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Estudo afirma que perdoar faz bem à saúde 

Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Luther College e da Universidade da Califórnia perdoar faz bem à saúde por proteger as pessoas dos males causados pelo estresse.

Para chegar à essa conclusão, os pesquisadores entregaram questionários para 148 jovens adultos para avaliarem os níveis de estresse durante a vida, a tendência para perdoar e a saúde física e mental de cada um.

Com o resultado, os estudiosos identificaram que mesmo passando por níveis de estresse, os problemas físicos e mentais não apareciam em quem conseguia perdoar (a si e aos outros).

O professor de psicologia na Luther College, Loren Toussaint, afirmou que nos indulgentes os efeitos maléficos do estresse desapareciam. “O ato de perdoar funciona como uma espécie de amortecedor contra o estresse. Se você não tem tendência para perdoar, sente os efeitos brutos do stress de forma absoluta”, disse ele que é o principal autor do estudo.

O estudo não é suficiente para dizer que o perdão protege a saúde, porém com ele é possível afirmar que as pessoas tolerantes conseguem lidar melhor com as adversidades da vida e reagem de forma mais suave diante das situações estressantes do dia a dia.

“O perdão elimina a conexão entre estresse e doença mental. Eu acho que a maioria das pessoas quer se sentir bem e o perdão lhes oferece essa oportunidade”, conclui Toussaint.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Psychology Journal of Health, citado na revista americana Time e também na revista Veja. 

Fonte: Gospel Prime 

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Cristãos são o grupo religioso mais perseguido, conclui estudo

igreja-perseguida-no-iraqueEstudos recentes realizados pelo Centro de Pesquisas Pew, comprovam que a perseguição aos cristãos tanto pelos governos quanto pela sociedade está aumentando. Há 2,3 bilhões de cristãos em todo o mundo. Estima-se que pelo menos 8.000 são martirizados a cada ano. Em alguns lugares, como zonas de guerra, as estatísticas são imprecisas, o que significa que o número é muito maior.

O estudo da Pew considera perseguição ataques que sejam verbais ou físicos, bem como prisões, detenções e profanação de locais sagrados. Também foi levada em conta a discriminação por motivos religiosos relacionadas com acesso a emprego, educação e habitação.

Baseado em dados de 2014, observa-se que os assédios institucionais (promovidos pelo governo) ocorreram em 79 países, enquanto que o assédio social (por indivíduos), foi registrado em 85. Alguns dados mostram uma variação para baixo, sendo que o “ápice” foi registrado em 2012.

A conclusão dos pesquisadores da Pew é que, de modo geral, ocorreu uma diminuição na perseguição “oficial”, mas um aumento no número de países com atividade terrorista motivada pela religião. Oitenta e dois países foram vítimas, sendo que em 60 deles ocorreram ferimentos e mortes. A maioria dos atentados foram realizados por grupos islâmicos como Boko Haram, al-Qaeda e Estado Islâmico.

O estudo pesquisou o status da religião em 198 países e descobriu que cerca de 75% da população mundial vive em países onde a restrição motivada pela religião é considerada “alta” ou “muito alta”.

Seguidores de Jesus enfrentam dificuldades por causa de sua fé em 108 países. Outro aspecto que chama atenção é o antissemitismo. A perseguição aos judeus teve o maior índice dos últimos oito anos, com seus seguidores passando por isso em 81 países.

Os índices de restrições e hostilidades de fundo religioso nos 25 países mais populosos do mundo – onde vivem mais de 5 dos cerca de 7,5 bilhões de habitantes do globo – variam muito.

Enquanto no Brasil, Japão e África do Sul estão na parte de baixo, com pouca variação, Índia, Paquistão e Indonésia permanecem no topo, com a Nigéria sendo o que teve o maior aumento de todos.

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Pesquisa contínua

Os dados de 2015 ainda não foram divulgados pela Pew. A Missão Portas Abertas divulgou em janeiro, os dados referentes ao ano passado e concluiu que continuamos em uma escalada histórica de perseguição ao cristianismo. Seus índices que mostram um aumento de mais de 100% em comparação a 2014.

Este é o sétimo ano que o Centro Pew analisa o conflito de governos e indivíduos de todo o mundo contra pessoas por causa de suas crenças religiosas. Os estudos fazem parte do projeto do Global Religious Futures, patrocinado pela Fundação Templeton e que analisa as mudanças religiosas e seu impacto sobre as sociedades em todo o mundo.

