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Lideranças evangélicas comemoram impeachment de Dilma Rousseff; Ariovaldo Ramos lamenta

tchau queridaMuitos líderes evangélicos comentaram a decisão do Senado de remover Dilma Rousseff (PT) do cargo de presidente da República, e a maioria dos que se manifestaram comemoraram a decisão, com exceção do pastor Ariovaldo Ramos.

No Twitter, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) pediu que os cristãos intercedam pela nação nesse momento de crise: “Vamos orar pelo nosso país, pedindo misericórdias a Deus”.

Já na tribuna da Câmara dos Deputados, Feliciano disse que vê no impeachment de Dilma Rousseff “um golpe de sorte” para o país, e destacou que é hora de enfrentar a crise: “Ninguém está acima da lei, nossa jovem democracia mostra sua força, voltamos a respirar a esperança. Nosso país quebrou e medidas duras precisarão ser tomadas. O PSC não irá se esquivar desta responsabilidade. Vamos ajudar a reconstruir o Brasil!”.

O pastor Silas Malafaia, barulhento opositor dos governos petistas, comemorou a deposição de Dilma e o resultado próximo ao seu palpite: “Estou bom de prognóstico. Errei por 1, Dilma afastada por 61 votos. Deus abençoe o Brasil! O Brasil é do Senhor Jesus!”.

A psicóloga Marisa Lobo (SD-PR), candidata a vereadora em Curitiba, comemorou economizando nas palavras: “Acabou… 61 x 20… #ForaPT”.

O senador Magno Malta (PR-ES), que votou pelo afastamento definitivo de Dilma Rousseff, criticou a decisão de não inabilitar a ex-presidente para a função pública: “Está cassada! Ridículo tentar não tirar os direitos políticos dela! Aliás, acordo de safadeza”, disparou.

O pastor e deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), também comemorou: “Viva o Brasil! Viva o povo brasileiro! Acabooooou! #TchauQuerida”.

Renato Vargens, escritor e pastor da Igreja Cristã da Aliança, comemorou a queda do modelo político adotado pelos governos exercidos pelo PT: “Acabou! Fim do lulopetismo no BRASIL. #TCHAUQUERIDA”.

O deputado federal Ezequiel Texeira (PTN-RJ), lembrou de parte da crise causada pelo governo da ex-presidente: “Dilma se junta aos 12 milhões de desempregados que o seu governo criou”.

Defensor ferrenho do governo petista, Ariovaldo Ramos lamentou o impeachment e disse que defender a ex-presidente foi sua maneira de honrar a Cristo diante de supostos traidores: “Não sei o que será, espero que a democracia triunfe sobre a tentativa de golpe. Estou grato a Deus por ter lutado pela democracia ao lado de Dilma Rousseff. De ter honrado ao Cristo, em meio a tantos Iscariotes que tomaram de assalto o movimento evangélico!”, escreveu no Facebook. Posteriormente, acrescentou no Twitter: “Vamos em frente! Não vamos desistir do Brasil! A luta pela democracia não pode parar!”.

Fonte: Gospel +

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Advogada autora da denúncia do impeachment diz que “foi Deus” quem a inspirou

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A advogada Janaína Paschoal, uma das autoras da peça de acusação que resultou no processo deimpeachment de Dilma Rousseff (PT) afirmou que a inspiração para a iniciativa veio de Deus. A declaração foi feita na noite da última segunda-feira, 29 de agosto, durante sua última alegação no julgamento.

“Foi Deus que fez que, ao mesmo tempo, várias pessoas percebessem o que estava acontecendo no país”, disse a advogada, observando que várias pessoas passaram a se organizar no intuito de denunciar os crimes de responsabilidade.

Em sua argumentação, Janaína Paschoal afirmou que o Poder Legislativo é extremamente importante na balança dos poderes, e que nessa situação, a República vem antes da democracia, porque a primeira palavra significa “aquilo que é de todos”.

“Ao trazer este pleito, de afastamento da senhora presidente da República, estou renovando a confiança que tenho nesta Casa”, disse a advogada, referindo-se ao Congresso Nacional, figura do Poder Legilslativo.

Remédio

impeachment, de acordo com Janaína, é um “remédio constitucional ao qual nós precisamos recorrer quando a situação se revela especialmente grave, e foi o que aconteceu”.

Rebatendo o argumento da defesa, de que o impeachment seria um golpe, a advogada reiterou que o processo segue todos os ritos legais. “Para que o povo brasileiro tenha consciência tranquila de que nada fora do que é legal e do que é legítimo está sendo feito nesta oportunidade”.

Desonestidade

A advogada reservou palavras duras em relação à honestidade de Dilma Rousseff, contestando as alegações de seus aliados de que a presidente afastada seja alguém de reputação ilibada: “Não me parece honesto dizer para um povo que existe dinheiro para continuar com programas que para esse povo são essenciais quando já se sabe que eles não existem; não é honesto juntar um parecer e ler apenas um parágrafo; não é honesto dizer que uma perícia que é absolutamente contrária lhe é favorável; não é honesto vir aqui e não responder a nenhuma das indagações, por mais claras e objetivas que fossem; não é honesto agraciar uma testemunha no curso do processo com um cargo público; não é honesto acusar uma colega sem checar”, disparou.

