Igual a Deus Não Há

“Houve então uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.”(Apocalipse 12:7

)

Em Apocalipse 12, há uma batalha acontecendo no céu entre o Arcanjo Miguel e o diabo. Estes dois anjos poderosos estão lutando um contra o outro, o que é irônico já que em outrora os dois estavam do mesmo lado.
Não é diferente da Guerra Civil estadunidense, quando o general Grant liderou as forças da União e o general Lee liderou as forças Confederadas. Antes disso, os dois serviram a Academia Militar dos Estados Unidos em West Point. Os dois serviram a própria nação juntos, na guerra Mexicano-Americana. Porém houve um momento em que eles se viram em lados opostos na Guerra Civil. Por fim, o general Grant ganhou do general Lee.
Da mesma forma podemos ver que o Arcanjo Miguel ganhou de Lúcifer e aqui está uma coisa que precisamos saber: de maneira nenhuma o diabo é igual a Deus.
O que sabemos sobre Deus é: Ele é onipotente, o que significa que ele tem poderes ilimitados. Ele é onisciente, o que significa que Seu conhecimento é ilimitado. E Ele é onipresente, o que significa que Ele está em todo lugar.
O diabo absolutamente não se compara a isso. O diabo certamente não é onipotente. Ele tem muito poder, mas nem se compara ao poder de Deus. Ele não é onisciente. O diabo certamente sabe muitas coisas, mas não sabe todas. Ele não é onipresente. Ele pode estar apenas em um lugar de cada vez. Então, quando dizemos que “o diabo está nos tentando”, provavelmente é apenas um de seus ajudantes fazendo seu trabalho sujo. O que ele tem é uma rede de trabalhadores muito bem organizada, os anjos caídos, também conhecidos como demônios, que obedecem aos seus comandos.
O diabo nem sequer pode ser comparado a Deus. O diabo é poderoso, mas Deus é o todo poderoso!
O diabo é um destruidor, mas no fim dos tempos Deus é quem o destruirá.

Fonte: Devocionais Diários

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As redes sociais e a glória de Deus


“Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam. Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem. Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência; porque do Senhor é a terra e a sua plenitude. Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência. Porém, se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia? Se eu participo com ações de graças, por que hei de ser vituperado por causa daquilo por que dou graças? Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (I Co 10:23-31)

Inicialmente eu gostaria de fazer quatro considerações:

1- Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura a todo tipo de pessoa, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes.

2- As redes sociais tem adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização.

3- Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.

4- Os números das redes sociais:

Ranking das maiores redes sociais

#1 Facebook 2.700.000.000
#2 Youtube 1.500.000.000
#3 WhatsApp 1.300.000.000
#4 Facebook Messenger 1.300.000.000
#5 Instagram 700.000.000
#6 Twitter – 1 328.000.000
#13 Skype 300.000.000
#14 Viber 260.000.000
#15 Snapchat 255.000.00
#19 Linkedin 106.000.000

Os perigos das Redes Sociais:

1- Isolamento social;
2- Relacionamentos superficiais;
3- Ausencia de profundidade relacional;
4- Um mundo de relacionamentos descartáveis;
5- Um mundo marcado pela ausência de frustrações;
6- Um mundo repleto de fantasias e experiencias pseudo prazerosas;
7- Um mundo de ilusões;
8- Brigas, discussões e intermináveis conflitos beligerantes.

Os benefícios das redes sociais:

1- Interação e relacionamentos com pessoas diferentes, de culturas e nações diferentes;
2- Novas amizades;
3- Estudo e crescimento profissional;
4- Rapidez e agilidade na divulgação de textos, fotos e documentos;
5- Entretenimento, lazer, arte e cultura;
6- Facilidade de busca por informação;
7- Agilidade e velocidade nas trocas de informação;
8- Maior diversidade nas relações profissionais e pessoais;
9- Facilidade de pesquisa;
10- Centro de informação e entretenimento;
11- Conteúdos Variados para Pesquisa;
12- Superação de distâncias.

Usando o Facebook para a Gloria de Deus

Como falei anteriormente, as mídias sociais mobilizam uma enorme multidão de pessoas no mundo, o Facebook então, nem se fala. As estatísticas apontam para mais de 2,7 bilhão de “facebookianos”. Como se costuma a dizer em Niterói, “é gente a dar com pau.”

