai se repetir nas próximas semanas segundo interlocutores da campanha. A ideia é fazer com que o ex-governador de Minas conquiste este público de quem recebe poucas intenções de votos.

Segundo pesquisa do Datafolha Aécio tem 10% das intenções de voto entre os evangélicos pentecostais e 10% entre os não-pentecostais. Já as candidatas Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT) têm 39% e 31% entre os pentecostais, e 45% e 23% entre os não-pentecostais respectivamente.

A missionária Flordelis declarou que vai votar em Aécio Neves e enviou uma indireta ao dizer que “não se deve votar em candidato por causa da religião”. Vale lembrar que diversas denominações, inclusive a Assembleia de Deus da qual o Ministério Flordelis faz parte, está dando apoio a um dos dois candidatos evangélicos: Marina Silva ou Everaldo Pereira (PSC).

Fonte: Gospel Prime com informações O Globo.

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Pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros é contra o casamento gay e a legalização do aborto e da maconha

graficoUm levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Ibope revelou que a maioria dos brasileiros é contra a legalização do aborto e da maconha, e a liberação do casamento gay.

A pesquisa foi realizada paralelamente à aferição das intenções de voto nos candidatos a presidente que foi divulgada na noite de ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo.

79% dos brasileiros é contrário à legalização do aborto, enquanto que 16% se diz à favor. O tema é uma das principais bandeiras de partidos de esquerda e movimentos feministas, e foi o centro de uma das principais batalhas travadas pela bancada evangélica nos últimos quatro anos.

O mesmo índice se repete no quesito liberação da maconha: 79% a favor e 16% contra. O tema vem sendo debatido de forma mais frequente na sociedade como uma sugestão de combate ao tráfico de drogas, que tem na maconha seu produto mais popular. Os argumentos favoráveis à descriminalização da erva apontam para uma possível redução dos crimes cometidos para torná-la disponível aos usuários. Os contrários, apontam os danos à saúde que o consumo em excesso pode causar.

O casamento gay é motivo de divisão na sociedade brasileira: 53% manifesta opinião contrária à liberação da união entre pessoas do mesmo sexo, enquanto 40% defende a ideia de que homossexuais têm esse direito. Recentemente, o tema foi motivo de polêmica na campanha de Marina Silva (PSB), com críticas dos ativistas gays ao programa de governo da candidata.

A pena de morte é outro tema que divide a opinião pública no Brasil, país que é formado por maioria cristã – religião que defende a valorização da vida. 49% dos brasileiros é contrário à pena de morte, enquanto 46% defende a adoção da sentença máxima em casos de crimes hediondos.

Essa divisão não existe quando o assunto é a redução da maioridade penal: 80% dos brasileiros é favorável à mudança na lei que permita um adolescente ser julgado como adulto se cometer crime direta ou indiretamente.

A pesquisa mostrou ainda que os brasileiros são favoráveis à manutenção do programa família. 75% dos entrevistados aprovam a iniciativa de distribuição de renda às famílias mais pobres, enquanto que 22% reprova.

Uma das bandeiras defendidas pelo candidato do PSC à presidência da República, pastor Everaldo, a privatização de 100% do capital da Petrobrás é rejeitada por 59%, enquanto 22% se manifesta a favor.

Fonte: Gospel +

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Vice de Marina Silva defende causa gay e aborto

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/VEJA
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/VEJA

Beto Albuquerque não comunga dos mesmos princípios de Marina.

Com a morte de Eduardo Campos, Marina Silva se viu lançada no centro de uma disputa acirrada pelos votos em uma eleição que parecia já estar decidida meses antes do pleito. Como ela figurou na primeira pesquisa na frente de Aécio e com chances reais de vencer Dilma no segundo turno, obviamente boa parte da mídia voltou os olhos para ela.

Assim como aconteceu em 2010, um dos primeiros adjetivos que se usam quando se fala em Marina é “evangélica”. Afinal, sendo missionária reconhecida pela Assembleia de Deus, ela e pastor Everaldo não tem como fugirem de cobranças abertas por causa de sua religião.