Para Janaína Paschoal, esses fatos mostram aos brasileiros “como é o modo PT de ser”, sempre priorizando o benefício primário do partido: “O modo PT de ser é este. É a enganação, é o PT que não pede desculpas, é o PT que nega os fatos, nega a realidade”.

Dilma, segundo Janaína, repete o “eterno discurso da perseguição” ao invés de assumir seus erros e reconhecer que não tem condições de continuar à frente do país.

Futuro

“Eu finalizo pedindo desculpas para a senhora presidente da República não por ter feito o que era devido, porque eu não podia me omitir diante de tudo isso. Eu peço desculpas porque eu sei que a situação que ela está vivendo não é fácil. Eu peço desculpas porque eu sei que, muito embora esse não fosse o meu objetivo, eu lhe causei sofrimento. E eu peço que ela um dia entenda que eu fiz isso pensando também nos netos dela”, disse a advogada Janaína Paschoal, apontando sua preocupação com o futuro do país como motivador principal para sua iniciativa de acusação de Dilma.

Fonte: Gospel +

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Impeachment! Dilma Rousseff é cassada pelo Senado

Dilma Rousseff foi afastada definitivamente pelo Senado nesta quarta-feira, mas manteve seus direitos políticos - Leo Correa / AP
Dilma Rousseff foi afastada definitivamente pelo Senado nesta quarta-feira, mas manteve seus direitos políticos – Leo Correa / AP

31 de agosto de 2016 é a data em que, pela segunda vez em 24 anos, a República Federativa do Brasil afastou definitivamente um ocupante da Presidência. Dilma Vana Rousseff (PT) foi afastada definitivamente na tarde dessa quarta-feira.

Às 13h35, Dilma foi cassada por 61 votos a favor e 20 contra, o Senado julgou o processo de impeachment decidindo pela cassação do mandato da, agora, ex-presidente Dilma por crime de responsabilidade.

Na sessão presidida pelo ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), os parlamentares julgaram a acusação elaborada pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, que apontaram uma conduta de atentado à legislação brasileira no episódio apelidado pela imprensa de “pedaladas fiscais”.

O processo de impeachment de Dilma Rousseff durou quase nove meses. Foi iniciado no dia 02 de dezembro de 2015, quando o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu o pedido elaborado pelos juristas,

“Recebi com indignação a decisão do senhor presidente da Câmara dos Deputados de processar pedido de impeachment contra mandato democraticamente conferido a mim pelo povo brasileiro. São inconsistentes e improcedentes as razões que fundamentam este pedido. Não existe nenhum ato ilícito praticado por mim”, disse Dilma, à época.

Ao longo das discussões que se seguiram, o PT e seus aliados se empenharam em tachar o processo como um “golpe”, indiferentes à constatação de incoerência de sua postura, uma vez que a mesma legenda havia atuado de forma intensa no primeiro processo de impeachment sob a Constituição Federal de 1988, em 1992, quando o então presidente Fernando Collor perdeu o mandato.

No dia 17 de abril de 2016, a Câmara votou em plenário a aceitação do processo contra Dilma, e o pedido foi aprovado por 367 votos, contra 137. Quase quatro meses depois, no dia 10 de agosto, o Senado aceitou a abertura do processo de impeachment contra Dilma, por 59 votos a 21.

Detalhes

Na sessão de julgamento desta quarta-feira, 31 de agosto, houve discussões sobre a votação em separado da perda de mandato de Dilma e da inabilitação da ex-presidente para ocupação de funções públicas por oito anos.

Lewandowski optou por aceitar submeter ao plenário a decisão se as duas questões seriam votadas juntamente ou em separado. Os senadores votaram a cassação e a inabilitação separadamente, com a segunda tendo resultado favorável à ex-presidente. Assim, Dilma Rousseff não foi proibida de se candidatar a cargos públicos eletivos e também de assumir funções públicas através de nomeações.

Confira a íntegra da sessão:

Fonte: Gospel +

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Magno Malta cita a Bíblia para justificar impeachment de Dilma: “Tudo que é feito no escuro virá à luz”

magno-maltaO senador Magno Malta (PR-ES) discursou na noite da última terça-feira, 30 de agosto, no julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) por crime de responsabilidade, e afirmou que a reeleição da mandatária foi permitida por Deus para que os malfeitos fossem revelados.

Ao longo de seu discurso, o político capixaba fez referências à Bíblia Sagrada, o rei Salomão e o próprio Deus para justificar seu voto a favor do impeachment: “A presidente Dilma não está sendo caçada por mim ou nenhum desses outros senadores, mas ela será caçada por Salomão. Salomão é senador? Tem assento nessa casa? Não, mas Salomão escreveu que a arrogância precede a ruína”, afirmou.