Pois é, lamentavelmente muitos dos adeptos desta importante mídia tem usado esse espaço para divulgar fofocas, imoralidades, tolices, chocarrices e palavrões, isso sem falar na propagação de fotos, banners e desenhos que em nada edificam.

Prezado amigo, e você, como tem usado o facebook? Ora, tenho absoluta certeza de que esta grande rede social pode em muito contribuir para sua edificação.

Isto posto, à luz desta afirmação gostaria de oferecer algumas dicas de como usar o Facebook para a glória de Deus:

1- Use o Facebook para fazer amigos;
2- Use o Facebook para consolidar relacionamentos;
3- Use o Facebook para “pastorear”, apascentar e discipular o povo de Deus;
4- Use o Facebook para criar pontes relacionais;
5- Use o facebook para edificar o povo de Deus com postagens abençoadoras;
6- Use o Facebook para animar e fortalecer o fraco na fé;
7- Use o Facebook para celebrar a vida, a família e a amizade;
8- Use o Facebook para evangelizar e testemunhar do amor de Cristo;
9- Use o Facebook para celebrar a Cristo;
10- Use o Facebook para a glória de Deus.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Conhecimento e Responsabilidade

“Pedro e os outros apóstolos responderam: ‘É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!'” (Atos 5:29)

Há um movimento na sociedade para redefinir casamento e família. A mídia e a sociedade moderna estão empurrando goela abaixo o casamento de pessoas do mesmo sexo. A normalização da homossexualidade está ganhando força, ilustrada inclusive por programas de TV.
Com a ênfase no casamento gay e homossexualidade em geral, você poderia pensar que uma grande parte da população atual deve ser gay. Alguns dizem que chega a 25%. Muitos aceitam a premissa que são ao menos 10%. Mas uma pesquisa grande, a maior da sua categoria, foi completada em 2013 pela agência de pesquisa americana Gallup. A pesquisa, que entrevistou 120 mil americanos, revelou que 3.4% da população do país é homossexual. Isso inclui gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. Mesmo que represente uma pequena parte da população, tornou-se um enorme tópico e está chegando cada vez mais perto da igreja.
Pessoas gostam de dizer que os cristãos odeiam os gays. Mas, definitivamente isso não é verdade. Não vemos isso como o pior dos pecados, ou como um pecado pior do que outro. De fato a Bíblia fala sobre pecados maiores e menores, mas no caso o maior dos pecados é pecar contra o Espírito Santo.
Deixe-me ilustrar: Jesus disse a Pôncio Pilatos, um Romano endurecido e pagão: “aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior” (João 19:11). Qual seria um pecado maior do que enviar Jesus para ser executado depois de ser torturado e flagelado, como Pilatos fez? Um pecado maior foi cometido pelo alto sacerdote Caifás, que tinha um enorme conhecimento. Ele foi quem enviou Jesus a Pilatos. Isso foi um pecado maior.
Conhecimento traz responsabilidade. E se a Bíblia diz que algo é pecado, então é pecado.

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Fonte: Devocionais Diários

Não é Tão Ruim Assim?

“Não adulterarás” (Êxodo 20:14)
Você pode imaginar como seria a nossa sociedade se obedecêssemos a um único mandamento: “Não adulterarás”? Você pode imaginar como nosso mundo seria diferente? Quantos divórcios teriam sido evitados? Quantas famílias ainda estariam juntas? Quantos pais viveriam para criar seus filhos?