Porém, ela não concorre sozinha. De acordo com o jornal O dia, o escolhido pelo PSB para ser vice dela foi o gaúcho Beto Albuquerque, 51 anos. Católico, é um crítico do uso da religião na política e sabidamente defende os direitos dos gays, sendo favorável ao aborto nos termos legais. Uma postura que contraria muitas das expectativas dos eleitores evangélicos e católicos conservadores.

Em termos políticos, Beto é considerado um progressista e sua escolha é claramente uma tentativa de equilibrar a imagem de ‘radical’ de Marina. Se para o público em geral essas questões sejam de menor importância, boa parte da imprensa tem insistido em lembrar o aspecto religioso da candidatura dela. Curiosamente, Marina não toca tanto no assunto e justamente por isso acabou sendo criticada em 2010 por várias lideranças evangélicas.

Estranhamente, já está sendo veiculado por diversos jornais e portais de internet a tentativa do PT de colar em Marina o rótulo de “conservadora” e “fundamentalista”, justamente por ela ser evangélica. Somente o tempo dirá se esse tipo de ataque terá influência nas urnas e estranhamente vem de um partido que recentemente criou um “comitê evangélico” para tentar se aproximar desse segmento.

Embora tenha sido vista recentemente em cultos da Assembleia de Deus e da Universal, Dilma perdeu vários aliados evangélicos que estavam com ela em 2010 justamente por ter traído um compromisso de que não mudaria a legislação sobre o aborto e o casamento gay. Dois anos após sua eleição, a petista ignorou o acordo e seu partido ainda fez perseguição política ao ex-aliado deputado Marco Feliciano quando este assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Fonte: Gospel Prime

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Analistas políticos listam vantagens e dificuldades na candidatura da “evangélica Marina Silva” à presidência; Confira

Foto: Fábio Motta/AE
Foto: Fábio Motta/AE

A candidatura de Marina Silva (PSB) à presidência da República após a trágica morte do ex-governador Eduardo Campos deverá ser oficializada na próxima quarta-feira pela direção do partido, com a revelação do novo candidato à vice.

A ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora deverá superar os desafios da campanha para manter o desempenho registrado na primeira pesquisa após a morte de Campos, segundo editorial publicado pela emissora de TV britânica BBC.

No primeiro levantamento, Marina surge como a segunda colocada nas pesquisas para o primeiro turno, e aparece à frente da presidente Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, podendo vencer as eleições.

“A ex-ministra do Meio Ambiente também enfrentará desafios, como o pouco tempo de TV e uma possível falta de palanques regionais”, pontuou a BBC, que destacou os “19,6 milhões de votos” que Marina obteve na eleição de 2010, quando foi a terceira colocada com maior número de votos da história do país.

No editorial, os analistas políticos que assessoraram a BBC dizem que “uma incerteza é quanto os eleitores estão influenciados, neste momento, pelo impacto da morte trágica de Eduardo Campos”, o que levanta também a dúvida de quanto “a imagem de uma candidata ‘de luto’ poderá influenciar a votação”.

O fato de Marina Silva ser membro da Assembleia de Deus é destacado pelo editorial, que destacou algumas posturas da candidata que agradam ao público evangélico: “Marina já disse publicamente que é contra o aborto”, informou a BBC, que não ignorou a candidatura do pastor Everaldo Pereira (PSC). “A maior parte das igrejas evangélicas se associou, neste ano, à candidatura do pastor Everaldo, do PSC. Mas, com a entrada de uma evangélica na linha de frente da disputa, parte dos votos pode migrar para ela”, opina o editorial.

Os analistas políticos destacam que “Marina terá cerca de dois minutos diários na propaganda eleitoral na TV – menos que seus adversários Dilma Rousseff e Aécio Neves” e que isso pode ser um problema para a campanha, mas ponderam: “Por outro lado, Marina terá mais tempo agora do que tinha em 2010, quando concorreu pelo PV” e ficou em 3º lugar.

Fonte: Gospel +

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Dilma cria “comitê evangélico” para campanha presidencial

Dilma-RousseffMesmo quebrando promessas de 2010, PT repete estratégia.