Em novembro de 2014, Malta fez um discurso no Senado e disse ao colega Aécio Neves (PSDB-MG) que sua derrota nas eleições havia sido umlivramento divino, devido à crise econômica que se revelou após o pleito. Ontem, o senador reiterou esse pensamento, dizendo que a vitória de Dilma há quase dois anos foi permitida por Deus.

“[A eleição], de fato, é fruto da vontade permissiva de Deus. As lambanças que fizeram no escuro — aliás, a Bíblia diz que tudo que é feito no escuro um dia virá a luz — precisavam vir à luz. Foi a eleição dela que permitiu que as lambanças viessem à luz, e tomamos conhecimento de todas elas”, asseverou.

Magno Malta ressaltou que as conquistas sociais alcançadas durante os governos do PT se devem à estruturação do país na área econômica realizada no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

“Eles [petistas] evocam o conjunto da obra para falar dos bons governos, se esquecendo que a Bíblia diz que um semeia e o outro ceifa”, contextualizou. “Quando falam sobre o conjunto da obra eles falam como se Lula tivesse descoberto o Brasil […] No conjunto da obra houve inclusão social? Houve. Mas houve porque os fundamentos da economia foram estabelecidos no governo Fernando Henrique”, acrescentou.

Na conclusão dessa linha de raciocínio sobre a permissão divina, Malta relembrou o pronunciamento no final de 2014, quando disse a Aécio que sua derrota teria um significado maior no futuro: “O então candidato derrotado — para sua própria felicidade — fez um discurso aqui. Daquela cadeira eu disse: ‘Vossa excelência não perdeu as eleições, e sim recebeu um livramento da parte de Deus’”.

Malta encerrou sua argumentação sobre o cenário do impeachment dizendo que, para os petistas e aliados, o golpe é se opor à corrupção: “O que é não ser golpista? É bater palmas para essa lambança que fizeram com o dinheiro público? As pedaladas fiscais foram feitas não por amor aos pobres, por amor à Minha Casa, Minha Vida ou por amor ao Bolsa Família. Não! Foram para tapar o rombo do BNDES”.

Assista, na íntegra, o discurso do senador Magno Malta:

Fonte: Gospel +

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Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara

eduardo-cunha1Após 10 meses de debate, no processo mais longo já julgado pela Comissão de Ética da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) renunciou ao mandato de presidente da Câmara dos Deputados. Ele estava afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal.

Ele escreveu uma carta que foi lida no início da tarde desta quinta-feira (07). Nela, faz anuncia sua saída definitiva do cargo. Dizendo-se vítima de perseguição por conta da abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT), o parlamentar reiterou sua inocência, negou ter recebido qualquer vantagem e disse estar fazendo isso pelo bem do país, já que a Câmara está “acéfala”. Emocionado, agradeceu a Deus pela oportunidade de ter presidido a casa de leis. Seu mandato na função acabaria no próximo 31 de dezembro.

Os aliados contavam com o sucesso da manobra de ontem, quando o parlamentar recebeu a ajuda do deputado Ronaldo Fonseca (Pros/DF) para reverter a decisão de cassação tomada pelo Conselho de Ética.

Fonseca, que além de deputado é pastor da Assembleia de Deus, foi relator do recurso apresentado pelo peemedebista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Ele decidiu acatar um dos 16 pedidos de Cunha e deu parecer pedindo uma nova votação no Conselho de Ética.

Líderes aliados ao peemedebista já haviam avisado o Palácio do Planalto sobre a decisão do presidente afastado de deixar o cargo.

A decisão de Cunha deixar o cargo em definitivo possibilitará a ele tentar reverter votos na CCJ e fazer o caso voltar ao Conselho de Ética para, quem sabe, salvar seu mandato. Em cinco sessões, a Câmara deverá ter um novo presidente.

Bancada evangélica não se manifesta

Até o momento a Frente Parlamentar Evangélica não comentou o assunto. Oficialmente, Cunha ainda faz parte da bancada evangélica.  O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) foi um dos poucos a se manifestar sobre o assunto. Ele escreveu: “Todos sabem que votei no deputado Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, é importante lembrar que o seu principal concorrente era um deputado do PT e que na época não tinha nenhum processo de investigação contra ele. Creio que no período em que presidiu a Casa o fez com maestria. Além de cumprir a maior missão e serviço para o Brasil. Ele foi o presidente com coragem de pautar o Impeachment do governo mais corrupto da história do país. Tudo isso não pode ser esquecido.

Quanto às denúncias e processos atribuídos a ele e sua família, é algo que a justiça já está trabalhando para que tudo se esclareça. Até porque não cabe a mim definir se ele é culpado ou não, a própria constituição dá a ele o princípio da presunção de inocência, de acordo com o artigo 5º, inciso LVII que diz “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” Se de fato ele for inocente, por meio do trabalho da justiça isso será confirmado ou não, e espero que com a maior brevidade possível. Ontem apresentei, na Câmara dos Deputados o PL 5769/2016, que visa estabelecer o prazo máximo de 2 (dois) anos para a conclusão ou julgamento dos inquéritos, processos e procedimentos que envolvam parlamentar no exercício do mandato”.