A maioria dos males sociais pode ser atribuída à quebra da família e especificamente à ausência do pai no lar. E muitas vezes os casamentos se desmoronam por causa do pecado de adultério. O que é adultério? É sexo com alguém além do seu cônjuge.
Deus estabeleceu o casamento para que haja realização e unicidade entre um homem e uma mulher. O sexo não é um brinquedo com o qual jogamos para satisfazer nossos desejos. A Bíblia diz: “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros” (Hebreus 13:4).
Apesar disso, este pecado acontece com muita frequência. Alguns dirão: “Ah, não é tão ruim! Foi apenas um passeio de uma noite. Nós nos divertimos um pouco! Como é entre dois adultos que consentem, por que está errado?” Porque quando um homem e uma mulher se juntam sexualmente, ocorre uma união, ainda que alguém se junte com uma prostituta.
Somos informados em 1 Coríntios 6:15-16: “Vocês não sabem que os seus corpos são membros de Cristo? Tomarei eu os membros de Cristo e os unirei a uma prostituta? De modo nenhum! Vocês não sabem que aquele que se une a uma prostituta é um corpo com ela? Pois, como está escrito: ‘Os dois serão uma só carne’.”
O adultério lhe machuca. E também dói nos outros.

Você pode imaginar como seria a nossa sociedade se obedecêssemos a um único mandamento: “Não adulterarás”? Você pode imaginar como nosso mundo seria diferente? Quantos divórcios teriam sido evitados? Quantas famílias ainda estariam juntas? Quantos pais viveriam para criar seus filhos?

A maioria dos males sociais pode ser atribuída à quebra da família e especificamente à ausência do pai no lar. E muitas vezes os casamentos se desmoronam por causa do pecado de adultério. O que é adultério? É sexo com alguém além do seu cônjuge.
Deus estabeleceu o casamento para que haja realização e unicidade entre um homem e uma mulher. O sexo não é um brinquedo com o qual jogamos para satisfazer nossos desejos. A Bíblia diz: “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros” (Hebreus 13:4).
Apesar disso, este pecado acontece com muita frequência. Alguns dirão: “Ah, não é tão ruim! Foi apenas um passeio de uma noite. Nós nos divertimos um pouco! Como é entre dois adultos que consentem, por que está errado?” Porque quando um homem e uma mulher se juntam sexualmente, ocorre uma união, ainda que alguém se junte com uma prostituta.
Somos informados em 1 Coríntios 6:15-16: “Vocês não sabem que os seus corpos são membros de Cristo? Tomarei eu os membros de Cristo e os unirei a uma prostituta? De modo nenhum! Vocês não sabem que aquele que se une a uma prostituta é um corpo com ela? Pois, como está escrito: ‘Os dois serão uma só carne’.”
O adultério lhe machuca. E também dói nos outros.

Pesado e Medido

“Pelo contrário, tu te exaltaste acima do Senhor dos céus. Mandaste trazer as taças do templo do Senhor para que nelas bebessem tu, os teus nobres, as tuas mulheres e as tuas concubinas. Louvaste os deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não podem ver nem ouvir nem entender. Mas não glorificaste o Deus que sustenta em suas mãos a tua vida e todos os teus caminhos.” (Daniel 5:23)
O livro de Daniel conta a história de uma festa que Deus destruiu na Babilônia. O rei Belsazar, o neto do rei Nabucodonosor, não seguiu os passos do avô. Enquanto Nabucodonosor chegou a acreditar no verdadeiro Deus de Israel, Belsazar se desviou do seu caminho para zombar Dele.
Ele convidou seus nobres para um grande banquete, e então tomou os recipientes especiais usados para a adoração de Deus no templo de Jerusalém e os encheu de vinho. A Bíblia nos diz que “Enquanto bebiam o vinho, louvaram os deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra” (Daniel 5:4). Enquanto Belsazar e seus convidados festejavam, eis o que aconteceu:
“Mas, de repente apareceram dedos de mão humana que começaram a escrever no reboco da parede, da parte mais iluminada do palácio real. O rei observou a mão enquanto ela escrevia. Seu rosto ficou pálido, e ele ficou tão assustado que os seus joelhos batiam e as suas pernas vacilaram” (versos 5-6).
Escrito na parede estavam as palavras Mene, Mene, Tequel e Parsim, o que significavam, “Deus contou os dias do teu reinado e determinou o seu fim” (verso 26), “Foste pesado na balança e achado em falta” (verso 27), e “Teu reino foi dividido e entregue aos medos e persas” (verso 28).
Normalmente, quando subimos em uma balança, queremos pesar menos do que realmente pesamos. Mas na balança de Deus, queremos pesar mais. Mas Deus estava dizendo: “Belsazar, você é um peso leve. Você não tem substância em sua vida.”
Se você fosse se pesar na balança de Deus hoje, o que Ele encontraria? Ele acharia uma vida de substância? Ou uma vida vazia?