Em 2010 muitos analistas políticos indicaram que a polarização do debate de questões como aborto e casamento gay é que levaram a disputa para o segundo turno. Um dos maiores motivos para isso foi a manifestação pública da CNBB contra as propostas do PT e um grupo de evangélicos, com destaque para Silas Malafaia, que acusava a candidata Dilma de ser favorável a essas questões.

Quatro anos atrás, o comitê de Dilma costurou alianças com vários partidos cuja liderança tinham representatividade junto aos evangélicos. Tempos depois, muitos romperiam com o PT, alegando terem sido traídos. Em especial, o Partido Social Cristão (PSC), por conta da perseguição política contra o deputado pastor Marco Feliciano.

Com os números das pesquisas mostrando um possível segundo turno, a campanha de Dilma procurou criar um “comitê evangélico”, de representatividade questionável. Segundo o jornal O Globo, os nove partidos que lutam pela reeleição da presidente escolheram para fazer parte dos interlocutores com as igrejas evangélicas Marcos Pereira, presidente do PRB, Gilberto Kassab, do PSD, e Eurípedes Júnior do PROS.

Além destes, estavam presentes Aloísio Mercadante, Rui Falcão e Berzoini (PT), Michel Temer (PMDB), Carlos Lupi (PDT), Ciro Nogueira (PP), Luciano Castro (PR) e Renato Rabelo (PCdoB).

O processo teve início quando Pereira, do PRB, partido ligado à IURD, reclamou com Dilma que existe grande resistência dos fiéis à reeleição de Dilma justamente por que o governo petista quebrou sua promessa e de forma extra-oficial tornou legal tanto a união civil de homossexuais quanto o aborto.  A presidente vem se justificando que não mudou nenhuma lei com relação aos temas. Agora, além da criação do comitê ela quer se reunir com pastores para esclarecer o caso.

Quando surgiu o Partido da República e Ordem Social (PROS), seus líderes s anunciaram que não fariam parte da bancada evangélica. Contudo, se posicionaria favorável aos “temas evangélicos”, incluindo aborto, eutanásia e a homofobia.

Mas até agora a sigla não mostrou ter influência sobre os evangélicos de modo geral. Já o PRB, cujo principal expoente é Marcelo Crivella, tem apelo apenas junto aos fieis da Igreja Universal. Cerca de um ano atrás, Crivella intermediou um encontro de Dilma com cantoras evangélicas.  A decisão foi classificada como “engodo” pelo deputado Marco Feliciano, que acusou Dilma de não ter recebido pastores porque sabia que haveria uma conversa séria, com reivindicações.

O jornalista Julio Severo, colunista do portal Gospel Prime, denunciou recentemente que Gilberto de Carvalho, Secretário-Geral da Presidência, segundo homem mais forte do PT é responsável por “um projeto perigoso que visa transformar o Brasil numa Venezuela ou União Soviética”. Pois ele tem atraído para a defesa de seu partido teólogos como Ariovaldo Ramos e Alexandre Brasil, que inclusive recebe salário de R$ 15 mil do governo petista.

Em 2012 Carvalho anunciou em um encontro do partido que era preciso combater as igrejas evangélicas.  Na época, o Senador Magno Malta (PR), da Frente Parlamentar evangélica, chamou Carvalho de “safado” e “mentiroso”.  Embora o líder do partido de Malta estivesse nesse encontro com Dilma que busca aproximação com evangélicos, ele já anunciou que não apoiará a reeleição, fazendo campanha para o pastor Everaldo, do PSC.

Por ser pastor, Everaldo é considerado por muitos o único que representa o interesse dos evangélicos e tem conquistado o apoio de vários líderes com representatividade entre os evangélicos, como Silas Malafaia.

Fonte: Gospel Prime

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Pastores bilionários investem dinheiro em campanhas de distribuição de Bíblias em escolas públicas

biblia_escolaNuma iniciativa de contra-ataque à perseguição religiosa aos valores e princípios cristãos, um grupo liderado por pastores bilionários passou a distribuir exemplares da Bíblia Sagrada nas escolas públicas dos Estados Unidos.