Assista o discurso de renuncia:

Fonte: Gospel Prime

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Magno Malta pede prisão perpétua para ex-marido de Bianca Toledo

magno-maltaA situação vivida pela pastora Bianca Toledo foi mencionada no plenário do Senado Federal em Brasília nesta quarta-feira (06). O senador Magno Malta (PR/ES), em seu discurso, usou o caso para reforçar seu pedido por leis mais rígidas no país para pedófilos condenados pela justiça.

Nos vídeos que divulgou durante os últimos dias, Bianca Toledo anunciou a separação e explicou que seu agora ex-marido, o pastor Felipe Heiderich revelou a ela sua homossexualidade, que sempre manteve escondida. Depois de confessar também um caso de pedofilia, tentou o suicídio, mas sem sucesso. Ele teve a prisão decretada e está na penitenciária de Bangu, no Rio de Janeiro.

No material divulgado nas redes sociais ontem (5), ela afirmou que como mãe de um filho pequeno, está passando por um dos piores momentos de sua vida. Também havia avisado que o senador Malta, que acompanha a situação iria se pronunciar.

Revelação chocante

Ao começar sua fala, Magno lembrou que liderou uma CPI da Pedofilia no país e, por conta das investigações padres e pastores foram presos. De maneira contundente, ele explicou não acreditar que existam líderes religiosos pedófilos. “O que existe são criminosos, que se valem da vida sacerdotal para poder abusar”, sublinhou.

Insistiu que a prisão perpétua seria a melhor opção nesses casos e disse esperar que Felipe e pessoas como ele “apodreçam na cadeia”. Caracterizou as pessoas que fazem isso de “repugnantes”. O aspecto mais chocante da fala do senador foi a revelação que a criança que o ex-marido de Bianca abusava era seu próprio enteado, José Vitório, de 5 anos.

O menino é fruto do relacionamento da pastora com Renato Pimentel, seu primeiro marido. Os dois brigam na justiça por causa das visitas ao filho. A separação não foi amigável, pois ela o acusava de traição e ele faz críticas ao comportamento dela depois que ficou famosa.

Assista na íntegra:

Fonte: Gospel Prime

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Advogado de Felipe Heiderich nega acusações contra o pastor e diz confiar na Justiça

O pastor Felipe Garcia Heiderich está preso Foto: Reprodução do Facebook
O pastor Felipe Garcia Heiderich está preso Foto: Reprodução do Facebook

Em um comunicado publicado no perfil do pastor Felipe Heiderich no Facebook, seu advogado, Leandro Meuser, afirmou que as acusações de abuso sexual do filho da cantora Bianca Toledo são falsas e as investigações provarão isso.

Em uma crítica velada à postura adotada por Bianca Toledo sobre o episódio, Meuser afirmou que ele e o cliente não irão “em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses”, e que irão centrar forças em “superar essa grave injustiça”.

Veja a íntegra da declaração:

Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas e que a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade.

Informamos ainda que não iremos em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses, iremos sim provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça!

Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!

Dr Leandro Meuser, advogado.

“Era o amor da minha vida”

Bianca Toledo afirmou, em sua página no Facebook, que tem sofrido com as descobertas nos últimos dias: “Meu coração está sustentado pelo Espírito Santo de Deus! Felipe era o amor da minha vida. E agora sei que amei um personagem. Estamos vivendo os últimos dias e não há prova maior que essa”, afirmou.

Ela agradeceu o posicionamento do senador Magno Malta (PR-ES) no plenário do Senado de forma indignada: “Como amigo da minha família [ele] sabe de detalhes tristes e trágicos além de acesso as provas como base de sua indignação […] Que Deus te use senador Magno Malta para trazer justiça dos céus através das leis da terra”, disse.

Fonte: Gospel +

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Insatisfação aumenta e 1 milhão confirmam presença em manifestações por impeachment de Dilma

dilma-rousseffA insatisfação dos brasileiros com sua presidente começa a ganhar contornos mais definidos nesse começo de 2015, quando a popularidade de Dilma Rousseff (PT) despencou, poucos meses após sua apertada reeleição.

Um protesto que pede o impeachment de Dilma, marcado para o próximo dia 15 de março, ganha força nas redes sociais, e de acordo com um levantamento feito por uma consultoria, 1 milhão de usuários do Facebook confirmou presença nos eventos que acontecerão, nessa data, em diversas cidades do Brasil.

A empresa Bites conseguiu identificar 37 manifestações pela remoção da presidente agendadas na rede social para o dia 15 de março, de acordo com informações do jornalista Felipe Patury.