Fonte: Gospel Prime

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Pesquisa comprova queda no número de cristãos nos Estados Unidos e crescimento de ateus

Uma pesquisa realizadateusa nos Estados Unidos confirmou uma tendência que vem sendo notada nos últimos anos: o número de pessoas que se definem como “sem religião” está crescendo.

O levantamento, realizado pelo instituto Pew Research Center, mostra que entre os adultos, o número de cristãos norte-americanos está caindo, enquanto os ateus e agnósticos cresceu entre os anos de 2007 e 2014.

As pessoas que se encaixam no perfil dos “sem religião” subiu de 16,1% em 2007 para 22,8% no ano passado, um Pesquisa comprova queda no número de cristãos nos Estados Unidos e crescimento de ateus
crescimento de 6,7%. A margem de erro da metodologia escolhida pelo Pew Research Center é de 0,6 em ambos os sentidos.

No mesmo período, o número de adultos cristãos registrou queda de 7,8%, enquanto os adeptos de judaísmo passaram de 1,7% para 1,9%. Já no islamismo, os fiéis cresceram de 0,4% para 0,9%, um aumento superior a 100% em sete anos.

Dentre as denominações cristãs mais conhecidas, a única que registrou aumento no número de fiéis foi a Testemunhas de Jeová, que subiu 0,1%, chegando a 0,8%.

As entrevistas foram feitas pelo instituto por telefone, com 35.071 adultos, entre os dias 04 de junho e 30 de setembro de 2014.

Dentre os “sem religião”, ateus e agnósticos somam 31%, contra 25% em 2007. Os que não aderem a nenhuma filosofia, identificados como pessoas que não dão importância para a religião, são 39% do grupo.

Segundo estimativas do instituto, os adultos sem religião chegaram a 56 milhões de pessoas nos Estados Unidos, um crescimento de 19 milhões em sete anos. Destaca-se o fato de que esse grupo soma um número maior do número de fiéis das denominações luterana, metodista unida e episcopal.

“Agora é impossível a um ateu achar que está sozinho no mundo”, disse David Silverman, presidente da associação Ateus Americanos.

Gospel +

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Estado Islâmico volta a atacar cristãos e sequestra mais de 90 fiéis de povoado na Síria

estado-islamico2As ações terroristas do Estado Islâmico mais uma vez tiveram como alvo cristãos. A nova investida contra “o povo da Cruz” aconteceu no nordeste da Síria, onde pelo menos 90 fiéis foram sequestrados na última segunda-feira, 23 de fevereiro.

A informação foi anunciada nesta terça-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Os jihadistas atacaram dois povoados com maioria cristã na província de Hasake. As duas localidades eram controladas por forças militares curdas, segundo informações do G1.

A OSDH, que é sediada na Inglaterra, informou que não há notícias do destino dos reféns: “Na segunda-feira, o EI atacou Tal Shamiran e Tal Hermuz, duas localidades assírias da província de Hasake, e levou 90 moradores”, afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da OSDH, em entrevista à agência France Presse.

Os cristãos assírios sequestrados são fiéis nestorianos, uma corrente do cristianismo condenada pelo concílio de Éfeso no ano 431 por suas divergências sobre a natureza de Cristo. Essa corrente também possui seguidores no Iraque.

A província de Hasake vem sendo atacada pelo Estado Islâmico, que busca tomar o controle da região das mãos dos curdos. Alguns dos povoados já foram tomados pelos terroristas, apesar de as forças militares que apoiam o governo da Síria resistirem ao avanço dos extremistas muçulmanos.

Os curdos se organizaram em milícias, chamadas YPG, com o objetivo de manter a província de Hasake sob o domínio do governo sírio, e também com a intenção de expulsar o Estado Islâmico da cidade de Tal Hamis, que tem sido bombardeada pelos Estados Unidos. Até agora, a YPG já assumiu o controle de 43 povoados em duas províncias diferentes.

Fonte: Gospel +

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Extremistas do Estado Islâmico acreditam que serão salvos por Jesus durante batalha em Jerusalém, diz jornalista

estado-islamicoUm jornalista que conseguiu se infiltrar nas fileiras do Estado Islâmico revelou que os militantes do grupo terrorista acreditam que serão salvos por Jesus Cristo após uma batalha de escala apocalíptica em Jerusalém.

Graeme Wood disse à CNN que os extremistas usam apenas trechos do alcorão como base para seus ensinamentos, e distorce a mensagens dos textos, colocando-os fora de contexto.