Os pastores Farris e Dan Wilks disseram que resolveram usar “a riqueza que o Senhor abençoou” para dedicar tempo e energia na proteção e difusão de princípios bíblicos, além de levar de volta a Bíblia às escolas.

Os dois irmãos são conhecidos por sua sinceridade ao opinar sobre questões polêmicas, como o aborto, homossexualidade e casamento entre pessoas do mesmo sexo. De acordo com o Christian Post, a iniciativa dos irmãos pastores foi pensada “para começar a ensinar nossos filhos em uma idade mais jovem”.

“Eles são ensinados com outras ideias – sobretudo a respeito da questão gay, a cada dia mais presente no mundo. Então nós temos que nos levantar e explicar que é algo que não é real e não é adequado; Isso não é certo”, disse o pastor Farris Wilks.

O orçamento da dupla contra o liberalismo cultural beira os US$ 200 mil, valor que custeia ações de divulgação da visão de mundo pregada no cristianismo conservador. A ideia é que essas ações dêem um impulso para a criação de um ciclo que coloque o país nos trilhos novamente.

“O inimigo não será capaz de impedir”, diz James Robison, apresentador de TV e entusiasta da campanha. “Eu acredito que nós vamos ver o milagre… Eu já vi o suficiente nas áreas de liderança, tanto na comunidade de fé e na comunidade do mercado, sou livre para acreditar que podemos testemunhar este milagre”, afirma Robison.

Dentre as questões que são abordadas pela campanha dos pastores bilionários estão a restauração da liberdade de fé, comunicação e expressão de princípios, além da conquista de pessoas interessadas em transmitir esses conceitos.

Fonte: Gospel +

Publicado em Cotidiano

99% das igrejas não ensinam que aborto é pecado, afirma missionária

gravidaA luta da igreja da China para acabar com o aborto.

Enquanto no Brasil o tema do aborto é debatido na frente política, com uma firme postura da bancada evangélica sobre o assunto, as igrejas evangélicas de modo geral não fazem campanhas sobre o tema.

Por outro lado, os católicos vieram repetidas vezes a público tratar do assunto nos últimos anos, usando-o como tema na edição da Campanha da Fraternidade de 2008. Como este é um assunto que veio a tona fortemente nas últimas eleições presidenciais, espera-se que o mesmo ocorra em 2014.

Do outro lado do mundo, na China, o aborto não é apenas uma política pública: é lei. As famílias chinesas não podem ter mais de um filho. Embora tenha afrouxado recentemente, os impostos pagos por quem tem um segundo filho são exorbitantes. O que fazer caso a esposa engravide? Ou se for uma mãe solteira? O aborto por lá é “tão comum como a água potável”, afirma uma missionária que trabalha na região.

Oficialmente, são cerca de 13 milhões de bebês mortos no ventre a cada ano, sem dúvida o índice mais alto do mundo. Mark Li (nome fictício), o missionário americano que fundou a CLA, afirma que o número real, incluindo abortos não declarados chega perto de 30 milhões.

Na China, o aborto é visto como apenas um método de controle de natalidade, com anúncios em ônibus e outdoors, divulgando procedimentos rápidos, baratos e sem dor. Como tudo é controlado pelo governo naquela nação, a maioria das igrejas são vigiadas de perto pelo partido comunista e simplesmente não falam sobre o assunto.

Mesmo a imensa rede das chamadas “igrejas subterrâneas”, que operam à margem do controle estatal, ignora o assunto. Nos últimos anos, os cristãos chineses estão começando a tomar uma posição diferente, fazendo do ensino sobre o aborto no púlpito uma prática comum. Além disso, trabalham com as mulheres para encontrar formas de proteger a vida dos bebês não nascidos.

Em grande parte, há um desconhecimento sobre a verdadeira natureza do procedimento abortista, pois isso já faz parte da cultura chinesa. Mas o trabalho de missionários estrangeiros nos últimos anos está mudando a maneira como os cristãos veem a vida no útero.

Segundo o grupo pró-vida China Life Alliance (CLA), cerca de 1% de todas as igrejas na China já ouviram o que a Bíblia tem a dizer sobre a origem da vida. Este e outros grupos similares têm feito palestras de esclarecimento a tantas igrejas quanto for possível, uma tarefa difícil considerando-se as perseguições aos “cristãos ilegais”.