“Cinquenta dias depois de começar o segundo mandato, a  presidente Dilma Rousseff enfrenta uma onda pró-impeachment na internet. A consultoria Bites encontrou no Facebook 37 manifestações pela interrupção do mandato de Dilma, todas marcadas para o fatídico 15 de março. Mais de 1 milhão de pessoas confirmaram presença. A Bites checou seus perfis para evitar dupla contagem”, escreveu o jornalista em sua coluna no site da revista Época.

O pedido popular pelo impeachment de Dilma Rousseff é motivado pela descrença de que a presidente não tinha conhecimento dos casos de corrupção na Petrobrás, já considerado o maior escândalo da história do país se for levado em consideração o montante desviado dos cofres da empresa para financiar projetos políticos do PT e seus aliados.

A mesma empresa fez um levantamento da quantidade de publicações no Twitter que contém a palavra impeachment associada ao nome da presidente. A descoberta causa espanto: somente nos primeiros 20 dias de fevereiro o tema se repetiu 97 mil vezes.

Uma petição pelo impeachment no site da Avaaz, entidade que se dedica à divulgação de petições públicas, conta mais de 2 milhões de assinaturas.

No começo deste mês, pesquisas realizadas junto ao eleitorado demonstraram que os brasileiros consideram a presidente mentirosa e desonesta, com 44% desaprovando sua administração. O Instituto Paraná Pesquisas averiguou que se o segundo turno da eleição presidencial tivesse acontecido em janeiro, Dilma não seria reeleita.

Fonte: Gospel +

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Eduardo Cunha critica discriminação da mídia contra políticos evangélicos: “Agride o Estado laico”

eduardo-cunhaHá preconceito contra políticos evangélicos. Essa é a visão do novo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), integrante da bancada evangélica.

Em uma publicação recente, Cunha afirmou que na mídia, não se fala sobre a religião de qualquer parlamentar que não seja evangélico, mas no caso dos que professam a fé cristã protestante, existe uma pré-disposição em associar os posicionamentos políticos à religião.

“É preciso parar de discriminar a atuação de deputados evangélicos porque tem os seus projetos e são atendidos igual aos outros no regimento”, escreveu Cunha em seu perfil no Twitter.

Um dos motivos que suscitaram críticas a Cunha nos últimos dias foi sua decisão de criar uma Comissão Especial para apressar a discussão e a votação do Estatuto da Família, projeto que pretende definir a família como a união de um homem e uma mulher, além de seus filhos.

As críticas de diversos setores da sociedade aconteceram porque a possível aprovação do projeto pode resultar no impedimento legal que casais homossexuais possam adotar filhos.

Cunha criticou o destaque dado pela imprensa à criação da Comissão Especial e a associação do teor do projeto à religião do autor, o deputado evangélico Anderson Ferreira (PR-PE).

 “Já recriei e recriarei várias Comissões Especiais de diferentes projetos em tramitação, conforme prevê o regimento. É muito estranho só falarem da recriação das Comissões pedidas por deputados evangélicos. Já é absurdo, carimbaram. Quando é deputado evangélico, sempre há referência com a religião. Ninguém fala sobre deputados católicos, espíritas, etc. Mas falam sempre ‘evangélico’ quando ele é evangélico. Isso é discriminação pura e agride a laicidade do estado”, disparou o presidente da Câmara dos Deputados.

A postura de Eduardo Cunha em peitar o Poder Executivo e explorar ao máximo o regimento interno da Câmara dos Deputados para dar andamento a projetos que estavam preteridos pela administração anterior foi elogiada no meio evangélico.

Fonte: Gospel +

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Assembleia de Deus mobiliza 40 mil pastores na coleta de assinaturas para fundar seu partido

Partido-republicano-cristao-e1424266016110O plano da Assembleia de Deus de criar um partido político que reúna todos os fiéis que atuam nos poderes Legislativo e Executivo está sendo posto em prática com a ajuda de um exército de pastores e obreiros.

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) mobilizou, através dos ministérios filiados, um contingente de mais de 40 mil pastores, recolhendo assinaturas de fiéis em aproximadamente 100 mil locais de culto em todo o país.

A CGADB assumiu o projeto de criação do Partido Republicano Cristão (PRC) como forma de dar legitimidade à sigla, congregando as diversas correntes políticas da denominação, e pôs o plano em prática a partir da última eleição. A eventual legenda já conta com um site, onde apresenta suas aspirações.

“Existe um pensamento em nos concentrarmos em um único partido, para que a nossa ação seja mais direcionada e eficaz. Como a lei eleitoral cria restrições para a migração de partido, as assinaturas para se criar uma nova sigla estão sendo providenciadas”, disse o pastor Lélis Marinho, responsável pela coleta de assinaturas, de acordo com informações do jornal Valor Econômico.

Dentre os pastores assembleianos com mandatos parlamentares a nível federal estão Marco Feliciano (PSC-SP), Eurico da Silva (PSB-PE), Silas Câmara (PSD-AM), Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), Paulo Freire (PR-SP) – filho do presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa -, entre outros.

Com 18 milhões de fiéis, os diferentes ministérios da Assembleia de Deus formariam uma força política significativa se o projeto do PRC for levado adiante.