Wood afirmou que os militantes não são genuinamente muçulmanos, pois seguem trechos dos ensinamentos do alcorão, enquanto em “outros [pontos] simplesmente optam por ignorar”, e a partir dessa visão parcial e deturpada, constroem suas crenças.

Dentro desse ambiente, o sincretismo religioso surge e leva os terroristas a acreditarem que “Jesus Cristo irá resgatá-los quando forem cercados por uma figura antmessiânica ou anticristo durante uma batalha final em Jerusalém”, relatou Wood.

O jornalista acrescenta que, dentro da crença dos extremistas/terroristas, “o resgate divino acontecerá durante a batalha, quando estiver quase a terminar e o Estado Islâmico tiver apenas 5 mil dos seus combatentes vivos”.

O sincretismo religioso fica explícito porque a crença dos militantes do Estado Islâmico os insere no cenário do armagedon, que é apontada pela Bíblia Sagrada como a batalha final do Apocalipse, com a participação de todas as nações da Terra e que, em seu desfecho, aponta para uma derrota dos aliados do anticristo.

“A noção de que o ISIS possa recorrer à figura messiânica de Jesus Cristo pode ser facilmente explicada teologicamente, porque o Corão não só reconhece a divindade e a existência do Messias Jesus Cristo, bem como do culto mariano e da existência da Virgem Maria. Mas é totalmente contraditória com a prática do grupo guerrilheiro: porque durante o assassinato da praia da Líbia, os 21 cristãos coptas não foram poupados por terem gritado ‘Jesus Cristo!’ nas suas expiações finais”, comentou o jornalista Augusto Ramos, no Blasting News.

Esses relatos aumentam as especulações de que o Estado Islâmico seja resultado de iniciativas de governos de diversos países, para manipular a política internacional e gerar demandas militares.

Fonte: Gospel +

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Pastor diz que ebola, casamento gay e Estado Islâmico são “sinais importantes” da volta de Cristo

pastor-robert-jeffressPerseguição a cristãos e judeus pelo Estado Islâmico, legalização do casamento gay e insensibilização pela morte de fiéis a Jesus Cristo são sinais que alertam sobre Sua volta, na opinião do pastor e escritor Robert Jeffress.

Esses “sinais” são abordados por ele no livro Countdown To The Apocalypse (“Contagem regressiva para o Apocalipse”, em tradução para o português), lançado recentemente.

“Eu acredito que a insensibilização [à perseguição] pavimenta o caminho para o futuro anticristo que perseguirá os cristãos e mártires, sem qualquer repercussão em absoluto“, disse Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas (EUA).

O pastor destaca ainda que epidemias como a da doença Ebola, que assola a África e tem assustado países do mundo todo, também são indícios de que o dia se aproxima: “Jesus disse que haveria certos sinais que precederiam Sua vinda, e que estes sinais seriam como asdores de parto de uma mulher“, afirmou Jeffress em entrevistas ao Charisma News e ao canal DoveTV no YouTube.

No livro, o pastor diz que um “sinal importante” de que a volta de Cristo está se aproximando “é a padronização da imoralidade” que vem se formando na sociedade, inclusive de maneira legalizada pelas autoridades: “Isso inclui tudo, desde o casamento gay ao aborto, que chegou a ser aceito pela sociedade e ensinado nas escolas”, lamentou o pastor.

Além desses pontos, as convocações do Estado Islâmico para que todos os muçulmanos persigam os cristãos em todo o mundo e as declarações de ódio a Israel são sinais de que o arrebatamento se aproxima, segundo o pastor.

Países como o Irã admitem que trabalham para a eliminação de Israel como país, e diversos ativistas palestinos também falam abertamente sobre os propósitos de perseguição e morte aos judeus.

Fonte: Gospel +

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Papa Francisco diz que fim da obrigação do celibato “está na agenda” da Igreja Católica

papa-franciscoUma das questões mais delicadas nas tradições católicas é a exigência do celibato para os sacerdotes, que precisam abdicar da possibilidade de construir uma família para seguir o ministério.

O papa Francisco, que já admitiu que a exigência do celibato não é um dogma de fé, mas apenas uma tradição da igreja, voltou a falar no tema essa semana.

Durante uma entrevista concedida na quarta-feira, 19 de fevereiro, o papa afirmou que o fim do celibato é um assunto para o qual ele tem dedicado parte de seu tempo.