Os relatos é que existe uma onde de arrependimento, reforçado pelo estudo do que a Bíblia diz sobre a santidade da vida. Se 99% das igrejas não ensinam que aborto é pecado, quando ensinam é inevitável ouvir de algum membro da congregação testemunhos sobre a prática. A angústia das famílias é sempre a mesma: Deus poderá me perdoar?

Na China, a educação sexual não é ensinada na escola, pois os professores têm vergonha de falar sobre isso. Os pais também não costumam falar com seus filhos sobre sexo, então as crianças sabem pouco sobre sexo e reprodução.

Como resultado, mais de 70% dos chineses praticam sexo antes do casamento. Para as meninas solteiras que engravidam, o aborto parece ser a única opção. Mães solteiras trazem vergonha para as famílias, então os pais pressionam suas filhas para abortar. Se a mulher insiste em manter seu bebê, poderá perder o emprego, ser expulsa da escola e terá dificuldade de se casar no futuro.

Além disso, a criança não receberá o hukou, registro oficial que é exigido para se frequentar a escola, fazer viagens ou conseguir um emprego. Entregar para a adoção é difícil, já que a prática é restringida pelo governo. Assim, a melhor solução para o “problema” é o aborto.

Peter Wang (nome fictício), um pastor idoso, que agora passa a maior parte de seu tempo falando sobre aborto nas igrejas, conta que durante muito tempo pastores não ensinavam que o aborto é errado ou pecado. Eles simplesmente nunca foram ensinados sobre o assunto, explica Wang. Esse não é o único tema que é ignorado, afinal o comércio de Bíblias é proibido e a maioria prega a partir da tradição ou dos poucos que conhecem de cor as Escrituras.

Quando o CLA iniciou em 2010 uma rede de “casas de abrigo” para mulheres grávidas, criou também uma equipe de resgate para impedir abortos, além de um ministério cristão de apoio judiciário. Eles contam que até agora cerca de 20.000 igrejas já ouviram a mensagem pró-vida, e cada uma delas consegue evitar de 2 a 5 abortos por ano.

Sarah Huang (nome fictício), uma pastora que está envolvida em tempo integral com a CLA conta que quase abortou sua filha em 2012. Quando entendeu a importância do assunto, passou a desafiar as igrejas para ajudarem as famílias que lidam com o dilema.

Jonny Fan (nome fictício), pastor no norte da China, conta imprimiu no ano passado cerca de 50.000 panfletos explicando o que é o aborto. Quando membros de sua igreja começaram a distribuí-los, policiais locais chegaram a prender e espancar alguns deles. Mas o trabalho continua.

O CLA calcula que 8.200 pastores pregaram sobre o aborto em suas igrejas este ano. Aos poucos o cenário vai mudando em uma nação onde a desinformação é a principal arma para o governo manter o seu poder. A maioria das pessoas das áreas mais pobres não tem acesso à internet, por exemplo e num território de dimensões continentais, a maior parte do esforço é feita por pessoas sem muitos recursos, mas com a convicção de que esse é um assunto que deveria ser tratado pela igreja, pois diz respeito a um dos pilares da fé: a vida é dom de Deus.

Fonte: Gospel Prime com informações Christian Headlines

 

 

Publicado em Brasil, Cotidiano

Procedimento de aborto legal entra na tabela do SUS

sus-logoMinistério da Saúde deixa brechas para que mulheres realizem o aborto mesmo sem autorização legal.

Ministério da Saúde publicou uma portaria que cria o procedimento de aborto legal na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). A portaria foi publicada na última quinta-feira (22) e determina que o governo irá pagar R$ 443,30, por cirurgia, aos hospitais.

A “Interrupção da Gestação/Antecipação Terapêutica do Parto Prevista em Lei” determina que o procedimento somente será permitido em caso de estrupo ou anencefalia do nascituro, conforme determina a legislação.