A denominação vem avançando em um projeto de solidificação entre os evangélicos, e tem posto em prática ações de exploração do potencial econômico que esses fiéis representam.

No começo deste ano, foi anunciado o lançamento da primeira operadora de celular do país ligada à Assembleia de Deus. A Alô Serviços vai operar na rede da Vivo e oferecer planos de telefonia aos membros da igreja.

Fonte: Gospel +

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Câmara desarquiva projeto de Marco Feliciano que obriga ensino do criacionismo nas escolas

marco-feliciano-congresso1Um projeto de lei de autoria do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que prevê a obrigatoriedade de ensino da doutrina criacionista nas escolas básicas públicas e privadas foi desarquivado no último dia 11 de fevereiro.

A medida só foi possível devido à eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados. O projeto 8099 foi arquivado ao final de 2014, logo após sua apresentação, por não ter sido apreciado em comissões da Casa.

Reeleito com quase 400 mil votos, Feliciano argumenta que os estudantes não podem ser ensinados apenas a partir da perspectiva da Teoria da Evolução, pois é preciso ter “noções de que a vida tem sua origem em Deus, como criador supremo de todo o Universo”.

Apesar do parecer contrário da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) sobre o projeto e seu pedido de arquivamento, Feliciano espera concluir a tramitação em comissões da Câmara e sua votação no plenário até o fim de 2018, de acordo com informações das agências de notícias.

“Os argumentos criacionistas são baseados em crenças acerca de uma entidade de fora do mundo natural”, afirmou Helena Nader, presidente da SBPC, em crítica ao projeto do pastor Marco Feliciano.

Ela ainda acrescentou que a ciência só investiga fenômenos da natureza, e que Deus, autor da criação segundo as tradições bíblicas, seria uma entidade de “outro mundo”.

A questão da educação no Brasil é um tema de tensão entre os parlamentares das bancadas evangélica e católica, e os parlamentares de partido de esquerda, como PT, PC do B e PSOL, por exemplo. A área é vista como chave para disseminação de ideais e filosofias que representam os objetivos dos esquerdistas, considerados anticristãos pelos deputados das bancadas religiosas.

Fonte: Gospel +

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Pastor pede oração para que Pizzolato não seja extraditado

henrique-pizzolatoO ex-diretor do Banco do Brasil foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelo mensalão.

Nesta quarta-feira (11) a justiça italiana começou a discutir sobre o pedido de extradição do ex-diretor Henrique Pizzolato. Condenado pelo esquema do mensalão, o brasileiro – que tem cidadania italiana – fugiu para não cumprir a pena.

No domingo o pastor da igreja onde Pizzolato frequenta pediu orações para os fiéis, convocando-os a clamar para que “Deus intervenha” no processo.

Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses por  corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, fugindo para a Itália em setembro de 2013, ele ficou preso por oito meses e foi solto após a corte italiana negar o pedido  do Brasil para ser julgado pela justiça.

Foi nesses poucos meses de prisão, na cidade de Modena, que o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil foi evangelizado e se tornou evangélico.  Ao sair da cadeia passou a frequentar a Igreja Pentecostal Fonte de Vida.

“Eu o conheci no primeiro dia que ele entrou na prisão. Perguntei diretamente a ele se ele era inocente e, diante de Deus, ele me garantiu que sim. Portanto, eu acredito que ele seja sim inocente”, disse o pastor Romulus Giovanardi.

O religioso tem orado para que ele não seja extraditado. “Todos nós rezamos para que ele possa ficar na Itália e que esse processo que é uma perseguição contra ele possa acabar”, declarou o pastor.

Na manhã desta quinta-feira (12) foi divulgada a decisão da Corte de Cassação de Roma afirmando que Henrique Pizzolato deve ser extraditado. Assim que ficou sabendo da determinação, o condenado se entregou à Justiça e agora deve aguardar até três semanas para que o Ministério da Justiça da Itália decida sobre o caso. Com informações Estadão

Fonte: Gospel Prime

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Minhas decisões são tomadas em oração, diz o deputado Roberto Lucena

????????????????????????????????????????????????????????????????????????????O deputado federal assumiu como secretário de Turismo do Estado de São Paulo.

Reeleito com mais de 67 mil votos, o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) foi escolhido pelo Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, como secretário do Turismo.

Sua vida política segue em paralelo aos seus trabalhos como pastor da igreja O Brasil Para Cristo em Arujá (SP), templo que fundou em 1991, tanto é que todas as decisões por ele tomadas são decididas após a oração.

Orar antes de tomar decisões foi uma lição aprendida pelo parlamentar que percebeu que quando não buscava a direção de Deus as escolhas não eram bem-sucedidas.

“As minhas decisões políticas sempre são tomadas no ambiente de oração, nem todas elas na minha vida foram. Aquelas decisões que não foram tomadas no ambiente de oração, uma parte delas não terminou bem. Não foram as melhores escolhas, não foram as melhores decisões. Mas as decisões acertadas você pode ter certeza de que foram tomadas em ambiente de oração”, disse.