“Isso está presente na minha agenda”, disse Francisco aos jornalistas. A possibilidade do fim do celibato obrigatório abre inúmeros debates sobre a liturgia católica, pois atualmente os padres ocidentais que se casam tornam-se impedidos de conduzir celebrações religiosas.

De acordo com informações do iG, a punição aos padres que se casam não é aplicada a padres dos países orientais, onde o rito da Igreja Católica permite que o sacerdote continue em sua função caso se case.

Em outras oportunidades, Francisco já havia dito que nutre um “apreço” pelo celibato, porém entende que o tema precisa ser revisto, afinal, para muitas pessoas parte dos casos de pedofilia e homossexualidade dentro da Igreja Católica se deve a isso.

“A Igreja Católica tem padres casados, católicos ​​gregos, católicos coptas e no rito oriental. Não é um debate sobre um dogma, mas sobre uma regra de vida que eu aprecio muito e que é um dom para a Igreja. Por não ser um dogma da fé, a porta sempre está aberta [à discussão]”, afirmou o papa em maio de 2014, durante a viagem de volta à Roma depois de sua visita a Israel.

Fonte: Gospel +

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Anticristo? Bill Gates diz que mundo precisa de um governo único para acabar com a pobreza

bill-gatesO filantropo multibilionário Bill Gates, fundador da Microsoft, afirmou que a única forma de atacar as mazelas do planeta de forma eficaz é estabelecer um governo mundial.

Gates listou os pífios avanços no combate ao aquecimento global e degradação do meio ambiente como um dos motivos que justificariam um governo único em todo o mundo, além de citar os problemas relacionados à fome e a miséria que não são solucionados.

“Você pode rir, mas é realmente triste ver como é executada a Conferência de Copenhague (sobre mudanças climáticas), como o sistema das Nações Unidas tem falhado, é triste”, disse Gates, em entrevista ao Süddeutsche Zeitung.

Para o homem mais rico do mundo – com fortuna estimada em US$ 80 bilhões – se forem levados em consideração todos os problemas mais urgentes do mundo, é “muito necessário” que se adote um governo único mundial.

Atualmente, existem entidades regionais, como por exemplo a União Europeia, Mercosul e União Africana, que atuam em seus respectivos continentes regulamentando ações conjuntas entre países, mas sem poder de interferência direta nas decisões soberanas de seus membros.

Bill Gates afirma que a entidade que deveria atuar de forma mais objetiva em relação a essas questões é a Organização das Nações Unidas: “A ONU foi criada especialmente para a segurança do mundo. Estamos prontos para a guerra, porque tomamos todas as precauções. Nós temos a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), temos divisões, jipes, pessoas treinadas. Mas e as doenças? Quantos médicos têm, quantos aviões ou tendas de campanha temos? Que tipo de cientistas temos? Não existe tal coisa como um governo mundial, que poderia ser melhor para estar melhor preparado“, disse.

As ideias de Bill Gates, embora apresentadas com um propósito nobre, se assemelham muito ao que a Bíblia prevê que acontecerá durante a Grande Tribulação, quando um governante único regerá o mundo, solucionando problemas mais graves de fome, emprego, saúde e segurança, ao custo da negação a Cristo.

Fonte: Gospel +

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Casal divorciado há 43 anos se reconcilia e decide casar de novo: “Deus nos uniu novamente”

Louis-Demetriades-e-Renate-StumpfUm divórcio de 43 anos vai se tornar em um novo casamento, e segundo os noivos, pela interferência de Deus.

O casal trocou alianças pela primeira vez há 56 anos e passaram 13 anos juntos, porém, as dificuldades de convivência os levaram ao divórcio. Ambos seguiram suas vidas, se casaram novamente e ficaram viúvos anos depois.

Agora, ambos com 75 anos de idade, Louis Demetriades e Renate Stumpf voltaram a se encontrar, começaram um namoro e decidiram se casar novamente.

O pedido de casamento foi feito por Louis a Renate em uma loja do Walmart, onde ela trabalha. Num primeiro momento, a noiva não sabia o que dizer, mas logo que caiu em si, disse: “Sim, mas não hoje”.

Louis dirigiu do estado norte-americano do Tennessee até Arkansas, onde a ex-mulher e futura esposa vive, para fazer o pedido.

Em entrevista à rede de TV ABC News, Renate disse que o amor dos dois não acabou durante os 43 anos que estiveram separados: “Quando nos vimos de novo em dezembro passado, então tivemos certeza que ainda nos amávamos. O amor nunca acabou”.