Uma Mensagem Agridoce

“Porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida. Mas, quem está capacitado para tanto?” (2 Coríntios 2:15-16)
Você já comeu algo que era doce ao se engolir mas o deixou enjoado depois? Deixe-me recolocar a pergunta: Já comeu seis sonhos recheados de uma vez? Eu já. Passei muito da conta. Foram ótimos na hora, mas menos de dez minutos depois eu estava me perguntando: O que é que fui fazer?
Em Apocalipse 10, o apóstolo João pediu a um anjo um livrinho. Quando o anjo lhe deu o livrinho, disse a João: “Pegue-o e coma-o! Ele será amargo em seu estômago, mas em sua boca será doce como mel” (versículo 9).
João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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João disse: “Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: ‘É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'” (versículos 10-11).
A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.
Alguns ouvem o evangelho e dizem: “Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus.”
Outros dizem: “Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí.”
Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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Fonte: Devocionais Diários

Como Evangelizar seus Colegas de Trabalho?

mesa-de-trabalho

Ashok Nachnani – Evangelização

Conforme cresce a oposição cultural ao cristianismo, qual é o efeito disso no evangelismo que você faz no trabalho? Você está mais fiel ou mais temeroso?

Você dificilmente poderia ser culpado por estar mais temeroso. O rápido avanço do liberalismo social e das políticas de recursos humanos promovendo “tolerância” no local de trabalho apenas exacerbam os dois medos que comumente citamos para o não compartilhamento do evangelho com nossos colegas de trabalho: medo de má reputação e medo de repercussões na carreira, como perda de emprego ou estagnação da carreira.

O evangelismo sempre foi difícil. Se existe qualquer coisa nova a respeito dos nossos desafios de hoje é quão fortalecida a oposição parece estar. Não cristãos costumavam dizer “cada um na sua”. Agora eles estão mais propensos a nos acusar de estupidez (“Sério, você não acredita na evolução?”) ou de fanatismo intolerante (“Como você ousa dizer que homossexualismo é um pecado?”). Empregadores cada vez mais pesquisam nas mídias sociais sobre a vida dos candidatos ou empregados antes de tomarem decisões de contratação ou promoção. Há quanto tempo empresas que temem assédio moral e discriminação no ambiente de trabalho trocam o cristão mais visível por alguém menos notável?

Apesar de tudo isso, eu sou muito grato pelos irmãos que temeram mais a Deus do que ao homem e compartilharam o evangelho comigo. Minha própria fé é fruto do evangelismo no local de trabalho.

Perdido e achado no local de trabalho

Doze anos trás, eu era um pesquisador em uma firma de consultoria de médio porte em Washington, DC. Eu era um hindu autoconfiante, autossuficiente e profissionalmente próspero. Você não diria que eu era espiritualmente inseguro. Francamente, eu não sabia que eu era espiritualmente inseguro. Eu realmente não era um cara que estava me esforçando para buscar Cristo.

Entra meu colega cristão, Hunter. Bem conhecido e querido no escritório, Hunter era um vendedor de alto desempenho com uma gama de interesses. Alguém me disse: “Ele é cristão, sabia?” Nenhum de nós sabia por certo o que isso significava, mas ambos acreditávamos que isso era relevante o suficiente para acrescentarmos um tendencioso “Hum…”.

Eu sabia que Hunter não se encaixava no molde de um cristão que eu tinha construído mentalmente. Cristãos eram “legaizinhos”, antiquados, hipócritas, monótonos. Hunter não era assim. Então comecei a observá-lo.

Nós nos tornamos amigos. Nós passávamos tempo juntos e conversávamos sobre diversos tópicos: Os Simpsons, O Senhor dos Anéis, Cristo, Krishna, café, trabalho. Enquanto o Senhor usava o Hunter para me buscar, eu nunca me senti como um projeto, mas sim um amigo. Como só Deus é capaz de fazer, ele providenciou que Hunter estivesse comigo no mesmo momento em que ele orquestrava uma crise espiritual na minha vida. E ele deu a Hunter a sabedoria e a ousadia para falar a verdade à minha vida quando eu mais precisava.