Aos 49 anos de idade, Roberto de Lucena soma 43 anos de vida com Deus e 29 anos de ordenação pastoral. Filho de migrantes nordestinos, o secretário do Turismo é casado com a pastora e professora Bernadete Aparecida Ramos e pai de dois filhos.

“Essa construção e tudo aquilo que me trouxe até aqui que me fez caminhar todos os passos e os passos bem sucedidos da minha vida foram passos decididos no ambiente de oração”, afirmou.

Fonte: Gospel Prime

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Eduardo Cunha diz que jamais colocará a legalização do aborto em votação: “Nem que a vaca tussa”

eduardo-cunhaO deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que durante seu mandato à frente da instituição nenhum projeto favorável ao aborto será colocado em discussão.

“Aborto eu não vou pautar [para votação] nem que a vaca tussa”, disse Cunha durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Integrante da bancada evangélica, Cunha reiterou sua posição considerada “conservadora” pela mídia, e disse que somente “por cima do meu cadáver” os projetos que preveem a descriminalização do aborto e a regulação da mídia serão votados na Câmara.

“O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Regulação econômica de mídia já existe. Você não pode ter mais de cinco geradoras de televisão. No aborto, sou radical”, pontuou.

O projeto de regulação da mídia é uma das bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT) e é considerado uma forma de censura prévia às empresas de comunicação do Brasil, que perderiam parte da liberdade de imprensa.

A ideia de que existam sanções, multas ou cassação da concessão pública – nos casos de emissoras de rádio e TV – para empresas que atuem de forma contrária ao pretendido regulamento, é vista como um retrocesso social e democrático.

Homossexuais

Eduardo Cunha afirmou ainda que os projetos defendidos pelos ativistas gays são polêmicos e não representam a visão da maioria, apesar do grande espaço que ocupam na mídia e de seu poder de mobilização entre os militantes.

“Isso é mais discurso. Para pautar um projeto, ele tem que ter apoio suficiente. Não tenho que ser bonzinho. Eles querem que isso seja a agenda do país, mas não é. Não tem um projeto deles na pauta para ir a votação. Tenho que me preocupar com o que a sociedade está pedindo e não é isso”, concluiu.

Fonte: Gospel +

 

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Governo capacitou 140 mil doutrinadores para ensinar teoria de gênero nas escolas

ideologia-de-generoDinheiro público patrocina a doutrinação das crianças nas escolas.

O governo federal capacitou 140 mil profissionais para que a Ideologia de Gênero seja ensinada nas escolas públicas do Brasil. A denúncia foi feita pela advogada, pedagoga e pastora Damares Alves, durante palestra em Arujá, na Grande São Paulo.

“No ministério do planejamento foi disponibilizado dinheiro para treinar 140 mil profissionais na ideologia de gênero. Não são alfabetizadores. Pra isso não tem dinheiro”, informou Damares durante a palestra cujo vídeo pode ser acessado abaixo.

O problema não reside somente no uso de recursos públicos para um trabalho de doutrinação ideológica, mas na natureza da própria ideologia que será ensinada nas escolas.

A ideologia de gênero prega que é mentira a percepção de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Pelo contrário, ensina que as diferenças entre homem e mulher não correspondem a uma natureza fixa, mas são produtos da cultura.

Em outras palavras, ninguém nasce homem ou mulher. É algo que se pode escolher.

Gênero Neutro

“Os ativistas LGBT queriam colocar a Ideologia de Gênero Neutro no Plano Nacional de Educação (PNE). Não teríamos mais mochilas cor de rosa para meninas ou de cor azul para meninos. Tudo deveria ser neutro até os 12 anos. Depois dessa idade cada um escolheria o seu gênero”, completou Damares.

O lobby LGBT não conseguiu impor sua agenda no PNE, mas não desistiu.

“Eu trabalho em aldeias indígenas. Eu vejo que meninas já nascem com instinto maternal. E os meninos com instinto guerreiro. Isso é natural. A escola ia proibir nossas meninas de serem meninas e nossos meninos de serem meninos”, disse a pedagoga.

“Isso só não entrou para o Plano Nacional de Educação porque um grupo de psiquiatras foi na Câmara Federal e implorou aos deputados para que não aceitassem. Eles argumentaram que isso criaria gerações de doentes e histéricos”, afirmou Damares.

Dinheiro para o Lobby LGBT

A advogada, que é assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, também questionou a priorização de recursos para capacitação ideologia. Ela ressaltou ainda que organizações ligadas ao lobby LGBT são beneficiadas com o projeto.

“E quem capacita os professores? Quem ganha licitações nos municípios, nos estados e no MEC? O movimento gay. E será que eles são sábios o bastante pra dizer o que fazer com crianças nas escolas?”, questionou.

Incentivo ao bissexualismo e masturbação

Damares Alves também questionou o conteúdo exposto em cartilhas pedagógicas que abordam a temática sexual nas escolas. Até mesmo os livros de idiomas, de forma pouco sutil, já trazem referências próprias da temática LGBT.