Apesar da grande repercussão, Renate disse que ela e o noivo ainda não iniciaram o planejamento da cerimônia: “Não há pressa na minha idade. Deus nos colocou juntos de novo, e não poderia ser de outra forma depois de todos esses anos”, resumiu.

O casal se conheceu na Alemanha, em 1959. Casaram-se aos 18 anos de idade e agora vão concluir a história de amor que viveram décadas atrás. “Quarenta e três anos [de separação] é muito tempo, então eu não tinha certeza no começo. Mas eu vou me casar com ele porque eu percebi que ele mudou, e para melhor”, finalizou a noiva.

Fonte: Gospel +

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Estado Islâmico estaria traficando órgãos de suas vítimas para financiar ataques terroristas

embaixador-iraquiano-mohamed-alhakim-ONU-e1424435675992O financiamento para as atividades terroristas promovidas pelo autodeclarado Estado Islâmico pode vir do tráfico de órgãos, segundo declarações do embaixador do Iraque na Organização das Nações Unidas (ONU).

Mohamed Alhakim afirmou em reunião com o Conselho de Segurança da ONU que o os extremistas fazem tráfico de órgãos para financiar parte de suas ações terroristas.

Segundo o jornal O Globo, o diplomata informou que corpos de pessoas executadas pelo Estado Islâmico foram encontrados recentemente com incisões cirúrgicas e com órgãos faltando.

Alhakim destacou que as informações foram corroboradas por investigações que descobriram a causa da morte de dez médicos iraquianos: sua recusa em participar da barbárie.

“Temos corpos. Venham e examinem. É certo que têm partes faltando”, disse o embaixador durante a reunião.

A ONU mantém um enviado no Iraque, e no seu mais recente relatório, Nikolay Mladenov afirmou que, no mínimo, 790 pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico somente em janeiro, e confirmou que a prática de retirada de órgãos das vítimas está se tornando cada vez mais frequente.

A lista de crimes cometidos pelo Estado Islâmico é extensa, e inclui a morte de cristãos e outras minorias religiosas. Dentre as formas usadas pelos terroristas para executar suas vítimas estão as decapitações, imolações e crucificações. Em alguns casos registrados pelas autoridades, os extremistas jogam pessoas de prédios apenas por diversão.

Recentemente, o grupo matou 45 pessoas queimadas vivas em Kirkuk, no Iraque. Antes desse episódio, na Síria, o Estado Islâmico queimou vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh e filmou o ato bárbaro, divulgando o vídeo em formato de “propaganda”.

A lista de vítimas se acumula, e há poucos dias os terroristas divulgaram outro vídeo, no mesmo formato, com a morte de 21 cristãos coptas egípcios em uma praia da Líbia.

Fonte: Gospel +

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Irmão de cristãos coptas mortos pelo Estado Islâmico dá testemunho emocionante; Assista

estado-islamico-decapita-cristaos-coptasA morte de 21 cristãos coptas egípcios pelas mãos dos terroristas do Estado Islâmico desencadeou uma série de ações militares em retaliação à barbárie, mas também despertou o interesse da mídia por ouvir os parentes dos mártires decapitados em uma praia da Líbia.

Um programa de televisão da emissora SAT7Arabic entrevistou o irmão de dois dos homens mortos pelo Estado Islâmico, e as palavras de testemunho desse homem foram surpreendentes.

O vídeo do testemunho foi publicado com legendas em português no canal da Igreja Batista Betel de Mesquita no YouTube, com tradução Martha Christo da Silva.

Na entrevista, Beshir revela que seus irmãos, Bishoy e Samuel, tinham 25 e 23 anos respectivamente, e os trata como mártires. Questionado como se sentia a respeito do triste episódio, Beshir diz que a perseguição aumentou sua fé em Deus.

Em uma demonstração de amor ao próximo, Beshir contou que os familiares dos mártires executados pelos extremistas muçulmanos não estavam de luto, mas sim, celebrando o fato de que seus parentes se mantiveram fiéis a Jesus Cristo até o fim, e que haviam perdoado os executores.

Ele revelou que sua mãe havia dito que, se encontrasse com um dos assassinos de seus filhos, o convidaria para entrar em sua casa, oraria por ele para que Deus o abrisse seus olhos sobre os ensinos equivocados que recebeu e o diria que o Estado Islâmico ajudou aqueles cristãos a entrarem no Reino dos Céus.