Comportamentos de um evangelista no local de trabalho

Embora ele mesmo fosse jovem na fé na época, há muito no exemplo de Hunter que qualquer crente pode aplicar no contexto do ambiente de trabalho.

1. Lance Cristo sobre a mesa

Primeiro, lance Cristo sobre a mesa. Visto que pode ser raro conhecer cristãos no local de trabalho, é essencial que as pessoas no seu escritório saibam que você é um seguidor de Cristo. Assim, você pode se disponibilizar para crentes mais fracos e ser um exemplo para incrédulos. Foi um colega não cristão que me disse sobre a fé de Hunter. Obviamente nós não devemos fazer isso de forma ofensiva ou irresponsável, mas falar sobre o fim de semana, descrever um estudo bíblico do qual participa ou compartilhar como você ora pelos outros fará com que as pessoas logo saibam que você é cristão.

2. Trabalhe com excelência

Segundo, trabalhe com excelência. Quando você lança Cristo sobre a mesa, espere ser estudado pelos seus colegas assim como eu estudei o Hunter. Trabalhe de uma maneira que reflita a criatividade, o propósito e a bondade de Deus. Demonstre fidelidade e integridade. Trabalhe “sem murmurações nem contendas” (Fp 2.14). Submeta-se àqueles em autoridade e sirva humildemente.

Isso, em si mesmo, não é evangelismo, mas o conteúdo das nossas vidas no trabalho deve reforçar, não enfraquecer, o conteúdo da mensagem do evangelho que compartilhamos.

3. Ame os seus colegas

Terceiro, ame os seus colegas. Invista em amizades com não cristãos no seu local de trabalho, não de forma superficial como “projetos”, mas amando-os como tendo sido feitos à imagem de Deus. Não subestime a importância da confiança. Considere que foi um ano e meio depois de Hunter e eu termos nos conhecido que nós estudamos a Bíblia juntos e Deus me deu ouvidos para o evangelho.

Use o seu horário de almoço estrategicamente. Quando possível, faça uso generoso da hospitalidade, onde você possa compartilhar a sua vida com um colega longe do escritório e das brincadeiras e conversinhas de escritório.

4. Prepare-se para evangelizar

Quarto, prepare-se para evangelizar. Por mais bobo que isso possa parecer, certifique-se de que você sabe facilmente explicar o evangelho. Pratique se for preciso.

Quando o Senhor fornece uma oportunidade, você não quer a sua voz interna gritando com você por não ser claro — você quer a sua mente livre para ouvir o seu colega e o que ele está lutando para entender. Afinal, é o evangelho que salva, não a nossa perspicácia e profundo conhecimento de apologética. Eu louvo a Deus pela clareza, ousadia e confiança no poder do evangelho que Hunter possuía.

5. Ore

Quinto, ore. Ore pelos seus colegas regularmente. Ore por boas oportunidades de compartilhar o evangelho. Ore para que você cresça em ousadia. Ore para que Deus seja grande e o homem seja pequeno — todos nós somos culpados de misturar os dois.

E convide irmãos e irmãs da sua igreja para  orar também. Hunter mais tarde me disse que seu grupo de estudo bíblico de homens estava orando por mim desde o momento em que eu perguntei a ele a respeito da fé cristã que ele tinha.

Um chamado à fidelidade

Conforme os locais de trabalho ficam cada vez mais hostis para o cristianismo, essas práticas básicas se tornam cada vez mais essenciais. O Senhor tem sido bom em responder minhas muitas orações por boas oportunidades e por palavras para falar. Ser conhecido como cristão, viver a minha fé profissionalmente e de forma interpessoal, e amar os meus colegas como portadores da imagem de Deus me deram oportunidades de falar abertamente sobre a minha fé. E, em sua maravilhosa graça, Deus escolheu me usar para trazer um colega à fé.

Nós devemos esperar que o Senhor responda as nossas orações e nos conceda oportunidades de falar de Cristo, então ore por ousadia. E esteja disposto a gastar seu “capital relacional”. Deus colocou você onde está por um propósito.

Tradução: Alan Cristie

Fonte: Ministério Fiel

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