Porém, a lei sancionada pela presidente Dilma deixa brechas para prática do aborto em geral, pois a mulher não é obrigada a apresentar o BO policial ao médico. O texto apresentado pelo Ministério da Saúde determina que o aborto aconteça “(..) por ser decorrente de estupro, por acarretar risco de vida para a mulher ou por ser gestação de anencéfalo”. Em suma, há três motivações.

Para o deputado Marcos Rogério, que faz parte da Frente parlamentar Evangélica, a criação do procedimento pode ser uma tentativa de fazer avançar a prática do aborto mesmo depois de haver sido vencido o tema na Câmara.

“Já discutimos isso no ano passado e chegamos a um consenso em relação as grávidas vítimas de violência sexual e as gestações anencéfalas, mas vamos continuar unidos para não permitir que haja avanço na prática do aborto”, disse.

Fonte: Gospel Prime

 

Publicado em Brasil, Política

Conselho de pastores exige garantias de Dilma sobre aborto e casamento gay

dilma-rousseff-310x200Articulação política não se resume à bancada evangélica.

Quatro anos atrás, todos os candidatos a presidente pareciam querer o apoio dos evangélicos. Nas eleições de 2010, antes ainda do primeiro turno, a petista caiu nas pesquisas. Um dos motivos apontados na época foram a movimentação nos templos que alertavam que ela aprovaria o aborto e o casamento gay.

Marina Silva não atraiu nenhum líder de expressão e ainda foi criticada por vários devido algumas de suas posturas. José Serra colocou em seu programa na TV Valdemiro Santiago e Silas Malafaia. Dilma, por sua vez, costurou acordos que envolveram os senadores (hoje ministro) Marcelo Crivela (PRB-RJ), da Igreja Universal; Magno Malta (PR-ES) e Walter Pinheiro (PT-BA), da Igreja Batista; e o bispo Robson Rodovalho (então deputado pelo PR-DF), da Sara Nossa Terra.

Os principais tópicos que influenciaram a discussão naquela época e que voltam a pauta agora foram temas polêmicos, como o aborto e o casamento gay. Como Dilma não cumpriu o que prometeu, nesse período o Brasil está mais “liberal” nessas questões.

Se por um lado a chamada “bancada evangélica” tem batido de frente com o governo, agora a Confederação dos Conselhos de Pastores Evangélicos do Brasil (Concepab) quer elaborar uma pauta unificada e agendar reuniões com todos os pré-candidatos à Presidência.

O objetivo seria ouvir o que eles farão no tocantes aos assuntos que contrariam os princípios cristãos. No final, o grupo discutirá um eventual apoio nas eleições. O recado para Dilma é claro, eles exigem compromisso de que a presidente não apoiará a “flexibilização” da lei sobre aborto nem dará ‘privilégios’ aos homossexuais.

Alguns políticos evangélicos que quatro anos atrás apoiaram Dilma já avisaram que nesta eleição a coisa será diferente. Um dos mais contundentes é o pastor Marco Feliciano que após ser massacrado pelos petistas enquanto estava à frente da Comissão de Direitos Humanos já afirmou que a presidente não terá seu apoio.

Algumas movimentações tem sido feitas pelo Palácio do Planalto para evitar um confronto direto com os evangélicos. No final do ano passado, Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, orientou os governistas para barrarem o projeto que criminaliza a homofobia. Ela os instruiu a votarem a proposta somente após as eleições. O motivo é justamente o temor de prejuízos à campanha de Dilma.

Quando Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, foi filmado afirmando que o PT precisava travar uma “batalha” contra os “evangélicos conservadores que têm uma visão do mundo controlada por pastores de televisão”. Mesmo tendo se desculpado posteriormente, foi duramente criticado por líderes como o senador Magno Malta (PR/ ES) que o classificou de “safado” e “mentiroso”.

Após a repercussão negativa, ele se desculpou, posteriormente apareceu em fotos ao lado das cantoras gospel que foram visitar Dilma em um encontro articulado pelo Ministro da Pesca, Marcelo Crivella.

Ano passado, o pastor Silas Malafaia criticou a CONCEPAB, chamando-os de “ilustres desconhecidos” após ser divulgado que estariam conversando com a Rede Globo sobre o tratamento que os evangélicos recebiam da emissora.

Fonte: Gospel Prime com informações Último Segundo