O apresentador e a plateia do programa ouviram atentamente as palavras de Beshir, e não esconderam a emoção por estarem em contato com uma das pessoas que mais sofreram com o crime do Estado Islâmico, mas que não deixou que isso jogasse fora a transformação proporcionada pelo Evangelho.

Assista ao testemunho de Beshir:

Fonte: Gospel +

 

 

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Ameaça do Estado Islâmico à Igreja Católica leva Itália e Vaticano a reforçarem segurança do papa

guarda-suica-e1424355042365A ameaça feita pelo Estado Islâmico à Igreja Católica e à Itália durante a execução dos 21 cristãos coptas egípcios na Líbia já mobilizou as autoridades para se prevenirem contra eventuais ações terroristas.

No vídeo divulgado com a decapitação dos egípcios, o homem que se dirige às câmeras diz estar “ao sul de Roma” para mandar “uma mensagem assinada com sangue à nação da cruz”.

Embora os terroristas tenham se dirigido diretamente aos cristãos coptas, a quem acusam de “perseguirem muçulmanos”, a menção à capital italiana foi entendida como um recado ao Vaticano, um país independente, mas situado em Roma.

O local da execução dos cristãos coptas também foi visto como simbólico pelas autoridades, uma vez que a Líbia está ao sul da Itália, e muitos cidadãos do país atravessam o Mar Mediterrâneo em busca de asilo político no país.

Teme-se que os terroristas usem a mesma estratégia para chegar ao território italiano, e a partir daí, perpetrar ataques contra o país e o Vaticano.

Prevenção

O governo italiano adotou medidas extraordinárias de segurança, e o chefe da Guarda Suíça do Vaticano declarou que as forças da cidade-Estado estão em alerta máximo: “O que aconteceu em Paris com a revista Charlie Hebdo também pode ocorrer no Vaticano, e estamos prontos a intervir para defender Francisco”, disse Christoph Graf em entrevista ao jornal Il Giornale.

O comandante conta com 110 homens, além de outros 150 integrantes da gendarmeria vaticana, para proteger o Papa Francisco. “Pedimos a todos os guardas Suíços de estar mais atentos, observar atentamente o movimento de pessoas”, afirmou Graf, que destacou que essa medida não substitui as informações de inteligência, essenciais para a prevenção de ataques.

 “Acho que o Papa não tem medo de nada, você pode ver como ele se move, e como gosta de estar perto das pessoas. E nós temos a difícil tarefa de garantir a sua segurança”, concluiu.

O senador italiano Felice Casson, secretário do Comitê de Segurança do governo italiano, afirmou que aproximadamente 4.800 soldados seriam acrescentados às forças que atuam em locais públicos, como forma de prevenir ataques. “O risco de um ataque realizado por um lobo solitário ou um desequilibrado é concreto”, disse o político, de acordo com informações da agência France Presse.

Fonte: Gospel +

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Carta em que Einstein reconhece que o mundo é uma “criação elegante” de Deus será leiloada

carta-postal-albert-einstein-deusO físico judeu alemão Albert Einstein era conhecido por sua visão prática sobre a religião e a ciência, e por muitas vezes, foi descrito como ateu. No entanto, ele mesmo discordava dessa visão e deixou alguns registros de sua fé particular e peculiar.

Agora, uma carta escrita por ele para o colega italiano Giovanni Giorgi está sendo leiloada, e o preço mínimo esperado pela casa de leilões é de US$ 55 mil.

Mas, o que há na carta de tão especial? A missiva escrita na época em que Einstein lecionava em Roma contém uma afirmação do físico sobre Deus e sua Criação.

“Deus criou o mundo com muita elegância e inteligência”, diz trecho da carta escrita a próprio punho no dia 12 de julho de 1925.

O texto mostra que os colegas conversavam sobre suas experiências científicas, pois Einstein entra em detalhes sobre algumas de suas pesquisas, e ao final, conclui dizendo que adquiriu certeza sobre uma de suas mais famosas teses: “Eu não tenho dúvidas sobre a validade da teoria da relatividade”.

A carta, curta, foi escrita no verso de um cartão postal, em que o famoso físico assinou como “Suo A. Einstein”, algo como “de seu A. Einstein” em português.

Einstein possuía uma relação de idas e vindas com a Itália. Por lá, viveu com sua família quando tinha entre 15 e 16 anos, e falava e escrevia fluentemente o idioma. Já Giovanni Giorgi ficou conhecido internacionalmente e na Itália em seu tempo como uma autoridade em eletromagnetismo, de acordo com informações da agência Ansa.