São cartilhas pedagógicas recheadas com notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.

Damares citou o caso de um pai de uma menina de 12 anos, em Bauru, São Paulo, que verificou o material pedagógico da filha, que cursa o sexto ano, e descobriu ali um dever de casa bastante inusitado.

O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.

“Isso não é combate ao preconceito. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.

Todas as informações constam no vídeo da palestra “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.

Fonte: Gospel Prime

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Malafaia comemora vitória de Cunha na Câmara e diz que governo vai ter que “aturar” evangélicos

eduardo-cunha-presidente-da-camaraO pastor Silas Malafaia comemorou a eleição do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados, e revelou que um de seus aliados ajudou o conterrâneo na campanha.

No Twitter, Malafaia disse que o pastor Sóstentes Cavalcante (PSD-RJ), membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) fez campanha a favor de Cunha. O gesto foi contrário à ordem da executiva nacional do PSD, presidido pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que apoiou o petista Arlindo Chinaglia.

“Parabéns ao deputado Sóstenes Cavalcante que trabalhou como leão para ajudar a eleger Eduardo Cunha presidente da Câmara. Valeu!”, escreveu o pastor.

Silas Malafaia também destacou que, com a eleição de um parlamentar da bancada evangélica para comandar a Câmara dos Deputados, o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) terá que “aturar” as lideranças evangélicas.


Parabéns ao novo presidente da câmara,DEP evangélico Eduardo Cunha,uma vitoria espetacular humilhou o governo e o PT.Vão ter q nos aturar.

— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) 2 fevereiro 2015


“Parabéns ao novo presidente da Câmara, deputado evangélico Eduardo Cunha. Uma vitória espetacular humilhou o governo e o PT. Vão ter que nos aturar”, escreveu, antes de acrescentar que, a seu ver, o parlamentar não tem dívidas políticas com outras forças do Congresso: “A vitória de Eduardo Cunha para presidência da Câmara foi tão espetacular que ficou sem dever à oposição e à situação”.

Eduardo Cunha é membro da Igreja Sara Nossa Terra no Rio de Janeiro, e foi líder do PMDB no ano passado. Eleito com 267 votos, 10 a mais que o mínimo necessário para encerrar o pleito no primeiro turno, Cunha derrotou o candidato do governo e se tornou o segundo na linha de sucessão presidencial. Caso Dilma Rousseff renuncie ou seja destituída, e seu vice, Michel Temer (PMDB) não possa ocupar o cargo ou abra ou abra mão, é Cunha quem assume o posto.

Fonte: Gospel +

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Maioria dos deputados federais é cristã

Maioria dos deputados federais é cristãCatólicos representam 71% e evangélicos 16%.

A maioria dos 513 deputados federais que assumiram seus cargos no dia 1º fevereiro se declara cristão. Deles, 300 (71%) são católicos, 68 (16%) evangélicos e 14 (3,3%) se declara cristão sem especificar se é católico ou evangélico.

Ainda sobre religiões, 19 (4,51%) deputados disseram não ter religião, oito (1,9%) afirmaram que são adeptos do espiritismo, 0,47% disseram seguir todas as religiões e 101 deles não quiseram responder sobre o tema.

Os dados foram feitos pelo G1 que apurou informações dos novos deputados como o time de futebol e suas posições a respeito de temas como apoio ao aumento de impostos para sanear as finanças públicas, apoio à proposta de transformar corrupção em crime hediondo, redução da maioridade penal, legalização da maconha, aborto e lei sobre homofobia.

Foram 421 deputados entrevistados, 44 dos parlamentares não quiseram participar e 48 não responderam ao questionário. O levantamento mostra a opinião dos deputados federais sobre temas que deverão ser debatidos durante o ano, a começar pela criação de uma nova CPI da Petrobras. A este respeito 286 (56%) são a favor da criação na nova CPI, 117 (23%) são contra e 109 não responderam.
Diretamente ligados ao tema corrupção, os novos deputados (apenas 198 deles estão no primeiro mandato) se mostram a favor da proposta que transforma corrupção em crime hediondo. Os que disseram sim a pergunta sobre o tema representam 70% dos deputados (358 deles) contra 10% contra (50 deputados) e 20% que não quis responder, 105 parlamentares.

Ainda em 2015 a Câmara deve votar no projeto apresentado pela deputada Maria do Rosário (PT-RS) para a criminalização da homofobia. Apesar de ser considerado o Congresso mais conservador dos últimos anos, 51% (261) dos deputados são a favor da criminalização da homofobia, 26% (136) são contra e 23% (116) não quiseram responder.

Já quando o assunto é aborto o quadro se mostra bastante conservador: 53% (271) dos deputados federais só aceitam o aborto nas situações já previstas em Lei, 18% (90) em mais situações além das já previstas, 11% (58) em menos situações ou nenhuma e 18% (94) não responderam.

Fonte: Gospel Prime