A carta que será leiloada pertencia a um colecionador da França, que obteve o manuscrito de um colega italiano que coleciona artigos científicos.

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Fonte: Gospel +

 

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Exemplar de 1.700 anos da Bíblia não possui fala de Jesus sobre “atirar a primeira pedra”

biblia-1700-anosUm manuscrito da Bíblia Sagrada datado do século IV escrito em grego foi apresentado pela Biblioteca Apostólica Vaticana e mostra diferenças significantes em relação a dois evangelhos.

O exemplar, considerado um dos mais importantes e antigos exemplares da Bíblia cristã, não tem trechos de discursos de Jesus presentes em outras versões, o que suscitou a especulação de que tais falas tenham sido inseridas posteriormente. Uma versão digital do manuscrito foi disponibilizada online.

A primeira ausência é verificada no livro de Marcos, quando Jesus ressuscitado teria dito aos discípulos para espalharem a mensagem do Evangelho por todo o mundo.

“E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados”. Marcos 16:15-18.

O segundo trecho em que há diferenças substanciais em relação à Bíblia Sagrada como conhecemos está no livro de João, no capítulo 8. No manuscrito em grego não há a reflexão proposta por Jesus aos acusadores: “Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela”. João 8:7.

De acordo com informações do jornalista Reinaldo José Lopes, da Folha de S. Paulo, existem outros trechos do manuscrito que são diferentes ou não existem se comparados com as Bíblias mais atuais.

 “Isso levou muitos especialistas a postular que o atual final de Marcos é uma “versão estendida” inserida por um autor que viveu depois do evangelista. E, no Evangelho de João, a famosa cena da adúltera e do “atire a primeira pedra quem não tiver pecado” também não consta desse manuscrito, o que também indicaria que esse trecho não foi escrito por João”, opinou Lopes.

Porém, não há informações concretas sobre o local em que o manuscrito foi escrito, embora existam indícios que apontam para o Egito. Também não existem provas de que o texto no manuscrito é um compilado fiel às demais Bíblias da época em que foi confeccionado, há aproximadamente 1.700 anos.

Fonte: Gospel +

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Pastor Rob Bell diz que igrejas estão a um passo de aceitar o casamento gay: “Sou a favor do amor”

kristen-bell-oprah-winfrey-e-rob-bell-e1424350611850O pastor e escritor Rob Bell afirmou que as igrejas evangélicas estão a um passo de abraçarem o casamento gay nos Estados Unidos, e que ele crê que esse seja “o momento” para isso.

A afirmação do ex-líder da megaigreja Mars Hill Bible Church, em Michigan, foi feita em uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey.

Ao lado de sua esposa, Kristen, Rob Bell foi ao talk-show de Oprah para falar sobre o lançamento de seu novo livro, The Zimzum of Love: A New Way of Understanding Marriage (ainda sem título em português, mas que pode ser traduzido como “A dinâmica do zmor: A nova maneira de entender o casamento”).

A apresentadora comentou, durante o enunciado de uma pergunta ao pastor, que achava fantástico que ele tivesse incluído a união de pessoas do mesmo sexo como um dos exemplos do livro, e questionou o motivo de ele ter optado por falar sobre um tema tão controverso.

Bell, que se manifestou favorável ao casamento gay em 2013, disse que uma das piores coisas que pode acontecer a um ser humano é a falta de companhia: “Uma das mais antigas dores nos ossos da humanidade é a solidão. Solidão não faz bem ao mundo. Seja você quem for, gay ou hetero, é totalmente normal, natural e saudável querer alguém com quem passar a vida. É fundamental para a nossa humanidade. Queremos alguém para com quem fazer a viagem [da vida]”, argumentou.

Diante dessa resposta, Oprah questionou Bell sobre sua visão do estágio de aceitação do casamento gay pelas igrejas evangélicas. E o pastor disse que o tema está “evoluindo” nas denominações.

 “Muitas pessoas já estão lá. Achamos que é inevitável e estamos a momentos de distância da aceitação da Igreja”, disse Rob Bell, que acrescentou que a seu ver, a igreja irá “ser ainda mais irrelevante” se continuar a rejeitar a homossexualidade.

“Eu sou defensor do casamento. Sou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, se é um homem e uma mulher, uma mulher e uma mulher, um homem e um homem. Eu acho que o navio já partiu e eu acho que isso é uma necessidade da igreja. Eu penso que este é o mundo em que estamos vivendo e temos de alcançar as pessoas onde quer que estejam”, afirmou, segundo informações do Christian Headlines.

Fonte: Gospel +

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45 pessoas são queimadas vivas pelos terroristas do Estado Islâmico em cidade iraquiana

criancas-sirias-gaiola-estado-islamico-e1424349264146Os terroristas do Estado Islâmico, em mais um ato de barbárie, queimaram 45 iraquianos vivos em uma cidade vizinha a uma base militar dos Estados Unidos.

Segundo o coronel Qasim al-Obeidi, chefe de Polícia de al-Baghdadi, disse que embora ainda não tenha sido possível identificar as vítimas por causa da presença dos extremistas islâmicos, desconfia-se que os mortos pertencessem a uma equipe de segurança da cidade.

O coronel pediu que as autoridades internacionais se mobilizem e decidam de que maneira atuarão de forma rápida, pois o Iraque pode sucumbir à violência do Estado Islâmico.

O domínio dos terroristas sobre al-Baghdadi se consolidou na semana passada, e agora se aproximam da base militar norte-americana em Ain al-Asad. A cidade era uma das poucas cidades na província de Anbar que ainda estavam sob controle do governo iraquiano.

Não há informações se as instalações dos Estados Unidos permanecem ativas ou foram abandonadas quando as forças militares deixaram o Iraque.

Segundo o jornal O Globo, o acesso ao local onde aconteceram as mortes está difícil, e por isso não é possível averiguar detalhes sobre o massacre. Na última terça-feira, 17 de fevereiro, um condomínio de casas das famílias dos integrantes das forças de segurança e de funcionários do governo iraquiano foi atacado.

“A notícia de que 45 pessoas teriam sido queimadas surge semanas depois de o Estado Islâmico divulgar um vídeo em que executa da mesma forma um piloto jordaniano capturado na Síria”, relembrou O Globo.

O caso despertou a fúria do governo da Jordânia, que executou a terrorista iraquiana que o Estado Islâmico queria em troca da liberdade do piloto. Na mesma época, dois jornalistas japoneses foram executados pelos extremistas. Um deles era o cristão Kenji Goto.

Crianças

O Estado Islâmico publicou uma imagem (acima) na última segunda-feira, 16 de fevereiro, com crianças sírias trancadas em uma gaiola semelhante à usada para carbonizar o piloto jordaniano.

A imagem foi usada como uma ameaça às autoridades do país caso os ataques às instalações do Estado Islâmico continuem acontecendo.

Fonte: Gospel +

Publicado em Mundo

Motorista cristão é demitido por colocar o nome de Jesus como seu auxiliar em formulários

caminhoneiro-ramiro-olivarez-jesus-co-piloto-e1424352789836Uma declaração de fé rendeu uma demissão e uma acusação de falsificação de documentos para um motorista do estado do Texas (EUA).

Ramiro Olivarez, caminhoneiro há anos, perdeu o emprego porque inscreveu Jesus Cristo como seu co-piloto. O preenchimento de documentações a cada viagem, com informações sobre as horas trabalhadas, o motorista auxiliar e outros detalhes é obrigatório por lei no país.

A empresa para quem Ramiro trabalhava o acusou de “falsificação de documentos” porque apesar de não levar ninguém como motorista auxiliar, ele inseriu o nome “Jesus” no espaço destinado aos co-pilotos.

“Jesus é o meu co-piloto, e essa é a minha crença. Ele é comigo. Jesus é o meu co-piloto, e eu não tenho nenhuma vergonha nisso”, afirmou Ramiro, que reiterou que sempre inseria o nome de Jesus na papelada.

De acordo com informações do Christian Today, Ramiro foi demitido no final de janeiro, e na carta a empresa alegava que o motivo da decisão era o hábito do motorista de “apresentar documentação incompleta e documentos legais falsificados”, pois colocar o Filho de Deus como auxiliar era uma “violação da lei”.

No entanto, Ramiro argumenta que, em todo o tempo que trabalhou pela companhia, nunca foi solicitado pelos patrões que parasse de usar o nome de Jesus nos formulários.

A reação do motorista ao episódio foi convidar outros cristãos que atuam na profissão para seguir seu exemplo: “Encorajo fortemente que você coloque Jesus como seu co-piloto. Vamos tomar uma posição”, incentivou Ramiro, em protesto à sua demissão.

Fonte: Gospel +